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Q3898774 Medicina

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

 

Novos Caminhos no Tratamento de Tumores Desafiadores: Destaques do Congresso Europeu de Oncologia

 

A ciência segue avançando em busca de novas respostas contra o câncer, especialmente em tumores mais agressivos, que ainda desafiam os tratamentos tradicionais. Durante o Congresso Europeu de Oncologia (ESMO 2025), realizado em Berlim, pesquisadores de todo o mundo apresentaram resultados que trazem esperança para pacientes com câncer de pâncreas e tumores cerebrais, doenças conhecidas por seu comportamento difícil e ainda poucas opções terapêuticas eficazes.


Pesquisadores apresentaram em Berlim resultados animadores com novas drogas que bloqueiam uma mutação chamada KRAS, a mais comum nesse tipo de tumor e responsável por cerca de metade dos casos de câncer de pâncreas. Essa mutação está ligada ao crescimento mais rápido do câncer, à maior capacidade de invasão e à formação de metástases.


As novas medicações, conhecidas como drogas anti-KRAS, foram testadas em pacientes que já haviam passado por outros tratamentos e mostraram resultados promissores, com o controle da doença e redução do tamanho do tumor em boa parte dos casos.


Os resultados mostraram que aproximadamente metade das pacientes apresentou redução significativa do tumor, com boa tolerância ao tratamento. Embora o estudo ainda esteja em fase inicial, o achado representa um passo importante, já que aponta a possibilidade de uma terapia personalizada, direcionada ao perfil genético do tumor. É um avanço muito relevante em um campo onde as opções ainda são limitadas e cada novo passo pode significar mais tempo e qualidade de vida para os pacientes.


Outra área de destaque no congresso foi o estudo de cânceres cerebrais, os gliomas de alto grau ou glioblastomas. Esses tumores têm opções de tratamento, mas elas costumam trazer resultados modestos e o risco de recidiva é alto.


Uma das pesquisas mais comentadas trouxe uma nova estratégia com células CAR-T, tipo de imunoterapia celular já utilizada com sucesso em leucemias, linfomas e mielomas. Agora, essa técnica foi testada em tumores sólidos do cérebro.


O estudo, conduzido por um grupo de pesquisadores coreanos, incluiu 10 pacientes com glioblastoma recorrente, que receberam uma injeção de células CAR-T diretamente dentro do tumor. Os resultados foram animadores: 70% dos indivíduos tiveram controle da doença, e três apresentaram redução significativa do tumor, com resposta duradoura.

 

https://forbes.com.br/forbessaude/2025/10/fernando-maluf-novos-caminhos-no-tratamento-de-tumores-desafiadores-destaques-do-congresso-europeu-de-oncologia/

Ao descrever o estudo coreano com células CAR-T, o texto sugere uma expansão das fronteiras da imunoterapia.


Considerando o contexto apresentado, qual é a principal inovação desse experimento?

Alternativas
Q3895260 Medicina
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Novos Caminhos no Tratamento de Tumores Desafiadores: Destaques do Congresso Europeu de Oncologia

A ciência segue avançando em busca de novas respostas contra o câncer, especialmente em tumores mais agressivos, que ainda desafiam os tratamentos tradicionais. Durante o Congresso Europeu de Oncologia (ESMO 2025), realizado em Berlim, pesquisadores de todo o mundo apresentaram resultados que trazem esperança para pacientes com câncer de pâncreas e tumores cerebrais, doenças conhecidas por seu comportamento difícil e ainda poucas opções terapêuticas eficazes.

Pesquisadores apresentaram em Berlim resultados animadores com novas drogas que bloqueiam uma mutação chamada KRAS, a mais comum nesse tipo de tumor e responsável por cerca de metade dos casos de câncer de pâncreas. Essa mutação está ligada ao crescimento mais rápido do câncer, à maior capacidade de invasão e à formação de metástases.

As novas medicações, conhecidas como drogas anti-KRAS, foram testadas em pacientes que já haviam passado por outros tratamentos e mostraram resultados promissores, com o controle da doença e redução do tamanho do tumor em boa parte dos casos.

Os resultados mostraram que aproximadamente metade das pacientes apresentou redução significativa do tumor, com boa tolerância ao tratamento. Embora o estudo ainda esteja em fase inicial, o achado representa um passo importante, já que aponta a possibilidade de uma terapia personalizada, direcionada ao perfil genético do tumor. É um avanço muito relevante em um campo onde as opções ainda são limitadas e cada novo passo pode significar mais tempo e qualidade de vida para os pacientes.

Outra área de destaque no congresso foi o estudo de cânceres cerebrais, os gliomas de alto grau ou glioblastomas. Esses tumores têm opções de tratamento, mas elas costumam trazer resultados modestos e o risco de recidiva é alto.

Uma das pesquisas mais comentadas trouxe uma nova estratégia com células CAR-T, tipo de imunoterapia celular já utilizada com sucesso em leucemias, linfomas e mielomas. Agora, essa técnica foi testada em tumores sólidos do cérebro.

O estudo, conduzido por um grupo de pesquisadores coreanos, incluiu 10 pacientes com glioblastoma recorrente, que receberam uma injeção de células CAR-T diretamente dentro do tumor. Os resultados foram animadores: 70% dos indivíduos tiveram controle da doença, e três apresentaram redução significativa do tumor, com resposta duradoura.

https://forbes.com.br/forbessaude/2025/10/fernando-maluf-novos-camin hos-no-tratamento-de-tumores-desafiadores-destaques-do-congresso-e uropeu-de-oncologia/ 
O trecho que menciona a "possibilidade de uma terapia personalizada" introduz uma mudança conceitual importante na abordagem oncológica.

Com base nisso, o que esse conceito representa na prática médica contemporânea?
Alternativas
Q3893889 Medicina
Seriam vírus os gatilhos da demência?

Entre as décadas de 1980 e 90, a professora Ruth Itzhaki, professora emérita da Divisão de Neurociências da Universidade de Manchester, no Reino Unido, fez os primeiros trabalhos que detectaram o material genético do herpes simples tipo 1 — um vírus extremamente comum, que afeta ao redor de 70% da população — no cérebro humano.

"Nós já sabíamos que esse vírus pode causar uma encefalite, uma inflamação do sistema nervoso, um quadro bem raro, mas muito grave", descreve ela.

"Começamos a especular, então, se a reativação do herpes ao longo da vida não poderia desencadear uma série de eventos que culminariam em danos às células do sistema nervoso, que eventualmente levassem à morte dessas células."

Esses trabalhos pioneiros foram os primeiros a encontrar agentes infecciosos no cérebro. Até então, havia um consenso de que o sistema nervoso central era uma região protegida da ação dos vírus.

Algo que chamou a atenção dos pesquisadores à época era que o herpes marcava presença tanto na cabeça de pessoas diagnosticadas que morreram com Alzheimer quanto naquelas que não apresentaram a doença durante a vida.

Segundo os pesquisadores, deveriam existir alguns outros fatores, como a genética, que pudessem explicar por que alguns indivíduos infectados desenvolviam a demência e outros não.

Nos anos 1990, o time liderado por Itzhaki fez outra descoberta relevante: eles observaram em cobaias de laboratório que o herpes simples costuma se concentrar em regiões do cérebro que apresentam uma grande deposição da beta-amiloide.

Isso gerou uma nova teoria: será que essa proteína é produzida pelo sistema nervoso como uma defesa, com o objetivo de capturar o vírus e inativá-lo?

Sabe-se que essas moléculas têm um aspecto grudento e poderiam agarrar o patógeno para dificultar a sua replicação antes que uma resposta imune mais elaborada fosse iniciada.

A grande questão aqui é que o herpes tem aquela característica de ficar escondido e se reativar de tempos em tempos ao longo da vida.

No cérebro, isso causaria uma inflamação repetida e geraria a fabricação da beta-amiloide com uma certa frequência.

Com o passar do tempo, o que antes funcionava como um mecanismo de proteção se transforma em um problema: o acúmulo da proteína faz mal aos próprios neurônios e, eventualmente, provoca suas mortes.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cqx4zx5nvqxo.adaptado.
O texto relata estudos pioneiros conduzidos pela professora Ruth Itzhaki, que identificaram a presença do vírus do herpes simples tipo 1 no cérebro humano.
Com base nas informações científicas e hipóteses levantadas no texto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3893330 Patologia
Seriam vírus os gatilhos da demência?

Entre as décadas de 1980 e 90, a professora Ruth Itzhaki, professora emérita da Divisão de Neurociências da Universidade de Manchester, no Reino Unido, fez os primeiros trabalhos que detectaram o material genético do herpes simples tipo 1 — um vírus extremamente comum, que afeta ao redor de 70% da população — no cérebro humano.

"Nós já sabíamos que esse vírus pode causar uma encefalite, uma inflamação do sistema nervoso, um quadro bem raro, mas muito grave", descreve ela.

"Começamos a especular, então, se a reativação do herpes ao longo da vida não poderia desencadear uma série de eventos que culminariam em danos às células do sistema nervoso, que eventualmente levassem à morte dessas células."

Esses trabalhos pioneiros foram os primeiros a encontrar agentes infecciosos no cérebro. Até então, havia um consenso de que o sistema nervoso central era uma região protegida da ação dos vírus.

Algo que chamou a atenção dos pesquisadores à época era que o herpes marcava presença tanto na cabeça de pessoas diagnosticadas que morreram com Alzheimer quanto naquelas que não apresentaram a doença durante a vida.

Segundo os pesquisadores, deveriam existir alguns outros fatores, como a genética, que pudessem explicar por que alguns indivíduos infectados desenvolviam a demência e outros não.

Nos anos 1990, o time liderado por Itzhaki fez outra descoberta relevante: eles observaram em cobaias de laboratório que o herpes simples costuma se concentrar em regiões do cérebro que apresentam uma grande deposição da beta-amiloide.

Isso gerou uma nova teoria: será que essa proteína é produzida pelo sistema nervoso como uma defesa, com o objetivo de capturar o vírus e inativá-lo?

Sabe-se que essas moléculas têm um aspecto grudento e poderiam agarrar o patógeno para dificultar a sua replicação antes que uma resposta imune mais elaborada fosse iniciada.

A grande questão aqui é que o herpes tem aquela característica de ficar escondido e se reativar de tempos em tempos ao longo da vida.

No cérebro, isso causaria uma inflamação repetida e geraria a fabricação da beta-amiloide com uma certa frequência.

Com o passar do tempo, o que antes funcionava como um mecanismo de proteção se transforma em um problema: o acúmulo da proteína faz mal aos próprios neurônios e, eventualmente, provoca suas mortes.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cqx4zx5nvqxo.adaptado.
O texto relata estudos pioneiros conduzidos pela professora Ruth Itzhaki, que identificaram a presença do vírus do herpes simples tipo 1 no cérebro humano.
Com base nas informações científicas e hipóteses levantadas no texto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3888728 Medicina
A síndrome de Sjögren é uma doença autoimune caracterizada principalmente por
Alternativas
Q3888456 Patologia
O tétano é causado por uma bactéria _______________, chamada Clostridium tetani, encontrada na forma _______________, eliminada pelas _______________ dos animais e presente no ambiente. Trata-se de uma doença tóxico-infecciosa que acomete animais _______________ e o homem, considerada de extrema gravidade e que, na maioria dos casos, evolui para óbito.
A alternativa que preenche corretamente as lacunas é
Alternativas
Q3888452 Patologia
Doenças de transmissão hídrica e alimentar (DTHA) acontecem rotineiramente e, segundo a Organização Mundial de Saúde, existem cerca de 250 tipos de doenças transmitidas por água e alimentos, sendo um problema para a saúde pública, além de gerar prejuízos econômicos. Doenças transmitidas por alimentos como botulismo, salmonelose e resíduos de agrotóxicos, são respectivamente,
Alternativas
Q3888439 Medicina
Associe corretamente as formas de transmissão do Trypanosoma cruzi com suas respectivas descrições.

1. Transmissão vetorial. 2. Transmissão vertical. 3. Transmissão oral. 4. Transmissão transfusional. 5. Transmissão por transplante. 6. Acidente laboratorial. 7. Outras formas acidentais.
a. Ocorre pelo contato do homem com fezes contaminadas de triatomíneos, que ao picarem os vertebrados, eliminam formas infectantes do parasito.
b. Pode acontecer pela ingestão de alimentos contaminados com triatomíneos infectados ou suas fezes.
c. Ocorre pela transfusão de sangue contendo as formas tripomastigotas de T. cruzi.
d. Pode acontecer pela doação de órgão ou tecido de doador infectado a receptor sadio.
e. Ocorre pela via transplacentária, durante a gestação, no parto ou até pelo leite materno.
f. Pode ocorrer em laboratórios pelo contato direto da mucosa ou pele lesada com culturas do parasito ou sangue contaminado.
g. Inclui casos, principalmente em crianças, que ingerem acidentalmente triatomíneos ou têm contato direto com suas excretas contaminadas.


A associação correta é
Alternativas
Q3888434 Patologia
Sobre a toxoplasmose, assinale verdadeiro (V) ou falso (F) nas afitmativas seguintes:
(__) Os oocistos são eliminados, em grande número, nas fezes dos cães e gatos, geralmente durante uma a três semanas, e levam de um a cinco dias para se tornarem infectantes.
(__) Os felídeos são os hospedeiros definitivos do parasita.
(__) Os oocistos transformam–se em cistos teciduais nos hospedeiros intermediários.
(__) Os bradizoítos são encontrados em leite e em sangue.


A sequência correta é
Alternativas
Q3888320 Patologia
Em relação aos efeitos do excesso de glicocorticoides liberados no estresse crônico, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3888318 Medicina
Sobre o que ocorre na fase de alarme da Síndrome Geral de Adaptação (SGA), assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3888198 Patologia
 As neoplasias malignas de tecido mole possuem comportamentos distintos e atingem diferentes faixas etárias. Assinale a neoplasia maligna de tecido mole que mais frequentemente acomete crianças.
Alternativas
Q3888186 Medicina
O número de leucócitos varia muito pouco em condições fisiológicas normais ao longo da vida, entretanto diversas doenças podem alterar a quantidade destas células. O termo leucocitose 
Alternativas
Q3888176 Medicina
As características clínicas do herpes-zóster podem ser agrupadas em três fases: prodrômica, aguda e crônica. Assinale a alternativa que indica características da fase aguda. 
Alternativas
Q3888173 Patologia
O sarcoma de Kaposi é uma neoplasia do endotélio vascular causada pelo seguinte vírus: 
Alternativas
Q3888167 Medicina
Assinale a alternativa que caracteriza, no exame de hemograma, o estado de anemia.
Alternativas
Q3887673 Patologia
Na interpretação do leucograma, é fundamental compreender a cinética dos leucócitos para identificar o tipo de reação apresentada pelo paciente e relacioná-la a possíveis patologias. Com base nisso, analise as afirmativas a seguir.

I. O leucograma de estresse fisiológico (agudo) está associado à liberação de catecolaminas em situações de “luta ou fuga”. Esse estímulo promove o deslocamento de leucócitos do compartimento marginal para o circulante, resultando em leucocitose por neutrofilia e/ou linfocitose.
II. Na cinética neutrofílica, os padrões inflamatórios caracterizados por neutrofilia podem variar de respostas leves a intensas, atuando no controle da lesão. A gravidade do processo inflamatório pode ser estimada pela intensidade do desvio à esquerda e pela presença de alterações tóxicas nos neutrófilos.
III. Na resposta ao estresse crônico, a alteração mais consistente é a neutropenia, pois os esteroides podem induzir a apoptose dos neutrófilos segmentados e podem alterar seus padrões de recirculação.
IV. Em cães, o desvio à esquerda degenerativo configura-se pelo número de neutrófilos maduros maior que o de neutrófilos jovens.

Estão corretas 
Alternativas
Q3887666 Patologia
Sobre a origem das células sanguíneas, assinale V (verdadeiro) ou F (falso) nas afirmativas abaixo.

(__) As plaquetas originam-se dos megacariócitos, que se projetam nos seios vasculares presentes na medula óssea.
(__) O compartimento de proliferação inclui mieloblastos, promielócitos e mielócitos.
(__) O mielócito é a primeira célula funcionalmente madura que não sofre divisão celular.
(__) A principal substância que estimula a produção de leucócitos (eritropoiese) é a eritropoietina.

A sequência correta é 
Alternativas
Q3887665 Patologia
Sobre a hematologia de mamíferos exóticos e silvestres, analise as afirmativas.

I. Os peixes-boi (família Trichechidae) apresentam Volume Corpuscular Médio (VCM) mais alto que os mamíferos domésticos.
II. Os eritrócitos dos camelídeos têm formato elíptico.
III. Coelhos possuem heterófilos, eosinófilos, basófilos, monócitos e linfócitos.
IV. As células de Kurloff são exclusivas de Chinchilla chinchilla.

Estão corretas 
Alternativas
Q3887659 Patologia
Para realizar uma diluição na proporção de 1:200, o procedimento correto é pipetar
Alternativas
Respostas
19941: A
19942: A
19943: A
19944: A
19945: B
19946: B
19947: B
19948: B
19949: A
19950: A
19951: C
19952: E
19953: D
19954: E
19955: C
19956: B
19957: D
19958: E
19959: A
19960: C