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A “sala de imprensa”, espaço criado em sites de diferentes organizações, é voltada para a divulgação de releases e demais materiais de interesse, atraindo os jornalistas e dispensando outras estratégias para envio desses materiais
Recebe o nome de press release a pasta ou o envelope preparado pela assessoria de imprensa, a ser entregue a jornalistas, contendo dados, informações, pesquisas, estatísticas, pen drive ou CD, bloco de anotações, entre outros itens que se façam necessários para determinada divulgação.
No planejamento de uma coletiva de imprensa, deve-se estabelecer um tempo de duração, incluindo apresentação e espaço para perguntas e respostas, para que não seja cansativa para o entrevistado e seja satisfatória para os entrevistadores.
A opinião pública é definida como a opinião da maioria a respeito de um determinado assunto, portanto tal técnica, a partir de um tratamento estatístico, apresenta a opinião consensual daquele grupo.
Na área da comunicação, na busca por canais de interação com o público, a pesquisa junto à opinião pública tem caráter quantitativo e tratamento estatístico, ficando impossibilitada de uma análise qualitativa.
No campo da saúde pública, o uso pedagógico da comunicação deve servir para a melhoria da qualidade de vida da população, considerando o papel social da ciência na sociedade.
A comunicação científica é voltada aos pares, em um processo de divulgação que interessa às pessoas que trabalham e(ou) investigam, por não ser compreendida pelo público em geral.
De acordo com a atual legislação, os prazos de concessão, permissão e autorização serão de dez anos para serviços de rádio e de quinze anos para televisão, podendo ser renovados por períodos sucessivos e iguais, assim como definido pelo Código Brasileiro de Telecomunicações de 1962.
Compete ao Conselho de Comunicação Social, órgão auxiliar do Congresso Nacional criado pela Lei n.º 8.389/1991, a outorga de concessão pública de radiodifusão, assim como a análise e definição pela não renovação de tais outorgas quando for o caso.
Tramita na Câmara dos Deputados projeto de lei que propõe a flexibilização do horário da Voz do Brasil, alterando o Código Brasileiro de Telecomunicações de 1962, que obrigava a transmissão às dezenove horas.
O referido código orienta que os jornalistas não devem exercer funções em redação de veículo de comunicação e em assessoria de imprensa ao mesmo tempo, mesmo que em jornadas alternadas, dado o conflito de interesses.
É dever de todo jornalista ouvir o maior número de lados envolvidos antes da divulgação de um fato, exceto no exercício da assessoria de imprensa, dadas as especificidades da área.
As revogações da Lei de Imprensa e da exigência do diploma de jornalismo, ambas feitas pelo STF em 2009, foram justificadas por apresentar incompatibilidade com a atual ordem constitucional.
Mesmo sem a exigência do diploma de nível superior, para o exercício da função de jornalista, mantém-se necessário o registro profissional emitido pelo Ministério do Trabalho.
O registro profissional de jornalista, emitido pelo Ministério do Trabalho, não é mais fornecido a partir da apresentação de diploma de nível superior desde a decisão do STF, descrita no texto.
No caso do Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros, o processo de discussão coletiva, que pode levar a alterações no referido Código, só pode ocorrer em congresso nacional da categoria mediante proposta subscrita por, no mínimo, dez delegações representantes de sindicatos de jornalistas.
O papel social do jornalismo foi definido no século XVIII, no contexto do Iluminismo, e permanece o mesmo até hoje: contribuir para o esclarecimento da sociedade. Assim, a definição de boas práticas na área leva isso em consideração acima de tudo.
O paradigma sociotécnico da sociedade em rede privilegia aspectos econômicos e políticos, mostrando que o mundo passa a se organizar em torno de redes globais de capital, gerenciamento e informação, pouco vulnerável a reorganizações das relações sociais, econômicas e de poder.
A partir dos anos 1960, o vertiginoso crescimento de redes mundiais de comunicação e a acelerada adoção de sistemas computacionais e tecnologias digitais criaram a utopia de uma sociedade mais democrática, devido ao barateamento e à ampliação do acesso à informação.
A partir da ampliação da conectividade, possibilitada pelas tecnologias da comunicação, a ideia de aldeia global surge como explicação para um fenômeno de aproximação geográfica e cultural, em um cenário de trocas e certo espírito de fraternidade.