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( ) O jogo dramático não visa uma reprodução fiel da realidade, mas sim sua análise a partir de um discurso produzido numa linguagem artística original que se afasta do naturalismo.
( ) O jogo dramático não tem uma só definição, mas quando deriva do “dramatic play”, de origem anglo-saxã, se refere à brincadeira espontânea infantil caracterizada pelo agir “como se”.
( ) De acordo com Peter Slade (1978), referência no estudo do jogo dramático, esse jogo é indicado na educação de crianças, sendo uma ferramenta para os estudantes chegarem mais perto do teatro.
( ) O jogo dramático se dá de forma individual e progressiva, objetivando a representação teatral para a plateia externa.
( ) O papel do professor como condutor do jogo dramático deve ser severo, usando de sua autoridade para se alcançar o objetivo, que é a representação teatral.
1- Máscara Neutra
2- Meia-máscara
3- Máscara Ritual
4- Máscara Grega
( ) Utilizada para a caracterização de vários personagens no período da Commedia Dell’Arte.
( ) É utilizada para melhor visão da cena e amplificação da voz.
( ) É ela que dá origem à utilização da máscara no teatro. Ela mostra outra realidade. É simbólica.
( ) Usada nos dias de hoje como ferramenta para o treinamento de ator.
I. O teatro de Animação também pode ser chamado de Teatro do Inanimado.
II. O boneco é manipulado pelo ator-manipulador, e eles praticamente se transformam num só. A imagem do personagem e do ator-manipulador se torna uma só.
III. O ator-manipulador tem que pesquisar e encontrar a “vida” que o boneco inanimado sugere a ele. Cabe ao ator-manipulador mostrá-la ao público.
IV. Em geral, os bonecos dividem-se entre os que buscam copiar o realismo para substituir o homem pelo boneco e os que não buscam formas realistas e se aproximam das essências do que se procura representar.
V. A essência do boneco com a sua utilização na mídia em filmes, TV e cinema teve que ser alterada. Nesse sentido, o boneco teve que se adaptar e se modificou profundamente com sua utilização nos meios tecnológicos.
I. O espaço pode ser entendido como fundador do Jogo Teatral.
II. O espaço é um dado concreto, portanto não pode ser visto além da concretude em que ele se apresenta.
III. O espaço no teatro deve respeitar a textura, a profundidade e a substância oferecidas pela realidade que é dada, não podendo transcender essa realidade.
IV. É necessário dar ao aluno o tempo livre, de acordo com sua demanda, para estruturar as cenas em relação ao espaço, cenário e figurino.
V. O aluno-ator deve tomar suas próprias decisões e deve compor seu próprio mundo físico sobre o problema que lhe é apresentado.
I. Os Jogos Teatrais são atividades que demandam exclusivamente raciocínio lógico na solução de problemas.
II. Um fragmento teatral não deve ser entendido como um texto em si no momento da experimentação com o Jogo Teatral. O fragmento escolhido deve sempre ser entendido partindo do texto completo do qual é retirado.
III. Antes de passar para a improvisação, os Jogos Teatrais têm como finalidade que o jogador se impregne do texto e o explore sensorialmente.
IV. Numa representação teatral tradicional, a participação da plateia é de natureza passiva, já o Jogo Teatral implica a participação ativa da plateia.
( ) William Shakespeare foi o único grande dramaturgo desse período na Inglaterra e se destacou por sua genialidade.
( ) Além de dramaturgo, no início de sua carreira Shakespeare foi ator.
( ) O primeiro Teatro Elisabetano da época foi construído em 1576 por James Burbage, que tinha como sócio William Shakespeare. Eles chamaram o teatro de “The Theatre”.
( ) Com a morte da Rainha Elisabeth I em 1603, o Teatro Elisabetano entra em franca decadência, os teatros se fecham, e os dramaturgos aos poucos perdem a importância.
I. A mediação de um professor-personagem em um processo de Drama permite focalizar a situação sob diferentes pontos de vista e perspectivas.
II. Usando o drama como método de ensino, o professor assume papéis com o objetivo de interagir com os alunos em contextos diversos, porém ele mantém o código linguístico e a postura de professor.
III. O professor-personagem amplia as possibilidades de introduzir desafios e informações necessárias ao processo coletivo do drama.
IV. O professor-personagem deve ser utilizado nos processos de drama preferencialmente no trabalho com pequenos grupos.
V. O status que um determinado professor-personagem assume no processo do drama não tem relação com a resposta que os alunos darão nessa interação entre eles.
( ) A ideia de processo está ligada à experiência de construção de um produto teatral.
( ) O produto está relacionado à configuração de formas cênicas, com base em processos de investigações teatrais.
( ) No âmbito educacional, o produto teatral é o objetivo principal do processo educacional.
( ) O produto teatral estará sempre atrelado à animação de festas escolares.
( ) Com o professor assumindo o papel de encenador, o processo de montagem se torna campo didático e experimental para o processo de aprendizagem em teatro.
I. Há infinitas formas de trabalhar com o texto literário no teatro.
II. O conceito de texto como tessitura/tecido significa escolher somente uma obra literária que irá servir de alimento para a performance ou o ato artístico.
III. As palavras escritas se transformam em voz e presença física; o pensamento, em ação.
IV. O processo de Jogos Teatrais visa efetivar a passagem do teatro concebido como ilusão para o teatro concebido como realidade cênica.
V. A leitura do texto vai elucidando seu verdadeiro significado a cada nova versão do jogo.
Coluna 1
I. Ensino
II. Pesquisa
III. Extensão
Coluna 2
( ) Promove a ampliação do espaço da universidade em direção à sociedade.
( ) É a possibilidade de investigar a relação das crianças com as produções artísticas, bem como seu processo de aprendizado e desenvolvimento afetivo, cognitivo e motor mediante os processos de ensino.
( ) Relaciona-se com as possibilidades de desenvolvimento de processos educativos na sociedade, estágios curriculares supervisionados, desenvolvimento de práticas formativas para professores da rede pública de ensino, desenvolvimento de oficinas de arte para crianças da rede pública, relacionamento e desenvolvimento de propostas conjuntas com crianças de comunidades indígenas e do campo.
( ) É aquilo que envolve tanto a aprendizagem da arte enquanto produção cultural e produção de conhecimento quanto a apropriação do conteúdo de arte historicamente produzido.
( ) Consiste na produção de novos conhecimentos que retornam para a sociedade, baseados em problemas emergentes a partir de situações e repertórios particulares das crianças envolvidas.
“A docência na Educação Infantil é ainda, em grande parte, o terreno do improviso. Usa-se a ‘intuição feminina’, muitas vezes ligada a um pressuposto instinto materno, que faria parte de uma ‘essência’ característica de todas as mulheres. Cuidar, trocar fraldas, velar o sono, alimentar, deixar brincar à vontade fazem parte da rotina diária das escolas infantis. A arte infantil nem sempre é entendida ou se destina um espaço privilegiado para ela. Ou melhor, justamente pela ansiedade em entender ou descobrir a ‘verdade’ dos desenhos infantis é que há pouco espaço para eles” (LOPONTE, Luciana Grupelli. Arte e Metáforas Contemporâneas para Pensar Infância e Educação. Revista Brasileira de Educação, v.13, n.37, jan./abr. Rio de Janeiro, 2008).
I. Victor Lowenfeld analisa o desenvolvimento mental da criança em paralelo ao seu desenvolvimento criativo e aos estágios de seu desenvolvimento artístico.
II. Rhoda Kellog acredita na mediação com imagens externas, na influência positiva da cultura visual no desenvolvimento gráfico da criança e no princípio da boa forma segundo a Gestalt.
III. A Escola Tecnicista entende que a expressão das crianças é resultante da compreensão que elas têm de mundo e de seu desenvolvimento intelectual.
IV. A Escola Nova valoriza a autoexpressão da criança, sendo o professor o estimulador para que a criança possa explorar livremente materiais e criações.
V. Para Rudolf Arnheim, não há relação entre a idade e o estágio dos desenhos das crianças, as quais apreendem as estruturas globais/gestálticas das coisas.
A
I. Georges Henri Luquet
II. Roda Kellog
III. Viktor Lowenfeld
IV. Rosa Iavelberg
B
( ) Realismo Fortuito, Realismo Fracassado, Realismo Intelectual, Realismo Virtual.
( ) Embasada na teoria da Gestalt, aponta estruturas de padrões no desenho infantil: Figuras, Proposição, Pictórico.
( ) Desenho Cultivado: Imaginação I, Imaginação II, Apropriação, Proposição.
( ) Garatuja, Garatuja nomeada, Pré-Esquema, Esquema, Etapa inicial do realismo, Pseudorrealismo, Etapa de decisão.
Coluna 1
I. Ligia Clark
II. Hélio Oiticica
III. Rosana Bortolin
IV. Abraham Palatnik
Coluna 2
( ) Organismos
( ) Objeto Cinético
( ) Cabeça Coletiva
( ) Parangolés
A alcunha de Ilha da Magia para Florianópolis encontra ressonância na obra de alguns artistas visuais catarinenses, que utilizam um repertório imagético simbólico e fantástico, tais como: