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I. Aprender a fazer está mais estreitamente ligado à questão da formação profissional: como ensinar o aluno a pôr em prática os seus conhecimentos e, também, como adaptar a educação ao trabalho futuro quando não se pode prever qual será a sua evolução.
II. Aprender a fazer tem o simples significado de preparar alguém para uma tarefa material bem determinada, para fazê-lo participar no fabrico de alguma coisa.
III. Aprender a conhecer e aprender a fazer são, em larga medida, dissociáveis um do outro.
IV. Além da aprendizagem de uma profissão, há que adquirir uma competência mais ampla, que prepare o indivíduo para enfrentar numerosas situações, muitas delas imprevisíveis, e que facilite o trabalho em equipe, dimensão atualmente muito negligenciada pelos métodos pedagógicos.
Está(ão) CORRETA(S):
I. É difícil a ideia de ensinar a não violência na escola, mesmo que apenas constitua um instrumento, entre outros, para lutar contra os preconceitos geradores de conflitos.
PORQUE
II. Muito naturalmente, os seres humanos têm tendência a supervalorizar as suas qualidades e as do grupo a que pertencem, e a alimentar preconceitos desfavoráveis em relação aos outros.
A respeito das assertivas, pode-se afirmar que:
(EF01CI03): Discutir as razões pelas quais os hábitos de higiene do corpo (lavar as mãos antes de comer, escovar os dentes, limpar os olhos, o nariz e as orelhas etc.) são necessários para a manutenção da saúde.
Diante disso, sabe-se que cada habilidade da BNCC é identificada por um código alfanumérico cuja composição pode ser dividida em quatro pares, como disposto a seguir:
• Primeiro par de letras: EF.
• Primeiro par de números: 01.
• Segundo par de letras: CI.
• Segundo par de números: 03.
Seguindo a lógica da composição do código alfanumérico, podemos afirmar que o segundo par de letras indica:
(1ª parte): A expansão e mercantilização do ensino superior impossibilitam a aplicação de indicadores padronizados de evasão entre diferentes tipos de instituições.
(2ª parte): A limitação no acesso a dados é apontada como uma das razões pelas quais a maioria das pesquisas foca majoritariamente na evasão de curso.
(3ª parte): Tratar a evasão como um evento uniforme é uma limitação de abordagens tradicionais que vem sendo superada pela inclusão de dimensões como granularidade e temporalidade.
Pode-se afirmar que:
I. A gravidade da falta, a idade, o grau de maturidade e o histórico disciplinar devem ser considerados.
II. A advertência verbal e a retirada da sala de aula são medidas de competência exclusiva da direção.
III. A suspensão de seis a dez dias letivos e a transferência compulsória competem ao Conselho Escolar.
IV. A aplicação da medida deve ser comunicada aos pais ou responsáveis.
Estão corretas:
I. Participar da elaboração, implementação e avaliação do Projeto Político Pedagógico (PPP).
II. Fortalecer junto à equipe escolar a participação democrática nas decisões pedagógicas da escola.
III. Promover práticas inclusivas assegurando o currículo e as metodologias alinhadas aos objetivos da escola.
IV. Auxiliar a gestão da escola na organização do calendário,
Após análise, conclui-se que está correto o que se afirma em:
I. Orientar os (as) professores (as) na organização das práticas pedagógicas.
II. Realizar atendimento psicológico aos estudantes com níveis de ansiedade.
III. Analisar os indicadores relativos à frequência, reprovação e evasão dos estudantes.
IV. Verificar se os objetivos definidos para aprendizagem estão sendo alcançados.
Após análise, conclui-se que está correto o que se afirma em: