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Ano: 2026 Banca: INAZ do Pará Órgão: Prefeitura de Mazagão - AP Provas: INAZ do Pará - 2026 - Prefeitura de Mazagão - AP - Analista Administrativo | INAZ do Pará - 2026 - Prefeitura de Mazagão - AP - Contador | INAZ do Pará - 2026 - Prefeitura de Mazagão - AP - Economista | INAZ do Pará - 2026 - Prefeitura de Mazagão - AP - Educador Físico | INAZ do Pará - 2026 - Prefeitura de Mazagão - AP - Enfermeiro | INAZ do Pará - 2026 - Prefeitura de Mazagão - AP - Engenheiro Agrônomo | INAZ do Pará - 2026 - Prefeitura de Mazagão - AP - Administrador | INAZ do Pará - 2026 - Prefeitura de Mazagão - AP - Professor de Língua Portuguesa | INAZ do Pará - 2026 - Prefeitura de Mazagão - AP - Arquiteto | INAZ do Pará - 2026 - Prefeitura de Mazagão - AP - Professor de Matemática | INAZ do Pará - 2026 - Prefeitura de Mazagão - AP - Psicólogo | INAZ do Pará - 2026 - Prefeitura de Mazagão - AP - Psicopedagogo | INAZ do Pará - 2026 - Prefeitura de Mazagão - AP - Pedagogo - Educação Inclusiva Especial | INAZ do Pará - 2026 - Prefeitura de Mazagão - AP - Assessor Jurídico | INAZ do Pará - 2026 - Prefeitura de Mazagão - AP - Professor de Educação Física | INAZ do Pará - 2026 - Prefeitura de Mazagão - AP - Professor de Educação Infantil | INAZ do Pará - 2026 - Prefeitura de Mazagão - AP - Geógrafo | INAZ do Pará - 2026 - Prefeitura de Mazagão - AP - Professor de Ensino Fundamental | INAZ do Pará - 2026 - Prefeitura de Mazagão - AP - Nutricionista | INAZ do Pará - 2026 - Prefeitura de Mazagão - AP - Neuropsicólogo | INAZ do Pará - 2026 - Prefeitura de Mazagão - AP - Pedagogo | INAZ do Pará - 2026 - Prefeitura de Mazagão - AP - Engenheiro Ambiental | INAZ do Pará - 2026 - Prefeitura de Mazagão - AP - Engenheiro Civil | INAZ do Pará - 2026 - Prefeitura de Mazagão - AP - Engenheiro de Pesca | INAZ do Pará - 2026 - Prefeitura de Mazagão - AP - Engenheiro Florestal | INAZ do Pará - 2026 - Prefeitura de Mazagão - AP - Farmacêutico | INAZ do Pará - 2026 - Prefeitura de Mazagão - AP - Fisioterapeuta | INAZ do Pará - 2026 - Prefeitura de Mazagão - AP - Assistente Social | INAZ do Pará - 2026 - Prefeitura de Mazagão - AP - Auditor Fiscal |
Q4022125 Economia
No cenário econômico nacional amplamente divulgado no início de 2026, destacaram-se a entrada em vigor do novo salário mínimo (R$ 1.621), a divulgação de inflação mensal de janeiro em 0,33% (com 4,44% no acumulado em 12 meses) e a manutenção da taxa Selic em 15,00% ao ano.

Esse conjunto de informações foi frequentemente apresentado no debate público como base para interpretações sobre renda, preços, crédito e atividade econômica.

