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Q4350104 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Cuidados com a pele, alimentação e hidratação são essenciais no verão e festas de fim de ano.


23/12/2025 - 17:33 - Secretaria da Saúde


O verão costuma ser lembrado como a estação das férias, da praia, da piscina e das festas de fim de ano. Mas, em meio à rotina mais intensa de lazer, viagens e encontros familiares, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) reforça a necessidade de atenção redobrada com a pele, a alimentação e a hidratação. Eles são fatores que podem impactar diretamente no bem-estar de cada um.

Os cuidados com a pele impactam diretamente na saúde e podem evitar doenças sérias, como o câncer de pele. No Paraná, de janeiro a setembro de 2025, foram realizados 7.906 procedimentos cirúrgicos em oncologia relacionados à pele; de outubro de 2024 a setembro de 2025, o total chegou a 10.431 procedimentos. No Brasil, o Inca (Instituto Nacional de Câncer) estima 220 mil novos casos de câncer de pele até o fim de 2025.

"É importante lembrar que a maior parte dos problemas causados pela longa exposição do sol são evitáveis. Aproveite o verão, mas não esqueça do protetor, de beber muita água e não abusar das comidas pesadas para que os dias sejam apenas de diversão", disse o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

USE PROTETOR - O período mais crítico para exposição solar vai das 9h às 16h, mas as ondas de calor exigem cuidados ao longo de todo o dia e o uso do protetor solar é indispensável. O Fator de Proteção Solar (FPS) mínimo recomendado para adultos é 30; pessoas de pele clara devem optar por FPS 50. 

A reaplicação deve ser feita a cada duas horas e sempre após banho de mar, rio ou piscina. Para quem permanece em ambientes internos, a reposição duas vezes ao dia costuma ser suficiente.

DENGUE - O verão também exige atenção ao uso de repelentes, que evitam picadas de mosquitos e a transmissão de doenças como dengue, zika e chikungunya. Segundo a Vigilância da Sesa, nem todos os repelentes têm eficácia comprovada contra o Aedes aegypti.

A Sesa reforça que o repelente precisa ter determinadas substâncias para ser eficaz. A substância mais recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) é a Icaradina. Ela é segura para adultos e para crianças acima de 2 anos, devendo estar presente em concentrações entre 20% e 25%, o que garante proteção de até 10 horas.

Outras substâncias eficazes são o DEET, com concentração mínima de 10%, e o IR3535 (EBAAP). Para identificar a composição, é fundamental verificar o rótulo do produto. 

ALIMENTAÇÃO - As festas de fim de ano e as férias provocam o desregramento da alimentação. O cardápio do Natal brasileiro, por exemplo, ainda é uma adaptação de países frios e baseado em alimentos gordurosos, mas que consumimos em pleno verão.

É preciso adotar algumas estratégias que podem ser importantes para aproveitar o melhor desses momentos de celebração entre amigos e família, sem prejuízos significativos à saúde como:

Não vá com muita fome: faça um lanche nutritivo antes da celebração, coma uma fruta, tome um copo de leite, isso vai te permitir escolher com mais calma os alimentos que pretende consumir, sem grandes excessos;

Reconheça seus sinais de fome e saciedade. Se permita comer o que gosta e só consome nessa época do ano, mas sirva-se de uma quantidade moderada;

Coma devagar e desfrute do que está consumindo;

Tenha atenção com as bebidas, elas podem aumentar muito as calorias ingeridas sem aumentar a saciedade. Tome bastante água;

Mantenha-se ativo e siga fazendo exercícios.

HIDRATAÇÃO - O calor intenso exige hidratação constante e não é qualquer líquido que repõe o que o corpo precisa. Bebidas alcoólicas, mesmo geladas, aumentam a desidratação. A orientação é priorizar água, sucos naturais, água de coco ou isotônicos.

Adolescentes e adultos devem consumir pelo menos dois litros de água por dia, aumentando a quantidade em caso de exposição prolongada ao sol, práticas esportivas ou esforço físico.

A Sesa alerta sobre o cuidado especial com os idosos, que são mais vulneráveis à desidratação e à hipertermia. A desidratação atinge mais as pessoas acima de 50 anos, conforme levantamento da Diretoria de Gestão em Saúde, da Sesa. Dos 3.453 casos registrados neste ano (entre janeiro e setembro), 2.351, ou seja, 68% são da faixa etária a partir dos 50 anos.

A Divisão de Atenção à Saúde da Pessoa Idosa recomenda:

• Ingerir líquidos com frequência (água, água de coco, sucos leves, chás e isotônicos) e evitar álcool e cafeína.

• Consumir alimentos leves, como frutas, verduras e carnes magras.

• Usar roupas claras, leves e calçados firmes; evitar chinelos para prevenir quedas; usar chapéu e óculos ao sair ao sol.

• Manter a casa ventilada e reduzir a entrada de calor nas janelas; usar ventiladores, climatizadores ou ar-condicionado quando possível.

• Praticar exercícios no início da manhã ou fim da tarde.

• Evitar sol nos horários mais quentes e aplicar filtro solar diariamente.

• Manter os alimentos refrigerados e reforçar a higiene no preparo para evitar intoxicações.

• Redobrar o uso de repelente e eliminar possíveis criadouros de mosquitos. Sinais de alerta pela falta de hidratação:

• Boca, língua e lábios secos

• Diminuição do volume urinário

• Temperatura elevada e pulso rápido

• Dor de cabeça • Tontura

• Náuseas • Letargia

• Confusão mental


Em situações de emergência, a recomendação é procurar a unidade de saúde mais próxima ou ligar para o SAMU (192).
Ao destacar que 68% dos casos de desidratação atingem pessoas a partir dos 50 anos, o texto tem como finalidade:
Alternativas
Q4350103 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Cuidados com a pele, alimentação e hidratação são essenciais no verão e festas de fim de ano.


