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I.O diretor afirmou que reavaliaria a decisão após receber os novos documentos.
II.Caso houvesse recursos disponíveis, a instituição ampliaria o atendimento ao público.
III.A comissão analisará os documentos encaminhados pelos candidatos na próxima semana.
IV.Os servidores concluíram a conferência dos dados antes do encerramento do expediente.
V.Se recebesse autorização, o pesquisador apresentaria os resultados durante o congresso.
Assinale a alternativa que reúne as afirmativas em que há o emprego de verbo no futuro do pretérito.
Leia atentamente a oração abaixo:
"O médico examinou a região ______ do paciente, enquanto a equipe de ______ analisava os dados atmosféricos; posteriormente, o sindicato decidiu ______ melhores condições de trabalho diante de cada ______ apresentado pela administração."
Assinale a alternativa que preenche corretamente todas as lacunas da oração de referência, de acordo com a grafia padrão das palavras.
"O relatório técnico revelou que o médico analisará cuidadósamente os índices clínicos, enquanto a equipe mantêve os registros em caráter provisório."
Assinale a alternativa que indica corretamente os termos que possuem erro de acentuação na oração de referência.
"A coordenadora entregou os documentos aos candidatos e informou que ___ deveriam examiná-___ antes de devolvê-___, pois ___ continham informações importantes para o processo."
Assinale a alternativa que preenche corretamente todas as lacunas.
A partir dessas informações, assinale a alternativa que apresenta uma interpretação adequada
Considerando essa informação, assinale a alternativa que representa a orientação apresentada no texto.
Considerando a relação estabelecida entre essas informações, assinale a alternativa que expressa adequadamente o sentido presente no texto.
Considerando as informações apresentadas, assinale a alternativa que interpreta adequadamente o conteúdo exposto.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão
Proibir redes sociais para jovens não será solução mágica', diz psicóloga canadense
"É muito fácil vender histórias assustadoras para os pais. Nós somos um grupo ansioso", diz a psicóloga canadense Candice Odgers em um TED Talk que já teve mais de 260 mil visualizações desde que foi lançado, em junho.
Odgers se refere à ideia que ganhou força nos últimos anos de que smartphones e redes sociais estão por trás de um aumento nas taxas de ansiedade, depressão e outros problemas de saúde mental entre crianças e adolescentes.
Os possíveis efeitos nocivos dessas tecnologias são fonte de preocupação não apenas para pais e mães, mas também para governos ao redor do mundo, muitos dos quais vêm adotando restrições ao uso desses serviços pelos mais jovens.
No Brasil, o Discord suspendeu a funcionalidade de transmissões ao vivo (lives) na plataforma recentemente, cumprindo uma determinação da Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD).
A decisão ocorreu após uma adolescente de 13 anos ter sido induzida à automutilação e ao suicídio durante transmissões em grupos na plataforma.
Em entrevista concedida antes da decisão da ANPD, Odgers, professora da Universidade da Califórnia em Irvine (UCI), nos EUA, especialista em psicologia do desenvolvimento e há 25 anos estuda a saúde mental de crianças e adolescentes, argumenta que proibições com a justificativa de proteger a saúde mental não são baseadas em evidências científicas.
"Estudo a saúde mental de adolescentes há muito tempo, e o que realmente me surpreende nesse debate é a distância enorme que existe entre a narrativa dominante quando se fala sobre os efeitos das redes sociais e o que a grande maioria dos estudos encontrou até hoje", diz Odgers à BBC News Brasil.
Odgers enfatiza que as empresas de tecnologia devem ser responsabilizadas por garantir a segurança das plataformas e que é preciso mais regulamentação.
No entanto, ela afirma que, quando estudos mostram uma associação entre redes sociais e a saúde mental dos jovens, esta é muito pequena e tende a desaparecer após levados em conta outros possíveis fatores. Além disso, mesmo quando indicam correlações, não fica clara a direção da relação.
Segundo ela, proibir smartphones e redes sociais não vai resolver o problema e pode até ter o efeito contrário, ao ignorar causas mais complexas, impedir que se pense em outras soluções e empurrar os jovens para espaços menos regulados.
Odgers não é a única a questionar o foco nas redes. Um comitê da Academia Nacional de Ciências dos EUA estudou o tema por um ano e concluiu que pesquisas sobre a relação entre redes sociais e saúde mental mostram "efeitos pequenos" e "associações fracas", que podem ser "influenciados por uma combinação de experiências boas e ruins".
"Ao contrário da narrativa cultural predominante de que as redes sociais são universalmente prejudiciais aos adolescentes, a realidade é mais complexa", disseram os autores.
Mas propostas para restringir o acesso de jovens às redes continuam ganhando apoio, diante de temores sobre os possíveis impactos de um ambiente online onde muitas vezes há risco de bullying, assédio e abuso sexual, conteúdos de teor extremo e outras ameaças.
Segundo o Pew Research Center, 56% dos adultos nos Estados Unidos são a favor de proibir o uso de redes sociais por menores de 16 anos, e 77% apoiam a proibição de celulares em sala de aula.
No ano passado, a Austrália se tornou o primeiro país do mundo a proibir menores de 16 anos de usar plataformas como Facebook, Instagram, Snapchat, X, TikTok, YouTube e outras.
Desde então, diversos países, entre eles França, Reino Unido e Canadá, adotaram ou passaram a estudar algum tipo de restrição.
No Brasil, entrou em vigor em março o ECA Digital (Estatuto Digital da Criança e do Adolescente), que não impede o uso das redes por menores, mas estabelece uma série de restrições de conteúdo e controles.
Depois de anos estudando o dia a dia dos adolescentes em seus smartphones, ela ressalta que eles são resilientes e destaca os avanços nos últimos 20 anos, como queda nas taxas de violência, consumo de álcool e gravidez na adolescência.
"Os adolescentes de hoje são incríveis", diz Odgers no TED Talk, intitulado What we're getting wrong about kids and tech ("O que estamos entendendo errado sobre as crianças e a tecnologia", em tradução livre).
Para a psicóloga, que é mãe de dois adolescentes, a maneira de ajudar os jovens é estabelecer expectativas altas e apoiá-los para que consigam alcançá-las.
PROIBIR redes sociais para jovens não será solução mágica', diz psicóloga canadense [adaptado]. BBC News Brasil, [S. l.], ago. 2026. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cn0nkrdgnx2o. Acesso em: 26 ago. 2026.
"Depois de anos estudando o dia a dia dos adolescentes em seus smartphones, ela ressalta que eles são resilientes e destaca os avanços nos últimos 20 anos, como queda nas taxas de violência, consumo de álcool e gravidez na adolescência.
A expressão 'dia a dia' não recebe hífen, pois, segundo o Novo Acordo Ortográfico, as locuções, em regra, não são hifenizadas. Entretanto, algumas locuções permanecem hifenizadas por serem consagradas pelo uso. Assinale a alternativa que apresenta um exemplo dessa exceção.
1. O documento (inserto) no processo comprova a inocência do réu.
2. Antes de vender, (sortira) a loja com produtos de excelente qualidade.
3. O investigador conduziu o caso com total (descrição), garantindo que a identidade da testemunha permanecesse em sigilo.
4. Devido ao temporal que se aproxima, a Defesa Civil emitiu um alerta sobre o risco (eminente) de alagamentos no bairro.
5. O (cumprimento) das regras é obrigatório para manter a ordem no ambiente de trabalho.
Assinale a alternativa que indica todas as frases corretas.
Analise o texto a seguir:

Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e falsas ( F ) com base no texto.
( ) A expressão “sua responsabilidade” é o sujeito da oração.
( ) O sintagma “No trânsito” exerce a função de adjunto adverbial de modo.
( ) A passagem “salva vidas” é construída com uma palavra composta.
( ) O sentido da segunda oração é dependente do contexto da primeira.
( ) Na segunda oração, o verbo está no imperativo, expressando um conselho.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.