Considerando uma leitura contextual de atualidades econômicas, que articula renda, inflação e política monetária, analise as alternativas a seguir e, em seguida, aponte a que está CORRETA.
Alternativas
Ano: 2026 Banca: INAZ do Pará Órgão: Prefeitura de Mazagão - AP Provas: INAZ do Pará - 2026 - Prefeitura de Mazagão - AP - Analista Administrativo | INAZ do Pará - 2026 - Prefeitura de Mazagão - AP - Contador | INAZ do Pará - 2026 - Prefeitura de Mazagão - AP - Economista | INAZ do Pará - 2026 - Prefeitura de Mazagão - AP - Educador Físico | INAZ do Pará - 2026 - Prefeitura de Mazagão - AP - Enfermeiro | INAZ do Pará - 2026 - Prefeitura de Mazagão - AP - Engenheiro Agrônomo | INAZ do Pará - 2026 - Prefeitura de Mazagão - AP - Administrador | INAZ do Pará - 2026 - Prefeitura de Mazagão - AP - Professor de Língua Portuguesa | INAZ do Pará - 2026 - Prefeitura de Mazagão - AP - Arquiteto | INAZ do Pará - 2026 - Prefeitura de Mazagão - AP - Professor de Matemática | INAZ do Pará - 2026 - Prefeitura de Mazagão - AP - Psicólogo | INAZ do Pará - 2026 - Prefeitura de Mazagão - AP - Psicopedagogo | INAZ do Pará - 2026 - Prefeitura de Mazagão - AP - Pedagogo - Educação Inclusiva Especial | INAZ do Pará - 2026 - Prefeitura de Mazagão - AP - Assessor Jurídico | INAZ do Pará - 2026 - Prefeitura de Mazagão - AP - Professor de Educação Física | INAZ do Pará - 2026 - Prefeitura de Mazagão - AP - Professor de Educação Infantil | INAZ do Pará - 2026 - Prefeitura de Mazagão - AP - Geógrafo | INAZ do Pará - 2026 - Prefeitura de Mazagão - AP - Professor de Ensino Fundamental | INAZ do Pará - 2026 - Prefeitura de Mazagão - AP - Nutricionista | INAZ do Pará - 2026 - Prefeitura de Mazagão - AP - Neuropsicólogo | INAZ do Pará - 2026 - Prefeitura de Mazagão - AP - Pedagogo | INAZ do Pará - 2026 - Prefeitura de Mazagão - AP - Engenheiro Ambiental | INAZ do Pará - 2026 - Prefeitura de Mazagão - AP - Engenheiro Civil | INAZ do Pará - 2026 - Prefeitura de Mazagão - AP - Engenheiro de Pesca | INAZ do Pará - 2026 - Prefeitura de Mazagão - AP - Engenheiro Florestal | INAZ do Pará - 2026 - Prefeitura de Mazagão - AP - Farmacêutico | INAZ do Pará - 2026 - Prefeitura de Mazagão - AP - Fisioterapeuta | INAZ do Pará - 2026 - Prefeitura de Mazagão - AP - Assistente Social | INAZ do Pará - 2026 - Prefeitura de Mazagão - AP - Auditor Fiscal |
Q4022123 Economia
A economia local e regional pode ser compreendida pela articulação entre atividades predominantes, relação entre setor público e privado, dinâmicas de trabalho e renda e condições estruturais que favorecem ou limitam o desenvolvimento regional.

Nesse contexto, decisões de investimento, infraestrutura, qualificação e capacidade institucional influenciam a organização produtiva e os efeitos sociais do crescimento. 

Considerando essas noções, analise as assertivas abaixo e, a seguir, identifique a alternativa CORRETA.

