Questões de Concurso Para comunicação social

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Q2718249 Comunicação Social

De acordo com a Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ), o jornalista, pautado pelo Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros, não pode:

a) Submeter-se a diretrizes contrárias à precisa apuração os acontecimentos e à correta divulgação da informação.

b) Publicar as manifestações de opiniões divergentes ou o livre debate de ideias.

c) Expor pessoas ameaçadas, exploradas ou sob risco de vida, sendo permitida sua identificação, mesmo que parcial, pela voz, traços físicos, indicação de locais de trabalho ou residência, ou quaisquer outros sinais.

d) Usar o jornalismo para incitar a violência, a intolerância, o arbítrio e o crime.

e) Realizar cobertura jornalística por meio de comunicação em que trabalha sobre organizações públicas, privadas ou não-governamentais, da qual seja assessor, empregado, prestador de serviço ou proprietário, nem utilizar o referido veiculo para defender os interesses dessas instituições ou de autoridades a elas relacionadas.

Estão CORRETAS as seguintes afirmações:

Alternativas
Q2718247 Comunicação Social

O termo indústria cultural, amplamente difundido na atualidade, foi criado por Theodor Adorno e Max Horkheimer na obra Dialética do Esclarecimento, publicada em 1947. Sobre o termo, é CORRETO afirmar:

Alternativas
Q2718245 Comunicação Social

Planejar o gerenciamento da comunicação de uma organização é importante porque:

a) determina as necessidades de informação das partes interessadas no projeto e define uma abordagem de comunicaçã.

b) ajuda a organização quando em momentos de crise.

c) conecta as diversas partes da organização, consequentemente, gera confiança, entusiamo e sentido de equipe.

d) auxilia no alinhamento entre os membros da organização, facilitando a produção de documentação resumida e eficaz, gerando menor taxa de entropia.

Assinale a alternative CORRETA:

Alternativas
Q2718244 Comunicação Social

A internet traz a possibilidade de leitura não linear; o internauta organiza a sua própria leitura, seguindo os links que despertam seu interesse. Essa quebra na leitura é um dos argumentos dos críticos que defendem a extinção da pirâmide invertida no meio digital. Canavilhas ( 2006) rejeita o uso da pirâmide invertida e sugere o uso da pirâmide horizontal. Assinale a opção correta:

Alternativas
Q2718243 Comunicação Social

Diante da velocidade da informação na comunicação em rede, o jornalista precisa ser dinâmico para informar de maneira eficaz, fazendo com que tenha mulplicidade de habilidades. Assinale a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q2718211 Português

Texto para as questões de 1 a 3:

A vida e as estações

Eu queria que a vida fosse dividida em quatro estágios, mas que não acabasse nunca.

A infância é como a primavera. É pura novidade e um calor que não sufoca nem faz pensar bobagens. Tem uma inocência quase cafona, uma singeleza clássica, e traz no íntimo a certeza de que pela frente vem coisa boa. A gente quer que passe logo, mas sabe que nunca mais será tão protegido, a mordomia não será eterna. É quando as coisas acontecem pela primeira vez, é quando num arbusto verde vemos surgir alguns vermelhos, é surpresa, a primeira de uma série.

A adolescência é como o verão. Quente, petulante, libidinosa.

Parece que não vai haver tempo para fazer tudo o que se quer e o que se teme. É musical e fotogênica. Dúvidas, dúvidas, dúvidas em frente ao mar. Mergulha-se no profundo e no raso. Pouca roupa, pouca bagagem. Curiosidade. Vontade que dure para sempre, certeza de que passa.

Noção do corpo. Festas e religião. Amor e fé.

A maturidade é como o outono. Um longo e instável outono,

que alterna dias quentes e frios, que nos emociona e nos gripa. Há mais beleza e o ar é mais seco, porém é quando se colhem os melhores abraços. Ficar sozinho passa a não ser tão aterrorizante. Fugimos para a praia, fugimos para a serra, as ideias aprendem a se movimentar, a fazer a mala rápido, a trocar de rota se o desejo se impuser, e não é preciso consultar o pai e a mãe antes de errar. É o outono que tentamos conservar.

O inverno é como a velhice. Tem sua beleza igualmente, exige lã, bolsa de água quente, termômetro e uma janela bem vedada. O que não queremos que entre? Maus presságios. O inverno é frio como despedida de um grande amor, mas sabemos que tudo voltará a ser ameno. Queremos que passe, temos medo que termine. Ficar sozinho volta a ser aterrorizante. O inverno é branco, é cinza, é prata. É grisalho. E, de repente, também passa.

Eu queria que tudo fosse verdade, que a vida fosse assim dividida em quatro estágios que mais parecem estações do ano, mas que não acabasse, que depois do inverno viesse outra primavera, e outro verão, e outro outono, que nunca são iguais, mas sempre se repetem, sempre voltam, são tão certos quanto o sol e a lua, todo dia, toda noite.

Eu queria.

Martha Medeiros

No parágrafo em que fala sobre a velhice, Martha Medeiros declara: “O inverno é como a velhice. (...) é frio como despedida de um grande amor (...). O inverno é branco, é cinza, é prata. É grisalho. E, de repente, também passa”.

Considerando esse contexto, é possível perceber que a autora suaviza as características da velhice no tom poético do inverno. Isso confirma que o parágrafo em questão é marcado por uma figura de linguagem, denominada:

Alternativas
Q2718200 Português

Texto para as questões de 1 a 3:

A vida e as estações

Eu queria que a vida fosse dividida em quatro estágios, mas que não acabasse nunca.

A infância é como a primavera. É pura novidade e um calor que não sufoca nem faz pensar bobagens. Tem uma inocência quase cafona, uma singeleza clássica, e traz no íntimo a certeza de que pela frente vem coisa boa. A gente quer que passe logo, mas sabe que nunca mais será tão protegido, a mordomia não será eterna. É quando as coisas acontecem pela primeira vez, é quando num arbusto verde vemos surgir alguns vermelhos, é surpresa, a primeira de uma série.

A adolescência é como o verão. Quente, petulante, libidinosa.

Parece que não vai haver tempo para fazer tudo o que se quer e o que se teme. É musical e fotogênica. Dúvidas, dúvidas, dúvidas em frente ao mar. Mergulha-se no profundo e no raso. Pouca roupa, pouca bagagem. Curiosidade. Vontade que dure para sempre, certeza de que passa.

Noção do corpo. Festas e religião. Amor e fé.

A maturidade é como o outono. Um longo e instável outono,

que alterna dias quentes e frios, que nos emociona e nos gripa. Há mais beleza e o ar é mais seco, porém é quando se colhem os melhores abraços. Ficar sozinho passa a não ser tão aterrorizante. Fugimos para a praia, fugimos para a serra, as ideias aprendem a se movimentar, a fazer a mala rápido, a trocar de rota se o desejo se impuser, e não é preciso consultar o pai e a mãe antes de errar. É o outono que tentamos conservar.

O inverno é como a velhice. Tem sua beleza igualmente, exige lã, bolsa de água quente, termômetro e uma janela bem vedada. O que não queremos que entre? Maus presságios. O inverno é frio como despedida de um grande amor, mas sabemos que tudo voltará a ser ameno. Queremos que passe, temos medo que termine. Ficar sozinho volta a ser aterrorizante. O inverno é branco, é cinza, é prata. É grisalho. E, de repente, também passa.

Eu queria que tudo fosse verdade, que a vida fosse assim dividida em quatro estágios que mais parecem estações do ano, mas que não acabasse, que depois do inverno viesse outra primavera, e outro verão, e outro outono, que nunca são iguais, mas sempre se repetem, sempre voltam, são tão certos quanto o sol e a lua, todo dia, toda noite.

Eu queria.

Martha Medeiros

Em: “A maturidade é como o outono”, registra-se a presença de uma figura de linguagem que também se repete em outras passagens do texto. O nome dessa figura de linguagem é:

Alternativas
Q2718060 Português

Texto para as questões de 1 a 3:

A vida e as estações

Eu queria que a vida fosse dividida em quatro estágios, mas que não acabasse nunca.

A infância é como a primavera. É pura novidade e um calor que não sufoca nem faz pensar bobagens. Tem uma inocência quase cafona, uma singeleza clássica, e traz no íntimo a certeza de que pela frente vem coisa boa. A gente quer que passe logo, mas sabe que nunca mais será tão protegido, a mordomia não será eterna. É quando as coisas acontecem pela primeira vez, é quando num arbusto verde vemos surgir alguns vermelhos, é surpresa, a primeira de uma série.

A adolescência é como o verão. Quente, petulante, libidinosa.

Parece que não vai haver tempo para fazer tudo o que se quer e o que se teme. É musical e fotogênica. Dúvidas, dúvidas, dúvidas em frente ao mar. Mergulha-se no profundo e no raso. Pouca roupa, pouca bagagem. Curiosidade. Vontade que dure para sempre, certeza de que passa.

Noção do corpo. Festas e religião. Amor e fé.

A maturidade é como o outono. Um longo e instável outono,

que alterna dias quentes e frios, que nos emociona e nos gripa. Há mais beleza e o ar é mais seco, porém é quando se colhem os melhores abraços. Ficar sozinho passa a não ser tão aterrorizante. Fugimos para a praia, fugimos para a serra, as ideias aprendem a se movimentar, a fazer a mala rápido, a trocar de rota se o desejo se impuser, e não é preciso consultar o pai e a mãe antes de errar. É o outono que tentamos conservar.

O inverno é como a velhice. Tem sua beleza igualmente, exige lã, bolsa de água quente, termômetro e uma janela bem vedada. O que não queremos que entre? Maus presságios. O inverno é frio como despedida de um grande amor, mas sabemos que tudo voltará a ser ameno. Queremos que passe, temos medo que termine. Ficar sozinho volta a ser aterrorizante. O inverno é branco, é cinza, é prata. É grisalho. E, de repente, também passa.

Eu queria que tudo fosse verdade, que a vida fosse assim dividida em quatro estágios que mais parecem estações do ano, mas que não acabasse, que depois do inverno viesse outra primavera, e outro verão, e outro outono, que nunca são iguais, mas sempre se repetem, sempre voltam, são tão certos quanto o sol e a lua, todo dia, toda noite.

Eu queria.

Martha Medeiros

Sabendo que as funções da linguagem revelam a intenção da autora para com os propósitos do texto, podemos afirmar que, neste caso, a função predominante é:

Alternativas
Q2052875 Relações Públicas
A Etiqueta é muito importante para as relações interpessoais dos indivíduos nas corporações e na sociedade. Ela é considerada como conjunto de padrões e regras que devem ser seguidas.
De acordo com as Normas de Etiqueta Empresarial, exigidas para o Secretário Executivo, é CORRETO afirmar que 
Alternativas
Q1631067 Relações Públicas
Organizar um evento exige do profissional de secretariado uma especialização técnica fundamentada em um eficiente sistema de planejamento, organização, execução e controle. Desta forma, na fase de planejamento há algumas atividades que são direcionadas especificamente ao profissional de secretariado. São elas:
I - ser o responsável por captar todos os recursos para o evento. II - auxiliar no processo de inscrições dos participantes do evento. III - preparar conjuntos de materiais para distribuição dos participantes.
Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q1631041 Comunicação Social
Sobre a redação textual para o rádio, analise as afirmativas verdadeiras e falsas:

( ) Quem escreve um texto radiofônico, escreve como qualquer outro meio de comunicação, o que não impede a possibilidade de improviso na locução.
( ) Todo o redator deve ler seu texto em voz alta para testar a sonoridade do discurso, descobrindo possíveis erros de concordância, cacofonias, aliterações, repetições e rimas.
( ) O ouvinte não tem uma segunda chance para compreender a mensagem, logo é preciso deixar de lado palavras difíceis, evitando palavras técnicas e estrangeirismos.
( ) O texto do rádio pode ser simples e incisivo, mas necessita de explicação ampliada sem arredondar numéricos ou quantidades.
( ) Recomenda-se o uso de frases em ordem direta (sujeito, verbo e predicado) e quando não houver um sinônimo adequado, deve-se repetir a palavra.

A sequência correta de cima para baixo é:
Alternativas
Q1631040 Jornalismo
Luiz Artur Ferraretto destaca que o âncora é um “comunicador que transita pelos gêneros informativo, interpretativo, opinativo, utilitário e diversional. No entanto, tal movimento na apresentação de fatos, serviços e posicionamentos pode não ser percebido com nitidez pelos ouvintes”. (In: FERRARETTO, Luiz Artur. O papel do âncora no radiojornalismo: uma reflexão necessária. 14° Encontro Nacional de Pesquisadores em Jornalismo, Palhoça-SC, 2016).

Assinale a alternativa INCORRETA sobre a postura do âncora no rádio:
Alternativas
Q1631039 Jornalismo
Sobre os formatos no radiojornalismo, como entrevista, nota, notícia, reportagem, comentário e debate, analise as afirmativas:

I - A entrevista acontece quando um determinado indivíduo que já possui uma presença rotineira no dia a dia da emissora emite suas opiniões na programação.
II - A nota é definida como um relato sucinto, nem sempre inconcluso e que, na grande maioria das vezes, é precedido de uma notícia, entrevista ou outra informação.
III - As notas podem ser redigidas com um tempo entre quarenta segundos até cinco minutos de duração, com a inserção de sonoras e offs do repórter.
IV - O boletim é um pequeno informativo, com no máximo cinco minutos de duração e distribuído ao longo da programação jornalística.


Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q1631038 Jornalismo
Segundo André Barbosa Filho, o radiojornal é um “Formato que congrega e produz outros formatos jornalísticos, com notas, notícias, reportagens, entrevistas, comentários e crônicas. O radiojornal é constituído por diversas seções ou editorias, como as de notícias nacionais, internacionais, econômicas, de cultura e artes, de serviço, de política, de esportes etc”. (In: BARBOSA FILHO, André. Gêneros Radiofônicos: os formatos e os programas em áudio. São Paulo: Paulinas, 2003.).

Assinale a alternativa correta sobre os formatos radiofônicos:
Alternativas
Q1631037 Jornalismo
O Manual da Rádio JB, no documento "Sugestões para o radiojornalismo”, de 1981, produzido por Eduardo Meditsch e Cesar Motta contém afirmações de que o meio deve abandonar a ideia de uma paginação: “o desenvolvimento do noticiário deve seguir a lógica de uma conversa humana, um assunto puxa o outro, de alguma forma relacionado a ele” (MEDISTSCH e MOTTA, 1981, s/p). Meditsch ainda afirma que “o texto do rádio não pode ser nunca autorreferente, e deve ter uma estrutura lógica mais próxima de uma espiral do que de uma linha reta” (In: MEDITSCH, Eduardo. O Rádio na Era da Informação – Teoria e técnica do novo radiojornalismo. Florianópolis: Insular, 2001).

Assinale a alternativa correta sobre a programação ao vivo no rádio:
Alternativas
Q1631036 Jornalismo
“[...]retomando os mais amplos e principais critérios defendidos para o rádio ser público – financiamento, gestão e programação democráticas, independentes e autônomas – considero que o que mais se construiu, até agora, como modelo para este tipo de radiodifusão no Brasil se refere quase exclusivamente à programação. Porém, mesmo na programação, ainda é um avanço que ocorre somente em termos de conceituações, de definições de linhas, de autoproclamação de missão e objetivos”. (In: ZUCULOTO, Valci Regina Mousquer. A programação de rádios públicas brasileiras. Florianópolis: Insular, 2012).

Assinale a alternativa correta sobre a programação musical e jornalística de uma emissora pública:
Alternativas
Q1631035 Jornalismo
O pesquisador Eduardo Meditsch (1956- 2001) argumenta que a padronização do discurso jornalístico do rádio supera o gênero gráfico ao estabelecer uma regularidade à espontaneidade da emissão sonora da fala. Essa superação, segundo o autor, é resultado, em primeiro lugar pela reafirmação dos padrões da imprensa escrita. A primeira fase da implantação do jornalismo no ambiente sonoro com os jornais falados e a transposição dos conteúdos do impresso para a leitura nos primeiros radiojornais é uma constatação deste aspecto. (In: MEDITSCH, Eduardo. O Rádio na Era da Informação – Teoria e técnica do novo radiojornalismo. Florianópolis: Insular, 2001).

Assinale a alternativa correta sobre a linguagem radiofônica:
Alternativas
Q1631034 Jornalismo
A Anatel, regulamentada pela Lei Geral de Telecomunicações (Decreto-Lei 9.472/97) é responsável pela fiscalização e regulação das concessões educativas, comunitárias e comerciais. Com base nas características de cada uma, analise as afirmativas:

( ) Rádio Comunitária é o serviço de radiodifusão em FM, de baixa potência, com o objetivo de atender pequenas comunidades, cidades de menor porte, vilas ou aldeias.
( ) O Plano Básico de Frequência Modulada Educativa destina-se exclusivamente para atender os interesses de entidades dos setores da educação e cultura.
( ) A operação uma emissora de rádio FM educativa pode ser concedida à entidade que tenha autorização primeira do Ministério das Comunicações.
( ) Órgãos públicos não podem operar emissoras comerciais que se destinam exclusivamente a empresas de pequeno, médio e grande porte, com dois ou mais sócios em sua composição.
( ) A operação da emissora comercial é de interesse do Estado e por isso compete ao Congresso Nacional indicar a empresa ou fundação que receberá a concessão.

A sequência correta de cima para baixo é:
Alternativas
Q1631033 Jornalismo
A Pesquisa realizada pela ABERT - Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e TV, em conjunto com a Audio.ad, que estuda o mercado e o consumo de rádio tradicional em 2016 revelou dados sobre a presença do meio na internet e áudio digital. No Brasil e em outros países da América Latina, oito em cada dez pessoas escutam a programação pela internet ao menos uma vez na semana. Dos cinco mil entrevistados, 94% escutam áudio digital, seja online ou por streaming. (In: PropMark, www.goo.gl/VBGuwG).
Assinale a alternativa correta sobre a transmissão do rádio via internet:
Alternativas
Q1631032 Comunicação Social
A mesa de som é um dos principais componentes na operação de um estúdio de uma emissora de rádio. Nesse sistema, é possível misturar e controlar os sinais, equilibrar volumes e estabelecer conexões entre canais para garantir uma transmissão de qualidade. Existem hoje no mercado mesas genéricas com volumes e controladores mais comuns, assim como aparelhos sofisticados que garantem a automaticidade destes controles. E cada vez mais, os próprios locutores operam as mesas ao mesmo tempo em que apresentam programas ou noticiários:

Assinale a alternativa INCORRETA sobre os recursos técnicos que a mesa possibilita:
Alternativas
Respostas
13481: B
13482: D
13483: E
13484: C
13485: A
13486: B
13487: C
13488: A
13489: D
13490: E
13491: A
13492: D
13493: D
13494: C
13495: B
13496: C
13497: C
13498: B
13499: A
13500: E