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I. Atletas jovens de elite são mais acometidos devido à elevada carga mecânica associada à imaturidade esquelética e ao crescimento acelerado, sendo necessária uma abordagem multifatorial e interdisciplinar pelos profissionais de saúde.
II. A dor lombar em atletas têm origem exclusivamente mecânica e musculoesquelética.
III. O exame físico deve incluir avaliação postural, testes de força dos membros inferiores e do core, exame neurológico e avaliação funcional dos movimentos esportivos específicos.
IV. A ressonância magnética, é considerada o padrão ouro para avaliação de imagem da coluna lombar e exclusão de condições clínicas graves, considerando o custo-benefício.
V. O tratamento inicial da dor lombar mecânica ou inespecífica deve ser não farmacológico e o tratamento manipulativo não foi recomendado para redução da dor.
VI. Recursos eletroanalgésicos, exercícios ativos e técnicas como Pilates ou terapia McKenzie demonstraram maior eficácia na redução da dor e incapacidade funcional a curto prazo.
I. Na história da disfunção atual, para estimar o curso clínico e a estimativa de tempo para atingir as metas do tratamento, o fisioterapeuta deve levar em consideração histórico de entorses anteriores, relato de instabilidade.
II. Na avaliação física deve ser utilizado instrumentos que avaliem a estabilidade do tornozelo bem como testes físicos de estabilidade desta articulação
III. Escala Tampa de Cinesiofobia é altamente recomendada neste contexto de entorse como relatado no caso acima
IV. Deve ser avaliado amplitude de movimento de dorsiflexão e testes de estabilidade do tornozelo com Star Excursion Balance Test
V. Durante o tratamento o fisioterapeuta deve utilizar exercícios de estabilização articular e controle neuromuscular com o objetivo de reduzir o risco de lesões subsequentes
VI. O fisioterapeuta deve recomendar a utilização de órtese de forma preventiva para reduzir o risco de uma entorse lateral de tornozelo na primeira vez que este atleta retornar a quadra
I. A crioterapia é uma modalidade justificada na fase inicial do pós-operatório, sendo de baixo custo, fácil de usar, com alta satisfação do paciente e raramente associada a eventos adversos. Sua aplicação nos primeiros 3 dias reduz o uso de medicamentos, a dor subjetiva e melhora a satisfação do paciente.
II. A eletroestimulação neuromuscular (EENM) é uma intervenção recomendada na fase inicial para auxiliar na ativação muscular e na prevenção da atrofia por desuso, podendo também contribuir moderadamente para o ganho de força do músculo quadríceps e uma redução substancial do inchaço inicial.
III. A terapia por vibração de corpo inteiro (whole-body vibration) é uma adição valiosa e prioritária ao protocolo de reabilitação inicial para aprimorar a força do músculo quadríceps e o equilíbrio estático, considerando que seus benefícios superam claramente os custos adicionais e os potenciais efeitos adversos relatados.
IV. Exercícios isométricos para o músculo quadríceps, incluindo contrações estáticas e elevações da perna estendida, podem ser prescritos com segurança nas duas primeiras semanas pós-operatórias, promovendo um ganho significativo na força e potência do músculo quadríceps sem comprometer a estabilidade do enxerto.
I. Para prevenir lesões de isquiossurais, as diretrizes sugerem que o Exercício Nórdico seja o único componente focado em um programa de prevenção.
II. Na reabilitação, a introdução precoce de treinamento excêntrico, tolerado pela dor, é essencial para melhorar o tempo de Retorno ao Jogo (RTP) e reduzir as taxas de re-lesão.
III. Para lesões de isquiossurais de Grau I ou II, a Ressonância Magnética é indispensável para prever o tempo de Retorno ao Jogo (RTP), superando o exame clínico.
IV. Após uma lesão de isquiossurais, os fisioterapeutas devem quantificar a força flexora do joelho com dinamômetro manual ou isocinético e a flexibilidade dos isquiotibiais (pelo déficit de extensão do joelho com quadril a 90°, usando inclinômetro).
V. Para documentar o progresso do tratamento, os fisioterapeutas devem usar a Escala de Avaliação Funcional para Lesões Agudas de Isquiossurais (FASH) antes e depois das intervenções, e incluir medidas objetivas de caminhada, corrida e sprint.
Opções de Sequência (Verdadeiro/Falso):
I- Na avaliação das tendinopatias do manguito rotador, a amplitude de movimento da escápula pode ser realizada de forma confiável com goniômetro, inclinômetro ou ainda um inclinômetro de smartphone.
II- O uso de dinamômetros portáteis é recomendado para avaliação da força de ombro, considerando que apenas 20% da força máxima é necessária para atingir uma pontuação de 4/5 no teste de força muscular manual.
III- Os fisioterapeutas podem se basear em testes clínicos isolados do ombro para o diagnóstico de tendinopatia do manguito rotador.
Assinale a alternativa CORRETA:
Exercício CLAM (OSTRA/ CONCHA) Fonte: Grimaldi, Alison et al, 2025.
I- Os músculos rotadores externos do ombro possuem pequena massa muscular, mas atuam especialmente na fase de desaceleração do lançamento do arremesso de forma excêntrica.
II- A cabeça longa do bíceps, a cápsula superior e inferior estão sob tensão especialmente nas fases de armação e desaceleração do braço no movimento de arremesso.
III- A cabeça umeral é rodada posteriormente cerca de 30 graus e este ângulo de retroversão pode sofrer aumento como adaptação óssea ao treinamento precoce em atletas.
Assinale a alternativa CORRETA: