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Ano: 2014 Banca: Aroeira Órgão: PC-TO Prova: Aroeira - 2014 - PC-TO - Papiloscopista |
Q592440 Criminalística
As impressões em locais de crimes podem ser encontradas de três formas básicas: 1 - a que se faz sobre superfícies plásticas, tornando a impressão em relevo; 2 - a que para ficar evidente precisa ser levantada ou visualizada com produtos próprios (carbonato de chumbo, negro de fumo e outros métodos mais modernos) e 3 - a que é impregnada de qualquer sujidade (gordura, sangue, tinta, graxa, carvão etc.) marca a superfície de contato. As descrições apresentadas referem-se, respectivamente, às impressões:
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Ano: 2014 Banca: Aroeira Órgão: PC-TO Prova: Aroeira - 2014 - PC-TO - Papiloscopista |
Q592439 Criminalística
Juan Vucetich elaborou uma classificação datiloscópica que denominou de: arco (1); presilha interna (2); presilha externa (3); verticilo (4). Quanto à classificação, considere a definição a seguir: “ é a figura de impressão digital que possui dois ou mais deltas, destacados pelas linhas do sistema nuclear que envolvem o centro, voltando sobre si mesmas, dando conformações de círculos concêntricos, espirais, ovoidais, sinuosos e ganchosos”. O tipo descrito é:
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Ano: 2014 Banca: Aroeira Órgão: PC-TO Prova: Aroeira - 2014 - PC-TO - Papiloscopista |
Q592438 Criminalística
As impressões digitais, independente da pele humana em que estão dispostas em forma de papilas dérmicas, possuem características e princípios relevantes para a identificação de pessoas. Uma impressão coletada em um recém-nascido (impressão do pezinho) pode ser aproveitada para fazer uma comparação quando o mesmo já estiver na fase adulta. Trata-se do princípio da
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Ano: 2014 Banca: Aroeira Órgão: PC-TO Prova: Aroeira - 2014 - PC-TO - Papiloscopista |
Q592437 Criminalística
No começo do século XX, Alphonse Bertillon (pai da ciência forense) afirmou e demonstrou que não só as impressões digitais, mas também as impressões palmares (palma da mão) e plantares (sola do pé), são elementos de identificação incontestáveis e que mesmo uma pequena parte destas impressões é suficiente para determinar a identidade do indivíduo, basta que ela apresente certo número de particularidades coincidentes. A papiloscopia foi dividida em: (1) - identificação por meio das impressões palmares; (2) - identificação por meio das impressões plantares; (3) - identificação por meio dos poros das papilas dérmicas e (4) identificação humana por meio das impressões digitais. Esses processos são denominados, respectivamente, de:
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Ano: 2014 Banca: Aroeira Órgão: PC-TO Prova: Aroeira - 2014 - PC-TO - Papiloscopista |
Q592436 Criminalística
A identificação entre duas impressões digitais faz-se por meio da verificação dos pontos característicos de cada uma das impressões encontradas no local do crime e a fornecida pelo suspeito. No Brasil, aceita-se afirmar que duas impressões são iguais, portanto, foram produzidas pelo mesmo dedo, quando houver um mínimo de pontos característicos coincidentes entre a impressão padrão e a de um indivíduo suspeito. Assim, que quantidade de pontos característicos coincidentes é aceita?
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Ano: 2014 Banca: Aroeira Órgão: PC-TO Prova: Aroeira - 2014 - PC-TO - Papiloscopista |
Q592435 Criminalística
A papiloscopia baseia-se em alguns princípios fundamentais relacionados com a identificação humana, como: 1. o que diz que os desenhos papiloscópicos em cada ser humano já estão definitivamente formados ainda dentro da barriga da mãe, a partir do sexto mês de gestação; 2. o que diz que este desenho formado não se altera ao longo dos anos, salvo algumas alterações que podem ocorrer devido a agentes externos, como queimaduras, cortes ou doenças de pele, como a lepra; 3. o que garante que os desenhos das digitais são diferentes tanto entre pessoas como entre os dedos do mesmo indivíduo, sendo que jamais serão encontrados dois dedos com desenhos idênticos e 4. o que indica o potencial de uso dos desenhos das digitais na identificação humana. Os quatro enunciados apresentados correspondem, respectivamente, aos princípios denominados de:
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Ano: 2014 Banca: Aroeira Órgão: PC-TO Prova: Aroeira - 2014 - PC-TO - Papiloscopista |
Q592434 Criminalística
Às impressões constituídas de papilas dérmicas, cujas linhas negras são formadas pelas cristas papilares e os espaços em branco são formados pelos sulcos interpapilares, denominam-se:
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Ano: 2014 Banca: Aroeira Órgão: PC-TO Prova: Aroeira - 2014 - PC-TO - Papiloscopista |
Q592433 Criminalística
A pele é o maior órgão de nosso corpo, apresenta espessura que varia de 0,5 a 6 mm e funciona como uma capa que protege os órgãos internos. As camadas da pele, da parte externa para a parte interna, são:
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Ano: 2014 Banca: Aroeira Órgão: PC-TO Prova: Aroeira - 2014 - PC-TO - Papiloscopista |
Q592432 Criminalística
É um tipo de trabalho pericial que busca a identificação das pessoas mediante estudo das impressões existentes na derme (pele), especialmente nos dedos, nas mãos, nos pés e na língua. Essa técnica de perícia denomina-se
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Ano: 2014 Banca: Aroeira Órgão: PC-TO Prova: Aroeira - 2014 - PC-TO - Papiloscopista |
