Questões de Concurso Para ciências sociais

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Q2063597 Sociologia

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“É importante situar o suicídio como um fenômeno complexo e multifacetado, de etiologia multifatorial. A amplitude dos fatores envolvidos no comportamento suicida engloba desde fatores distais, como experiências adversas no início da vida e características genéticas e culturais, quanto fatores proximais, como experiências traumáticas e o abuso de substâncias psicoativas. Além disso, é necessário compreender o suicídio como uma experiência individual, marcada pela ambivalência entre a busca da morte, como mecanismo de cessação do sofrimento, e o desejo por socorro.”
O texto acima foi extraído do Boletim Epidemiológico nº 33 da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, publicado em setembro/2021.
Estabeleça as relações conceituais existentes entre o texto e o gráfico apresentado na figura 1.
Alternativas
Q2063596 Sociologia

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O uso de pesquisas quantitativas e qualitativas no estudo das relações sociais foi fundamental na estruturação da Sociologia, o que ocorreu a partir dos trabalhos realizados por Émile Durkheim em seu livro Regras do Método Sociológico (1895). Em relação ao tema abordado no gráfico, Durkheim escreveu outro livro, demonstrando a forma que utilizava as pesquisas em seus estudos. Assinale a alternativa que identifica esta obra: 
Alternativas
Q2063595 Sociologia
Em relação aos métodos de análise da realidade social é possível afirmar que, os assim considerados principais pensadores fundadores da Sociologia, Marx, Durkheim e Weber, possuíam entre si semelhanças e diferenças metodológicas evidentes. Enquanto Marx utilizava um método dedutivo, Durkheim e Weber utilizavam um método empirista.
Assinale a alternativa que melhor nomeie o método utilizado por Marx, Durkheim e Weber respectivamente: 
Alternativas
Q2063594 Sociologia
Leia atentamente o texto.
Max Weber em seus estudos a respeito do Calvinismo estabelece uma relação direta entre o reconhecimento divino e o resultado do trabalho. Para ele o “espírito do capitalismo” evidencia-se como a maximização da riqueza acumulada pelo indivíduo através do seu comprometimento com o trabalho e reflete a maior ou menor aprovação divina ao seu comportamento. Esta mesma ideia está contida na base da ______, doutrina religiosa contemporânea que apresentou, no Brasil, crescimento acentuado em relação ao da população.

Assinale a alternativa que preencha corretamente a lacuna. 
Alternativas
Q2063593 Sociologia
A Sociologia surge no contexto das transformações socioeconômicas estabelecidas pela derrocada do sistema feudal de produção e do Antigo Regime e o surgimento do sistema capitalista e das democracias modernas.
Diante do exposto, analise as afirmativas a seguir.
I. Auguste Comte sistematiza uma “física social”, que mais tarde viria a chamar de “Sociologia” em seu “Curso de Filosofia Social” (1835). II. Considera-se Max Weber, filósofo alemão do final do séc. XIX, e sua obra “A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo” (1905), em que relaciona a moral protestante com o desenvolvimento do capitalismo, como um dos pais da Sociologia. III. Karl Marx, filósofo alemão, realiza um profundo estudo das relações sociais a partir de uma análise estrutural do sistema de produção capitalista e publica em 1867 o primeiro volume do livro “O Capital”.

Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q2053326 Antropologia
“Um mapeamento prévio identificou 134 localidades indígenas em 39 municípios da Bahia. Esse contingente engloba 35 terras indígenas oficialmente delimitadas, 55 agrupamentos indígenas e 44 consideradas como “outras localidades indígenas”. Desde 1991, o Censo Demográfico traz informações específicas sobre a população indígena. Na última edição, em 2010, a Bahia era o terceiro estado com a maior população autodeclarada indígena do país: 56.381 pessoas, ficando atrás apenas de Amazonas (168.680) e Mato Grosso do Sul (73.295).” (G1, 2022). Diante do exposto, assinale a alternativa que seja correspondente a um Território Indígena pertencente ao estado da Bahia.
Alternativas
Q2053325 Antropologia
A arte do desenvenenamento é essencial para os povos que vivem na floresta, pois muitas plantas produzem venenos em virtude de seu metabolismo secundário. A ______ faz parte do grupo de plantas cianogênicas [...]. Quando o látex dos tubos leitosos é machucado, ocorre a ruptura da estrutura celular da raiz, e os glicosídeos cianídricos entram em contato com enzimas especiais da planta (linamarase) e o ácido cianídrico (HCN) altamente venenoso é liberado. Por este motivo, a planta possui poucos predadores (animais e insetos). Ela era utilizada pelos indígenas em diversos empregos, como alimento, bebida embriagante, veneno, remédio e como presente para mortos e vivos. (adaptado de GAUDÊNCIO; RODRIGUES; MARTINS, 2020).
Assinale a alternativa que preencha corretamente a lacuna.
Alternativas
Q2053324 Sociologia
“Os povos indígenas constituem apenas 5% da população mundial, mas são, no entanto, gestores vitais do meio ambiente. De acordo com Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, FAO, 28% da superfície terrestre do mundo, incluindo algumas das áreas florestais mais ecologicamente intactas e biodiversas, são gerenciadas principalmente por povos indígenas, famílias, pequenos proprietários e comunidades locais” (ONU NEWS, 2019). As alternativas abaixo são exemplos de práticas em que os povos indígenas contribuem para a conservação e preservação ambiental. Diante do exposto, assinale a incorreta.
Alternativas
Q4111791 Sociologia
O multiculturalismo é um termo que abrange tanto os estudos como as políticas públicas que propõem entender as sociedades humanas como sendo compostas por uma variedade de culturas. Sendo assim, o mais importante do termo é valorizar essa diversidade. Das alternativas abaixo, assinale aquela que NÃO é uma característica do multiculturalismo.
Alternativas
Q4103565 Ciência Política
Assinale a alternativa que define a democracia que vigora no Brasil: 
Alternativas
Q4102276 Sociologia
O 20 de novembro e o negro no Brasil de hoje

De todos os africanos transportados para as Américas através do tráfico atlântico entre os séculos XVI e XIX, cerca de 40% deles tiveram o Brasil como país de destinação. De acordo com os resultados do último censo populacional realizado pelo IBGE em 2010, a população negra, isto é, preta e parda, constitui hoje cerca de 51% da população total, ou seja, 100 milhões de brasileiros e brasileiras em termos absolutos. O que faz do Brasil o maior país da população negra das Américas, e mesmo em relação à África dita Negra, o Brasil só perde da Nigéria, que é o país mais populoso da África Subsaariana.

Mas qual é o lugar que essa população negra ocupa no Brasil de hoje depois de 130 anos da abolição da escravatura? Responderia que este lugar entrou no processo afirmativo de sua construção somente a partir dos últimos vinte anos no máximo. Se depois da assinatura da Lei Áurea, em 13 de maio de 1888, o Brasil oficial tivesse desde já iniciado o processo de inclusão dos ex-escravizados africanos e seus descendentes no mundo livre e no mercado de trabalho capitalista nascente, a situação do negro no Brasil de 2018 seria certamente diferente em termos de inclusão social. Nada foi feito, pois o negro liberto foi abandonado à sua própria sorte e as desigualdades herdadas da escravidão se aprofundaram diante de um racismo sui generis encoberto pela ideologia de democracia racial. Trata-se de um quadro de desigualdades raciais acumuladas nos últimos mais de trezentos anos que nenhuma política seria capaz de aniquilar em apenas duas ou três décadas de experiência de políticas afirmativas. Por isso, a invisibilidade do negro, ou melhor, sua sub-representação em diversos setores da vida nacional que exigem comando e responsabilidade vinculados a uma formação superior, ou universitária e técnica, de boa qualidade é ainda patente. 

