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Q3899206 Serviço Social
A Política Nacional de Atenção Básica (PNAB – 2017), ao redefinir as funções estratégicas da Atenção Primária à Saúde, atribui-lhe papel central na organização do sistema de saúde brasileiro. Dentre essas funções, destaca-se:
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Q3899205 Serviço Social
A diretriz da descentralização no SUS não se limita a um rearranjo burocrático de competências, mas expressa uma concepção política de gestão pública. Sob essa perspectiva, a descentralização caracteriza-se, predominantemente, por:
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Q3899204 Serviço Social
Assinale a alternativa incorreta acerca dos fundamentos doutrinários e organizativos do Sistema Único de Saúde (SUS), tal como estruturados a partir da Constituição Federal e das Leis Orgânicas da Saúde: 
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Q3899202 Serviço Social
Ao analisar o processo histórico de constituição das políticas públicas de saúde no Brasil, especialmente a transição do modelo previdenciário excludente para o modelo universal consagrado na Constituição Federal de 1988, observa-se a influência decisiva de um movimento político-intelectual que questionou a mercantilização da saúde e defendeu a saúde como expressão concreta da cidadania. Esse processo histórico-político ficou conhecido como:
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Q3899184 Serviço Social
Texto 01

Brasileiros na Finlândia desabafam sobre viver no país mais feliz do mundo: enfrentam solidão, desemprego, invernos escuros, frios, depressão e pensam até em voltar para casa mesmo com toda segurança, dinheiro e benefícios sociais garantidos

Há oito anos seguidos, a Finlândia ocupa o topo do ranking da ONU que mede a felicidade, combinando distribuição de renda, seguridade social, confiança nas instituições e serviços públicos robustos. Para muitos brasileiros na Finlândia, no entanto, o país mais feliz do mundo é também cenário de silêncio intenso, relações sociais raras, invernos longos e escuros e um tipo de solidão que se instala mesmo quando a conta bancária e a segurança parecem sob controle.

Desde 2022, por exemplo, Aim tenta se adaptar à vida em Tampere, no centro do país, enquanto enfrenta a falta de luz de novembro, o desemprego e a dependência de auxílios do Estado. Outros brasileiros na Finlândia, como Maria em Helsinque e Gabriela, que decidiu voltar ao Brasil após quatro anos e meio, relatam que a estabilidade material não impediu a chegada da tristeza, da depressão e da vontade de ir embora.

A narrativa oficial fala de um país com segurança, igualdade, saúde pública universal, educação gratuita e uma rede de proteção social forte, capaz de garantir uma vida simples, porém digna, em contato permanente com a natureza.

Os índices de felicidade medem essa satisfação média, baseada menos na euforia e mais na estabilidade emocional e social.

Para muitos brasileiros na Finlândia, contudo, essa base segura convive com um cotidiano de paisagens cinzentas, poucas pessoas na rua, silêncio quase absoluto e uma vida social contida, distante da sociabilidade ruidosa e espontânea do Brasil. O artista Rafael traduz esse contraste em telas de cores discretas, onde predominam branco, cinza e um pouco de azul, ao associar a beleza da natureza local à presença constante da solidão e da saudade de outras terras. A experiência do professor Babel, que chegou em 2016 com a família e se tornou referência para famílias brasileiras em Helsinque, ilustra o impacto do silêncio. Ele descreve percursos de um quilômetro encontrando apenas uma pessoa com cachorro, num ambiente frio, escuro e quase sem ruído, até perceber um zumbido interno, resultado de um nível de quietude ao qual não estava acostumado. Ao longo dos anos, Babel percebeu que a sociedade finlandesa parece exigir dos imigrantes uma espécie de versão suavizada de si mesmos, menos expansiva, menos ruidosa, mais contida. 

Muitos brasileiros na Finlândia relatam que passam a falar mais baixo, rir menos, evitar gestos que possam ser vistos como excessivos. Maria, que vive em Helsinque há três anos, teme perder justamente a sociabilidade que sempre considerou parte central de sua identidade, ao se ver rindo menos alto, fazendo menos piadas e calculando cada frase para não cometer gafes culturais. Essa adaptação constante, somada ao idioma difícil e ao clima, cria uma sensação de identidade em suspensão, como se uma parte da vida tivesse ficado congelada do lado de fora, no país de origem, enquanto o corpo tenta se encaixar em novas regras não ditas.

Apesar da boa fama do mercado de trabalho qualificado, o desemprego na Finlândia vive o maior patamar em 15 anos e atinge de forma mais dura os estrangeiros, segundo os relatos. Aim descobriu após a mudança que a ideia de conseguir emprego apenas com inglês não corresponde à realidade: mesmo na capital, Helsinque, encontrar um posto sem falar finlandês é muito difícil. Ela hoje está desempregada, vive com o auxílio estatal em torno de 500 a 600 euros, enquanto aprende o idioma e o marido cursa mestrado com uma bolsa menor que o benefício de desemprego. O casal consegue pagar as contas, mas vive com a perspectiva de que, se a sequência de trabalhos temporários e pedidos de auxílio se mantiver por dois, três ou cinco anos, talvez seja preciso deixar o país, mesmo gostando da segurança e da estrutura local.

Aos 42 anos, Maria também relata ter tido de se reinventar profissionalmente, voltando a estudar para poder trabalhar em outra área. Recomeçar a carreira após os 40, num mercado que valoriza a fluência em finlandês e exige requalificação completa, amplia a sensação de vulnerabilidade e de atraso de vida para alguns brasileiros na Finlândia.

Os relatos convergem em um ponto: o inverno. Meses com pouquíssima luz solar, temperaturas negativas, neve persistente e ruas vazias formam o cenário que muitos brasileiros associam à pior fase do ano. Em cidades pequenas no interior, como Kajaani, a paisagem é composta por florestas, poucos espaços urbanizados e uma sensação permanente de isolamento, com ruas vazias às 10h30 da manhã sob neve e sensação térmica abaixo de zero.

Gabriela, que viveu quatro anos e meio na Finlândia com o marido e a filha, decidiu voltar ao Brasil antes do Natal. Ela conta que nunca havia tido depressão no Brasil e entrou em um quadro depressivo profundo logo no primeiro inverno, repetido ano após ano com a combinação de frio intenso, escuridão prolongada e sensação de solidão extrema. Ao final, concluiu que insistir em ficar já não fazia sentido, apesar da boa qualidade de vida e da segurança. A mesma lógica aparece na fala de outra brasileira que migrou com duas filhas pequenas para uma cidade de 36 mil habitantes no centro do país. A principal preocupação, diz ela, era como garantir o básico para as crianças, mas a ausência de comunidade pesa: entre uma cidade e outra, na paisagem de floresta, as relações de vizinhança são escassas e muitos moradores evitam até cruzar com o vizinho no corredor para não ter de trocar cumprimentos, o oposto do que o brasileiro aprende desde cedo.

A experiência dos brasileiros na Finlândia se entrelaça a um fenômeno global. A Organização Mundial da Saúde classifica a solidão como um problema de saúde pública, estimando que uma em cada seis pessoas no mundo se considera solitária, com impactos diretos sobre doenças cardiovasculares, acidentes vasculares cerebrais e declínio cognitivo. Calcula-se cerca de 100 mortes por hora associadas ao isolamento, além de prejuízos amplos à saúde mental. Reino Unido e Japão já criaram políticas específicas para enfrentar a solidão. Na Finlândia, quase 60 por cento da população afirma se sentir só, pelo menos de vez em quando, com relatos mais frequentes entre pessoas de menor renda. Quase 47 por cento dos domicílios do país são formados por pessoas que moram sozinhas, proporção muito maior que a do Brasil, onde os lares unipessoais não chegam a 20 por cento. Viver sozinho não é sinônimo automático de solidão, mas indica uma sociedade na qual a vida individualizada se tornou padrão.

Especialistas lembram que os finlandeses, em média, conseguem manter níveis de satisfação altos mesmo morando sozinhos, enquanto brasileiros podem estar habituados a outro patamar de vida social, com mais convivência e proximidade, o que torna a adaptação mais difícil. A solidão, explicam, é um sentimento que vai e vem, como fome ou sono, e pode aparecer até em ambientes cheios de gente, mas se torna mais aguda quando não há rede de apoio local.

Nem todos os brasileiros na Finlândia vivem o país da mesma forma. Alguns, que chegaram ainda no ensino médio ou na faculdade, dizem ter conseguido construir redes de amizade com finlandeses, colegas e famílias locais, sentindo-se acolhidos em bairros mais diversos e em cidades maiores como Helsinque. Para esses, a solidão aparece em momentos específicos, mas não domina o cotidiano.

Outros seguem em dúvida. Há quem, como Aim, aceite a proteção do Estado e o tempo para aprender o idioma, mas projete uma possível saída caso a instabilidade no trabalho persista por mais alguns anos. Há quem, como Gabriela, encerre o ciclo, organize malas e volte ao Brasil com a sensação de que a vida não cabe nos invernos longos e silenciosos. E há ainda quem permaneça, tentando equilibrar o conforto material, a natureza presente e o peso da saudade.

No fim, o país mais feliz do mundo pode ser, para diferentes brasileiros na Finlândia, tanto um laboratório de bem-estar social quanto um espelho ampliado das próprias fragilidades emocionais, expectativas de vida e necessidades de pertencimento, obrigando cada um a medir se a felicidade estatística compensa o custo íntimo da solidão.

(Texto de autoria de Bruno Teles. Coluna Economia do Site Click Petróleo e Gás. Publicado em 16/12/2025).


A questao refere-se ao texto 01
A incorporação de dados da Organização Mundial da Saúde e de exemplos internacionais, como políticas adotadas no Reino Unido e no Japão, permite inferir que o autor pretende:
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Q3898614 Serviço Social
“Como se sabe, o Estatuto da Criança e do Adolescente comparece no nosso ordenamento jurídico enquanto forma de regulamentação do art. 227, da Constituição Federal, que absorveu os ditames da doutrina da proteção integral e contempla o princípio da prioridade absoluta” (DIGIÁCOMO; AMORIM DIGIÁCOMO, 2020, p. 3).

Fonte: DIGIÁCOMO, Murillo José; AMORIM DIGIÁCOMO, Ildeara de. Estatuto da Criança e do Adolescente Anotado e Interpretado. Lei n 8.069, de 13 de julho de 1990 (Atualizado até a Lei n 13.869, de 05 de setembro de 2019). 8. ed. rev. e ampl. Curitiba: Ministério Público do Estado do Paraná.

Considerando o que consta na Lei nº 8.069/1990, que dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente e nas leis complementares que o atualizaram, analise as afirmações abaixo e marque a alternativa CORRETA.
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Q3898613 Serviço Social
“Pensar família hoje pressupõe seu entendimento enquanto fenômeno que abrange as mais diferentes realidades” (Freitas; Braga; Barros, 2011, p. 18).

Fonte: FREITAS, Rita de Cássia Santos; BRAGA, Cenira Duarte; BARROS, Nívia Velença. Famílias e Serviço Social – Algumas reflexões para o debate. In: DUARTE, Marco José de Oliveira; ALENCAR, Mônica Maria Torres de (Orgs.). Família & Famílias: ráticas sociais e conversações contemporâneas. 2ª tiragem. Rio de Janeiro: Família & Famílias: Lumen Juris, 2011. p. 15- 38.

Considerando as discussões em torno das famílias contemporâneas, da maternagem e da parentalidade, analise os itens a seguir.

I- Apesar dos arranjos familiares e papeis parentais existentes, a dimensão de gênero é considerada fundante na construção das relações de poder, mas o mesmo não ocorre em relação à dimensão da geração.
II- Estudos mostram que as famílias pobres se aglutinam em torno de um eixo moral, em que as mulheres ocupam posição central, cuja realidade pode ser vista como desviante pelo/a assistente social.
III- No contexto da família contemporânea, não se desconsideram as situações nas quais a maternagem passa a ser desenvolvida por outras mulheres, como a avó, a tia ou a madrasta, ou por homens trans.
IV- Observa-se na sociedade atual uma grande indefinição sobre o cuidado parental, criando no macrossistema a ideia de aceitação e naturalização da irresponsabilidade parental pela omissão de cuidado à prole.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
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Q3898612 Serviço Social
“A Política Nacional de Atenção Integral à Saúde das Mulheres – PNAISM é um conjunto de diretrizes e objetivos que busca oferecer cuidados completos para a saúde das mulheres, promovendo a autonomia delas” (Brasil; Ministério da Saúde, s.d., s.p.).

A partir das propostas da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde das Mulheres e das especificidades da saúde da mulher, analise as afirmações a seguir e marque a alternativa CORRETA.
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Q3898611 Serviço Social
“A Política Nacional de Saúde LGBT é um divisor de águas para as políticas públicas de saúde no Brasil e um marco histórico de reconhecimento das demandas desta população em condição de vulnerabilidade” (Brasil; Ministério da Saúde, 2013, p. 06).

Analise as assertivas relativas à Política Nacional de Saúde Integral de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (LGBT), e marque a alternativa CORRETA.
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Q3898610 Serviço Social
“A Política Nacional de Saúde Integral da População Negra (PNSIPN) é um compromisso firmado pelo Ministério da Saúde (...) na promoção da saúde da população negra de forma integral” (Brasil; Ministério da Saúde, 2017, p. 7).

Considerando as orientações da Política Nacional de Saúde Integral da População Negra, marque a alternativa CORRETA.
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Q3898609 Serviço Social
Costa e Santos (2020, p. 75) afirmam que “dentre as ações desenvolvidas pelos/as assistentes sociais, merecem destaque aquelas vinculadas à educação em saúde que, de acordo com Santos e Senna (2017), têm caráter politizador das demandas”. 

Fonte: COSTA, Laila Talita da Conceição; SANTOS, José Whellison Brito dos. Serviço Social, educação popular e saúde: elementos de debate sobre o caráter educativo do trabalho profissional. Rev. Ed. Popular, Uberlândia, Edição Especial, p. 67-82, jul. 2020.

Analise as asserções relativas à educação popular em saúde e ao trabalho do Serviço Social, e assinale a alternativa CORRETA.
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Q3898608 Serviço Social
Segundo Pereira e Teixeira (2013, p. 121), “a ideia de rede surge como uma maneira de superar os limites da ação através da integração de conhecimentos e de práticas. A perspectiva de redes intersetoriais (...) [visa] dar respostas mais totalizantes e que abordem diferentes aspectos dos problemas sociais”. Nesse contexto, a intersetorialidade assume importante papel na atuação do Serviço Social.

Fonte: PEREIRA, Karine Yanne de Lima; TEIXEIRA, Solange Maria. Redes e intersetorialidade nas políticas sociais: reflexões sobre sua concepção na política de assistência social. Textos & Contextos, Porto Alegre, v. 12, n. 1, p. 114-127, jan./jun. 2013.

Analise as proposições acerca da relação entre redes de proteção social, intersetorialidade e o Serviço Social e assinale a alternativa CORRETA.
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Q3898607 Serviço Social
De acordo com Buss e Pellegrini Filho (2007), “as diversas definições de Determinantes Sociais de Saúde (DSS) expressam, com maior ou menor nível de detalhe, o conceito atualmente bastante generalizado de que as condições de vida e trabalho dos indivíduos e de grupos da população estão relacionadas com sua situação de saúde”.

Fonte: BUSS, Paulo Marchirori; PELLEGRINI FILHO, Alberto. A saúde e seus determinantes sociais. Physis: Rev. Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v. 17, n. 1, p. 77-93, 2007.

Analise as asserções a seguir relacionadas aos Determinantes Sociais de Saúde e marque a alternativa CORRETA.
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Q3898606 Serviço Social
Segundo Boschetti (2009), para avaliação das políticas sociais e dos programas sociais, além da incorporação das dimensões histórica, econômica e política, é necessário conhecer o quadro institucional da política social.

Fonte: BOSCHETTI, Ivanete. Avaliação de políticas, programas e projetos sociais. In: CFESS; ABEPSS. Serviço Social: direitos sociais e competências profissionais. Serviço Social: Brasília: CFESS/ABEPSS, 2009, p. 575-592.

Sobre os aspectos que, para a autora, exprimem elementos empíricos de análise para construção deste quadro institucional, marque a alternativa CORRETA.
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Q3898605 Serviço Social
A Carta dos Direitos dos Usuários da Saúde é um documento “que tem como base seis princípios básicos de cidadania, caracteriza-se como uma importante ferramenta para que o cidadão conheça seus direitos e deveres no momento de procurar atendimento, tanto público como privado” (Brasil; Ministério da Saúde, 2011).

Assim, considerando as informações contidas no Documento supramencionado, marque a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3898604 Serviço Social
Conforme estabelecido nos Parâmetros para Atuação de Assistentes Sociais na Política de Saúde (CFESS, 2010, p. 41), “os assistentes sociais na saúde atuam em quatro grandes eixos: atendimento direto aos usuários; mobilização, participação e controle social; investigação, planejamento e gestão; assessoria, qualificação e formação profissional”.

Fonte: CFESS. Parâmetros para Atuação de Assistentes Sociais na Política de Saúde. Brasília: CFESS, 2010. 

Assim, considerando as reflexões contidas nos referidos Parâmetros, marque a alternativa CORRETA.
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Q3898603 Serviço Social
O Sistema Único de Saúde (SUS) “é uma nova formulação política e organizacional para o reordenamento dos serviços e ações de saúde estabelecida pela Constituição de 1988” (Brasil; Ministério da Saúde, 1990).

Analise as afirmações a seguir relativas ao SUS e marque a alternativa CORRETA.
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Q3898602 Serviço Social
Para Boschetti (2006), o sistema de seguridade social brasileiro se funda em duas lógicas de ação social, relacionadas à assistência social e aos seguros sociais. 

Fonte: BOSCHETTI, Ivanete. Capítulo VIII – A Assistência Social: um direito, uma política constitutiva da Seguridade Social. In: BOSCHETTI, Ivanete. Seguridade Social e trabalho: paradoxos na construção das políticas sociais de Previdência e Assistência Social no Brasil. Brasília: Letras Livres: Editora UnB, 2006, p. 262-275.

Assim, considerando as particularidades do complexo previdenciário-assistencial brasileiro apontadas pela autora, marque a alternativa CORRETA.
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Q3898601 Serviço Social
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (1996), a violência caracteriza-se pela imposição de níveis significativos de dor e sofrimento passíveis de prevenção. Nessa perspectiva, a violência obstétrica configura-se como uma modalidade específica de violência dirigida às mulheres  (ZANARDO et al., 2017).

Fonte: ZANARDO, Gabriela Lemos de Pinho; URIBE, Magaly Calderón; DE NADAL, Ana Hertzog Ramos; HABIGZANG, Luísa Fernanda. Violência obstétrica no Brasil: uma revisão narrativa. In: Psicologia & Sociedade, Belo Horizonte, Minas Gerais, v. 29, 2017. 

Podem ser mencionados como exemplos de violência obstétrica, entre outras práticas:

I- Uso excessivo de medicamentos sempre que necessário para garantir a segurança da parturiente.
II- Raspagem dos pelos pubianos (tricotomia) realizada, apenas, quando clinicamente indicada.
III- Indução do trabalho de parto sem necessidade ou sem consentimento informado.
IV- Proibição do direito ao acompanhante escolhido pela mulher durante o trabalho de parto.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q3898599 Serviço Social
No marco legal de proteção dos direitos das mulheres no Brasil, destaca-se a chamada Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006, e suas alterações), que dispõe sobre mecanismos para coibir e prevenir a violência doméstica e familiar contra a mulher.

Acerca desse dispositivo, podemos considerar que:
Alternativas
Respostas
1741: B
1742: A
1743: D
1744: A
1745: D
1746: B
1747: E
1748: A
1749: B
1750: C
1751: D
1752: E
1753: B
1754: D
1755: A
1756: A
1757: E
1758: B
1759: C
1760: A