Q592431 Medicina Legal
A identificação de criminosos por fotografias tiradas sem retoques, de frente e de perfil, de acordo com o sistema antropométrico de Bertillon, é denominada de
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Ano: 2014 Banca: Aroeira Órgão: PC-TO Prova: Aroeira - 2014 - PC-TO - Papiloscopista |
Q592430 Medicina Legal
A representação de uma pessoa por meio de uma imagem, segundo a abstrata descrição de seus aspectos físicos gerais, específicos e as características distintivas narradas por terceiros, é o principal objetivo de um trabalho do perito em identificação, para auxiliar a investigação policial, diminuindo, assim, o universo de suspeitos e apresentando um rosto com características semelhantes às do suspeito procurado. Para isso, deve-se usar a seguinte técnica:
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Q592429 Criminalística
O sistema Bertillonage de identificação antropométrica, até então aceita em várias partes do mundo, seria superado pelo sistema datiloscópico codificado e demonstrado cientificamente por
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Ano: 2014 Banca: Aroeira Órgão: PC-TO Prova: Aroeira - 2014 - PC-TO - Papiloscopista |
Q592428 Criminalística
Vários processos podem ser utilizados para a identificação de pessoa, como a datiloscópica, a antropométrica, o retrato falado. Existem, no entanto, marcas que são particulares e devem ser registradas no conjunto de informações individuais para melhorar o trabalho policial. Essas marcas:
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Q592427 Medicina Legal
A visão estatístico-social ou em uma sociologia matemática, propiciada por Quételet, que afirmava que “tudo que existe na natureza mostra variações de formas ilimitadas e infinitas, portanto a natureza nunca reproduz exatamente sua obra”, e aliado à associação natural que o homem faz entre suas dimensões corporais e sua personalidade, foi criada a técnica de identificação humana que possibilita mensurar o corpo humano e suas partes. Essa técnica foi desenvolvida e colocada em prática por
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Ano: 2014 Banca: Aroeira Órgão: PC-TO Prova: Aroeira - 2014 - PC-TO - Papiloscopista |
Q592426 Medicina Legal
O processo de identificação, para ser completo, necessita de certos requisitos de natureza biológica e técnica para a obtenção de bons resultados. A ciência que utiliza esse processo de identificação para fins de aplicação no direito criminal é chamada de
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Ano: 2014 Banca: Aroeira Órgão: PC-TO Prova: Aroeira - 2014 - PC-TO - Papiloscopista |
Q592425 Medicina Legal
Para Federico Olóriz Aguilera, “a identificação é o ato mais frequente e elementar da vida social”. São usados os sentidos, a visão, o olfato, a audição, o tato e o paladar no processo de identificação ou coisas. O Estado tem a obrigação de individualizar o cidadão para que possa protegê- lo. No Brasil existem vários documentos que identificam e individualizam as pessoas. Na identificação, o estudo das saliências e reentrâncias impregnadas nas pontas dos dedos é denominado de:
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Ano: 2014 Banca: Aroeira Órgão: PC-TO Prova: Aroeira - 2014 - PC-TO - Papiloscopista |
Q592419 Medicina Legal
Por se tratar de informações de caráter sigiloso, o agente público responderá civil, penal e administrativamente se permitir sua utilização para fins diversos dos previstos em lei. Neste caso, os perfis genéticos dos bancos de dados não poderão revelar
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Ano: 2014 Banca: Aroeira Órgão: PC-TO Prova: Aroeira - 2014 - PC-TO - Papiloscopista |
Q592417 Medicina Legal
A identificação do suspeito em uma investigação criminal é medida inerente ao processo penal, sem a qual não se poderá ter certeza da individualização do autor do fato delituoso. O inciso LVIII, da Constituição Federal, diz que o “civilmente identificado não será submetido à identificação criminal, salvo nas hipóteses previstas em lei”. A lei que regula a identificação, no âmbito do processo criminal, é a:
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Ano: 2014 Banca: Aroeira Órgão: PC-TO Prova: Aroeira - 2014 - PC-TO - Papiloscopista |
Q592416 Medicina Legal
A identificação criminal do acusado de um delito criminal é um procedimento essencial à persecutio criminis, em especial para que não haja dúvidas sobre a identidade da pessoa sobre a qual recairá o jus puniendi estatal. Tanto é que o próprio Código de Processo Penal brasileiro elenca tal procedimento como sendo uma das providências imediatas a serem realizadas pela autoridade policial ao ter ciência do cometimento de um crime ou de uma contravenção penal (Art. 6º, VIII). No Brasil, o principal método de identificação criminal é o realizado pelo processo
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Q592415 Criminalística
Em tempos idos, os criminosos eram marcados com ferro em brasa na fronte, a exemplo do que ocorria na Índia. Na antiguidade (Grécia e Roma) utilizava-se esse método, mas assinalando o tipo de crime cometido. Cortar orelhas e narizes também foi um método de identificação no passado. Na atualidade, no Brasil, especificamente após a Constituição de 1988, o cidadão preso em flagrante ou acusado de um delito em investigação policial deverá ser identificado, conforme normal legal, pelo processo
Alternativas
Respostas
5061: A
5062: D
5063: B
5064: D
5065: C
5066: C
5067: B
5068: A
5069: D
5070: A
5071: B
5072: A
5073: C
5074: B
5075: A
5076: C
5077: C
5078: D
5079: A
5080: C