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I O Lamarckismo defende que as espécies evoluem por meio da seleção natural, em que os indivíduos mais aptos sobrevivem e se reproduzem, enquanto os mais fracos são eliminados.
II O Darwinismo propõe que as características favoráveis tendem a ser preservadas e as desfavoráveis, destruídas. Assim, organismos adquirem características novas durante a vida, que são transmitidas para a próxima geração.
III A teoria de Lamarck sugere que as mudanças adquiridas ao longo da vida de um organismo podem ser herdadas por seus descendentes, como a ideia de que o pescoço das girafas se alongou ao longo do tempo devido à necessidade de alcançar folhas altas.
IV A Teoria de Darwin afirma que a evolução ocorre apenas por mutações aleatórias, sem a influência da seleção natural ou deriva genética.
Das afirmativas, estão corretas
O cartaz alerta para o aumento dos casos de dengue no período das chuvas. Isso ocorre devido ao fato de
A vegetação do bioma caatinga apresenta uma rica diversidade de espécies forrageiras que os pecuaristas podem aproveitar, destacando-se o uso do feno. Essa prática ajuda a enfrentar o problema da má distribuição das chuvas no Nordeste do Brasil, que afeta o valor nutritivo das pastagens naturais. Estudos demonstram a viabilidade nutricional de algumas dessas espécies, permitindo que os pecuaristas mantenham a produção animal e forneçam produtos de maneira contínua ao mercado, o que garante melhores preços. Para isso, é crucial a difusão de tecnologias desenvolvidas por órgãos de pesquisa, garantindo que os agricultores tenham acesso às inovações e possam aplicá-las em suas propriedades. Acerca da vegetação nativa e das espécies adaptadas para uso na pecuária, julgue os itens subsequentes.A vegetação do bioma caatinga apresenta uma rica diversidade de espécies forrageiras que os pecuaristas podem aproveitar, destacando-se o uso do feno. Essa prática ajuda a enfrentar o problema da má distribuição das chuvas no Nordeste do Brasil, que afeta o valor nutritivo das pastagens naturais. Estudos demonstram a viabilidade nutricional de algumas dessas espécies, permitindo que os pecuaristas mantenham a produção animal e forneçam produtos de maneira contínua ao mercado, o que garante melhores preços. Para isso, é crucial a difusão de tecnologias desenvolvidas por órgãos de pesquisa, garantindo que os agricultores tenham acesso às inovações e possam aplicá-las em suas propriedades. Acerca da vegetação nativa e das espécies adaptadas para uso na pecuária, julgue o item subsequente.
A leucena contém um aminoácido, de nome mimosina, que pode provocar pequenas intoxicações, quedas de pelos e salivação nos animais que a consumam. Caso esses sintomas se manifestem, deve-se suspender a oferta da leucena e passar a utilizar outros alimentos. Essas intoxicações são raras e normalmente só ocorrem em casos em que o animal foi unicamente alimentado com ela.
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O guandu forrageiro taipeiro apresenta, sob condições normais de chuva, produtividade de até 5 t/ha de matéria seca e, sob condições climáticas favoráveis, até 8 t/ha. As vantagens adicionais dessa variedade são a boa produção de forragem nos primeiros meses após o plantio e a boa relação folha versus caule, no entanto, apresenta baixa retenção de folhas e presença indesejável de caules grossos.
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O que assegura à palma forrageira elevada eficiência de utilização de água e resistência à seca não é seu metabolismo fotossintético CAM (Crassulacean acid metabolismo), mas as suas características morfológicas.
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A substituição de caprinos por bovinos, em áreas de caatinga degradada, pode resultar em perdas da biodiversidade do estrato lenhoso, devido à pressão do ramoneio sobre as plântulas das espécies forrageiras e ao anelamento do caule das plantas adultas.
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A jurema-preta (Mimosa hostilis Benth) é uma leguminosa facilmente encontrada na caatinga, altamente resistente à seca, com grande capacidade de rebrota durante todo o ano. Ela se apresenta como uma boa alternativa alimentar, pois tem boa aceitabilidade por parte dos caprinos, seja in natura ou fenada.