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I. A ética administrativa constitui parâmetro de legitimidade da atuação estatal, exigindo do agente público comportamento compatível com a moralidade administrativa, ainda que formalmente amparado pela legalidade.
II. O exercício das atividades de controle governamental exige observância dos deveres de independência, integridade, objetividade e sigilo profissional, sem prejuízo do dever de transparência nos limites legais.
III. O conflito de interesses configura-se apenas quando o agente público obtém vantagem econômica direta, sendo irrelevantes interesses privados de natureza pessoal, familiar ou profissional.
IV. O dever de sigilo funcional não impede o fornecimento de informações quando houver autorização legal, determinação judicial ou hipótese de transparência expressamente prevista no ordenamento jurídico.
V. A prevenção de fraudes e a promoção da integridade administrativa constituem mecanismos de governança e de controle destinados à redução de riscos e ao fortalecimento da confiança na Administração Pública.
VI. A violação dos deveres éticos e funcionais pode ensejar responsabilização administrativa do agente público, independentemente da eventual responsabilização civil e penal.
VII. A moralidade administrativa possui natureza meramente programática e não produz efeitos jurídicos para fins de controle dos atos praticados pela Administração Pública.
VIII. A conduta funcional do servidor exige observância dos deveres de lealdade institucional, imparcialidade e probidade, vedada a utilização do cargo para obtenção de benefícios pessoais ou de terceiros.
Está CORRETO o que se afirma em
I. O controle patrimonial abrange o registro, a movimentação, o inventário, a depreciação, a reavaliação e o desfazimento dos bens públicos.
II. O tombamento consiste no registro administrativo do bem para fins de identificação e controle patrimonial.
III. O inventário patrimonial anual limita-se à conferência física dos bens móveis.
IV. A depreciação e a reavaliação visam evidenciar, respectivamente, a perda de valor e a adequação do valor contábil dos bens.
V. O desfazimento de bens públicos pode ocorrer mediante alienação, transferência, doação ou inutilização, observada a legislação aplicável. VI. O almoxarifado é responsável exclusivamente pelo controle de materiais permanentes.
VII. O controle de materiais permanentes e de consumo exige registros e mecanismos de rastreabilidade.
VIII. A gestão patrimonial não produz efeitos contábeis nem influencia a prestação de contas.
Está CORRETO o que se afirma em
I. A fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial da Administração Pública é exercida quanto à legalidade, legitimidade, economicidade, aplicação das subvenções e renúncia de receitas.
II. Os créditos adicionais classificam-se em suplementares, especiais e extraordinários.
III. Os balanços públicos e as Demonstrações Contábeis Aplicadas ao Setor Público evidenciam a situação orçamentária, financeira e patrimonial da entidade.
IV. O Decreto-Lei nº 200/1967 consagra o controle como princípio fundamental da Administração Federal, prevendo sua realização em todos os níveis e em todos os órgãos.
V. As Normas Brasileiras de Auditoria do Setor Público e as normas dos Tribunais de Contas exigem que os achados de auditoria estejam suportados por evidências suficientes e apropriadas.
VI. O controle interno e o controle externo possuem competências concorrentes e excludentes, de modo que a atuação de um impede a atuação do outro sobre os mesmos fatos.
VII. O MCASP e as NBC TSP orientam o reconhecimento, a mensuração e a evidenciação dos fatos contábeis no setor público.
VIII. A receita pública, a despesa pública e a execução orçamentária constituem objetos de acompanhamento pelos órgãos de controle, inclusive para fins de prestação de contas e responsabilização.
Está CORRETO o que se afirma em
I. A Contabilidade Aplicada ao Setor Público tem por objeto o patrimônio público e evidencia as situações orçamentária, financeira e patrimonial da entidade.
II. As receitas e despesas sob o enfoque patrimonial são reconhecidas, em regra, pelo regime de competência.
III. O Plano de Contas Aplicado ao Setor Público (PCASP) padroniza os registros contábeis e viabiliza a consolidação das contas públicas.
IV. As variações patrimoniais aumentativas e diminutivas representam, respectivamente, fatos que aumentam ou reduzem o patrimônio líquido.
V. As Demonstrações Contábeis Aplicadas ao Setor Público evidenciam aspectos orçamentários, financeiros e patrimoniais da entidade.
VI. Os restos a pagar correspondem às despesas empenhadas e não pagas até o encerramento do exercício.
VII. O sistema de custos aplicado ao setor público possui finalidade exclusivamente gerencial, sendo vedada sua utilização para avaliação de desempenho e apoio à tomada de decisões.
VIII. O controle patrimonial, a prestação e tomada de contas e o adequado registro da dívida pública constituem instrumentos de accountability e evidenciação patrimonial.
Assinale a alternativa CORRETA.
I. A auditoria operacional tem por finalidade avaliar aspectos relacionados à economicidade, eficiência, eficácia e efetividade das ações governamentais.
II. A auditoria de conformidade objetiva verificar a observância das normas legais e regulamentares aplicáveis aos atos de gestão.
III. Os papéis de trabalho constituem registros das evidências obtidas e do trabalho executado, servindo de suporte às conclusões do auditor.
IV. Os achados de auditoria devem estar fundamentados em evidências suficientes e apropriadas, obtidas mediante procedimentos de auditoria.
V. A matriz de risco e os indicadores de desempenho são instrumentos utilizados exclusivamente em auditorias operacionais, sendo incompatíveis com auditorias de conformidade e de gestão.
VI. O monitoramento das recomendações integra o ciclo de auditoria e objetiva verificar a implementação das medidas corretivas propostas.
VII. A avaliação dos controles internos e a utilização de trilhas de auditoria constituem procedimentos relevantes para a identificação de riscos, falhas e irregularidades.
Assinale a alternativa CORRETA.
I. O controle interno, o controle externo e o controle social podem atuar simultaneamente.
II. A fiscalização contábil, financeira, orçamentária e patrimonial é atribuição exclusiva dos Tribunais de Contas.
III. O planejamento anual de auditoria permite priorizar riscos e organizar as atividades de controle.
IV. Relatórios, pareceres e recomendações do controle interno subsidiam a tomada de decisão administrativa.
V. O controle administrativo, legislativo e judicial constituem modalidades de controle da Administração Pública.
VI. Transparência e acesso à informação fortalecem o controle social e a accountability.
VII. O controle interno não examina a legalidade e a economicidade dos atos administrativos.
Está CORRETO o que se afirma em
I. O controle interno atua apenas de forma repressiva e posterior.
II. Gestão de riscos e mapeamento de processos constituem mecanismos preventivos de controle.
III. Os controles classificam-se em preventivos, detectivos e corretivos.
IV. O controle interno integra o sistema de accountability.
V. O COSO contempla ambiente de controle, avaliação de riscos, atividades de controle, informação e comunicação e monitoramento.
VI. Relatórios e recomendações do controle interno vinculam integralmente o gestor.
Está CORRETO o que se afirma em
I. O demonstrativo evidenciará, entre outras informações, as despesas não inscritas em Restos a Pagar em razão da insuficiência de disponibilidade de caixa, bem como os empenhos cancelados.
II. A elaboração desse demonstrativo é obrigatória apenas ao final do último quadrimestre do exercício financeiro, devendo ser realizada pelos Poderes e órgãos dotados de autonomia administrativa e financeira.
III. O demonstrativo deverá contemplar, além dos Restos a Pagar do exercício, os saldos remanescentes de exercícios anteriores.
Está CORRETO o que se afirma em: