Questões de Concurso Para medicina

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Q3855568 Medicina
Lactente, sexo masculino, de 5 meses, sem comorbidades conhecidas, é trazido ao pronto-socorro com história de irritabilidade, hipoatividade e febre (39.2 ºC) há 12 horas. Os pais notam que a diurese está diminuída, e ele recusa a alimentação. Ao exame físico, o paciente está letárgico, com tempo de enchimento capilar (TEC) de 4 segundos, pulsos periféricos fracos, com frequência cardíaca (FC) de 190 bpm. A pele apresenta livedo e está marmórea. A pressão arterial sistólica (PAS) é de 60 mmHg. A saturação de oxigênio é de 92% em ar ambiente. Exames laboratoriais iniciais revelam lactato sérico de 7.2 mmol/L, plaquetas de 90  ×  103/µL e creatinina sérica de 0.6 mg/dL.
Considerando as diretrizes para novas definições de sepse e choque séptico em Pediatria – 2024 (Phoenix Sepsis Score), assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q3855567 Medicina
Lactente, sexo feminino, 11 meses, com história de febre nos últimos três dias, com irritabilidade sem quaisquer outros sintomas. Logo após o último pico febril, há 12 horas, iniciou exantema maculopapular, que começou no tronco e evoluiu para cabeça e membros. A principal hipótese diagnóstica é:
Alternativas
Q3855566 Medicina
Recém-nascido, sexo masculino, com 22 dias de vida, vem para a primeira consulta de puericultura. Mãe está preocupada porque percebeu que a pele e os olhos do bebê estão amarelados desde a primeira semana de vida, e essa coloração parece ter se intensificado nos últimos dias. Além disso, a mãe notou que as fezes do bebê estão quase brancas e que a urina tem uma coloração amarela mais escura do que o usual. O bebê está mamando bem. O ganho ponderal aferido foi satisfatório.
Considerando a principal hipótese diagnóstica, qual achado laboratorial é esperado?
Alternativas
Q3855565 Medicina
Escolar, sexo masculino, com 7 anos de idade é trazido ao pronto-socorro com queixa de manchas avermelhadas nas pernas e nádegas há 2 dias. Refere dor em ambos os joelhos e tornozelos, que os pais descrevem como “andando” de uma articulação para outra, limitando a deambulação. Nos últimos 2 dias, queixou-se de dor abdominal em cólica intermitente, que o faz dobrar as pernas, e teve um episódio de melena hoje pela manhã. Há uma semana, teve um quadro de “resfriado”. Ao exame físico, apresenta-se afebril, com boa perfusão periférica, PA: 105  ×  70 mmHg. Observam-se púrpuras palpáveis simétricas em membros inferiores e nádegas, e discreto edema e dor à palpação nos joelhos. As lesões não desaparecem à digitopressão. O abdome é difusamente doloroso à palpação leve, sem sinais de irritação peritoneal. Hemocultura foi negativa. Urina I com 2+ de proteína, 3+ de sangue, sem dismorfismo eritrocitário significativo. Hemograma com Hb: 12,8 g/dL; leucócitos: 8.500/mm3, plaquetas: 250.000/mm3; VHS: 30 mm/h; PCR: 25 mg/L; ureia: 25 mg/dL; creatinina: 0,5 mg/dL, ASLO: normal; C3 e C4: dentro dos limites da normalidade.
Quais são o diagnóstico mais provável e a conduta inicial mais adequada para esse paciente?
Alternativas
Q3855564 Medicina
Os pais de um bebê de 11 meses de idade o trazem para consulta de puericultura, buscando regularizar o calendário vacinal. O bebê está saudável, sem intercorrências e apenas recebeu as vacinas ao nascimento (BCG e primeira dose de hepatite B). Os pais solicitam especificamente informações sobre as vacinas para rotavírus e poliomielite, pois têm ouvido informações conflitantes na internet sobre as idades de aplicação e os tipos de vacina. Eles moram em uma região com saneamento básico precário e alto risco de surtos de doenças infecciosas.
Com base no calendário de vacinação atual do Ministério da Saúde, qual das seguintes alternativas apresenta a conduta mais adequada e segura em relação às vacinas de rotavírus e poliomielite?
Alternativas
Q3855563 Medicina
Um lactente de 2 meses e 14 dias de idade, que recebeu a vacina BCG intradérmica ao nascer, é trazido à consulta por sua mãe. A mãe está preocupada, pois, nas últimas 4 semanas, o local da vacinação desenvolveu uma lesão que, inicialmente, era uma pápula, evoluiu para um nódulo eritematoso de aproximadamente 1 cm de diâmetro e, mais recentemente, apresentou uma ulceração central com discreta secreção seropurulenta ocasional. Adicionalmente, a mãe notou um linfonodo móvel e não doloroso de cerca de 1,5 cm na axila ipsilateral (direita). O bebê está ativo, mamando bem, afebril e com ganho ponderal adequado. Não há sinais de inflamação perilesional intensa nem eritema significativo estendendo-se além da área do nódulo.
Quais são a avaliação mais adequada e a conduta recomendada para esse lactente?
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Q3855562 Medicina
Escolar de 4 anos de idade é levado ao consultório pediátrico pela mãe, que relata prurido intenso há, aproximadamente, 3 semanas. A coceira é predominantemente noturna, frequentemente interrompendo o sono, e parece piorar após o banho quente. A mãe menciona que o irmão mais velho, de 7 anos, também começou a se queixar de coceira semelhante, especialmente nas mãos, nos últimos dias. Ao exame físico, observam-se múltiplas pápulas eritematosas e escoriações lineares, com algumas pequenas vesículas e crostas finas, localizadas principalmente nas regiões interdigitais das mãos, punhos, axilas, cotovelos, umbigo e virilhas. Não há febre ou outras queixas sistêmicas.
Qual é o diagnóstico mais provável nesse caso?
Alternativas
Q3855561 Medicina
Adolescente, sexo masculino, com 12 anos é levado ao pronto-socorro com quadro de dor abdominal há 24 horas. Inicialmente, a dor era difusa e localizava-se na região epigástrica, mas, com o passar do tempo, migrou para o quadrante inferior direito. O paciente passou a apresentar febre de 38,5ºC, anorexia e 2 episódios de vômitos. Ao exame físico, observa-se dor à palpação profunda na fossa ilíaca direita, sinal de Blumberg positivo e sinal do psoas doloroso. Exames laboratoriais mostram leucocitose com desvio à esquerda, e uma ultrassonografia de abdome revela aumento do diâmetro do apêndice de 8 mm, com espessamento da parede e discreta quantidade de líquido livre na área.
Com base no caso apresentado, assinale a alternativa correta.
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Q3855560 Medicina
Lactente, sexo feminino, com 8 meses, pesando 7 kg, é levada ao pronto-socorro com história de diarreia aquosa volumosa e vômitos persistentes há 2 dias. A mãe relata que a bebê está “quietinha”, não aceita líquidos e não urina há 12 horas. Ao exame físico, apresenta-se prostrada, letárgica, com olhos muito encovados, ausência de lágrimas e mucosa oral muito seca. A prega cutânea se desfaz em mais de 2 segundos. Os pulsos periféricos estão fracos; a frequência cardíaca é de 160 bpm. O enchimento capilar é de 4 segundos e as extremidades estão frias. A fontanela anterior está deprimida.
Considerando as diretrizes atuais do Ministério da Saúde para o manejo da diarreia em crianças, qual é a conduta inicial de hidratação intravenosa mais apropriada?
Alternativas
Q3855559 Medicina
Adolescente de 15 anos, sexo feminino, é trazida ao pronto-socorro por sua mãe, cerca de 80 horas após relatar ter sido sexualmente agredida por um conhecido familiar. A paciente mostra-se calada, com o olhar baixo, e responde às perguntas da equipe de forma monossilábica, muitas vezes olhando para a mãe antes de falar. Nega dor geniturinária específica, mas refere desconforto abdominal leve e insônia desde o ocorrido. A mãe está visivelmente abalada, mas expressa preocupação com o impacto social do evento e a “honra da família”, demonstrando relutância em permitir um exame físico completo na filha, “para não traumatizá-la mais”. Ao exame físico, não há lesões externas agudas visíveis na região genital ou corporal, e o teste rápido de gravidez urinário é negativo.
Qual é a conduta inicial mais apropriada para essa adolescente?
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Q3855538 Medicina
Uma mulher de 43 anos, previamente saudável, procura o pronto atendimento após início súbito de falta de ar, enquanto subia escadas em seu trabalho. Ela relata que a dispneia não melhorou com repouso e está acompanhada de dor torácica lateral, que piora com a inspiração profunda. Há três semanas, fraturou o tornozelo e tem permanecido com imobilização e mobilidade limitada. Não faz uso de anticoagulantes e nega febre, tosse produtiva ou sintomas gripais. Na admissão, encontra-se ansiosa, taquipneica e pálida; FR: 26 irpm, SpO2: 90%; FC: 18 bpm, PA: 118 x 76 mmHg. A ausculta cardíaca mostra taquicardia sem sopros, e a ausculta pulmonar apresenta murmúrio vesicular preservado, porém com dor à palpação torácica lateral direita. Alguns exames rápidos são realizados no setor: ECG: taquicardia sinusal; Gasometria: leve hipoxemia e hipocapnia; D-dímero: elevado. A paciente mantém-se hemodinamicamente estável, porém bastante dispneica. Não há sinais de pneumotórax ou infecção.
A partir do exposto, qual o próximo passo apropriado na condução desse caso?
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Q3855537 Medicina
Um homem de 46 anos, sem doenças conhecidas, é trazido pelo resgate após tentar conter um incêndio doméstico. Ao entrar no ambiente fechado para retirar um familiar, permaneceu exposto à chama direta e grande quantidade de fumaça por aproximadamente cinco minutos. Na chegada ao pronto atendimento, está consciente, porém agitado e com queixas de dor intensa no tórax e nos membros superiores. A pele do tórax anterior apresenta áreas extensas com aspecto esbranquiçado e perda de sensibilidade ao toque, intercaladas com regiões de eritema e bolhas rotas. Os antebraços mostram áreas circulares de escurecimento e rigidez, com pulsos radiais palpáveis, porém diminuídos em comparação ao membro inferior. Há fuligem ao redor da boca e no interior das narinas, além de ela apresentar rouquidão desde o momento do acidente. Sinais vitais: PA: 118 x 72 mmHg; FC: 128 bpm; FR: 28 irpm; SpO2: 92% em O2 por cateter nasal. Ele apresenta respiração ruidosa, com esforço evidente, e relata sensação de “aperto na garganta”. Não há outras lesões traumáticas evidentes. A equipe prepara acesso venoso periférico e mede pressão no compartimento do antebraço, encontrada discretamente elevada, porém sem sinais imediatos de síndrome compartimental instalada. A oximetria de pulso mostra oscilação entre 88% e 92%, sem melhora consistente com aumento do fluxo de oxigênio no cateter.
De acordo com o quadro descrito, qual é a intervenção prioritária nesse momento?
Alternativas
Q3855536 Medicina
Homem, 59 anos, hipertenso e obeso, procura o pronto atendimento após desenvolver dor intensa no pé direito há cerca de 24 horas. Ele relata que a dor começou de forma abrupta, durante a madrugada, a ponto de acordá-lo, e evoluiu rapidamente com aumento de volume no local e leve hiperemia. Está com dificuldade para caminhar e refere que até o toque do lençol causa desconforto importante. Há três semanas, iniciou tratamento com um diurético tiazídico para controle da pressão arterial. Há 1 dia, participou de um almoço com consumo maior de carne vermelha e bebidas alcoólicas. Não usa outros medicamentos e não tem história de trauma no pé. No exame físico, apresenta calor, edema e rubor importantes na região da articulação metatarsofalangeana do hálux direito, extremamente dolorosa à palpação. Temperatura corporal: 37,2 ºC; PA: 132 x 82 mmHg e não há linfangite ou ferida aparente. Ele consegue mover o pé, mas com dor exacerbada. Foram colhidos alguns exames na avaliação inicial: Leucócitos discretamente elevados; PCR moderadamente aumentada e ácido úrico: 8,9 mg/dL.
Considerando o quadro clínico, o momento atual e que não há contraindicações formais para nenhum medicamento, qual a conduta apropriada?
Alternativas
Q3855535 Medicina
Mulher de 54 anos, previamente saudável, procura o pronto atendimento após três dias de febre alta, calafrios intensos, prostração e queda acentuada do estado geral. Ela relata dor abdominal difusa, desde a manhã, e náuseas persistentes. Na admissão, Temperatura: 39,4 ºC; FC: 122 bpm; PA: 98 x 62 mmHg e perfusão periférica lenta. A respiração está acelerada, com 24 incursões por minuto. O exame físico mostra paciente bastante comprometida, com mucosas secas, sensibilidade abdominal difusa sem sinais de irritação peritoneal e ausculta pulmonar sem alterações relevantes. Não há rigidez de nuca nem sinais de foco evidente. A glicemia capilar é 114 mg/dL.
Além da coleta de culturas, a conduta inicial apropriada, nesse momento, é
Alternativas
Q3855534 Medicina
Uma mulher de 69 anos, hipertensa e com diagnóstico conhecido de doença renal crônica estágio 3, procura o pronto atendimento após dois dias de vômitos frequentes e redução importante do volume urinário. Refere que mal conseguiu se alimentar e manteve baixa ingestão de líquidos. Encontra-se sonolenta, com mucosas secas e PA: de 92 x 58 mmHg. Exame de triagem laboratorial: Creatinina: 3,1 mg/dL (prévia: 1,6 mg/dL); ureia elevada. Não há febre nem sinais de infecção.
Nesse contexto, é correto afirmar que a conduta inicial apropriada é
Alternativas
Q3855533 Medicina
Homem, 61 anos, com antecedente de insuficiência cardíaca e tabagismo, é encontrado caído no quintal de casa pela esposa. Ela relata que ele estava cortando madeira quando, subitamente, deixou cair as ferramentas e caiu de joelhos antes de desabar completamente. Ao chegar ao lado dele, percebeu que estava inconsciente e não respondia a estímulos. A equipe de atendimento pré-hospitalar chega em seis minutos. O paciente está inconsciente, sem movimentos respiratórios visíveis e sem pulso central palpável. A pele está fria e há episódios esparsos de respiração irregular e ofegante. O monitor cardíaco mostra ritmo irregular com complexos ventriculares desorganizados, variando de ondas rápidas a traçados de baixa amplitude. São iniciadas compressões torácicas de alta qualidade. Após cerca de dois minutos de RCP, o ritmo é reavaliado e permanece desorganizado, sem complexos identificáveis. A equipe dispõe de desfibrilador, acesso venoso periférico e materiais básicos para via aérea, além de adrenalina.
Diante desse cenário, qual a intervenção imediata apropriada?
Alternativas
Q3855532 Medicina
Um homem de 74 anos, hipertenso e coronariopata, é levado ao pronto atendimento após episódio de tontura intensa seguido de queda ao tentar levantar-se da cama pela manhã. A família relata que ele vinha se queixando de fadiga incomum, nos últimos dois dias, e que, na noite anterior, apresentou breve mal-estar indiscriminado, mas recusou atendimento. Ele usa betabloqueador e nitrato diariamente e nega mudanças recentes na dosagem. Na chegada, encontra-se pálido, com sudorese fria e ligeiramente confuso. PA: 82 x 58 mmHg e respiração regular. Não há sinais de trauma decorrente da queda. A ausculta cardíaca revela ritmo bradicárdico, sem sopros evidentes. Os pulsos são fracos, porém palpáveis, e a perfusão periférica está reduzida. A glicemia capilar está normal. Potássio: 4,2 mEq/L, colhido rapidamente na triagem. O paciente mantém-se hipotenso, apesar de reposição volêmica inicial com cristaloide. O eletrocardiograma a seguir foi solicitado:
Imagem associada para resolução da questão
Diante dos dados e da imagem apresentados, é correto afirmar que a intervenção inicial apropriada é 
Alternativas
Q3855531 Medicina
Uma mulher de 68 anos, portadora de insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida e doença pulmonar obstrutiva crônica avançada, é trazida ao pronto atendimento pela filha devido a perda progressiva de peso nos últimos três meses. Segundo a filha, a paciente “está minguando”, perdeu mais de 10 kg, no período, e tem comido muito pouco, afirmando sentir-se sem apetite e cansada até para mastigar. Ela refere fraqueza intensa ao se levantar da cama, episódios frequentes de tontura ao caminhar e incapacidade de realizar tarefas simples, como tomar banho sem ajuda. Nos últimos dias, passou a ficar grande parte do tempo na cama, despertando em geral prostrada. No exame físico, está muito emagrecida, com musculatura temporal visivelmente atrófica, clavículas proeminentes e perda de massa muscular em membros inferiores. PA: 96 x 62 mmHg; FC: 108 bpm; FR: 22 irpm e SpO2: 94% em repouso. A mucosa oral encontra-se seca, e há discreto edema maleolar bilateral. Está consciente, mas responde de forma lenta e monotônica. A filha relata que não há febre, diarreia ou vômitos. Não há sinais de processo infeccioso ativo no exame.
Considerando esse cenário, qual a conduta inicial apropriada?
Alternativas
Q3855530 Medicina
Uma jovem de 22 anos, previamente saudável, é avaliada no pronto atendimento após episódio de desmaio durante apresentação acadêmica. Ela relata que estava em pé há vários minutos, sentiu calor súbito, tontura, visão escurecida e náuseas antes de perder a consciência. Colegas afirmam que ela caiu lentamente, sem rigidez corporal ou movimentos anormais, e recuperou-se em cerca de 30 segundos, acordando pálida, mas orientada. No hospital, encontra-se afebril, hidratada e sem queixas. PA: 108 x 70 mmHg em repouso, com leve queda para 96 x 68 mmHg ao se levantar; FC: passa de 78 para 102 bpm na ortostase. Ausculta cardíaca e pulmonar normais. Ausência de déficit neurológico.Glicemia capilar normal. Relata que dormiu mal na noite anterior, não tomou café da manhã e estava bastante ansiosa com a apresentação. Não usa medicamentos e não há história familiar de morte súbita.
Com base no relato apresentado, é correto afirmar que a conduta apropriada, nesse momento, é
Alternativas
Q3855529 Medicina
Mulher, 36 anos, previamente hígida, é trazida ao pronto atendimento após apresentar um episódio súbito de perda de consciência enquanto conversava com colegas no trabalho. Testemunhas relatam que ela caiu da cadeira, apresentou rigidez generalizada, seguida de abalos tônico-clônicos, por aproximadamente dois minutos, com liberação de saliva espumosa e leve mordedura de língua. Após o evento, permaneceu confusa e sonolenta por cerca de 20 minutos. Na chegada ao hospital, encontra-se mais desperta, porém desorientada no tempo, e com cefaleia intensa. Nega uso de drogas recreativas ou novos medicamentos. Refere apenas uma infecção respiratória alta há cerca de uma semana. Na avaliação inicial: PA: 128 x 82 mmHg; FC: 104 bpm; temperatura: 37,8 ºC; glicemia capilar: 102 mg/dL. O exame neurológico mostra lentificação psicomotora e discreta dificuldade de nomeação, mas sem déficits motores localizados. Pupilas simétricas e reativas. Ausência de sinais meníngeos. Foram realizados alguns exames iniciais no pronto atendimento: Sódio: 132 mEq/L; Potássio: 4,3 mEq/L; Magnésio: 1,7 mg/dL; Hemograma sem alterações relevantes. A tomografia de crânio sem contraste não revelou hemorragia ou lesões expansivas. A paciente permanece estável, porém ainda com leve sonolência e sem novo episódio convulsivo.
Considerando o quadro e o momento atual do atendimento, qual é a próxima conduta apropriada?
Alternativas
Respostas
15361: D
15362: E
15363: B
15364: A
15365: C
15366: D
15367: A
15368: E
15369: D
15370: B
15371: E
15372: B
15373: C
15374: A
15375: E
15376: D
15377: A
15378: D
15379: C
15380: A