Em um Manifesto divulgado na 11ª Bienal de Arquitetura de Ve...
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Ano: 2024
Banca:
VUNESP
Órgão:
Prefeitura de Piracicaba - SP
Prova:
VUNESP - 2024 - Prefeitura de Piracicaba - SP - Arquiteto |
Q3344959
Arquitetura
Em um Manifesto divulgado na 11ª Bienal de Arquitetura de Veneza, de 2008, e em um artigo na revista
Architectural Design, em 2009, o arquiteto e pesquisador Patrik Schumacher propõe um novo paradigma para
a arquitetura contemporânea, baseado em pesquisas
do Design Research Laboratory (DRL) da Association
School of Architecture (AA) e em sua experiência como
colaborador da arquiteta Zaha Hadid (figura a seguir).
Zaha Hadid – Estação Ferroviária de Nordpark, Innsbruck, Áustria (2004-2007)
(https://dailyartcocktail.com/worlds-best-female-architect-zaha-hadid/)
Para ele, os estilos podem ser definidos como “programas de pesquisa de projeto”, e para produzir uma “adaptação inovativa” a um cenário complexo de transformação digital e heterogeneidade social, Schumacher propõe cinco agendas: 1) interarticulação de múltiplos subsistemas; 2) reforço da sensação geral de integração orgânica por meio de correlações); 3) percepção visual da ordem e da configuração além dos parâmetros usuais de objetos geométricos; 4) reconfiguração e adaptação; e 5) visão do urbano na qual os edifícios formam um campo em constante mudança. Definem-se como “tabu”, do ponto de vista funcional, estereótipos funcionais rígidos e zoneamento funcional segregador e, do ponto de vista formal, geometrias rígidas e primitivas – como quadrados, triângulos e círculos –, buscando-se evitar a repetição de elementos e sua justaposição ou de sistemas não relacionados. Pelo contrário, o novo “dogma” proposto considera que formas e funções podem ser maleáveis, flexionando-se e comunicando-se umas com as outras.
Esse “Novo Estilo Global” proposto por Schumacher é denominado
Zaha Hadid – Estação Ferroviária de Nordpark, Innsbruck, Áustria (2004-2007)
(https://dailyartcocktail.com/worlds-best-female-architect-zaha-hadid/)
Para ele, os estilos podem ser definidos como “programas de pesquisa de projeto”, e para produzir uma “adaptação inovativa” a um cenário complexo de transformação digital e heterogeneidade social, Schumacher propõe cinco agendas: 1) interarticulação de múltiplos subsistemas; 2) reforço da sensação geral de integração orgânica por meio de correlações); 3) percepção visual da ordem e da configuração além dos parâmetros usuais de objetos geométricos; 4) reconfiguração e adaptação; e 5) visão do urbano na qual os edifícios formam um campo em constante mudança. Definem-se como “tabu”, do ponto de vista funcional, estereótipos funcionais rígidos e zoneamento funcional segregador e, do ponto de vista formal, geometrias rígidas e primitivas – como quadrados, triângulos e círculos –, buscando-se evitar a repetição de elementos e sua justaposição ou de sistemas não relacionados. Pelo contrário, o novo “dogma” proposto considera que formas e funções podem ser maleáveis, flexionando-se e comunicando-se umas com as outras.
Esse “Novo Estilo Global” proposto por Schumacher é denominado