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Q3805516 Fisioterapia
A avaliação dos sintomas relacionados à incontinência urinária utiliza diversos métodos e técnicas, como: história clínica, exame físico, diário miccional, teste do absorvente (pad test), questionários, entre outros. Em relação ao teste do absorvente, é possível quantificar e classificar a perda urinária em leve, moderada ou severa, além de avaliar a evolução do tratamento fisioterapêutico. Quais as orientações CORRETAS para realizar o teste do absorvente de 1 hora?
Alternativas
Q3805515 Fisioterapia
A eletroterapia para o tratamento da incontinência urinária de esforço visa estimular as fibras eferentes motoras do nervo pudendo, que podem provocar uma contração direta dos músculos do assoalho pélvico ou da musculatura periuretral estriada. Quais os parâmetros mais recomendados pela literatura científica para o tratamento da incontinência urinária esforço através da eletroestimulação?
Alternativas
Q3805514 Fisioterapia
No Brasil, a terminologia empregada na avaliação e diagnóstico da função dos músculos do assoalho pélvico feminino apresenta variações, dependendo da formação do fisioterapeuta, da região geográfica e do referencial teórico adotado. Tal diversidade dificulta a comunicação entre fisioterapeutas clínicos e a comunidade científica. A padronização da terminologia visa aprimorar a troca de informações, promovendo maior clareza na compreensão entre profissionais de saúde, a sociedade e a comunidade científica. Em relação à terminologia utilizada no Brasil relacionada à avaliação e diagnóstico da função dos músculos do assoalho pélvico feminino assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3805513 Fisioterapia
Você como fisioterapeuta membro da equipe de estratégia de saúde da família foi designado(a) pelo coordenador do centro de saúde para liderar uma ação voltada para mulheres no climatério. Considerando que o tema principal abordado seria relacionado à prevenção de doenças cardiovasculares e osteoporose, assinale a alternativa CORRETA que contemple informações que poderiam ser incluídas em um material educativo:
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Q3805512 Fisioterapia
Mulher, 52 anos, diagnosticada com câncer de mama há 4 anos, está na fase intensiva de tratamento para o linfedema e questiona sobre a fase de manutenção. Durante a fase de manutenção do tratamento de linfedema, a assistência fisioterapêutica mais adequada deve indicar que a paciente siga as seguintes orientações: 
Alternativas
Q3805511 Fisioterapia
A radioterapia adjuvante no câncer de mama é eficaz na redução do risco de recidiva tumoral, porém pode gerar complicações tardias que impactam a função do membro superior, incluindo fibrose tecidual, linfedema e limitação da amplitude de movimento (ADM) do ombro. Assinale a alternativa CORRETA em relação à prevenção e manejo fisioterapêutico desses efeitos adversos: 
Alternativas
Q3805510 Fisioterapia
Paciente de 47 anos, submetida à mastectomia radical com dissecção axilar e radioterapia adjuvante, apresenta dor crônica na região da parede torácica e no ombro direito, de característica neuropática (queimação, hiperalgesia e parestesias), com impacto negativo na mobilidade e nas atividades de vida diária. Ela está em acompanhamento fisioterapêutico e questiona sobre a possibilidade de uso de recursos eletrofísicos para alívio da dor. Qual das opções abaixo é correta em relação à conduta mais indicada para o caso acima?


Alternativas
Q3805509 Fisioterapia
No pós-operatório imediato da cirurgia por câncer de mama, a avaliação fisioterapêutica é essencial para prevenção de complicações e definição das condutas. Considerando os objetivos dessa avaliação, quais parâmetros devem ser priorizados nessa fase inicial?
Alternativas
Q3805508 Fisioterapia
O período puerperal é marcado por uma série de adaptações no organismo materno. O íleo paralítico pós-parto é caracterizado por uma parada temporária do peristaltismo intestinal, gerando sintomas como distensão abdominal, dor, náusea, vômito e constipação. Diante desse quadro, qual a melhor conduta fisioterapêutica inicial?
Alternativas
Q3805507 Fisioterapia
Parturiente com 40 semanas de idade gestacional, alto risco, sobrepeso, dificuldade de mobilidade, com colo uterino com dilatação total, feto em apresentação cefálica no plano +2 de De Lee em occipito direito anterior, bolsa rota há 1 hora e dinâmica uterina de duas contrações em 10 minutos com duração de 45s ( 2/10’/45’’). Diante do diagnóstico de fadiga materna, qual a conduta o fisioterapeuta deve adotar em relação ao posicionamento e ao tipo de movimentação?
Alternativas
Q3805506 Fisioterapia
Em uma maternidade pública, a fisioterapeuta foi chamada para assistir uma parturiente no centro obstétrico. A parturiente de 29 anos, G1, com hipertensão controlada, dilatação uterina de 7 cm, há 15 horas em trabalho de parto, cabeça fetal situada em altura -1cm, conforme plano de De Lee, relatando grau 10 de dor (escala EVA), ansiedade e medo. Após avaliação da equipe, incluindo a fisioterapeuta, foi constatado que a frequência respiratória da parturiente era de 27 irpm, com saturação de 98%, e cardiotocografia dentro da normalidade. Considerando o quadro apresentado e as condutas respiratórias que a fisioterapeuta precisará orientar, é correto afirmar que:
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Q3805505 Fisioterapia
Com relação à assistência fisioterapêutica durante o trabalho de parto, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3805504 Fisioterapia
Durante o trabalho de parto, a termoterapia é um dos recursos fisioterapêuticos que podem ser empregados para o alívio da dor e para promover o bem-estar materno. Dentre os recursos termoterápicos, assinale a alternativa correta daqueles que podem ser utilizados no alívio da dor durante o trabalho de parto: 
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Q3805503 Fisioterapia
Mulher de 58 anos, G3P3A0, procurou atendimento fisioterapêutico com queixa de perda frequente de fezes pastosas e urgência fecal nos últimos dois anos, com episódios de escape fecal pelo menos três vezes por semana. Relata que a perda já aconteceu no Pilates ou quando não consegue chegar rapidamente ao banheiro. Refere histórico de partos vaginais prolongados, com laceração perineal grau III não reparada adequadamente, e constipação crônica na juventude. Há dois anos, realizou cirurgia de hemorroidectomia. Desde então, notou piora dos sintomas. Relata evitar encontros sociais e interrompeu o Pilates por vergonha dos escapes fecais. Questionários aplicados: PFDI-20 (Pelvic Floor Distress Inventory – 20) mostrou desconforto grave dos sintomas do assoalho pélvico e a Escala de Wexner indicou escores altos para incontinência fecal líquida e a flatos, com impacto diário na qualidade de vida. Após realizar uma avaliação fisioterapêutica criteriosa e completa e construir o diagnóstico fisioterapêutico, qual o tratamento mais indicado para esta paciente?
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Q3805502 Fisioterapia
A incontinência fecal é uma condição que compromete a qualidade de vida, causando impacto emocional, físico e social. O tratamento conservador é uma das primeiras estratégias indicadas, pois envolve medidas não invasivas que buscam reduzir sintomas e prevenir sua progressão. Sobre o tratamento fisioterapêutico no manejo da incontinência fecal, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3805501 Fisioterapia
MLB, 34 anos, foi diagnosticada com endometriose há cinco anos. Ela relata dor pélvica, com piora durante o ciclo menstrual e dispareunia de penetração e profundidade durante a relação sexual. Relata história de tratamento farmacológico com resposta terapêutica limitada, persistindo com sintomas álgicos e impacto funcional significativo. Foi encaminhada para fisioterapia com o objetivo de reduzir a dor e melhorar sua qualidade de vida. Na avaliação, observa-se aumento de tônus e presença de trigger points e dor (8 em 10 na Escala Visual Analógica) durante palpação dos músculos do assoalho pélvico, e padrões respiratórios alterados relacionados à dor crônica. Assinale a alternativa que contempla uma conduta fisioterapêutica com comprovação científica para o caso de MLB:
Alternativas
Q3805500 Fisioterapia
A dor pélvica crônica se caracteriza pela presença de dor não menstrual na região pélvica com duração de pelo menos 6 meses. Sua etiologia ainda não está bem definida, podendo se associar a diversos distúrbios em diferentes sistemas gastrointestinal, musculoesquelético, urinário, reprodutor e psiconeurológico. Sobre o manejo fisioterapêutico desta condição, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3805499 Fisioterapia
A Dismenorreia primária é uma desordem ginecológica comum nas mulheres em idade reprodutiva e pode ser tratada de forma complementar por meio de psicoterapia e fisioterapia. Dentre as opções terapêuticas destaca-se a prescrição de exercícios físicos por ser uma alternativa de baixo custo, fácil execução e ampla aplicabilidade. Assinale a alternativa CORRETA sobre a explicação de como exercício físico promove a redução da dor e melhora na qualidade de vida nas mulheres com dismenorreia: 
Alternativas
Q3805498 Fisioterapia
Mulher de 45 anos, obesidade grau 1 (IMC 32,6) e arritmia cardíaca controlada com medicação, com queixa de constipação e urgência miccional. Na avaliação fisioterapêutica relatou sensação de peso vaginal há 5 anos (com piora nos últimos 6 meses após iniciar em um novo emprego onde precisa carregar mais peso), sensação de esvaziamento vesical/anal incompleto, e episódios frequentes de infecção urinária. Ao exame físico, foram observados os seguintes dados: Aa 0, Ba 0, Ap +2, Bp +2, TVL 9, C -1, D -2, Gh 5, Pb 3. A partir das informações obtidas, assinale a alternativa CORRETA no que se refere a quantificação dos prolapsos de órgãos pélvicos:
Alternativas
Q3805497 Fisioterapia
Durante a avaliação e o tratamento fisioterapêutico da desordem de dor genitopélvica/penetração, quais aspectos devem ser priorizados para favorecer a reabilitação sexual da paciente? 
Alternativas
Respostas
1961: A
1962: E
1963: C
1964: C
1965: C
1966: B
1967: B
1968: C
1969: C
1970: A
1971: B
1972: B
1973: E
1974: B
1975: B
1976: C
1977: B
1978: B
1979: A
1980: E