23/12/2025 - 17:33 - Secretaria da Saúde


O verão costuma ser lembrado como a estação das férias, da praia, da piscina e das festas de fim de ano. Mas, em meio à rotina mais intensa de lazer, viagens e encontros familiares, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) reforça a necessidade de atenção redobrada com a pele, a alimentação e a hidratação. Eles são fatores que podem impactar diretamente no bem-estar de cada um.

Os cuidados com a pele impactam diretamente na saúde e podem evitar doenças sérias, como o câncer de pele. No Paraná, de janeiro a setembro de 2025, foram realizados 7.906 procedimentos cirúrgicos em oncologia relacionados à pele; de outubro de 2024 a setembro de 2025, o total chegou a 10.431 procedimentos. No Brasil, o Inca (Instituto Nacional de Câncer) estima 220 mil novos casos de câncer de pele até o fim de 2025.

"É importante lembrar que a maior parte dos problemas causados pela longa exposição do sol são evitáveis. Aproveite o verão, mas não esqueça do protetor, de beber muita água e não abusar das comidas pesadas para que os dias sejam apenas de diversão", disse o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

USE PROTETOR - O período mais crítico para exposição solar vai das 9h às 16h, mas as ondas de calor exigem cuidados ao longo de todo o dia e o uso do protetor solar é indispensável. O Fator de Proteção Solar (FPS) mínimo recomendado para adultos é 30; pessoas de pele clara devem optar por FPS 50. 

A reaplicação deve ser feita a cada duas horas e sempre após banho de mar, rio ou piscina. Para quem permanece em ambientes internos, a reposição duas vezes ao dia costuma ser suficiente.

DENGUE - O verão também exige atenção ao uso de repelentes, que evitam picadas de mosquitos e a transmissão de doenças como dengue, zika e chikungunya. Segundo a Vigilância da Sesa, nem todos os repelentes têm eficácia comprovada contra o Aedes aegypti.

A Sesa reforça que o repelente precisa ter determinadas substâncias para ser eficaz. A substância mais recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) é a Icaradina. Ela é segura para adultos e para crianças acima de 2 anos, devendo estar presente em concentrações entre 20% e 25%, o que garante proteção de até 10 horas.

Outras substâncias eficazes são o DEET, com concentração mínima de 10%, e o IR3535 (EBAAP). Para identificar a composição, é fundamental verificar o rótulo do produto. 

ALIMENTAÇÃO - As festas de fim de ano e as férias provocam o desregramento da alimentação. O cardápio do Natal brasileiro, por exemplo, ainda é uma adaptação de países frios e baseado em alimentos gordurosos, mas que consumimos em pleno verão.

É preciso adotar algumas estratégias que podem ser importantes para aproveitar o melhor desses momentos de celebração entre amigos e família, sem prejuízos significativos à saúde como:

Não vá com muita fome: faça um lanche nutritivo antes da celebração, coma uma fruta, tome um copo de leite, isso vai te permitir escolher com mais calma os alimentos que pretende consumir, sem grandes excessos;

Reconheça seus sinais de fome e saciedade. Se permita comer o que gosta e só consome nessa época do ano, mas sirva-se de uma quantidade moderada;

Coma devagar e desfrute do que está consumindo;

Tenha atenção com as bebidas, elas podem aumentar muito as calorias ingeridas sem aumentar a saciedade. Tome bastante água;

Mantenha-se ativo e siga fazendo exercícios.

HIDRATAÇÃO - O calor intenso exige hidratação constante e não é qualquer líquido que repõe o que o corpo precisa. Bebidas alcoólicas, mesmo geladas, aumentam a desidratação. A orientação é priorizar água, sucos naturais, água de coco ou isotônicos.

Adolescentes e adultos devem consumir pelo menos dois litros de água por dia, aumentando a quantidade em caso de exposição prolongada ao sol, práticas esportivas ou esforço físico.

A Sesa alerta sobre o cuidado especial com os idosos, que são mais vulneráveis à desidratação e à hipertermia. A desidratação atinge mais as pessoas acima de 50 anos, conforme levantamento da Diretoria de Gestão em Saúde, da Sesa. Dos 3.453 casos registrados neste ano (entre janeiro e setembro), 2.351, ou seja, 68% são da faixa etária a partir dos 50 anos.

A Divisão de Atenção à Saúde da Pessoa Idosa recomenda:

• Ingerir líquidos com frequência (água, água de coco, sucos leves, chás e isotônicos) e evitar álcool e cafeína.

• Consumir alimentos leves, como frutas, verduras e carnes magras.

• Usar roupas claras, leves e calçados firmes; evitar chinelos para prevenir quedas; usar chapéu e óculos ao sair ao sol.

• Manter a casa ventilada e reduzir a entrada de calor nas janelas; usar ventiladores, climatizadores ou ar-condicionado quando possível.

• Praticar exercícios no início da manhã ou fim da tarde.

• Evitar sol nos horários mais quentes e aplicar filtro solar diariamente.

• Manter os alimentos refrigerados e reforçar a higiene no preparo para evitar intoxicações.

• Redobrar o uso de repelente e eliminar possíveis criadouros de mosquitos. Sinais de alerta pela falta de hidratação:

• Boca, língua e lábios secos

• Diminuição do volume urinário

• Temperatura elevada e pulso rápido

• Dor de cabeça • Tontura

• Náuseas • Letargia

• Confusão mental


Em situações de emergência, a recomendação é procurar a unidade de saúde mais próxima ou ligar para o SAMU (192).
Considere as assertivas a seguir.

I. Em "cafeína", há hiato entre "e" e "í".
II. Em "DEET", há encontro consonantal entre "E" e "E".
III. Em "Chikungunya", há dígrafo em "ch".
IV. Em "Aedes aegypti", há encontro consonantal entre "p" e "t".
V. Em "climatizadores", há dígrafo em "cl".
VI. Em "quedas", há hiato entre "u" e "e".

Está CORRETO o que se afirma em: 
Alternativas
Q4350102 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Cuidados com a pele, alimentação e hidratação são essenciais no verão e festas de fim de ano.


23/12/2025 - 17:33 - Secretaria da Saúde


O verão costuma ser lembrado como a estação das férias, da praia, da piscina e das festas de fim de ano. Mas, em meio à rotina mais intensa de lazer, viagens e encontros familiares, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) reforça a necessidade de atenção redobrada com a pele, a alimentação e a hidratação. Eles são fatores que podem impactar diretamente no bem-estar de cada um.

Os cuidados com a pele impactam diretamente na saúde e podem evitar doenças sérias, como o câncer de pele. No Paraná, de janeiro a setembro de 2025, foram realizados 7.906 procedimentos cirúrgicos em oncologia relacionados à pele; de outubro de 2024 a setembro de 2025, o total chegou a 10.431 procedimentos. No Brasil, o Inca (Instituto Nacional de Câncer) estima 220 mil novos casos de câncer de pele até o fim de 2025.

"É importante lembrar que a maior parte dos problemas causados pela longa exposição do sol são evitáveis. Aproveite o verão, mas não esqueça do protetor, de beber muita água e não abusar das comidas pesadas para que os dias sejam apenas de diversão", disse o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

USE PROTETOR - O período mais crítico para exposição solar vai das 9h às 16h, mas as ondas de calor exigem cuidados ao longo de todo o dia e o uso do protetor solar é indispensável. O Fator de Proteção Solar (FPS) mínimo recomendado para adultos é 30; pessoas de pele clara devem optar por FPS 50. 

A reaplicação deve ser feita a cada duas horas e sempre após banho de mar, rio ou piscina. Para quem permanece em ambientes internos, a reposição duas vezes ao dia costuma ser suficiente.

DENGUE - O verão também exige atenção ao uso de repelentes, que evitam picadas de mosquitos e a transmissão de doenças como dengue, zika e chikungunya. Segundo a Vigilância da Sesa, nem todos os repelentes têm eficácia comprovada contra o Aedes aegypti.

A Sesa reforça que o repelente precisa ter determinadas substâncias para ser eficaz. A substância mais recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) é a Icaradina. Ela é segura para adultos e para crianças acima de 2 anos, devendo estar presente em concentrações entre 20% e 25%, o que garante proteção de até 10 horas.

Outras substâncias eficazes são o DEET, com concentração mínima de 10%, e o IR3535 (EBAAP). Para identificar a composição, é fundamental verificar o rótulo do produto. 

ALIMENTAÇÃO - As festas de fim de ano e as férias provocam o desregramento da alimentação. O cardápio do Natal brasileiro, por exemplo, ainda é uma adaptação de países frios e baseado em alimentos gordurosos, mas que consumimos em pleno verão.

É preciso adotar algumas estratégias que podem ser importantes para aproveitar o melhor desses momentos de celebração entre amigos e família, sem prejuízos significativos à saúde como:

Não vá com muita fome: faça um lanche nutritivo antes da celebração, coma uma fruta, tome um copo de leite, isso vai te permitir escolher com mais calma os alimentos que pretende consumir, sem grandes excessos;

Reconheça seus sinais de fome e saciedade. Se permita comer o que gosta e só consome nessa época do ano, mas sirva-se de uma quantidade moderada;

Coma devagar e desfrute do que está consumindo;

Tenha atenção com as bebidas, elas podem aumentar muito as calorias ingeridas sem aumentar a saciedade. Tome bastante água;

Mantenha-se ativo e siga fazendo exercícios.

HIDRATAÇÃO - O calor intenso exige hidratação constante e não é qualquer líquido que repõe o que o corpo precisa. Bebidas alcoólicas, mesmo geladas, aumentam a desidratação. A orientação é priorizar água, sucos naturais, água de coco ou isotônicos.

Adolescentes e adultos devem consumir pelo menos dois litros de água por dia, aumentando a quantidade em caso de exposição prolongada ao sol, práticas esportivas ou esforço físico.

A Sesa alerta sobre o cuidado especial com os idosos, que são mais vulneráveis à desidratação e à hipertermia. A desidratação atinge mais as pessoas acima de 50 anos, conforme levantamento da Diretoria de Gestão em Saúde, da Sesa. Dos 3.453 casos registrados neste ano (entre janeiro e setembro), 2.351, ou seja, 68% são da faixa etária a partir dos 50 anos.

A Divisão de Atenção à Saúde da Pessoa Idosa recomenda:

• Ingerir líquidos com frequência (água, água de coco, sucos leves, chás e isotônicos) e evitar álcool e cafeína.

• Consumir alimentos leves, como frutas, verduras e carnes magras.

• Usar roupas claras, leves e calçados firmes; evitar chinelos para prevenir quedas; usar chapéu e óculos ao sair ao sol.

• Manter a casa ventilada e reduzir a entrada de calor nas janelas; usar ventiladores, climatizadores ou ar-condicionado quando possível.

• Praticar exercícios no início da manhã ou fim da tarde.

• Evitar sol nos horários mais quentes e aplicar filtro solar diariamente.

• Manter os alimentos refrigerados e reforçar a higiene no preparo para evitar intoxicações.

• Redobrar o uso de repelente e eliminar possíveis criadouros de mosquitos. Sinais de alerta pela falta de hidratação:

• Boca, língua e lábios secos

• Diminuição do volume urinário

• Temperatura elevada e pulso rápido

• Dor de cabeça • Tontura

• Náuseas • Letargia

• Confusão mental


Em situações de emergência, a recomendação é procurar a unidade de saúde mais próxima ou ligar para o SAMU (192).
De acordo com o texto, a Secretaria de Estado da Saúde reforça cuidados no verão porque:
Alternativas
Q4350101 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Cuidados com a pele, alimentação e hidratação são essenciais no verão e festas de fim de ano.


23/12/2025 - 17:33 - Secretaria da Saúde


O verão costuma ser lembrado como a estação das férias, da praia, da piscina e das festas de fim de ano. Mas, em meio à rotina mais intensa de lazer, viagens e encontros familiares, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) reforça a necessidade de atenção redobrada com a pele, a alimentação e a hidratação. Eles são fatores que podem impactar diretamente no bem-estar de cada um.

Os cuidados com a pele impactam diretamente na saúde e podem evitar doenças sérias, como o câncer de pele. No Paraná, de janeiro a setembro de 2025, foram realizados 7.906 procedimentos cirúrgicos em oncologia relacionados à pele; de outubro de 2024 a setembro de 2025, o total chegou a 10.431 procedimentos. No Brasil, o Inca (Instituto Nacional de Câncer) estima 220 mil novos casos de câncer de pele até o fim de 2025.

"É importante lembrar que a maior parte dos problemas causados pela longa exposição do sol são evitáveis. Aproveite o verão, mas não esqueça do protetor, de beber muita água e não abusar das comidas pesadas para que os dias sejam apenas de diversão", disse o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

USE PROTETOR - O período mais crítico para exposição solar vai das 9h às 16h, mas as ondas de calor exigem cuidados ao longo de todo o dia e o uso do protetor solar é indispensável. O Fator de Proteção Solar (FPS) mínimo recomendado para adultos é 30; pessoas de pele clara devem optar por FPS 50. 

A reaplicação deve ser feita a cada duas horas e sempre após banho de mar, rio ou piscina. Para quem permanece em ambientes internos, a reposição duas vezes ao dia costuma ser suficiente.

DENGUE - O verão também exige atenção ao uso de repelentes, que evitam picadas de mosquitos e a transmissão de doenças como dengue, zika e chikungunya. Segundo a Vigilância da Sesa, nem todos os repelentes têm eficácia comprovada contra o Aedes aegypti.

A Sesa reforça que o repelente precisa ter determinadas substâncias para ser eficaz. A substância mais recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) é a Icaradina. Ela é segura para adultos e para crianças acima de 2 anos, devendo estar presente em concentrações entre 20% e 25%, o que garante proteção de até 10 horas.

Outras substâncias eficazes são o DEET, com concentração mínima de 10%, e o IR3535 (EBAAP). Para identificar a composição, é fundamental verificar o rótulo do produto. 

ALIMENTAÇÃO - As festas de fim de ano e as férias provocam o desregramento da alimentação. O cardápio do Natal brasileiro, por exemplo, ainda é uma adaptação de países frios e baseado em alimentos gordurosos, mas que consumimos em pleno verão.

É preciso adotar algumas estratégias que podem ser importantes para aproveitar o melhor desses momentos de celebração entre amigos e família, sem prejuízos significativos à saúde como:

Não vá com muita fome: faça um lanche nutritivo antes da celebração, coma uma fruta, tome um copo de leite, isso vai te permitir escolher com mais calma os alimentos que pretende consumir, sem grandes excessos;

Reconheça seus sinais de fome e saciedade. Se permita comer o que gosta e só consome nessa época do ano, mas sirva-se de uma quantidade moderada;

Coma devagar e desfrute do que está consumindo;

Tenha atenção com as bebidas, elas podem aumentar muito as calorias ingeridas sem aumentar a saciedade. Tome bastante água;

Mantenha-se ativo e siga fazendo exercícios.

HIDRATAÇÃO - O calor intenso exige hidratação constante e não é qualquer líquido que repõe o que o corpo precisa. Bebidas alcoólicas, mesmo geladas, aumentam a desidratação. A orientação é priorizar água, sucos naturais, água de coco ou isotônicos.

Adolescentes e adultos devem consumir pelo menos dois litros de água por dia, aumentando a quantidade em caso de exposição prolongada ao sol, práticas esportivas ou esforço físico.

A Sesa alerta sobre o cuidado especial com os idosos, que são mais vulneráveis à desidratação e à hipertermia. A desidratação atinge mais as pessoas acima de 50 anos, conforme levantamento da Diretoria de Gestão em Saúde, da Sesa. Dos 3.453 casos registrados neste ano (entre janeiro e setembro), 2.351, ou seja, 68% são da faixa etária a partir dos 50 anos.

A Divisão de Atenção à Saúde da Pessoa Idosa recomenda:

• Ingerir líquidos com frequência (água, água de coco, sucos leves, chás e isotônicos) e evitar álcool e cafeína.

• Consumir alimentos leves, como frutas, verduras e carnes magras.

• Usar roupas claras, leves e calçados firmes; evitar chinelos para prevenir quedas; usar chapéu e óculos ao sair ao sol.

• Manter a casa ventilada e reduzir a entrada de calor nas janelas; usar ventiladores, climatizadores ou ar-condicionado quando possível.

• Praticar exercícios no início da manhã ou fim da tarde.

• Evitar sol nos horários mais quentes e aplicar filtro solar diariamente.

• Manter os alimentos refrigerados e reforçar a higiene no preparo para evitar intoxicações.

• Redobrar o uso de repelente e eliminar possíveis criadouros de mosquitos. Sinais de alerta pela falta de hidratação:

• Boca, língua e lábios secos

• Diminuição do volume urinário

• Temperatura elevada e pulso rápido

• Dor de cabeça • Tontura

• Náuseas • Letargia

• Confusão mental


Em situações de emergência, a recomendação é procurar a unidade de saúde mais próxima ou ligar para o SAMU (192).
Considerando as orientações apresentadas no texto, analise a situação a seguir.

