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de Platão, nas palavras de Glauco.
Vamos provar que a justiça só é praticada contra a própria
vontade dos indivíduos e devido à incapacidade de se fazer a
injustiça. Ao que parece não encontraremos ninguém
suficientemente dotado de força de vontade para permanecer justo
e resistir à tentação de tomar o que pertence a outro, já que poderia
impunemente tomar o que quisesse no mercado, invadir as casas e
ter relações sexuais com quem quisesse, matar e quebrar as armas
dos outros. Nada o distinguiria do injusto, ambos tenderiam a fazer
o mesmo e veríamos nisso a prova de que ninguém é justo porque
deseja, mas por imposição.
Platão, H. (1980). A República. Ed. Tempos Modernos.
Tendo como referência o texto acima, julgue os itens que se
seguem.
“O problema central da nossa sociedade é a falta de moral! Antigamente não existia isso porque havia moral na sociedade. Sou pobre, mas tenho moral, e por isso minha família foi p’ra frente. Por exemplo: minha filha estudou muito, e hoje é uma advogada; meus outros quatro filhos trabalham e ganham bem. Por que as outras famílias não fazem o mesmo? Hoje tem escola para todos, e a escola dá chances iguais a todos os que querem estudar.” Essas ideias encontram alguns elementos da teoria
A Sociologia Compreensiva volta-se para o estudo de elementos importantes da escola como o exame, a especialização e o diploma. As instituições educacionais, especialmente as de instrução superior — as universidades, bem como as academias técnicas, escolas de comércio, ginásios e outras escolas de ensino médio —, são dominadas e influenciadas pela necessidade do tipo de educação que produz um sistema de exames especiais e a especialização que é, cada vez mais, indispensável à burocracia moderna. Essas são ideias de
O coronel, antes de ser um líder político, é um líder econômico, não necessariamente, como se diz sempre, o fazendeiro que manda nos seus agregados, empregados ou dependentes. O vínculo não obedece a linhas tão simples, que se traduziriam no mero prolongamento do poder [...] Ocorre que o coronel não manda porque tem riqueza, mas manda porque se lhe reconhece esse poder, em um pacto não escrito.
Raimundo Faoro. Os donos do poder. Porto Alegre: Editora Globo, 1973, v. 2. p. 622 (com adaptações).
É correto afirmar que o autor do texto acima toma como base o conceito de