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Q3965786 Medicina
Durante uma visita domiciliar, a equipe de saúde identifica que uma gestante de 22 semanas, primigesta, relata não ter realizado nenhum exame laboratorial até o momento, apesar de já ter comparecido a duas consultas de pré-natal na Unidade Básica de Saúde.
Considerando as diretrizes nacionais vigentes, a conduta que deve ser priorizada pela equipe multiprofissional para garantir a integralidade da assistência é
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Q3965785 Medicina
Em um município brasileiro, gestores de saúde discutem a implementação de estratégias para prevenção do câncer de próstata na Atenção Primária à Saúde.
Considerando as diretrizes do Ministério da Saúde e o conceito ampliado de promoção da saúde, assinale a opção que apresenta a conduta mais adequada e alinhada às recomendações nacionais para rastreamento e prevenção desse agravo.
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Q3965778 Medicina
Durante uma sindicância administrativa, um membro do Ministério Público solicita ao médico assistente acesso irrestrito aos prontuários dos pacientes atendidos em uma unidade básica de saúde, alegando investigação de suposta fraude em atestados médicos.
O procedimento correto, segundo a legislação brasileira, nesse caso, é
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Q3965776 Medicina
Uma agente comunitária de saúde relata ao médico da família que uma gestante adolescente está evitando comparecer às consultas pré-natais devido ao medo de julgamento pela equipe.
Diante desse cenário, a conduta que reflete melhor os fundamentos éticos e humanísticos da Atenção Primária é
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Q3965775 Medicina
Durante consulta de rotina, um menino de 5 anos apresenta comportamento retraído, recusa alimentar recente e relato de pesadelos frequentes. Ao ser questionado separadamente, verbaliza medo de retornar para casa devido a “brigas” constantes entre os pais. Não há lesões físicas evidentes.
Considerando o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), a PNAISC e o papel do profissional de saúde na detecção de situações de violência, a conduta mais adequada é 
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Q3965767 Medicina
Um hospital privado recebe paciente com quadro clínico compatível com meningite bacteriana aguda. Após coleta de líquor e início de antibioticoterapia empírica, o laboratório confirma Neisseria meningitidis sorogrupo C.
Considerando as diretrizes nacionais sobre notificação compulsória e ações subsequentes, a conduta esperada do serviço de saúde é 
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Q3965760 Medicina
Em um hospital universitário, foi realizado um estudo para avaliar fatores associados à infecção hospitalar por Klebsiella pneumoniae multirresistente. Foram selecionados pacientes infectados (casos) e não infectados (controles), e posteriormente investigadas as possíveis exposições prévias, como uso de antibióticos e procedimentos invasivos.
Sobre esse delineamento, é correto afirmar que
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Q3965689 Medicina
Gestante de 33 anos, G3P1A1, encontra-se com gestação única na 20ª semana. História obstétrica revela um parto prematuro espontâneo prévio com 32 semanas, associado a trabalho de parto espontâneo. Na gestação atual, encontra-se assintomática. Ultrassonografia transvaginal mostra: comprimento cervical de 27 mm, colo fechado, sem dilatação. Não há sinais de infecção, sangramento transvaginal ou contrações uterinas.
A melhor estratégia para prevenção de novo parto prematuro nesse momento é 
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Q3965688 Medicina
Gestante de 35 anos, G2P1, com 39 semanas e 2 dias de gestação, em trabalho de parto ativo, sob analgesia peridural. Bolsa rota há 3 horas, líquido claro. Dilatação cervical de 6 cm, dinâmica uterina com 4–5 contrações em 10 minutos. Durante a monitorização intraparto, a cardiotocografia evidencia linha de base fetal: 150 bpm, variabilidade ausente, desacelerações tardias recorrentes, em mais de 50% das contrações e ausência de acelerações. Ao exame clínico materno: PA 120 × 80 mmHg, FC 88 bpm, afebril. Apresentação cefálica em plano +1.
A conduta mais adequada é 
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Q3965687 Medicina
Gestante de 30 anos, G2P1, com 32 semanas e 4 dias de gestação, em pré-natal regular, sem comorbidades conhecidas. Ultrassonografia obstétrica realizada por suspeita de baixo ganho ponderal materno evidencia: peso fetal estimado: percentil 6; circunferência abdominal: percentil 4; líquido amniótico normal; placenta grau II, posterior. A Dopplerfluxometria mostrou artéria umbilical com índice de pulsatilidade elevado, fluxo diastólico presente; artéria cerebral média: índice de pulsatilidade reduzido; relação cérebro-placentária (RCP): < percentil 5 e ducto venoso: onda “a” preservada. Cardiotocografia basal reativa.
A conduta mais adequada nesse momento é
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Q3965686 Medicina
Gestante de 36 anos, G3P2, com 34 semanas de gestação, procura atendimento na emergência obstétrica por sangramento transvaginal súbito, indolor, de moderada intensidade, iniciado há cerca de 1 hora. Nega contrações uterinas, dor abdominal ou trauma. Refere pré-natal regular.
Ao exame: PA: 120 × 80 mmHg, FC: 92 bpm, útero flácido, indolor. Altura uterina compatível com a idade gestacional. Ao exame obstétrico: toque vaginal não realizado. Ultrassonografia obstétrica recente (há 5 dias) demonstra placenta prévia centro-total, com feto único, vivo, em apresentação cefálica. Monitorização fetal atual mostra FCF normal e reativa.

A conduta mais adequada nesse momento é
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Q3965685 Medicina
Gestante de 32 anos, G2P1, com 38 semanas de gestação, dá entrada na maternidade com queixa de dor abdominal súbita e intensa, associada a sangramento vaginal escuro em pequena quantidade. Refere diminuição da movimentação fetal nas últimas horas. Nega trauma. Ao exame: PA: 140 × 90 mmHg, FC: 102 bpm, útero hipertônico e doloroso à palpação. Altura uterina compatível com a idade gestacional. Ao exame obstétrico: colo uterino com 4 cm de dilatação e bolsa íntegra. Monitorização fetal: batimentos cardíacos fetais com bradicardia e variabilidade mínima. Ultrassonografia sugere área retroplacentária compatível com descolamento. Feto único e vivo.
A conduta mais adequada nesse momento é
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Q3965684 Medicina
Primigesta de 27 anos, com 40 semanas de gestação, encontra-se em trabalho de parto sob analgesia peridural. Evoluiu para dilatação cervical completa há 3 horas, com dinâmica uterina adequada. Ao exame obstétrico no período expulsivo, observa-se: apresentação cefálica fletida, variedade de posição occipitotransversa direita (OTD), altura da apresentação em plano +3 de DeLee, batimentos cardíacos fetais normais. Peso fetal estimado: 3.200 g. Pelvimetria clínica adequada. A paciente é cooperativa, faz puxos espontâneos durante a contração, ainda que não haja evolução do período expulsivo.
Considerando que a paciente começa a dar sinais de exaustão, a conduta mais adequada é
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Q3965683 Medicina
Primigesta de 24 anos, em trabalho de parto ativo, evolução satisfatória da dilatação cervical e dinâmica uterina adequada. Ao toque vaginal, observa-se apresentação cefálica com mento apoiado no manúbrio esternal, variedade de posição occipitoanterior. O plano do estreito médio é ultrapassado com a sutura sagital desviada posteriormente, aproximando-se do promontório.
A adaptação da cabeça fetal ao trajeto pélvico que explica o achado descrito é 
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Q3965682 Medicina
Multigesta de 28 anos, G3P2, com 39 semanas e 2 dias de gestação, em trabalho de parto espontâneo, sem comorbidades. Bolsa rota espontaneamente há 6 horas, líquido claro com grumos. Refere 2 contrações em 10 minutos, durante 30 segundos. Não realizou analgesia. Ao exame obstétrico: dilatação cervical: 7 cm, apagamento: 90%, apresentação cefálica em plano +1, variedade de posição occipitoanterior, contrações uterinas: 2 em 10 minutos, batimentos cardíacos fetais normais, boa variabilidade. Peso fetal estimado: 3.300 g. Pelvimetria clínica adequada. Partograma mostra lentificação da progressão da dilatação, sem ultrapassar a linha de ação.
A conduta mais adequada nesse momento é
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Q3965681 Medicina
Primigesta de 26 anos, 39 semanas e 4 dias de gestação, em trabalho de parto espontâneo, sem comorbidades. Bolsa rota espontaneamente há 14 horas, líquido tinto de mecônio. Analgesia peridural instalada há 4 horas. Partograma mostra: dilatação completa há 4 horas, contrações uterinas 5–6 em 10 minutos, altura da apresentação estacionada em plano 0 há 3 horas, variedade de posição occipitoanterior, batimentos cardíacos fetais com diminuição da variabilidade. Peso fetal estimado: 4.500 g. Pelvimetria clínica sem alterações evidentes.
A conduta mais adequada nesse momento é 
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Q3965680 Medicina
Gestante de 31 anos, G2P1, com 28 semanas de gestação, sem comorbidades prévias, realizou teste oral de tolerância à glicose (TOTG 75 g) com os seguintes resultados: jejum: 104 mg/dL, 1 hora: 198 mg/dL, 2 horas: 162 mg/dL. Foi diagnosticado diabetes mellitus gestacional e orientada a iniciar dieta. Após duas semanas de acompanhamento, apresenta registros glicêmicos domiciliares: glicemias de jejum entre 102–108 mg/dL e glicemias pós-prandiais de 1h entre 145–160 mg/dL. Ultrassonografia obstétrica mostra feto único, peso estimado no percentil 70, líquido amniótico normal.
A conduta padrão-ouro nesse momento é
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Q3965679 Medicina
Gestante de 29 anos, G1P0, com 34 semanas de gestação, previamente hígida, procura emergência por cefaleia intensa de início súbito, associada a náuseas, turvação visual e episódio de confusão mental transitória nas últimas horas. Refere também um episódio breve de escotomas cintilantes. Nega trauma, febre ou uso de drogas ilícitas.
Ao exame: PA: 150 × 109 mmHg, confirmada após repouso; FC: 96 bpm; FR: 18 irpm; Glasgow 14 (desorientação temporoespacial leve); sem déficits motores focais. Exames laboratoriais iniciais: glicemia capilar: 60 mg/dL, eletrólitos: normais, relação proteinúria/creatininúria de 0,8. Ressonância magnética de encéfalo evidencia áreas de hipersinal em T2/FLAIR, bilaterais e simétricas, predominando nas regiões parietooccipitais, com padrão compatível com edema vasogênico.
O diagnóstico mais provável é 
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Q3965678 Medicina
Gestante de 34 anos, G2P1, com 37 semanas e 1 dia de gestação, previamente hígida, comparece à maternidade por cefaleia leve e mal-estar. Nega escotomas, epigastralgia intensa ou dispneia. Movimentos fetais presentes.
Ao exame: PA: 150 × 112 mmHg, confirmada após 15 minutos de repouso, FC: 88 bpm, FR: 18 irpm. Sistema respiratório normal. Exames laboratoriais: plaquetas: 92.000/mm³; AST: 86 U/L; ALT: 91 U/L; Creatinina: 1,3 mg/dL; Proteinúria: 3+ em fita; CTG: reativo. Ultrassonografia fetal: feto único, crescimento adequado, líquido amniótico normal.

A conduta mais adequada é 
Alternativas
Q3965677 Medicina
Gestante de 29 anos, G3P2, com 24 semanas de gestação, moradora de rua, procura atendimento com tosse produtiva há 2 meses, emagrecimento, sudorese noturna e febre vespertina. Refere diagnóstico prévio de tuberculose pulmonar há 8 meses, tendo iniciado tratamento, porém abandonou o esquema após 2 meses. Não realizou seguimento.
Na avaliação atual, baciloscopia de escarro é positiva (++) e o teste molecular rápido para tuberculose detecta resistência à rifampicina. Radiografia de tórax compatível com TB ativa. A paciente encontra-se clinicamente estável, sem sinais de insuficiência respiratória. Sorologia para HIV negativa.
A conduta mais adequada é
Alternativas
Respostas
13861: A
13862: A
13863: D
13864: B
13865: D
13866: A
13867: B
13868: B
13869: E
13870: A
13871: B
13872: E
13873: C
13874: A
13875: B
13876: E
13877: E
13878: D
13879: D
13880: D