Questões de Concurso Para desenho

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Ano: 2011 Banca: FCC Órgão: INFRAERO Prova: FCC - 2011 - INFRAERO - Desenhista Projetista |
Q2960365 Português

A substituição do elemento grifado pelo pronome correspondente, com os necessários ajustes, foi realizada de modo INCORRETO em:

Alternativas
Ano: 2011 Banca: FCC Órgão: INFRAERO Prova: FCC - 2011 - INFRAERO - Desenhista Projetista |
Q2960364 Português

A afirmação do procurador de Áquila, Fábio Picuti, de que os especialistas, mesmo que não pudessem prever exatamente quando o terremoto poderia ocorrer, deveriam ter apresentado as incertezas científicas mais abertamente

Alternativas
Ano: 2011 Banca: FCC Órgão: INFRAERO Prova: FCC - 2011 - INFRAERO - Desenhista Projetista |
Q2960360 Português
Como a maioria dos conceitos novos, a ideia de que um cérebro adulto − animal ou humano − pudesse de fato gerar novos neurônios teve um mau começo, constituindo um excelente exemplo de como a ciência avança aos solavancos, na melhor das hipóteses. Até recentemente, a maioria dos neurocientistas não tinham se afastado das conclusões extraídas em 1931 por Santiago Ramón y Cajal, ganhador do Prêmio Nobel, que escreveu, com toda a confiança: “No cérebro adulto, as vias neuronais são fixas e imutáveis. Tudo pode morrer; nada pode ser regenerado.” Era uma ideia que parecia fazer sentido. Mas estava errada.
Agora sabemos que novos neurônios − que são células-tronco, a versão mais primitiva e versátil das células − são primordialmente produzidos em uma área minúscula do hipocampo chamada giro denteado. Sabemos que metade das novas células morrem. E sabemos que elas são produzidas de diversas maneiras. Obtemos novos neurônios quando nos concentramos em tarefas extremamente complexas, ou até quando nos concentramos em uma meta específica. E sabemos que os exercícios − praticamente qualquer coisa que acelere os batimentos cardíacos e o fluxo sanguíneo − levam a uma pequena explosão de natalidade desses neurônios.
s detalhes ainda estão sendo examinados, mas alguns neurocientistas estão convencidos de que o exercício produz novos neurônios de maneira bastante direta. Quando se contraem, os músculos produzem fatores de crescimento. Normalmente, essas moléculas de fatores de crescimento são grandes demais para atravessar a barreira sangue-cérebro, mas, por razões ainda desconhecidas, o exercício torna essa barreira mais porosa, permitindo que tais fatores de crescimento, aos quais já houve quem se referisse como o “fertilizante milagroso” do cérebro, atravessem a barreira e ajudem a estimular os neurônios. Demonstrou-se que o mesmo acontece com a serotonina, que é aumentada no cérebro pelo exercício e também estimula o crescimento de novos neurônios.

(Adaptado de Barbara Strauch. O melhor cérebro de sua vida. Trad. Vera Ribeiro. Rio de Janeiro, Zahar, 2011, pp. 151-157)   

Neurologistas têm se dedicado ...... investigar o que muda no cérebro ...... medida que envelhecemos; segundo alguns estudos, a aptidão da memória para resgatar informações abstratas diminui, enquanto a propensão ...... divagar aumenta. Preenchem corretamente as lacunas da frase acima, respectivamente:

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Ano: 2011 Banca: FCC Órgão: INFRAERO Prova: FCC - 2011 - INFRAERO - Desenhista Projetista |
Q2960358 Português
Como a maioria dos conceitos novos, a ideia de que um cérebro adulto − animal ou humano − pudesse de fato gerar novos neurônios teve um mau começo, constituindo um excelente exemplo de como a ciência avança aos solavancos, na melhor das hipóteses. Até recentemente, a maioria dos neurocientistas não tinham se afastado das conclusões extraídas em 1931 por Santiago Ramón y Cajal, ganhador do Prêmio Nobel, que escreveu, com toda a confiança: “No cérebro adulto, as vias neuronais são fixas e imutáveis. Tudo pode morrer; nada pode ser regenerado.” Era uma ideia que parecia fazer sentido. Mas estava errada.
Agora sabemos que novos neurônios − que são células-tronco, a versão mais primitiva e versátil das células − são primordialmente produzidos em uma área minúscula do hipocampo chamada giro denteado. Sabemos que metade das novas células morrem. E sabemos que elas são produzidas de diversas maneiras. Obtemos novos neurônios quando nos concentramos em tarefas extremamente complexas, ou até quando nos concentramos em uma meta específica. E sabemos que os exercícios − praticamente qualquer coisa que acelere os batimentos cardíacos e o fluxo sanguíneo − levam a uma pequena explosão de natalidade desses neurônios.
s detalhes ainda estão sendo examinados, mas alguns neurocientistas estão convencidos de que o exercício produz novos neurônios de maneira bastante direta. Quando se contraem, os músculos produzem fatores de crescimento. Normalmente, essas moléculas de fatores de crescimento são grandes demais para atravessar a barreira sangue-cérebro, mas, por razões ainda desconhecidas, o exercício torna essa barreira mais porosa, permitindo que tais fatores de crescimento, aos quais já houve quem se referisse como o “fertilizante milagroso” do cérebro, atravessem a barreira e ajudem a estimular os neurônios. Demonstrou-se que o mesmo acontece com a serotonina, que é aumentada no cérebro pelo exercício e também estimula o crescimento de novos neurônios.

(Adaptado de Barbara Strauch. O melhor cérebro de sua vida. Trad. Vera Ribeiro. Rio de Janeiro, Zahar, 2011, pp. 151-157)   

Obtemos novos neurônios quando nos concentramos em tarefas extremamente complexas, ou até quando nos concentramos em uma meta específica. (2o parágrafo) Mantendo-se a correção quanto às regras de concordância e, em linhas gerais, o sentido original, a frase acima está corretamente reescrita em:

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Ano: 2011 Banca: FCC Órgão: INFRAERO Prova: FCC - 2011 - INFRAERO - Desenhista Projetista |
Q2960356 Português
Como a maioria dos conceitos novos, a ideia de que um cérebro adulto − animal ou humano − pudesse de fato gerar novos neurônios teve um mau começo, constituindo um excelente exemplo de como a ciência avança aos solavancos, na melhor das hipóteses. Até recentemente, a maioria dos neurocientistas não tinham se afastado das conclusões extraídas em 1931 por Santiago Ramón y Cajal, ganhador do Prêmio Nobel, que escreveu, com toda a confiança: “No cérebro adulto, as vias neuronais são fixas e imutáveis. Tudo pode morrer; nada pode ser regenerado.” Era uma ideia que parecia fazer sentido. Mas estava errada.
Agora sabemos que novos neurônios − que são células-tronco, a versão mais primitiva e versátil das células − são primordialmente produzidos em uma área minúscula do hipocampo chamada giro denteado. Sabemos que metade das novas células morrem. E sabemos que elas são produzidas de diversas maneiras. Obtemos novos neurônios quando nos concentramos em tarefas extremamente complexas, ou até quando nos concentramos em uma meta específica. E sabemos que os exercícios − praticamente qualquer coisa que acelere os batimentos cardíacos e o fluxo sanguíneo − levam a uma pequena explosão de natalidade desses neurônios.
s detalhes ainda estão sendo examinados, mas alguns neurocientistas estão convencidos de que o exercício produz novos neurônios de maneira bastante direta. Quando se contraem, os músculos produzem fatores de crescimento. Normalmente, essas moléculas de fatores de crescimento são grandes demais para atravessar a barreira sangue-cérebro, mas, por razões ainda desconhecidas, o exercício torna essa barreira mais porosa, permitindo que tais fatores de crescimento, aos quais já houve quem se referisse como o “fertilizante milagroso” do cérebro, atravessem a barreira e ajudem a estimular os neurônios. Demonstrou-se que o mesmo acontece com a serotonina, que é aumentada no cérebro pelo exercício e também estimula o crescimento de novos neurônios.

(Adaptado de Barbara Strauch. O melhor cérebro de sua vida. Trad. Vera Ribeiro. Rio de Janeiro, Zahar, 2011, pp. 151-157)   

... qualquer coisa que acelere os batimentos cardíacos ... (2o parágrafo) O verbo que se encontra flexionado nos mesmos tempo e modo do grifado acima está em:

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Ano: 2011 Banca: FCC Órgão: INFRAERO Prova: FCC - 2011 - INFRAERO - Desenhista Projetista |
Q2960354 Português
Como a maioria dos conceitos novos, a ideia de que um cérebro adulto − animal ou humano − pudesse de fato gerar novos neurônios teve um mau começo, constituindo um excelente exemplo de como a ciência avança aos solavancos, na melhor das hipóteses. Até recentemente, a maioria dos neurocientistas não tinham se afastado das conclusões extraídas em 1931 por Santiago Ramón y Cajal, ganhador do Prêmio Nobel, que escreveu, com toda a confiança: “No cérebro adulto, as vias neuronais são fixas e imutáveis. Tudo pode morrer; nada pode ser regenerado.” Era uma ideia que parecia fazer sentido. Mas estava errada.
Agora sabemos que novos neurônios − que são células-tronco, a versão mais primitiva e versátil das células − são primordialmente produzidos em uma área minúscula do hipocampo chamada giro denteado. Sabemos que metade das novas células morrem. E sabemos que elas são produzidas de diversas maneiras. Obtemos novos neurônios quando nos concentramos em tarefas extremamente complexas, ou até quando nos concentramos em uma meta específica. E sabemos que os exercícios − praticamente qualquer coisa que acelere os batimentos cardíacos e o fluxo sanguíneo − levam a uma pequena explosão de natalidade desses neurônios.
s detalhes ainda estão sendo examinados, mas alguns neurocientistas estão convencidos de que o exercício produz novos neurônios de maneira bastante direta. Quando se contraem, os músculos produzem fatores de crescimento. Normalmente, essas moléculas de fatores de crescimento são grandes demais para atravessar a barreira sangue-cérebro, mas, por razões ainda desconhecidas, o exercício torna essa barreira mais porosa, permitindo que tais fatores de crescimento, aos quais já houve quem se referisse como o “fertilizante milagroso” do cérebro, atravessem a barreira e ajudem a estimular os neurônios. Demonstrou-se que o mesmo acontece com a serotonina, que é aumentada no cérebro pelo exercício e também estimula o crescimento de novos neurônios.

(Adaptado de Barbara Strauch. O melhor cérebro de sua vida. Trad. Vera Ribeiro. Rio de Janeiro, Zahar, 2011, pp. 151-157)   

O verbo que também poderia estar flexionado no singular, sem prejuízo para a correção e a lógica do segmento, está grifado em:

Alternativas
Ano: 2011 Banca: FCC Órgão: INFRAERO Prova: FCC - 2011 - INFRAERO - Desenhista Projetista |
Q2960351 Português
Como a maioria dos conceitos novos, a ideia de que um cérebro adulto − animal ou humano − pudesse de fato gerar novos neurônios teve um mau começo, constituindo um excelente exemplo de como a ciência avança aos solavancos, na melhor das hipóteses. Até recentemente, a maioria dos neurocientistas não tinham se afastado das conclusões extraídas em 1931 por Santiago Ramón y Cajal, ganhador do Prêmio Nobel, que escreveu, com toda a confiança: “No cérebro adulto, as vias neuronais são fixas e imutáveis. Tudo pode morrer; nada pode ser regenerado.” Era uma ideia que parecia fazer sentido. Mas estava errada.
Agora sabemos que novos neurônios − que são células-tronco, a versão mais primitiva e versátil das células − são primordialmente produzidos em uma área minúscula do hipocampo chamada giro denteado. Sabemos que metade das novas células morrem. E sabemos que elas são produzidas de diversas maneiras. Obtemos novos neurônios quando nos concentramos em tarefas extremamente complexas, ou até quando nos concentramos em uma meta específica. E sabemos que os exercícios − praticamente qualquer coisa que acelere os batimentos cardíacos e o fluxo sanguíneo − levam a uma pequena explosão de natalidade desses neurônios.
s detalhes ainda estão sendo examinados, mas alguns neurocientistas estão convencidos de que o exercício produz novos neurônios de maneira bastante direta. Quando se contraem, os músculos produzem fatores de crescimento. Normalmente, essas moléculas de fatores de crescimento são grandes demais para atravessar a barreira sangue-cérebro, mas, por razões ainda desconhecidas, o exercício torna essa barreira mais porosa, permitindo que tais fatores de crescimento, aos quais já houve quem se referisse como o “fertilizante milagroso” do cérebro, atravessem a barreira e ajudem a estimular os neurônios. Demonstrou-se que o mesmo acontece com a serotonina, que é aumentada no cérebro pelo exercício e também estimula o crescimento de novos neurônios.

(Adaptado de Barbara Strauch. O melhor cérebro de sua vida. Trad. Vera Ribeiro. Rio de Janeiro, Zahar, 2011, pp. 151-157)   

Observe atentamente as afirmativas abaixo:



I. Até recentemente, a maioria dos neurocientistas não tinham se afastado das conclusões extraídas em 1931... (1o parágrafo)


Uma redação alternativa para a frase acima, mantendo-se a correção e a lógica, é: Até recentemente, a maioria dos neurocientistas não se afastara das conclusões extraídas em 1931...


II. E sabemos que os exercícios − praticamente qualquer coisa que acelere os batimentos cardíacos e o fluxo sanguíneo − levam a uma pequena explosão de natalidade desses neurônios. (2o parágrafo)


Os travessões da frase acima poderiam ser substituídos por parênteses, sem prejuízo para a correção e a lógica.


III. ... aos quais já houve quem se referisse como o “fertilizante milagroso” do cérebro... (3o parágrafo)


O verbo grifado acima poderia ser substituído por aludisse, sem qualquer outra alteração na frase e sem prejuízo para a correção e a lógica.



Está correto o que se afirma em

Alternativas
Ano: 2011 Banca: FCC Órgão: INFRAERO Prova: FCC - 2011 - INFRAERO - Desenhista Projetista |
Q2960349 Português

Os estoques finais projetados para os três produtos são maiores do que os do ano anterior. (2o parágrafo)


O pronome grifado na frase acima substitui, considerando-se o contexto, a expressão

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Ano: 2011 Banca: FCC Órgão: INFRAERO Prova: FCC - 2011 - INFRAERO - Desenhista Projetista |
Q2960346 Português

[A boa temporada agrícola] contribuirá para atenuar as pressões inflacionárias, provenientes principalmente do exterior e reforçadas no mercado interno pela demanda, ainda forte, apesar de alguma desaceleração da economia. (2o parágrafo) O segmento acima está reproduzido com outras palavras, mantendo-se a lógica, a correção e, em linhas gerais, o sentido original, em: A boa temporada agrícola

Alternativas
Ano: 2011 Banca: FCC Órgão: INFRAERO Prova: FCC - 2011 - INFRAERO - Desenhista Projetista |
Q2960345 Português

A afirmativa que retoma a ideia central do texto é:

Alternativas
Ano: 2011 Banca: FCC Órgão: INFRAERO Prova: FCC - 2011 - INFRAERO - Desenhista Projetista |
Q2960343 Português

A opinião inicial de que a safra de grãos no país é especialmente bem-vinda

Alternativas
Ano: 2011 Banca: FCC Órgão: INFRAERO Prova: FCC - 2011 - INFRAERO - Desenhista Projetista |
Q2959590 Português

De acordo com o texto, a perspectiva de uma nova safra recorde

Alternativas
Q2920333 Desenho Industrial

Os cortes são ferramentas do desenho técnico que têm a função de:

Alternativas
Q2900179 Desenho Industrial

Os projetos de estruturas, conforme o manual de apresentação e representação gráfica de desenho em CAD da CASAN, no model space (em centímetros) devem ser desenhados na escala:

Alternativas
Q2900159 Desenho Industrial

Assinale a alternativa que indica o comando que seleciona todas as entidades que tocam os lados do poligono de seleção, bem como as entidades englobadas por esse polígono.

Alternativas
Q2900155 Desenho Industrial

Qual dos comandos do AutoCAD dá um zoom em todo desenho independente do drawing limits?

Alternativas
Q2900150 Desenho Industrial

A perspectiva isométrica é classificada como uma perspectiva:

Alternativas
Q2900148 Desenho Industrial

Toda figura plana, paralela a um plano de projeção, projeta-se em VG sobre esse plano na projeção quando esta for:

Alternativas
Ano: 2011 Banca: NC-UFPR Órgão: COPEL
Q1186802 Desenho Técnico
Sobre as projeções ortográficas de um segmento de reta AB sobre um plano, é correto afirmar: 
Alternativas
Ano: 2011 Banca: NC-UFPR Órgão: COPEL
Q1186530 Desenho Técnico
Em relação às vistas ortográficas, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Respostas
561: B
562: E
563: B
564: D
565: A
566: C
567: C
568: A
569: D
570: E
571: B
572: D
573: E
574: A
575: E
576: B
577: D
578: E
579: C
580: D