I. As atividades econômicas predominantes de um território tendem a se relacionar com seus recursos disponíveis, sua posição geográfica e sua forma de ocupação, repercutindo em oportunidades de trabalho e renda.
II. O setor público influencia o desenvolvimento regional por meio de políticas, serviços e investimentos, ao passo que o setor privado participa por produção, circulação de bens e serviços e geração de postos de trabalho. 
III. A noção de economia local e regional inclui a análise de encadeamentos produtivos, fluxos de renda e circulação de mercadorias e serviços, permitindo compreender desigualdades e potencialidades de desenvolvimento.
IV. O desenvolvimento regional se explica principalmente por crescimento econômico agregado, sendo a distribuição de renda e o acesso a serviços fatores secundários para avaliação de qualidade de vida e bem-estar social.
Alternativas
Q4011396 Economia
Um 'bem público puro' possui duas características centrais, que são:
Alternativas
Q4011393 Economia
A assimetria de informação onde uma das partes possui mais conhecimento sobre as características de um produto antes da transação é chamada de: 
Alternativas
Q4011387 Economia
O fenômeno pelo qual as pessoas usufruem de um bem público sem pagar por ele, devido à impossibilidade de exclusão, é conhecido como:
Alternativas
Q4011384 Economia
Dentre as falhas de mercado, as 'externalidades' ocorrem quando:
Alternativas
Q4009109 Economia
"Após estimar os fluxos de caixa relevantes, o administrador financeiro deve aplicar técnicas apropriadas de decisão para concluir se o projeto cria valor para os acionistas." 
GITMAN, LAWRENCE JEFFREY. Princípios de administração financeira. 10 ed. São Paulo. Pearson Addison Wesley, 2004 
Em uma reunião estratégica na "Global Ventures", foram levantadas as seguintes afirmações sobre a avaliação de projetos de investimento e a influência da estrutura de capital:
I. O Valor Presente Líquido (VPL) é considerado o método mais confiável para decisões de investimento, especialmente para projetos mutuamente excludentes, pois ele mensura o acréscimo de riqueza para os acionistas, pressupondo que a taxa de desconto utilizada reflita adequadamente o custo médio ponderado de capital (WACC) da empresa.
II. A Taxa Interna de Retorno (TIR) é a taxa que iguala o VPL de um projeto a zero. Embora seja uma métrica popular e intuitiva, ela pode gerar decisões incorretas em projetos com fluxos de caixa não convencionais ou sempre que há diferenças significativas de escala entre projetos, sendo essencial sua comparação com o custo de capital.
III. A estrutura de capital da empresa, ou seja, a proporção entre capital próprio e capital de terceiros, é um fator determinante para o cálculo da Taxa Mínima de Atratividade (TMA) de um projeto. Uma alteração nessa estrutura pode modificar o custo médio ponderado de capital (WACC), afetando diretamente a taxa de desconto utilizada no VPL e o critério de aceitação ou rejeição baseado na TIR.
IV. Um projeto com TIR positiva, mesmo que inferior ao custo médio ponderado de capital (WACC), deve sempre ser aceito, pois indica que ele é capaz de gerar algum retorno acima do investimento inicial.
Analisando as afirmações acima, qual opção apresenta apenas as proposições CORRETAS sobre a relação entre VPL, TIR e estrutura de capital na avaliação de projetos?
Alternativas
Q4009108 Economia
"Existem diferentes técnicas disponíveis para julgar se um projeto é aceitável ou para classificar projetos. Os enfoques mais usados integram procedimentos de cálculo do valor do dinheiro no tempo, considerações de risco e retorno e conceitos de avaliação para selecionar gastos de capital compatíveis com o objetivo de maximização da riqueza dos proprietários da empresa."
GITMAN, LAWRENCE JEFFREY. Princípios de administração financeira. 10 ed. São Paulo. Pearson Addison Wesley, 2004 
Duas empresas do setor de tecnologia, "Cabeça Tech" e "Cuia Code", apresentaram propostas de projetos de investimento (Projeto Alfa e Projeto Beta, respectivamente) para uma incubadora. Esses projetos são mutuamente excludentes, o que significa que apenas um deles poderá ser financiado. Para tomar a decisão, a incubadora exige uma análise detalhada dos fluxos de caixa, considerando que o Valor Presente Líquido (VPL) de ambos é o mesmo e nulo sob suas condições de desembolso inicial. 
Sejam os projetos Alfa e Beta, mutuamente excludentes, com os fluxos de caixa anuais (excluindo os desembolsos iniciais) dados pelo quadro abaixo. A taxa mínima de atratividade (TMA) definida pela incubadora é de 10% ao ano. Sabe-se que o Valor Presente Líquido (VPL) do Projeto Alfa é igual ao VPL do Projeto Beta, e que ambos são nulos sob suas respectivas condições de desembolso inicial (DAlfa e DBeta ).

                                                    Imagem associada para resolução da questão                               
Com base nessas informações, assinale a alternativa CORRETA que apresenta, respectivamente:
I. O valor em que DBeta supera DAlfa .
II. A Taxa Interna de Retorno (TIR) do Projeto Alfa.
III. O Período de Payback Descontado (PPD) do Projeto Beta. 
Alternativas
Q4009106 Economia
"Risco de mercado é a possibilidade de que o valor de um ativo caia por causa de fatores de mercado independentes do ativo (como eventos econômicos, políticos e sociais). Em geral, quanto mais o valor do ativo reage ao comportamento do mercado, maior é seu risco; quanto menos reage, menor é seu risco"
Gitman, Lawrence Jeff rey. Princípios de administração fi nanceira. 10 ed. São Paulo. Pearson Addison Wesley, 2004
Considerando que a taxa de retorno de ativos livres de risco (Rf) é de 5% ao ano, o retorno esperado do portfólio de mercado (Rm) é de 12% ao ano, e o beta (β) associado ao risco de mercado deste novo projeto da Empresa "Cajuína Cristalina" é de 1,3. Adicionalmente, estima-se que o projeto, se implementado, gerará um retorno real de 15% ao ano. 
Com base nessas informações, calcule o retorno exigido (custo do capital próprio) para o projeto e o prêmio de risco que o investidor estaria recebendo por assumir o risco específico deste projeto. Qual a conclusão sobre a atratividade do projeto? 
Alternativas
Q4002168 Economia
TEXTO

PAÍSES POBRES DEVEM APOSTAR EM CARBONO OU RENOVÁVEIS?

    Moçambique está numa encruzilhada. Na costa norte, projetos de gás offshore avaliados em bilhões de dólares podem trazer receitas significativas. Ao mesmo tempo, o país é uma potência hidrelétrica e tem enorme potencial inexplorado nas energias solar e eólica. “Esses casos são interessantes porque ainda não há custos irrecuperáveis. É possível seguir em diferentes direções”, diz o especialista Philipp Trotter, professor de gestão de sustentabilidade na Universidade de Wuppertal, na Alemanha.

    À medida que aumenta a pressão global pela drástica redução das emissões de gases de efeito estufa, o caso moçambicano reflete o dilema em muitos países pobres: eles precisam queimar combustíveis fósseis para prosperar economicamente ou podem saltar diretamente para a energia limpa? Por décadas, as nações ricas e industrializadas construíram sua riqueza queimando carvão, petróleo e gás, produzindo uma parcela desproporcional das emissões globais de gases de efeito estufa.

    Historicamente, Estados Unidos, União Europeia e China são os maiores poluidores do mundo, segundo o Orçamento Global de Carbono (Global Carbon Budget, no original em inglês), relatório anual liderado pela Universidade de Exeter, no Reino Unido, sobre as tendências nas emissões globais de carbono.

    Muitos líderes do setor energético na África e na Ásia argumentam que é injusto negar às economias em desenvolvimento de hoje a mesma rota para o crescimento. Mas, com as emissões de gases de efeito estufa em níveis recordes e o aquecimento do planeta em aceleração, cientistas do clima alertam que o planeta já não dispõe de um orçamento de carbono que permita a todos seguir esse caminho.

    Há poucas pesquisas científicas, porém, sobre qual caminho seria mais vantajoso para países diante dessa encruzilhada, como Moçambique, Senegal ou Mauritânia. “Do ponto de vista moral, faz todo sentido que, se alguém pode usar combustíveis fósseis, então que sejam os países mais pobres”, aponta Trotter. “O problema desse argumento é que ele ignora o lado econômico.”

    Permanece incerto se o gás ainda será competitivo nos mercados internacionais quando ele for produzido, daqui a vários anos. Afinal, grandes economias pretendem reduzir drasticamente suas emissões até 2050, e analistas preveem que o pico na demanda por gás, carvão e petróleo poderá ser atingido na atual década. “Então, você está investindo muito dinheiro sem uma vantagem competitiva dentro de um mercado que está encolhendo”, prossegue Trotter. “Pode dar certo, mas há um risco extremo.”

    No papel, a economia das fontes de energia renovável mudou decisivamente. Mais de 90% dos novos projetos de energia limpa no mundo produzem eletricidade a um custo menor do que novas usinas de combustíveis fósseis, segundo a Agência Internacional para as Energias Renováveis (Irena).

    Mas baixos custos operacionais não são tudo. Construir esses sistemas verdes ainda requer um investimento inicial pesado em parques eólicos e solares, redes de transmissão, armazenamento e mais. Esses custos são, não raro, mais difíceis de absorver para países mais pobres.

    No Quênia, a aposta deu certo. O país gera quase 90% da sua eletricidade a partir de fontes renováveis, principalmente de energia geotérmica, hidrelétrica e eólica. E pretende chegar a 100%, com acesso universal, até 2030. “O Quênia tem abundante energia geotérmica, que é como um ovo de ouro”, explica a especialista queniana em energia Rose M. Mutiso. “Mas, obviamente, o país se esforçou para desenvolver esses recursos ao longo do tempo.”

    O governo queniano começou a investir pesado nesse “ovo de ouro” nos anos 1990 e início dos 2000, depois que secas expuseram os riscos de depender demais da hidreletricidade. Por meio da sua empresa estatal, o país usou dinheiro público e empréstimos de bancos de desenvolvimento para cobrir as etapas iniciais e arriscadas de exploração do calor subterrâneo, antes que investidores privados entrassem. “Essa não acontece da noite para o dia. É um processo longo e sustentado”, acrescenta Mutiso.

    Mas partes desse modelo podem ser difíceis de serem replicados por países como Moçambique ou Senegal. Altamente endividados e com classificações de crédito mais baixas que as do Quênia, eles podem ter mais dificuldade para obter empréstimos ou atrair investimentos.

    Não existe uma solução única para todas as transições energéticas. Pesquisadores já constataram que o caminho que um país pode seguir depende de vários fatores: como os combustíveis fósseis estão integrados à sua economia, se eles são usados sobretudo internamente ou exportados e quão diversificada já é a economia. Isso mostra por que faz pouco sentido comparar a Etiópia, por exemplo, que se eletrificou em grande parte por meio de hidreletricidade barata graças aos seus recursos fluviais, com a Índia, que depende do carvão para a maior parte de sua eletricidade e emprega milhões de pessoas nessa cadeia.

    No caso indiano, a queda nos preços da energia eólica e solar ajudou a impulsionar um programa ambicioso de energias renováveis. O país ocupa hoje a quarta posição mundial em capacidade instalada de energia limpa. Mas o carvão ainda responde por mais de 70% da geração elétrica. Proporcionalmente à população, o setor emprega poucas pessoas em nível nacional, mas continua sendo a única atividade econômica em algumas regiões. Ao mesmo tempo, a demanda por energia cresce rapidamente, à medida que a indústria se expande e os padrões de vida aumentam.

    A dupla missão de executar uma transição verde e justa e atender a um crescente consumo de eletricidade “não é fácil num cronograma acelerado”, afirma Rahul Tongia, pesquisador sênior do Centro para Progresso Social e Econômico. Embora os países mais pobres enfrentem realidades muito diferentes entre si, há algumas rotas claras pelas quais as nações mais ricas poderiam apoiá-los para acelerar a mudança para a energia renovável. No topo da lista está enfrentar o alto custo inicial.

    “Os países desenvolvidos e os grandes emissores precisam manter o acelerador pressionado porque o desenvolvimento e implementação de novas tecnologias por eles reduz os custos para os países mais pobres”, prossegue Tongia. “Então eles que paguem o custo inicial mais alto das novas tecnologias.”

    Países pobres e especialistas em clima também argumentam há muito tempo que é necessário muito mais financiamento climático público para destravar investimentos privados. Sem garantias e compartilhamento de riscos, muitos projetos de energia limpa continuam arriscados demais na avaliação dos bancos.

    “É preciso tornar o capital acessível, mas também oferecer garantias que reduzam o risco percebido”, diz Trotter. “É aí que os países desenvolvidos podem agir”. Em 2024, durante a conferência climática da ONU, a COP 29, os governos concordaram com uma nova meta de financiamento climático de pelo menos 300 bilhões de dólares por ano até 2035. Muitos países em desenvolvimento dizem que o valor ainda é insuficiente.

    Já na COP30, que aconteceu em Belém em 2025, o Brasil defendeu, enquanto ocupava a presidência da conferência da ONU, um plano estratégico para elevar o montante a 1,3 trilhão de dólares. Para Moçambique, essa diferença pode ser decisiva. O caminho a ser seguido – as promessas do gás ou a aposta no sol e no vento – poderá depender dos investimentos dos países ricos num futuro mais limpo.

Disponível em: <https://www.dw.com/pt-br/países-pobres-devem-apostar-em-carbono-ou-energias-renováveis/a75406332>. Adaptado. Acesso em: 27 de março de 2026.
A análise sobre a possível competitividade futura do gás moçambicano sugere que o principal risco associado aos grandes investimentos nesse setor reside:
Alternativas
Q3998935 Economia
Assinale a alternativa que completa a frase abaixo.
____________ são as coisas capazes de satisfazer as necessidades humanas e suscetíveis de avaliação econômica. 
Alternativas
Q3996876 Conhecimentos Bancários
Em ação ajuizada em face do Banco Central do Brasil na Justiça Federal, o autor questiona, cumulativamente, a ilegalidade da decisão motivadora do encerramento da liquidação extrajudicial de instituição financeira privada, bem como a destinação do acervo remanescente da instituição.
O juiz considerou os argumentos improcedentes porque
Alternativas
Q3994533 Conhecimentos Bancários
Recentemente, o Brasil acompanhou o escândalo de uma instituição financeira que teve sua liquidação extrajudicial decretada pelo Banco Central após a descoberta de graves irregularidades e severa crise de liquidez (falta de dinheiro em caixa). O caso ganhou as páginas policiais com a prisão de seu principal controlador e gerou um rombo histórico no Fundo Garantidor de Créditos (FGC), que precisou desembolsar bilhões de reais para ressarcir os clientes que tinham investimentos na instituição. Qual das alternativas abaixo indica CORRETAMENTE o nome da principal instituição financeira envolvida nesse caso?
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FAU Órgão: Prefeitura de Terra Roxa - PR Provas: FAU - 2026 - Prefeitura de Terra Roxa - PR - Advogado | FAU - 2026 - Prefeitura de Terra Roxa - PR - Fonoaudiólogo I | FAU - 2026 - Prefeitura de Terra Roxa - PR - Médico Ginecologista/Obstetra | FAU - 2026 - Prefeitura de Terra Roxa - PR - Médico Pediatra | FAU - 2026 - Prefeitura de Terra Roxa - PR - Médico Veterinário I | FAU - 2026 - Prefeitura de Terra Roxa - PR - Professor (Educação Infantil/Fundamental) | FAU - 2026 - Prefeitura de Terra Roxa - PR - Arquiteto | FAU - 2026 - Prefeitura de Terra Roxa - PR - Assistente Social | FAU - 2026 - Prefeitura de Terra Roxa - PR - Auditor Fiscal de Tributos Municipais | FAU - 2026 - Prefeitura de Terra Roxa - PR - Professor Educação Física | FAU - 2026 - Prefeitura de Terra Roxa - PR - Psicólogo | FAU - 2026 - Prefeitura de Terra Roxa - PR - Contador | FAU - 2026 - Prefeitura de Terra Roxa - PR - Técnico de Informática | FAU - 2026 - Prefeitura de Terra Roxa - PR - Terapeuta Ocupacional | FAU - 2026 - Prefeitura de Terra Roxa - PR - Dentista | FAU - 2026 - Prefeitura de Terra Roxa - PR - Enfermeiro Padrão | FAU - 2026 - Prefeitura de Terra Roxa - PR - Engenheiro Agrônomo | FAU - 2026 - Prefeitura de Terra Roxa - PR - Engenheiro Civil | FAU - 2026 - Prefeitura de Terra Roxa - PR - Farmacêutico | FAU - 2026 - Prefeitura de Terra Roxa - PR - Fiscal Tributário | FAU - 2026 - Prefeitura de Terra Roxa - PR - Fisioterapeuta I | FAU - 2026 - Prefeitura de Terra Roxa - PR - Médico Generalista I | FAU - 2026 - Prefeitura de Terra Roxa - PR - Nutricionista I | FAU - 2026 - Prefeitura de Terra Roxa - PR - Educador Social | FAU - 2026 - Prefeitura de Terra Roxa - PR - Professor de Artes | FAU - 2026 - Prefeitura de Terra Roxa - PR - Professor Educação Especial |
Q3994436 Economia
O Brasil tem investido em obras de infraestrutura estratégicas para elevar a competitividade de sua economia e melhorar sua logística de exportação. Sobre o atual cenário e as projeções dos grandes projetos de infraestrutura do país, analise as afirmações abaixo, marque V para VERDADEIRO ou F para FALSO e assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

( ) A Ponte Bioceânica, que liga o Brasil ao Paraguai, é uma obra estratégica para viabilizar o Corredor Bioceânico, conectando os portos do Atlântico aos terminais do Chile no Oceano Pacífico.
( ) O Trem de Alta Velocidade (TAV), projetado para interligar o Rio de Janeiro a São Paulo, encontra-se em fase avançada de construção, com trilhos instalados e previsão de transportar 20 milhões de passageiros em 2026.
( ) A Ferrovia Transnordestina utiliza infraestrutura moderna para otimizar o escoamento de grãos e minérios da região, tendo entre suas diretrizes logísticas a ligação do interior do Piauí ao litoral nordestino.
( ) A Ferrogrão (EF-170) é uma ferrovia que já opera seu trecho inicial regularmente, conectando o Mato Grosso aos portos do Pará, sendo atualmente o principal meio de escoar a produção do Matopiba para o exterior.
Alternativas
Q3994151 Economia
O canal da taxa de juros é um dos principais mecanismos de transmissão da política monetária do Banco Central do Brasil, pois influencia decisões de consumo e investimento. Quando o Banco Central eleva a meta da taxa Selic, mantendo constantes as expectativas de inflação, as taxas de juros reais tendem a:
Alternativas
Q3993635 Conhecimentos Bancários
O relacionamento da administração pública com as instituições financeiras é pautado por normas de segurança e transparência. Sobre os serviços bancários utilizados na tesouraria pública, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3993273 Conhecimentos Bancários

A digitalização dos serviços financeiros transformou, nas últimas décadas, a forma de provisão de serviços bancários e a arquitetura dos sistemas de pagamento. A expansão de instituições financeiras digitais e de plataformas de pagamento elevou a eficiência, ao reduzir custos de transação e ampliar o acesso a instrumentos eletrônicos de transferência de recursos. Ao mesmo tempo, essas inovações intensificaram desafios relacionados à supervisão prudencial, à segurança operacional, à concorrência e à estabilidade financeira, além de reacenderem o debate sobre o potencial papel de moedas digitais emitidas por bancos centrais e seus possíveis efeitos sobre a intermediação financeira e a transmissão da política monetária. A respeito desse assunto e dos múltiplos aspectos a ele relacionados, julgue o item a seguir. 