Era preciso começar a partir de algum momento, em vez de ficar eternamente preso ao mito de democracia racial que congelou a mobilidade social do negro nesses 130 anos da abolição. O início é como todos os inícios, geralmente lento, pois encontra em seu caminho hesitações, resistências e inércia das ideologias anteriores. Mas, de qualquer modo, se começou sem recuo, como se pode perceber hoje em algumas áreas como a Educação. As universidades que adotaram políticas de cotas para ingresso de negros e indígenas tiveram nos últimos dez anos um número de alunos negros e indígenas proporcionalmente superior ao de todos os negros que ingressaram em suas escolas durante quase um século da criação da universidade brasileira. Dizer que essas políticas são paliativas, como ouvi tantas vezes, não condiz com o progresso de inclusão observável e inegável. Certo, concordamos todos que é preciso melhorar o nível da escola pública, realidade à qual ninguém se contrapõe, apesar da consciência de que a escola pública não melhorará amanhã diante dos lobbys dos donos das escolas privadas e da falta da mobilização da sociedade civil brasileira em todas as suas classes sociais para mudá-la. A data de 13 de maio é sem dúvida uma data histórica importante, pois milhares de pessoas morreram para conseguir essa abolição jurídica, que não se concretizou em abolição material, o que faz dela uma data ambígua. Na versão oficial da abolição, coloca-se o acento sobre o abolicionismo, mas se apaga ao mesmo tempo a memória do que veio antes e depois. Nesse sentido, a abolição está inscrita, mas esvaziada de sentido. A Lei Áurea de 13 de maio de 1888 é apresentada como grandeza da nação, mas a realidade social dos negros depois desta lei fica desconhecida. Visto deste ponto de vista, o discurso abolicionista tem um conteúdo paternalista. A questão do negro tal como colocada hoje se apoia sobre uma constatação: o tráfico e a escravidão ocupam uma posição marginal na história nacional. No entanto, a história e a cultura dos escravizados são constitutivas da história coletiva como o são o tráfico e a escravidão. Ora, a história nacional não integra ou pouco integra os relatos de sofrimento, da resistência, do silêncio e participação.

A abolição da escravatura é apresentada como um evento do qual a República pode legitimamente se orgulhar. Mas a celebração da data até hoje tenta fazer esquecer a longa história do tráfico e da escravidão para insistir apenas sobre a ação de certos abolicionistas e marginalizar as resistências dos escravizados. A mim me parece que a celebração acompanha-se de uma oposição sempre atualizada de duas memórias: memória da escravidão negativamente associada aos escravistas e a memória da abolição positivamente associada à nação brasileira. No entanto, as duas memórias deveriam dialogar para se projetar no presente e no futuro do negro, ou se constituindo numa única memória partilhada. A proposta de transformar 20 de novembro em data da consciência negra partiu da iniciativa do saudoso poeta Oliveira Silveira, do Grupo Palmares, do Rio Grande do Sul, e virou uma iniciativa do Movimento Negro como um todo a partir do início da década de 70. Através do trabalho das entidades negras, essa proposta ganhou força em todo o País, e gradativamente passou a ser reconhecida pela mídia e pela sociedade em geral. Zumbi dos Palmares foi reconhecido oficialmente, a partir do governo Fernando Henrique Cardoso, como herói negro dos brasileiros. Hoje, o dia 20 de novembro é comemorado universalmente em todo o País, sendo considerado feriado oficial em vários estados e dezenas de municípios. Em vez de comemorar 13 de maio, data em que a princesa Izabel assinou a Lei Áurea, que aboliu a escravatura, o Movimento Negro prefere simbolicamente se concentrar na data de 20 de novembro, que tem a ver com a luta para a segunda e verdadeira abolição da escravatura. Por isso, novembro se transformou nacionalmente em mês da Consciência Negra. Ninguém se ilude ao acreditar que todos os problemas da população negra se resolvem em 20 de novembro, mas trata-se de um mês que tem um profundo sentido simbólico e político no processo de sensibilização, politização e conscientização sobre as práticas racistas e as consequentes desigualdades que dificultam a plena inclusão do Segmento Negro na sociedade brasileira.

MUNANGA, Kabengele. Jornal da USP, 14 nov. 2018.


Disponível em: <https://jornal.usp.br/artigos/o-20-denovembro-e-o-negro-no-brasil-de-hoje/>. Acesso em: 20 dez. 2018. 
Observe a seguinte frase: "A mim me parece que a celebração acompanha-se de uma oposição sempre atualizada de duas memórias: memória da escravidão negativamente associada aos escravistas e a memória da abolição positivamente associada à nação brasileira." A respeito desse trecho, é correto afirmar que:
Alternativas
Q4087932 Sociologia

Ao longo da história, a família vem passando por significativas transformações; são consequências de acontecimentos como a revolução sexual nos anos 60, que desvinculou o sexo de procriação, o advento da pílula anticoncepcional, os movimentos sociais, dentre outras transformações de âmbito socioeconômico. Muitas dessas transformações ficaram atreladas ao processo de globalização da economia capitalista, interferindo na dinâmica e na estrutura familiar, acarretando mudanças em seu padrão de organização. Ainda que a sociedade permaneça de certa forma presa ao modelo tradicional, diversos tipos de famílias surgiram ou se firmaram no contexto destas transformações como as famílias monoparentais. São famílias monoparentais as que se organizam com as seguintes características; analise-as.



I. Mãe sozinha com filho de pai desconhecido.


II. Mãe que conhece bem o pai, mas ele se recusa a reconhecer seu filho.


III. Casal homoafetivo que adota uma criança.


IV. Uma mulher ou um homem que escolhe alguém com quem quer ter um filho.



Está correto o que se afirma apenas em 

Alternativas
Q4086725 Sociologia
Sobre a desigualdade social no Brasil é possível inferir que: 
Alternativas
Q4086420 Ciência Política
Formada em engenharia ambiental pela PUC-Campinas (SP), Letícia Vilhena Ferreira, 32 anos, está presa nos Estados Unidos. A jovem foi identificada pelo FBI em imagens de dentro do Capitólio durante a invasão registrada em janeiro de 2021, um ato que tentava impedir funções do governo americano.
(Disponível em: https://g1.globo.com/sp/campinas-regiao. Acesso em: 22/02/2022.)
O Capitólio (US Capitol Building) é um dos edifícios mais conhecidos do mundo. Em seu interior abriga: 
Alternativas
Q4085957 Sociologia

A urbanização e o crescimento das cidades trouxeram mudanças consideráveis no comportamento feminino. As revistas tipicamente femininas ganharam espaço e intelectuais trocavam farpas sobre as pretensões femininas, vistas como intoleráveis para os homens da época. Assim, uma colaboradora da revista Feminina, em 1920, reivindicava a igualdade de formação para ambos os sexos e pedia atenção das leitoras “vítimas de preconceito”, que viviam fechadas no lar, arrastando uma “existência monótona, insípida, despida de ideais”, monetariamente algemadas aos maridos. Os homens viam como ameaças essas atitudes femininas: conjugaram-se esforços para disciplinar toda e qualquer iniciativa que pudesse ser interpretada como ameaçadora à ordem familiar, tida como o mais importante “suporte do Estado” e única instituição social capaz de represar as intimidadoras vagas da “modernidade”. “Rumo à cozinha! Eis o lema do momento” era a expressão masculina nos anos 1920.


(Freitas Neto, 2011. P. 909, 910. Adaptado.)



Nos dias atuais são comprovadas as inúmeras conquistas da mulher em diversos âmbitos; muitas práticas repressivas ou preconceituosas vão sendo estigmatizadas e consideradas repulsivas. Algumas mudanças saíram apenas das conjecturas e anseios e se tornaram leis. A realidade sobre tal questão especificamente: 

Alternativas
Q4085939 Sociologia
Sobre igualdade de gênero, assinale a afirmativa INCORRETA. 
Alternativas
Ano: 2022 Banca: FCM Órgão: IF-AM Prova: FCM - 2022 - IF-AM - Professor PEBTT - História |
Q4082235 Sociologia
Leia o texto a seguir.

“Segundo o IBGE (Rio de Janeiro, 2012), no último censo especializado realizado no Brasil em 2010 com base nos quesitos “cor ou raça”, existem cerca de novecentas mil pessoas reconhecidas e autodeclaradas indígenas. Nesse conjunto populacional, teríamos nada mais nada menos que 274 línguas diferentes, distribuídas entre trezentas e cinco etnias, espalhadas pelo território nacional (...). Muitos desses povos tradicionais engrossam hoje em dia o chamado processo de “retomada”. Em linhas gerais, consiste o movimento na reivindicação, reafirmação e retorno dos indígenas às suas terras de origem, mesmo que isso signifique se colocar na contramão da linha de avanço da fronteira do progresso e da técnica dominante”.
(NOVAES, Tulio Chaves. Belo Monte: protótipo de um extermínio étnico anunciado. In: CARNEIRO, Maria Luiza Tucci, ROSSI, Miriam Silva (Orgs.) Índios no Brasil: vida, cultura e morte. São Paulo: Intermeios, 2019. p.199).


Sobre os processos de retomada apontados pelo autor, é correto afirmar que
Alternativas
Ano: 2022 Banca: FCM Órgão: IF-AM Prova: FCM - 2022 - IF-AM - Professor PEBTT - História |
Q4082224 Sociologia
Leia os textos a seguir.

Texto I
“Este é um livro sobre o Brasil, sobre um Brasil (...), mas, de um modo muito especial, é um livro sobre nós, dirigido a nós, os brasileiros que não se consideram índios. Pois com A queda do céu mudam-se o nível e os termos do diálogo pobre, esporádico e fortemente desigual entre os povos indígenas e a maioria não indígena de nosso país”.
(VIVEIROS DE CASTRO, Eduardo. O recado da mata. In: ALBERT, Bruce; KOPENAWA, David. A queda do céu: palavras de um xamã yanomami. São Paulo: Companhia das Letras, 2015. p.12).

Texto II
“Foi Omama que criou a terra e a floresta, o vento que agita suas folhas e os rios cuja água bebemos. Foi ele que nos deu a vida e nos fez muitos (...). Teria sido possível rejuvenescer continuamente e não morrer nunca. Era o que Omama desejava. No entanto, Yoasi, aproveitando-se da ausência do irmão, tratou de colocar na rede da mulher de Omama a casca de uma árvore de madeira fibrosa e mole, a que chamamos kotopori usihi (...). Imediatamente, os espíritos tucano começaram a entoar seus pungentes lamentos de luto. Omama ouvi-os e ficou furioso com o irmão. Mas era tarde demais, o mal estava feito. Yoasi tinha nos ensinado a morrer para sempre”.
(ALBERT, Bruce; KOPENAWA, David. A queda do céu: palavras de um xamã yanomami. São Paulo: Companhia das Letras, 2015. pp.81-83).



Com base nas discussões do campo da historiografia indígena, é correto afirmar que os excertos evocam a
Alternativas
Q4082203 Sociologia
"Invadir terreiros de umbanda e candomblé, que, além de locais sagrados de culto, são também guardiães da memória de povos arrancados da África e escravizados no Brasil; desrespeitar a espiritualidade dos povos indígenas, ou tentar impor a eles a visão de que sua religião é falsa; agredir os ciganos devido à sua etnia ou crença, mesmo motivo que os levou ao quase extermínio na Europa, durante a Segunda Guerra Mundial [...]" (JÚNIOR, 2013).
O excerto apresentado faz referência à chamada:
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Q4082201 Sociologia
 À medida que o estudante conhece o conjunto de aspectos estruturantes das tradições/movimentos religiosos e filosofias de vida, bem como as distintas manifestações religiosas em sua dimensão estética, ética e mítico-simbólica, terá as condições e os referenciais para compreender e problematizar:
Alternativas
Respostas
4301: C
4302: E
4303: C
4304: B
4305: C
4306: E
4307: B
4308: D
4309: B
4310: B
4311: B
4312: C
4313: D
4314: D
4315: A
4316: C
4317: C
4318: C
4319: C
4320: E