Foram encontradas 317.205 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3922323 Português
Deu pau no zodíaco


        De uma forma ou de outra, com mais ou menos fé, as pessoas acreditam nos signos e no horóscopo. Friamente, tem os que negam, mas no fundo, lá no fundo, os brasileiros e brasileiras fazem uma fezinha no próprio signo e jogam na loteria porque, tirando casar com pessoa rica ou nascer rico, é a melhor forma de ficar rico.

      Só que depois de 2500 anos funcionando de uma determinada maneira, inventada lá atrás pelos babilônios, deu pau no mapa astral, e o que valia naquela época não vale mais, o que deve complicar a vida das videntes e astrólogos de plantão.

         Segundo matéria publicada no Estadão, o que era virgem agora é leão. Tem uma explicação lógica para o que aconteceu, e a base dela é o movimento da terra em volta do sol e em volta de si mesma, somados ao caminho do sol pelo espaço e a colocação das constelações em relação a ele.

         O que serviu de base lá atrás não funciona mais. O céu visto pelos babilônios não é o mesmo céu que nós vemos, ou não vemos, depende da poluição e da iluminação noturna das cidades grandes.

        Quem vai redesenhar o céu e recolocar as constelações nos devidos lugares, de acordo com medições modernas, feitas com ajuda da inteligência artificial? Aliás, será que essa redefinição terá valor mágico ou o emprego das mais modernas técnicas científicas pode impactar de forma negativa o resultado final?

        O tema é complexo e levanta uma dúvida da maior importância. Até que ponto os mapas astrais continuam servindo de base para as respostas transcendentais nas quais baseamos nossos passos e o destino de nossas vidas?

      Ah, a complexidade do céu interferindo na complexidade da vida! 

MENDONÇA, Antonio Penteado. Deu pau no zodíaco.
Crônicas da cidade. Disponível em
<https://cronicasdacidade.com.br/cronicas/2025/10/02/de
u-pau-no-zodiaco/>. 
“Friamente, tem os que negam, mas no fundo, lá no fundo, os brasileiros e brasileiras fazem uma fezinha no próprio signo”
A forma verbal destacada no trecho acima, de uso popular, pode ser substituída corretamente, de acordo com a norma-padrão, por: 
Alternativas
Q3922322 Português
Deu pau no zodíaco


        De uma forma ou de outra, com mais ou menos fé, as pessoas acreditam nos signos e no horóscopo. Friamente, tem os que negam, mas no fundo, lá no fundo, os brasileiros e brasileiras fazem uma fezinha no próprio signo e jogam na loteria porque, tirando casar com pessoa rica ou nascer rico, é a melhor forma de ficar rico.

      Só que depois de 2500 anos funcionando de uma determinada maneira, inventada lá atrás pelos babilônios, deu pau no mapa astral, e o que valia naquela época não vale mais, o que deve complicar a vida das videntes e astrólogos de plantão.

         Segundo matéria publicada no Estadão, o que era virgem agora é leão. Tem uma explicação lógica para o que aconteceu, e a base dela é o movimento da terra em volta do sol e em volta de si mesma, somados ao caminho do sol pelo espaço e a colocação das constelações em relação a ele.

         O que serviu de base lá atrás não funciona mais. O céu visto pelos babilônios não é o mesmo céu que nós vemos, ou não vemos, depende da poluição e da iluminação noturna das cidades grandes.

        Quem vai redesenhar o céu e recolocar as constelações nos devidos lugares, de acordo com medições modernas, feitas com ajuda da inteligência artificial? Aliás, será que essa redefinição terá valor mágico ou o emprego das mais modernas técnicas científicas pode impactar de forma negativa o resultado final?

        O tema é complexo e levanta uma dúvida da maior importância. Até que ponto os mapas astrais continuam servindo de base para as respostas transcendentais nas quais baseamos nossos passos e o destino de nossas vidas?

      Ah, a complexidade do céu interferindo na complexidade da vida! 

MENDONÇA, Antonio Penteado. Deu pau no zodíaco.
Crônicas da cidade. Disponível em
<https://cronicasdacidade.com.br/cronicas/2025/10/02/de
u-pau-no-zodiaco/>. 
A expressão “dar pau”, utilizada no texto, é sinônima de: 
Alternativas
Q3922321 Português
Deu pau no zodíaco


        De uma forma ou de outra, com mais ou menos fé, as pessoas acreditam nos signos e no horóscopo. Friamente, tem os que negam, mas no fundo, lá no fundo, os brasileiros e brasileiras fazem uma fezinha no próprio signo e jogam na loteria porque, tirando casar com pessoa rica ou nascer rico, é a melhor forma de ficar rico.

      Só que depois de 2500 anos funcionando de uma determinada maneira, inventada lá atrás pelos babilônios, deu pau no mapa astral, e o que valia naquela época não vale mais, o que deve complicar a vida das videntes e astrólogos de plantão.

         Segundo matéria publicada no Estadão, o que era virgem agora é leão. Tem uma explicação lógica para o que aconteceu, e a base dela é o movimento da terra em volta do sol e em volta de si mesma, somados ao caminho do sol pelo espaço e a colocação das constelações em relação a ele.

         O que serviu de base lá atrás não funciona mais. O céu visto pelos babilônios não é o mesmo céu que nós vemos, ou não vemos, depende da poluição e da iluminação noturna das cidades grandes.

        Quem vai redesenhar o céu e recolocar as constelações nos devidos lugares, de acordo com medições modernas, feitas com ajuda da inteligência artificial? Aliás, será que essa redefinição terá valor mágico ou o emprego das mais modernas técnicas científicas pode impactar de forma negativa o resultado final?

        O tema é complexo e levanta uma dúvida da maior importância. Até que ponto os mapas astrais continuam servindo de base para as respostas transcendentais nas quais baseamos nossos passos e o destino de nossas vidas?

      Ah, a complexidade do céu interferindo na complexidade da vida! 

MENDONÇA, Antonio Penteado. Deu pau no zodíaco.
Crônicas da cidade. Disponível em
<https://cronicasdacidade.com.br/cronicas/2025/10/02/de
u-pau-no-zodiaco/>. 
O texto “Deu pau no zodíaco” é predominantemente: 
Alternativas
Q3922280 Português

Q10.png (625×184)


BECK, Alexandre. Tiras de Armandinho. Disponível em .<https://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/27431-tiras-dearmandinho>. 


Na oração “Preconceito se trata com educação!”, empregada na charge acima, é correto afirmar que:

Alternativas
Q3922278 Redação Oficial
Em relação à redação técnica oficial, é correto afirmar que a linguagem deve apresentar-se:
Alternativas
Q3922277 Português
“Um bom livro é um diálogo ininterrupto(1) entre nós e o texto, entre nós e um autor que se torna real(2). Um livro bom é um diálogo sem fim(3).” (Antônio Lobo Antunes)

Considerando os elementos identificados por números no enunciado acima, assinale a afirmativa correta: 
Alternativas
Q3922276 Português
Assinale a alternativa cujo termo destacado se refere ao agente, o ser que pratica a ação expressa pelo verbo.
Alternativas
Q3922275 Português
Assinale a alternativa cuja palavra destacada, de natureza pronominal, substitui algo apresentado posteriormente.
Alternativas
Q3922274 Português
Assinale a alternativa em que a palavra “onda” está sendo empregada em sentido figurado.
Alternativas
Q3922273 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


A velocidade da história 


    Num de seus contos mais notáveis, Jorge Luis Borges fala de uma equipe de cartógrafos que imaginou um mapa tão perfeito e detalhado que, uma vez estendido sobre a plataforma geográfica, correspondia em extensão a cada milímetro da região cartografada. Ou seja, o gigantesco mapa era tão extraordinário quanto minucioso, mas não servia para grande coisa. 

    Era tão vasto que se tornava impraticável consultá-lo; e tão minudente que melhor seria percorrer a própria região a pé ou a cavalo, conferindo relevos, depressões, platôs e planícies.

    Borges não diz, mas é de se supor que durante a preparação do tal mapa passaram-se tantos e tantos anos que alguns dos cartógrafos terão sido surpreendidos pela morte; que os demais envelheceram a ponto de serem substituídos por cartógrafos da nova geração; que os estudantes que aguardavam a espantosa novidade concluíram seus cursos, receberam seus diplomas e decidiram conhecer a geografia que lhes era possível sem o concurso do mapa.

    Mas, principalmente, nesse entretempo, havia acontecido um sem número de revoluções e a geografia já era outra. As fronteiras tinham-se alargado aqui e estreitado ali, novas cidades haviam surgido, rios tinham sido desviados e grandes represas construídas na esteira da expansão industrial e da demanda urbana.

    Enfim, antes mesmo de dar-se por terminado e impresso, o grande mapa já era um documento de arquivo, uma relíquia do passado.

    Se tivesse sobrevivido à derrocada do sistema soviético a partir de 1989, Borges teria talvez sorrido à ideia quase surreal de que todos os mapas-múndi se desatualizavam de uma só vez, como o fantástico (porém inútil) mapa de seus cartógrafos. (...)

    A velocidade da história parece sugerir, muito borgianamente, que os novos mapas cheguem a seu destino – isto é, a seus leitores – no bojo de veículos que demonstrem ser tão rápidos quanto a própria história. (...)


MARTINS FILHO, José. A velocidade da história. Folha de S. Paulo. Disponível em <https://www1.folha.uol.com.br/fsp/1994/8/14/painel/2.ht
ml>. 
A visão sobre história repassada pelo texto “A velocidade da história” é a de que essa área do conhecimento humano:
Alternativas
Q3922272 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


A velocidade da história 


    Num de seus contos mais notáveis, Jorge Luis Borges fala de uma equipe de cartógrafos que imaginou um mapa tão perfeito e detalhado que, uma vez estendido sobre a plataforma geográfica, correspondia em extensão a cada milímetro da região cartografada. Ou seja, o gigantesco mapa era tão extraordinário quanto minucioso, mas não servia para grande coisa. 

    Era tão vasto que se tornava impraticável consultá-lo; e tão minudente que melhor seria percorrer a própria região a pé ou a cavalo, conferindo relevos, depressões, platôs e planícies.

    Borges não diz, mas é de se supor que durante a preparação do tal mapa passaram-se tantos e tantos anos que alguns dos cartógrafos terão sido surpreendidos pela morte; que os demais envelheceram a ponto de serem substituídos por cartógrafos da nova geração; que os estudantes que aguardavam a espantosa novidade concluíram seus cursos, receberam seus diplomas e decidiram conhecer a geografia que lhes era possível sem o concurso do mapa.

    Mas, principalmente, nesse entretempo, havia acontecido um sem número de revoluções e a geografia já era outra. As fronteiras tinham-se alargado aqui e estreitado ali, novas cidades haviam surgido, rios tinham sido desviados e grandes represas construídas na esteira da expansão industrial e da demanda urbana.

    Enfim, antes mesmo de dar-se por terminado e impresso, o grande mapa já era um documento de arquivo, uma relíquia do passado.

    Se tivesse sobrevivido à derrocada do sistema soviético a partir de 1989, Borges teria talvez sorrido à ideia quase surreal de que todos os mapas-múndi se desatualizavam de uma só vez, como o fantástico (porém inútil) mapa de seus cartógrafos. (...)

    A velocidade da história parece sugerir, muito borgianamente, que os novos mapas cheguem a seu destino – isto é, a seus leitores – no bojo de veículos que demonstrem ser tão rápidos quanto a própria história. (...)


MARTINS FILHO, José. A velocidade da história. Folha de S. Paulo. Disponível em <https://www1.folha.uol.com.br/fsp/1994/8/14/painel/2.ht
ml>. 
“Era (...) tão minudente que melhor seria percorrer a própria região a pé ou a cavalo”.

A palavra destacada no trecho acima é sinônima de:
Alternativas
Q3922271 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


A velocidade da história 


    Num de seus contos mais notáveis, Jorge Luis Borges fala de uma equipe de cartógrafos que imaginou um mapa tão perfeito e detalhado que, uma vez estendido sobre a plataforma geográfica, correspondia em extensão a cada milímetro da região cartografada. Ou seja, o gigantesco mapa era tão extraordinário quanto minucioso, mas não servia para grande coisa. 

    Era tão vasto que se tornava impraticável consultá-lo; e tão minudente que melhor seria percorrer a própria região a pé ou a cavalo, conferindo relevos, depressões, platôs e planícies.

    Borges não diz, mas é de se supor que durante a preparação do tal mapa passaram-se tantos e tantos anos que alguns dos cartógrafos terão sido surpreendidos pela morte; que os demais envelheceram a ponto de serem substituídos por cartógrafos da nova geração; que os estudantes que aguardavam a espantosa novidade concluíram seus cursos, receberam seus diplomas e decidiram conhecer a geografia que lhes era possível sem o concurso do mapa.

    Mas, principalmente, nesse entretempo, havia acontecido um sem número de revoluções e a geografia já era outra. As fronteiras tinham-se alargado aqui e estreitado ali, novas cidades haviam surgido, rios tinham sido desviados e grandes represas construídas na esteira da expansão industrial e da demanda urbana.

    Enfim, antes mesmo de dar-se por terminado e impresso, o grande mapa já era um documento de arquivo, uma relíquia do passado.

    Se tivesse sobrevivido à derrocada do sistema soviético a partir de 1989, Borges teria talvez sorrido à ideia quase surreal de que todos os mapas-múndi se desatualizavam de uma só vez, como o fantástico (porém inútil) mapa de seus cartógrafos. (...)

    A velocidade da história parece sugerir, muito borgianamente, que os novos mapas cheguem a seu destino – isto é, a seus leitores – no bojo de veículos que demonstrem ser tão rápidos quanto a própria história. (...)


MARTINS FILHO, José. A velocidade da história. Folha de S. Paulo. Disponível em <https://www1.folha.uol.com.br/fsp/1994/8/14/painel/2.ht
ml>. 
De acordo com o texto “A velocidade da história”, a ideia de construir um mapa que “correspondia em extensão a cada milímetro da região cartografada” era:
Alternativas
Q3922240 Português
Assinale a alternativa que contém a palavra que está ortograficamente INCORRETA na frase:
Josefa disse que gostou muito do passeio, porque teve muitos momentos de diversão e risadas. Além disso, ela achou lindo o lago em que nadavam diversos patos e ganços. 
Alternativas
Q3922239 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão. 





WATTERSON, Bill. Calvin e Haroldo. Disponível em:  <https://portalconteudoaberto.com.br/enem-evestibular/tirinha-uma-narrativa-em-tres-quadros-e-seupapel-fundamental-na-educacao/ >


Assinale a alternativa que apresenta uma preposição presente na tirinha: 
Alternativas
Q3922238 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão. 





WATTERSON, Bill. Calvin e Haroldo. Disponível em:  <https://portalconteudoaberto.com.br/enem-evestibular/tirinha-uma-narrativa-em-tres-quadros-e-seupapel-fundamental-na-educacao/ >


No texto da tirinha, qual é a classificação gramatical correta do termo “eu”?
Alternativas
Q3922237 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão. 





WATTERSON, Bill. Calvin e Haroldo. Disponível em:  <https://portalconteudoaberto.com.br/enem-evestibular/tirinha-uma-narrativa-em-tres-quadros-e-seupapel-fundamental-na-educacao/ >


Analise a tirinha acima e assinale a alternativa que apresenta uma interpretação correta desse texto. 
Alternativas
Q3922236 Português
Qual das palavras destacadas a seguir é um numeral?
Alternativas
Q3922235 Português
Assinale a alternativa em que a ortografia da palavra destacada está INCORRETA: 
Alternativas
Q3922234 Português

TEXTO



Leia o texto a seguir para responder à questão.  




BROWNE, Dik. Hagar, O Horrível: Tiras Diárias Completas (1973-1974). Porto Alegre: L&PM Editores, 2016. p. 13. (Coleção L&PM Infantojuvenil). 

Quais das palavras destacadas nas afirmativas a seguir são verbos em relação a seu uso na tirinha? Classifique os verbos em verdadeiro (V) e os termos que não são verbos em falso (F).



( ) “Como foi hoje no trabalho?”


( ) “Tudo bem, eu acho...”


( ) “Mas estou com dor de cabeça.”



Marque a alternativa correta: 

Alternativas
Q3922233 Português

TEXTO



Leia o texto a seguir para responder à questão.  




BROWNE, Dik. Hagar, O Horrível: Tiras Diárias Completas (1973-1974). Porto Alegre: L&PM Editores, 2016. p. 13. (Coleção L&PM Infantojuvenil). 

Assinale a alternativa que apresenta dois substantivos que ocorrem na tirinha.  
Alternativas
Respostas
17961: A
17962: A
17963: B
17964: D
17965: B
17966: E
17967: C
17968: E
17969: D
17970: C
17971: B
17972: A
17973: E
17974: D
17975: C
17976: A
17977: B
17978: B
17979: A
17980: D