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I. Poço de luz é o espaço luminoso desprovido de cobertura, envolvido por uma ou mais superfícies de fechamento vertical compostas por muros ou fachadas de um ou mais edifícios, permitindo a entrada de luz natural e a ventilação natural em ambientes contíguos.
II. Cobogó é um exemplo de elemento de controle externo, composto por módulos vazados ou superfícies com perfurações, que cobre totalmente ou parcialmente um componente de passagem, permitindo a entrada de luz natural, radiação direta e ventilação natural.
III. Quebra-sol é o elemento externo à fachada, composto por superfícies opacas e reguláveis, que cobre totalmente a abertura, protegendo totalmente ou parcialmente o ambiente interno da radiação solar direta.
Quais estão corretas?
I. Utilização autônoma refere-se ao uso de equipamento com autonomia parcial em parte do percurso.
II. Considera-se o módulo de referência a projeção de 0,80 m por 1,20 m no piso, ocupada por uma pessoa utilizando cadeira de rodas motorizadas ou não.
III. Praticabilidade é a condição ou conjunto de condições físicas ou legais que possam impedir a adaptação de edificações, mobiliário, equipamentos ou elementos à acessibilidade.
Quais estão corretas?
Os itens I a V da legenda correspondem, respectivamente, a:
As operações (i) e (ii) poderão ser efetuadas por meio do comando
Considere as plantas e o corte a seguir, de um projeto residencial do arquiteto paulista Ruy Ohtake.

A planta que ocupa o centro do desenho, na qual está representado o terreno, corresponde ao pavimento intermediário entre os três representados no corte, no qual podem ser identificados, ainda, um pavimento superior, acima do intermediário, e um inferior, abaixo do intermediário.
O corte representado corresponde aproximadamente à posição
Zaha Hadid – Estação Ferroviária de Nordpark, Innsbruck, Áustria (2004-2007)
(https://dailyartcocktail.com/worlds-best-female-architect-zaha-hadid/)
Para ele, os estilos podem ser definidos como “programas de pesquisa de projeto”, e para produzir uma “adaptação inovativa” a um cenário complexo de transformação digital e heterogeneidade social, Schumacher propõe cinco agendas: 1) interarticulação de múltiplos subsistemas; 2) reforço da sensação geral de integração orgânica por meio de correlações); 3) percepção visual da ordem e da configuração além dos parâmetros usuais de objetos geométricos; 4) reconfiguração e adaptação; e 5) visão do urbano na qual os edifícios formam um campo em constante mudança. Definem-se como “tabu”, do ponto de vista funcional, estereótipos funcionais rígidos e zoneamento funcional segregador e, do ponto de vista formal, geometrias rígidas e primitivas – como quadrados, triângulos e círculos –, buscando-se evitar a repetição de elementos e sua justaposição ou de sistemas não relacionados. Pelo contrário, o novo “dogma” proposto considera que formas e funções podem ser maleáveis, flexionando-se e comunicando-se umas com as outras.
Esse “Novo Estilo Global” proposto por Schumacher é denominado
Tal tubulação recebe o nome de
Em ciclofaixas que não sejam contíguas, à esquerda de faixas de estacionamento paralelo à guia, esses parâmetros para as situações (i) e (ii) corresponderão, respectivamente, a
Feitas tais ressalvas, esses 76 NIIS, em sua maior parte, tanto em número de famílias quanto em população moradora, estavam, segundo o PMHIS, na data do levantamento,
A Lei Complementar no 421/2020, que disciplina o tema do parcelamento do solo, exige, nesse caso,