A expansão dos meios de pagamento digitais implica, necessariamente, redução do papel das instituições bancárias na intermediação de crédito na economia. 

Alternativas
Q3993272 Conhecimentos Bancários

A digitalização dos serviços financeiros transformou, nas últimas décadas, a forma de provisão de serviços bancários e a arquitetura dos sistemas de pagamento. A expansão de instituições financeiras digitais e de plataformas de pagamento elevou a eficiência, ao reduzir custos de transação e ampliar o acesso a instrumentos eletrônicos de transferência de recursos. Ao mesmo tempo, essas inovações intensificaram desafios relacionados à supervisão prudencial, à segurança operacional, à concorrência e à estabilidade financeira, além de reacenderem o debate sobre o potencial papel de moedas digitais emitidas por bancos centrais e seus possíveis efeitos sobre a intermediação financeira e a transmissão da política monetária. A respeito desse assunto e dos múltiplos aspectos a ele relacionados, julgue o item a seguir. 


A atuação do Banco Central do Brasil na supervisão e na regulação do sistema financeiro não se estende às instituições financeiras digitais, uma vez que tais instituições operam exclusivamente por meio eletrônico. 

Alternativas
Q3993271 Conhecimentos Bancários

A digitalização dos serviços financeiros transformou, nas últimas décadas, a forma de provisão de serviços bancários e a arquitetura dos sistemas de pagamento. A expansão de instituições financeiras digitais e de plataformas de pagamento elevou a eficiência, ao reduzir custos de transação e ampliar o acesso a instrumentos eletrônicos de transferência de recursos. Ao mesmo tempo, essas inovações intensificaram desafios relacionados à supervisão prudencial, à segurança operacional, à concorrência e à estabilidade financeira, além de reacenderem o debate sobre o potencial papel de moedas digitais emitidas por bancos centrais e seus possíveis efeitos sobre a intermediação financeira e a transmissão da política monetária. A respeito desse assunto e dos múltiplos aspectos a ele relacionados, julgue o item a seguir. 


Sistemas de pagamento digitais caracterizam-se por externalidades de rede, de modo que o valor econômico da plataforma para cada usuário tende a aumentar à medida que cresce o número de participantes no sistema. 

Alternativas
Q3993270 Conhecimentos Bancários

A digitalização dos serviços financeiros transformou, nas últimas décadas, a forma de provisão de serviços bancários e a arquitetura dos sistemas de pagamento. A expansão de instituições financeiras digitais e de plataformas de pagamento elevou a eficiência, ao reduzir custos de transação e ampliar o acesso a instrumentos eletrônicos de transferência de recursos. Ao mesmo tempo, essas inovações intensificaram desafios relacionados à supervisão prudencial, à segurança operacional, à concorrência e à estabilidade financeira, além de reacenderem o debate sobre o potencial papel de moedas digitais emitidas por bancos centrais e seus possíveis efeitos sobre a intermediação financeira e a transmissão da política monetária. A respeito desse assunto e dos múltiplos aspectos a ele relacionados, julgue o item a seguir. 


A eventual introdução de uma moeda digital de banco central (CBDC) pode alterar a estrutura de captação das instituições financeiras, ao possibilitar que agentes econômicos mantenham ativos diretamente junto ao banco central, o que pode afetar a transmissão da política monetária e a estabilidade financeira. 

Alternativas
Respostas
161: D
162: B
163: C
164: A
165: B
166: B
167: C
168: B
169: B
170: D
171: D
172: C
173: C
174: A
175: A
176: E
177: E
178: E
179: C
180: C