Questões de Concurso Para comunicação social

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Q3602575 Comunicação Social

Comunicar é trocar mensagens.


Relacione as colunas 1 e 2 abaixo em relação aos processos de comunicação.


Coluna 1 Elemento


1. Feedback

2. Código

3. Contexto

4. Canal

5. Ruído


Coluna 2 Definição/Característica 


( ) Permite aferir a eficácia da comunicação e de que forma a mensagem está chegando ao interlocutor.


( ) Conjunto de sinais e regras que permite transformar o pensamento em informação que possa ser entendida.


( ) Suporte físico por meio do qual passa a mensagem do emissor para o receptor.


( ) Pode surgir em qualquer altura do processo e se tornar barreira para uma comunicação eficaz.


( ) Conjunto de variáveis que rodeiam e influenciam a situação de comunicação.


Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.

Alternativas
Q3600449 Comunicação Social
A necessidade de uma comunicação eficiente é imperativa nas organizações e no que se refere às barreiras para uma boa comunicação interna, assinale a alternativa INCORRETA:  
Alternativas
Q3599572 Comunicação Social
Em relação ao processo de comunicação, assinalar a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3599568 Comunicação Social
De acordo com KASPARY, a comunicação no ambiente organizacional dá-se por diversos meios. No caso da escrita, duas formas de correspondência são utilizadas, a saber: 
Alternativas
Q3588799 Comunicação Social
Um estudo realizado pelo professor Albert Mehrabian e outros pesquisadores, investigou as inconsistências entre a comunicação verbal e não-verbal, revelando que:
Alternativas
Q3581531 Jornalismo
Qual das opções abaixo se refere uma das mais importantes jornalistas da história da televisão brasileira, conhecida internacionalmente por sua atuação como repórter e seu trabalho na Rede Globo, que faleceu recentemente? Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3580635 Comunicação Social
Bond e Oliveira (2011) definem que existem diversos tipos de comunicação. Sendo assim, segundo as autoras, são exemplos de comunicação verbal oral, EXCETO:
Alternativas
Q3573916 Comunicação Social
'Empresas já leem nossas mentes e vão saber ainda mais com neurotecnologia', diz pesquisadora


Alguns anos atrás, a ideia de "ameaça à privacidade de pensamento" estava mais para 1984, de George Orwell, e para o terreno da ficção científica distópica.

Para Nita Farahany, professora da Universidade Duke (EUA) que se especializou em pesquisar as consequências das novas tecnologias e suas implicações éticas, essa ameaça já é presente hoje e deve ser levada a sério.

A iraniana-americana lançou neste ano o livro The Battle for your Brain: Defending the Right to Think Freely in the Age of Neurotechnology ("A Batalha pelo seu Cérebro: Defendendo o Direito de Pensar Livremente na Era da Neurotecnologia", em tradução livre, sem edição brasileira).

Mas como é possível ler o nosso cérebro? Bem, de fato ainda não existe — como na ficção — uma supermáquina que entra na cabeça de uma pessoa e entrega uma lista completa de ideias e conceitos.

Na verdade, explica Farahany, as defesas da nossa privacidade de pensamento começaram a ser derrubadas sem a necessidade de examinar diretamente o cérebro.

Isso foi possível com a vasta quantidade de dados pessoais compartilhada em redes sociais e outros apps, que é analisada por algoritmos e depois monetizada.

Hoje as companhias de tecnologia detêm informações importantes sobre nós: quem são nossos amigos, qual conteúdo gera emoção (e, importante, que tipo de emoção), as preferências políticas, em quais produtos clicamos, por onde circulamos ao longo do dia e algumas das transações financeiras.

"Tudo isso está sendo usado por empresas para criar perfis muito precisos sobre quem somos e assim entender nossas preferências e nossos desejos", diz Farahany em entrevista à BBC News Brasil.

"É importante as pessoas entenderem que elas já estão em um mundo onde mentes são lidas."

Outra fronteira do nosso funcionamento interno começa a ser explorada com a popularização de smartwatches (relógios inteligentes), que reúnem dados sobre batimento cardíaco, níveis de estresse, qualidade do sono e muito mais.

Mas o avanço da neurotecnologia, com equipamentos em contato direto com a cabeça, leva tudo isso a um novo patamar, com mais dados e mais precisão.

Ela explica que sensores cerebrais são justamente parecidos com sensores de frequência cardíaca encontrados nos smartwatches ou em anéis que medem a temperatura do corpo quando captam a atividade elétrica no cérebro.

"E toda vez que você pensa, ou toda vez que sente algo, os neurônios disparam em seu cérebro, emitindo pequenas descargas elétricas. Padrões característicos podem ser usados para tirar conclusões", afirma.

"Por exemplo, se você vê uma propaganda e sente alegria ou estresse ou raiva, tédio, envolvimento... todas essas reações podem ser captadas por meio da atividade elétrica em seu cérebro e decodificadas com a inteligência artificial mais avançada."

Ou seja, esses sinais cerebrais transmitem o que sentimos, observamos, imaginamos ou pensamos.

Farahany afirma que as pessoas precisam compreender e aceitar que o cérebro "não é inteiramente delas".

Essa situação leva a própria filosofia a questionar o conceito de livre arbítrio, ou seja, o poder de um indivíduo de optar por suas ações.

"Imagine que você se proponha no começo da semana a não passar mais de uma hora por dia nas redes sociais. Aí você descobre no final que você gastou quatro horas por dia. O que aconteceu?", pondera a professora de Direito e Filosofia na Duke.

"Se existem algoritmos projetados para te capturar quando você quer se desconectar, se existem notificações quando você fica muito tempo fora do celular, se você quer assistir a só um episódio da série e o próximo começa automaticamente, você usou seu livre arbítrio? São ferramentas e técnicas projetadas para prejudicar aquilo com que você se comprometeu."

'Tecnologia em si raramente é o problema'

Farahany, ao contrário do que se possa pensar, é uma grande entusiasta dos avanços da neurotecnologia.

Ela enumera ao longo de The Battle for Your Brain uma longa lista de contextos em que o monitoramento cerebral poderia melhorar a humanidade e salvar vidas.

"O que eu proponho é um equilíbrio. É tanto uma forma de as pessoas enxergarem os aspectos positivos da tecnologia, mas também de estarem protegidas contra os riscos mais significativos", diz.

"Para chegar lá, é necessário mudar a forma como pensamos a nossa relação com a tecnologia. A tecnologia raramente é o problema. Quase sempre é o mau uso."

"Não se trata de encampar posições absolutas do tipo 'tudo isso é ruim' ou 'tudo isso é ótimo', mas tentar definir quais são as funcionalidades dessa tecnologia para o bem comum e quais são os riscos de uso indevido."

Esses cenários de um futuro não tão distante, no entanto, são complexos, cheios de facas de dois gumes.

A neurotecnologia poderá reduzir o número de acidentes fatais ao acompanhar os graus de desatenção e, principalmente, de fadiga que atingem caminhoneiros e condutores de trem/metrô, por exemplo.

Essa mesma funcionalidade pode ser abusada por uma empresa ou escola em busca da produtividade total, em que momentos de distração de um empregado ou aluno são vigiados, registrados e eventualmente punidos.

Uma pulseira que capta ondas eletromagnéticas enviadas pelo cérebro para movimentar braços e mãos poderá transformar esses impulsos em sinais eletrônicos e tornar experiências digitais ou de realidade virtual muito mais intuitivas e integradas.

E há um potencial ainda mais importante nesse dispositivo: o de detectar os estágios iniciais de uma doença neurodegenerativa. A análise das atividades cerebrais como um todo poderá representar um salto imenso para a medicina e a longevidade.

Por outro lado, escreve Farahany no livro, a mesma pulseira também perceberá "se você está envolvido em uma atividade íntima usando suas mãos em seu quarto".

E todos esses dados nas mãos de governos?

Mas para a professora iraniana-americana a grande preocupação em relação à privacidade individual está em governos de posse de uma gama cada mais ampla de dados pessoais.

Ela relata que o Departamento de Defesa dos EUA financiou uma empresa que desenvolveu um sistema biométrico que combina dados de ondas cerebrais, estados cognitivos, reconhecimento facial, análise das pupilas dos olhos e mudanças na quantidade de suor produzido.

Já na China, uma reportagem de 2018 do jornal South China Morning Post contava que trabalhadores de diversos ramos e integrantes de forças militares do país já usavam monitores de ondas cerebrais para detectar picos emocionais como depressão, ansiedade ou raiva.

Além do uso para melhorar performances e assim o resultado financeiro de empresas, a reportagem dizia que outro objetivo era "manter a estabilidade social" chinesa.

Farahany afirma que, na maioria dos países, as leis sobre privacidade não contemplam explicitamente o direito à privacidade mental.

"Acredito que as Nações Unidas precisam avançar no sentido de reconhecer o que chamo de 'direito à liberdade cognitiva'. Um direito universal que nos direcionaria a uma atualização da privacidade, que diga explicitamente que há direito à privacidade mental, um direito de estar protegido contra interferências na maneira como pensamos e sentimos."

Ela diz que "liberdade de pensamento" é hoje aplicada e entendida como sendo estritamente a respeito de liberdade de religião e de crença.

"Acho que precisamos expandir esse entendimento para haver uma proteção contra a interferência, a manipulação e a punição contra o pensamento."

O problema é que a tecnologia se desenvolve sempre mais rápido que o debate e a aprovação de uma legislação, e empresas e governos se aproveitam dos vazios de legalidade.

"Trata-se realmente de tentar descobrir o quanto antes, e também conforme a tecnologia evolui, quais são seus benefícios e riscos. E depois esclarecer o que está em jogo e desenvolver um regime regulatório que aborde isso. Nem sempre é fácil de fazer", reconhece Farahany.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c88jmpl902lo
De acordo com a professora Nita Farahany, como as empresas de tecnologia estão coletando informações sobre as pessoas para entender suas preferências e desejos?
Alternativas
Q3573857 Jornalismo

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Startup PLD Space faz contagem regressiva para testar lançamento de foguete da Europa 


 A startup espanhola PLD Space fará um teste de lançamento de seu foguete reutilizável Miura-1 na manhã de sábado, liderando uma nova geração de "microlançadores" após uma tentativa frustrada em junho.


 O foguete deve decolar em sua missão de teste suborbital às 2h de sábado no horário espanhol (21h de sexta-feira, no horário de Brasília) de Huelva, no sudoeste da Espanha, marcando o que seus projetistas dizem que será o primeiro lançamento de foguete totalmente privado da Europa.


Uma primeira tentativa de lançamento em maio foi abortada devido aos fortes ventos de alta altitude e uma tentativa em junho falhou quando os cabos umbilicais na baía de aviônicos não foram liberados a tempo, interrompendo a decolagem enquanto fumaça e chamas eram expelidas do foguete.


O espaço aéreo, áreas marítimas e estradas foram fechados em torno do local de alta segurança. Foram montados pontos de observação públicos.


"Chegou o dia", escreveu Raul Torres, presidente-executivo e cofundador da PLD Space, na plataforma de rede social X, anteriormente conhecida como Twitter.


Ele disse no início deste mês que testes exaustivos foram realizados no Miura, incluindo nas áreas que falharam em junho.


As iniciativas da Europa para desenvolver capacidades para enviar pequenos satélites ao espaço estão em foco após o lançamento fracassado de um foguete orbital pela Virgin Orbit a partir do Reino Unido em janeiro. Esse sistema envolveu a liberação do lançador de um Boeing 747 convertido.


https://forbes.com.br/forbes-tech/2023/10/startup-pld-space-faz-contage mregressiva-para-testar-lancamento-de-foguete-da-europa/

Qual é o nome dado ao foguete reutilizável desenvolvido pela startup espanhola?
Alternativas
Q3573379 Comunicação Social
A comunicação eficaz consegue passar as informações com clareza, dinâmica e respeito, obtendo o retorno esperado. Com base nisso, assinale a alternativa que descreve o benefício de uma comunicação clara.
Alternativas
Q3566621 Comunicação Social
Considerando os elementos de comunicação, escolha a alternativa correta que descreve as características e importância de cada um desses componentes no processo comunicativo:
Alternativas
Q3565119 Comunicação Social
O processo de comunicação é fundamental no desenvolvimento de uma interação produtiva e adequada no ambiente de trabalho. Nesse processo, chamamos de _______________ o conjunto de informações transmitidas pelo emissor. O termo que completa adequadamente a lacuna é: 
Alternativas
Q3561326 Comunicação Social
 A qualidade da comunicação é primordial quando se trata do atendimento ao público. Saber como se comunicar de forma eficiente é essencial para proporcionar uma experiência positiva ao cliente e para garantir a eficácia do atendimento, pois a comunicação inadequada pode levar a frustrações, mal-entendidos e insatisfação por parte dos clientes.
No que se refere à comunicação, analise a afirmativa a seguir:
O processo de Comunicação ocorre quando o ___________ (ou codificador) emite uma mensagem (ou sinal) ao __________(ou decodificador), através de um canal (ou meio).
Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna na afirmativa:
Alternativas
Q3560811 Relações Públicas
A percepção sobre o outro pode afetar diretamente o modo como agimos, nos relacionamos e nos comunicamos nas organizações.

Assinale a alternativa correta em relação ao assunto.
Alternativas
Q3559324 Comunicação Social
Assinale a alternativa que indica corretamente alguns dos elementos pertencentes ao processo de comunicação.
Alternativas
Q3556443 Comunicação Social
É o conjunto de signos convencionais e sua sintaxe (ex.: a língua) utilizados na representação da mensagem, que devem ser total ou parcialmente comuns ao emissor e ao receptor.

A qual elemento do processo de comunicação o texto acima se refere? 
Alternativas
Q3550669 Comunicação Social

Analise o texto abaixo:



A universalização da _________________ propaga a copresença e a interação de quaisquer pontos do espaço físico, social ou informacional. Neste sentido, ela é complementar a uma segunda tendência fundamental, a virtualização. (Lévy, 1999).



Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna do texto:

Alternativas
Q3545313 Comunicação Social
A comunicação nos permite conviver em sociedade e formar grupos harmoniosos, que contribuem para o nosso crescimento pessoal. Logo, a comunicação interpessoal é um dos principais fatores para o sucesso profissional e envolve reciprocidade, reações e respostas.

Com base nisso, leia a frase a seguir e assinale a alternativa que contenha o elemento de comunicação que completa corretamente a lacuna: “A _____________ é a resposta que permite verificar se o conteúdo enviado foi compreendido”.
Alternativas
Q3496904 Comunicação Social

Analise o texto e responda corretamente.


Hoje o dia está lindo.


Assinale a alternativa que corresponda a formatação utilizada, respectivamente, na frase acima.

Alternativas
Ano: 2023 Banca: IDCAP Órgão: CREA-ES Prova: IDCAP - 2023 - CREA-ES - Jornalista |
Q3496326 Relações Públicas
O envolvimento com os públicos de interesse para se organizar um evento mais sustentável tem como ponto de partida o mapeamento dos respectivos públicos. Há que se propor recursos de comunicação que envolvam e comprometam os segmentos desses públicos nesses eventos. Assinale a opção ERRADA no que se refere ao tipo de promoção a ser realizada nesse sentido.
Alternativas
Respostas
5841: A
5842: C
5843: C
5844: A
5845: C
5846: D
5847: A
5848: D
5849: D
5850: D
5851: B
5852: D
5853: C
5854: C
5855: B
5856: D
5857: B
5858: C
5859: E
5860: E