Carlota, 62 anos, participará de uma confraternização familiar no período da tarde, em um dia de forte calor. Ela pretende consumir bebidas alcoólicas para se refrescar, usar chinelos durante todo o evento e realizar uma caminhada ao meio-dia, sem o uso de protetor solar.

De acordo com as recomendações do texto base, a conduta mais adequada para Carlota seria:
Alternativas
Q4350100 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Cuidados com a pele, alimentação e hidratação são essenciais no verão e festas de fim de ano.


23/12/2025 - 17:33 - Secretaria da Saúde


O verão costuma ser lembrado como a estação das férias, da praia, da piscina e das festas de fim de ano. Mas, em meio à rotina mais intensa de lazer, viagens e encontros familiares, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) reforça a necessidade de atenção redobrada com a pele, a alimentação e a hidratação. Eles são fatores que podem impactar diretamente no bem-estar de cada um.

Os cuidados com a pele impactam diretamente na saúde e podem evitar doenças sérias, como o câncer de pele. No Paraná, de janeiro a setembro de 2025, foram realizados 7.906 procedimentos cirúrgicos em oncologia relacionados à pele; de outubro de 2024 a setembro de 2025, o total chegou a 10.431 procedimentos. No Brasil, o Inca (Instituto Nacional de Câncer) estima 220 mil novos casos de câncer de pele até o fim de 2025.

"É importante lembrar que a maior parte dos problemas causados pela longa exposição do sol são evitáveis. Aproveite o verão, mas não esqueça do protetor, de beber muita água e não abusar das comidas pesadas para que os dias sejam apenas de diversão", disse o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

USE PROTETOR - O período mais crítico para exposição solar vai das 9h às 16h, mas as ondas de calor exigem cuidados ao longo de todo o dia e o uso do protetor solar é indispensável. O Fator de Proteção Solar (FPS) mínimo recomendado para adultos é 30; pessoas de pele clara devem optar por FPS 50. 

A reaplicação deve ser feita a cada duas horas e sempre após banho de mar, rio ou piscina. Para quem permanece em ambientes internos, a reposição duas vezes ao dia costuma ser suficiente.

DENGUE - O verão também exige atenção ao uso de repelentes, que evitam picadas de mosquitos e a transmissão de doenças como dengue, zika e chikungunya. Segundo a Vigilância da Sesa, nem todos os repelentes têm eficácia comprovada contra o Aedes aegypti.

A Sesa reforça que o repelente precisa ter determinadas substâncias para ser eficaz. A substância mais recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) é a Icaradina. Ela é segura para adultos e para crianças acima de 2 anos, devendo estar presente em concentrações entre 20% e 25%, o que garante proteção de até 10 horas.

Outras substâncias eficazes são o DEET, com concentração mínima de 10%, e o IR3535 (EBAAP). Para identificar a composição, é fundamental verificar o rótulo do produto. 

ALIMENTAÇÃO - As festas de fim de ano e as férias provocam o desregramento da alimentação. O cardápio do Natal brasileiro, por exemplo, ainda é uma adaptação de países frios e baseado em alimentos gordurosos, mas que consumimos em pleno verão.

É preciso adotar algumas estratégias que podem ser importantes para aproveitar o melhor desses momentos de celebração entre amigos e família, sem prejuízos significativos à saúde como:

Não vá com muita fome: faça um lanche nutritivo antes da celebração, coma uma fruta, tome um copo de leite, isso vai te permitir escolher com mais calma os alimentos que pretende consumir, sem grandes excessos;

Reconheça seus sinais de fome e saciedade. Se permita comer o que gosta e só consome nessa época do ano, mas sirva-se de uma quantidade moderada;

Coma devagar e desfrute do que está consumindo;

Tenha atenção com as bebidas, elas podem aumentar muito as calorias ingeridas sem aumentar a saciedade. Tome bastante água;

Mantenha-se ativo e siga fazendo exercícios.

HIDRATAÇÃO - O calor intenso exige hidratação constante e não é qualquer líquido que repõe o que o corpo precisa. Bebidas alcoólicas, mesmo geladas, aumentam a desidratação. A orientação é priorizar água, sucos naturais, água de coco ou isotônicos.

Adolescentes e adultos devem consumir pelo menos dois litros de água por dia, aumentando a quantidade em caso de exposição prolongada ao sol, práticas esportivas ou esforço físico.

A Sesa alerta sobre o cuidado especial com os idosos, que são mais vulneráveis à desidratação e à hipertermia. A desidratação atinge mais as pessoas acima de 50 anos, conforme levantamento da Diretoria de Gestão em Saúde, da Sesa. Dos 3.453 casos registrados neste ano (entre janeiro e setembro), 2.351, ou seja, 68% são da faixa etária a partir dos 50 anos.

A Divisão de Atenção à Saúde da Pessoa Idosa recomenda:

• Ingerir líquidos com frequência (água, água de coco, sucos leves, chás e isotônicos) e evitar álcool e cafeína.

• Consumir alimentos leves, como frutas, verduras e carnes magras.

• Usar roupas claras, leves e calçados firmes; evitar chinelos para prevenir quedas; usar chapéu e óculos ao sair ao sol.

• Manter a casa ventilada e reduzir a entrada de calor nas janelas; usar ventiladores, climatizadores ou ar-condicionado quando possível.

• Praticar exercícios no início da manhã ou fim da tarde.

• Evitar sol nos horários mais quentes e aplicar filtro solar diariamente.

• Manter os alimentos refrigerados e reforçar a higiene no preparo para evitar intoxicações.

• Redobrar o uso de repelente e eliminar possíveis criadouros de mosquitos. Sinais de alerta pela falta de hidratação:

• Boca, língua e lábios secos

• Diminuição do volume urinário

• Temperatura elevada e pulso rápido

• Dor de cabeça • Tontura

• Náuseas • Letargia

• Confusão mental


Em situações de emergência, a recomendação é procurar a unidade de saúde mais próxima ou ligar para o SAMU (192).
Considerando as informações apresentadas no texto sobre os sinais de desidratação, analise a situação a seguir.

Durante uma tarde de calor intenso, Roberto, 68 anos, apresenta boca seca, dor de cabeça, diminuição do volume urinário ao longo do dia e refere tontura ao se levantar. Apesar disso, afirma não ter praticado esforço físico significativo e acredita que os sintomas são consequência apenas da idade.

De acordo com o texto base, a interpretação adequada do quadro apresentado por Roberto é a de que:
Alternativas
Q4350099 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Cuidados com a pele, alimentação e hidratação são essenciais no verão e festas de fim de ano.


23/12/2025 - 17:33 - Secretaria da Saúde


O verão costuma ser lembrado como a estação das férias, da praia, da piscina e das festas de fim de ano. Mas, em meio à rotina mais intensa de lazer, viagens e encontros familiares, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) reforça a necessidade de atenção redobrada com a pele, a alimentação e a hidratação. Eles são fatores que podem impactar diretamente no bem-estar de cada um.

Os cuidados com a pele impactam diretamente na saúde e podem evitar doenças sérias, como o câncer de pele. No Paraná, de janeiro a setembro de 2025, foram realizados 7.906 procedimentos cirúrgicos em oncologia relacionados à pele; de outubro de 2024 a setembro de 2025, o total chegou a 10.431 procedimentos. No Brasil, o Inca (Instituto Nacional de Câncer) estima 220 mil novos casos de câncer de pele até o fim de 2025.

"É importante lembrar que a maior parte dos problemas causados pela longa exposição do sol são evitáveis. Aproveite o verão, mas não esqueça do protetor, de beber muita água e não abusar das comidas pesadas para que os dias sejam apenas de diversão", disse o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

USE PROTETOR - O período mais crítico para exposição solar vai das 9h às 16h, mas as ondas de calor exigem cuidados ao longo de todo o dia e o uso do protetor solar é indispensável. O Fator de Proteção Solar (FPS) mínimo recomendado para adultos é 30; pessoas de pele clara devem optar por FPS 50. 

A reaplicação deve ser feita a cada duas horas e sempre após banho de mar, rio ou piscina. Para quem permanece em ambientes internos, a reposição duas vezes ao dia costuma ser suficiente.

DENGUE - O verão também exige atenção ao uso de repelentes, que evitam picadas de mosquitos e a transmissão de doenças como dengue, zika e chikungunya. Segundo a Vigilância da Sesa, nem todos os repelentes têm eficácia comprovada contra o Aedes aegypti.

A Sesa reforça que o repelente precisa ter determinadas substâncias para ser eficaz. A substância mais recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) é a Icaradina. Ela é segura para adultos e para crianças acima de 2 anos, devendo estar presente em concentrações entre 20% e 25%, o que garante proteção de até 10 horas.

Outras substâncias eficazes são o DEET, com concentração mínima de 10%, e o IR3535 (EBAAP). Para identificar a composição, é fundamental verificar o rótulo do produto. 

ALIMENTAÇÃO - As festas de fim de ano e as férias provocam o desregramento da alimentação. O cardápio do Natal brasileiro, por exemplo, ainda é uma adaptação de países frios e baseado em alimentos gordurosos, mas que consumimos em pleno verão.

É preciso adotar algumas estratégias que podem ser importantes para aproveitar o melhor desses momentos de celebração entre amigos e família, sem prejuízos significativos à saúde como:

Não vá com muita fome: faça um lanche nutritivo antes da celebração, coma uma fruta, tome um copo de leite, isso vai te permitir escolher com mais calma os alimentos que pretende consumir, sem grandes excessos;

Reconheça seus sinais de fome e saciedade. Se permita comer o que gosta e só consome nessa época do ano, mas sirva-se de uma quantidade moderada;

Coma devagar e desfrute do que está consumindo;

Tenha atenção com as bebidas, elas podem aumentar muito as calorias ingeridas sem aumentar a saciedade. Tome bastante água;

Mantenha-se ativo e siga fazendo exercícios.

HIDRATAÇÃO - O calor intenso exige hidratação constante e não é qualquer líquido que repõe o que o corpo precisa. Bebidas alcoólicas, mesmo geladas, aumentam a desidratação. A orientação é priorizar água, sucos naturais, água de coco ou isotônicos.

Adolescentes e adultos devem consumir pelo menos dois litros de água por dia, aumentando a quantidade em caso de exposição prolongada ao sol, práticas esportivas ou esforço físico.

A Sesa alerta sobre o cuidado especial com os idosos, que são mais vulneráveis à desidratação e à hipertermia. A desidratação atinge mais as pessoas acima de 50 anos, conforme levantamento da Diretoria de Gestão em Saúde, da Sesa. Dos 3.453 casos registrados neste ano (entre janeiro e setembro), 2.351, ou seja, 68% são da faixa etária a partir dos 50 anos.

A Divisão de Atenção à Saúde da Pessoa Idosa recomenda:

• Ingerir líquidos com frequência (água, água de coco, sucos leves, chás e isotônicos) e evitar álcool e cafeína.

• Consumir alimentos leves, como frutas, verduras e carnes magras.

• Usar roupas claras, leves e calçados firmes; evitar chinelos para prevenir quedas; usar chapéu e óculos ao sair ao sol.

• Manter a casa ventilada e reduzir a entrada de calor nas janelas; usar ventiladores, climatizadores ou ar-condicionado quando possível.

• Praticar exercícios no início da manhã ou fim da tarde.

• Evitar sol nos horários mais quentes e aplicar filtro solar diariamente.

• Manter os alimentos refrigerados e reforçar a higiene no preparo para evitar intoxicações.

• Redobrar o uso de repelente e eliminar possíveis criadouros de mosquitos. Sinais de alerta pela falta de hidratação:

• Boca, língua e lábios secos

• Diminuição do volume urinário

• Temperatura elevada e pulso rápido

• Dor de cabeça • Tontura

• Náuseas • Letargia

• Confusão mental


Em situações de emergência, a recomendação é procurar a unidade de saúde mais próxima ou ligar para o SAMU (192).
Em relação às classes de palavras empregadas em trechos do texto, considere as assertivas a seguir.

I. No trecho "A hidratação adequada é fundamental para a manutenção do equilíbrio do organismo", o termo "adequada" classifica-se como adjetivo, por caracterizar o substantivo "hidratação".
II. Em "É importante observar sinais como boca seca e diminuição da urina", o vocábulo "como" é uma preposição, introduzindo uma relação de comparação.
III. Em "aproveite o verão, mas não esqueça do protetor", a palavra "mas" classifica-se como conjunção coordenativa explicativa.
IV. Em "Beber água regularmente ajuda a prevenir complicações", o termo "regularmente" classificase como advérbio de modo.

Está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q4350098 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Cuidados com a pele, alimentação e hidratação são essenciais no verão e festas de fim de ano.


23/12/2025 - 17:33 - Secretaria da Saúde


O verão costuma ser lembrado como a estação das férias, da praia, da piscina e das festas de fim de ano. Mas, em meio à rotina mais intensa de lazer, viagens e encontros familiares, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) reforça a necessidade de atenção redobrada com a pele, a alimentação e a hidratação. Eles são fatores que podem impactar diretamente no bem-estar de cada um.

Os cuidados com a pele impactam diretamente na saúde e podem evitar doenças sérias, como o câncer de pele. No Paraná, de janeiro a setembro de 2025, foram realizados 7.906 procedimentos cirúrgicos em oncologia relacionados à pele; de outubro de 2024 a setembro de 2025, o total chegou a 10.431 procedimentos. No Brasil, o Inca (Instituto Nacional de Câncer) estima 220 mil novos casos de câncer de pele até o fim de 2025.

"É importante lembrar que a maior parte dos problemas causados pela longa exposição do sol são evitáveis. Aproveite o verão, mas não esqueça do protetor, de beber muita água e não abusar das comidas pesadas para que os dias sejam apenas de diversão", disse o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

USE PROTETOR - O período mais crítico para exposição solar vai das 9h às 16h, mas as ondas de calor exigem cuidados ao longo de todo o dia e o uso do protetor solar é indispensável. O Fator de Proteção Solar (FPS) mínimo recomendado para adultos é 30; pessoas de pele clara devem optar por FPS 50. 

A reaplicação deve ser feita a cada duas horas e sempre após banho de mar, rio ou piscina. Para quem permanece em ambientes internos, a reposição duas vezes ao dia costuma ser suficiente.

DENGUE - O verão também exige atenção ao uso de repelentes, que evitam picadas de mosquitos e a transmissão de doenças como dengue, zika e chikungunya. Segundo a Vigilância da Sesa, nem todos os repelentes têm eficácia comprovada contra o Aedes aegypti.

A Sesa reforça que o repelente precisa ter determinadas substâncias para ser eficaz. A substância mais recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) é a Icaradina. Ela é segura para adultos e para crianças acima de 2 anos, devendo estar presente em concentrações entre 20% e 25%, o que garante proteção de até 10 horas.

Outras substâncias eficazes são o DEET, com concentração mínima de 10%, e o IR3535 (EBAAP). Para identificar a composição, é fundamental verificar o rótulo do produto. 

ALIMENTAÇÃO - As festas de fim de ano e as férias provocam o desregramento da alimentação. O cardápio do Natal brasileiro, por exemplo, ainda é uma adaptação de países frios e baseado em alimentos gordurosos, mas que consumimos em pleno verão.

É preciso adotar algumas estratégias que podem ser importantes para aproveitar o melhor desses momentos de celebração entre amigos e família, sem prejuízos significativos à saúde como:

Não vá com muita fome: faça um lanche nutritivo antes da celebração, coma uma fruta, tome um copo de leite, isso vai te permitir escolher com mais calma os alimentos que pretende consumir, sem grandes excessos;

Reconheça seus sinais de fome e saciedade. Se permita comer o que gosta e só consome nessa época do ano, mas sirva-se de uma quantidade moderada;

Coma devagar e desfrute do que está consumindo;

Tenha atenção com as bebidas, elas podem aumentar muito as calorias ingeridas sem aumentar a saciedade. Tome bastante água;

Mantenha-se ativo e siga fazendo exercícios.

HIDRATAÇÃO - O calor intenso exige hidratação constante e não é qualquer líquido que repõe o que o corpo precisa. Bebidas alcoólicas, mesmo geladas, aumentam a desidratação. A orientação é priorizar água, sucos naturais, água de coco ou isotônicos.

Adolescentes e adultos devem consumir pelo menos dois litros de água por dia, aumentando a quantidade em caso de exposição prolongada ao sol, práticas esportivas ou esforço físico.

A Sesa alerta sobre o cuidado especial com os idosos, que são mais vulneráveis à desidratação e à hipertermia. A desidratação atinge mais as pessoas acima de 50 anos, conforme levantamento da Diretoria de Gestão em Saúde, da Sesa. Dos 3.453 casos registrados neste ano (entre janeiro e setembro), 2.351, ou seja, 68% são da faixa etária a partir dos 50 anos.

A Divisão de Atenção à Saúde da Pessoa Idosa recomenda:

• Ingerir líquidos com frequência (água, água de coco, sucos leves, chás e isotônicos) e evitar álcool e cafeína.

• Consumir alimentos leves, como frutas, verduras e carnes magras.

• Usar roupas claras, leves e calçados firmes; evitar chinelos para prevenir quedas; usar chapéu e óculos ao sair ao sol.

• Manter a casa ventilada e reduzir a entrada de calor nas janelas; usar ventiladores, climatizadores ou ar-condicionado quando possível.

• Praticar exercícios no início da manhã ou fim da tarde.

• Evitar sol nos horários mais quentes e aplicar filtro solar diariamente.

• Manter os alimentos refrigerados e reforçar a higiene no preparo para evitar intoxicações.

• Redobrar o uso de repelente e eliminar possíveis criadouros de mosquitos. Sinais de alerta pela falta de hidratação:

• Boca, língua e lábios secos

• Diminuição do volume urinário

• Temperatura elevada e pulso rápido

• Dor de cabeça • Tontura

• Náuseas • Letargia

• Confusão mental


Em situações de emergência, a recomendação é procurar a unidade de saúde mais próxima ou ligar para o SAMU (192).
No que tange às funções sintáticas dos termos destacados no texto, considere as assertivas a seguir.

I. No trecho "Os cuidados com a pele impactam diretamente na saúde", a expressão "Os cuidados com a pele" exerce a função de sujeito composto do verbo "impactam".
II. Em "Adolescentes e adultos devem consumir pelo menos dois litros de água por dia", a expressão "dois litros de água" atua como objeto direto do verbo "consumir".
III. Em "Praticar exercícios no início da manhã ou fim da tarde", as expressões "no início da manhã" ou "fim da tarde" indicam o momento da prática de exercícios, logo, exercem a função de adjunto adverbial de tempo.
IV. Em "O cardápio do Natal brasileiro, por exemplo, ainda é uma adaptação de países frios", "uma adaptação de países frios" desempenha o papel de predicativo do sujeito.
V. Em "O verão também exige atenção ao uso de repelentes, que evitam picadas de mosquitos e a transmissão de doenças como dengue, zika e chikungunya", os termos "dengue, zika e chikungunya" funcionam como vocativo.

Está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q4350097 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Cuidados com a pele, alimentação e hidratação são essenciais no verão e festas de fim de ano.


23/12/2025 - 17:33 - Secretaria da Saúde


O verão costuma ser lembrado como a estação das férias, da praia, da piscina e das festas de fim de ano. Mas, em meio à rotina mais intensa de lazer, viagens e encontros familiares, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) reforça a necessidade de atenção redobrada com a pele, a alimentação e a hidratação. Eles são fatores que podem impactar diretamente no bem-estar de cada um.

Os cuidados com a pele impactam diretamente na saúde e podem evitar doenças sérias, como o câncer de pele. No Paraná, de janeiro a setembro de 2025, foram realizados 7.906 procedimentos cirúrgicos em oncologia relacionados à pele; de outubro de 2024 a setembro de 2025, o total chegou a 10.431 procedimentos. No Brasil, o Inca (Instituto Nacional de Câncer) estima 220 mil novos casos de câncer de pele até o fim de 2025.

"É importante lembrar que a maior parte dos problemas causados pela longa exposição do sol são evitáveis. Aproveite o verão, mas não esqueça do protetor, de beber muita água e não abusar das comidas pesadas para que os dias sejam apenas de diversão", disse o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

USE PROTETOR - O período mais crítico para exposição solar vai das 9h às 16h, mas as ondas de calor exigem cuidados ao longo de todo o dia e o uso do protetor solar é indispensável. O Fator de Proteção Solar (FPS) mínimo recomendado para adultos é 30; pessoas de pele clara devem optar por FPS 50. 

A reaplicação deve ser feita a cada duas horas e sempre após banho de mar, rio ou piscina. Para quem permanece em ambientes internos, a reposição duas vezes ao dia costuma ser suficiente.

DENGUE - O verão também exige atenção ao uso de repelentes, que evitam picadas de mosquitos e a transmissão de doenças como dengue, zika e chikungunya. Segundo a Vigilância da Sesa, nem todos os repelentes têm eficácia comprovada contra o Aedes aegypti.

A Sesa reforça que o repelente precisa ter determinadas substâncias para ser eficaz. A substância mais recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) é a Icaradina. Ela é segura para adultos e para crianças acima de 2 anos, devendo estar presente em concentrações entre 20% e 25%, o que garante proteção de até 10 horas.

Outras substâncias eficazes são o DEET, com concentração mínima de 10%, e o IR3535 (EBAAP). Para identificar a composição, é fundamental verificar o rótulo do produto. 

ALIMENTAÇÃO - As festas de fim de ano e as férias provocam o desregramento da alimentação. O cardápio do Natal brasileiro, por exemplo, ainda é uma adaptação de países frios e baseado em alimentos gordurosos, mas que consumimos em pleno verão.

É preciso adotar algumas estratégias que podem ser importantes para aproveitar o melhor desses momentos de celebração entre amigos e família, sem prejuízos significativos à saúde como:

Não vá com muita fome: faça um lanche nutritivo antes da celebração, coma uma fruta, tome um copo de leite, isso vai te permitir escolher com mais calma os alimentos que pretende consumir, sem grandes excessos;

Reconheça seus sinais de fome e saciedade. Se permita comer o que gosta e só consome nessa época do ano, mas sirva-se de uma quantidade moderada;

Coma devagar e desfrute do que está consumindo;

Tenha atenção com as bebidas, elas podem aumentar muito as calorias ingeridas sem aumentar a saciedade. Tome bastante água;

Mantenha-se ativo e siga fazendo exercícios.

HIDRATAÇÃO - O calor intenso exige hidratação constante e não é qualquer líquido que repõe o que o corpo precisa. Bebidas alcoólicas, mesmo geladas, aumentam a desidratação. A orientação é priorizar água, sucos naturais, água de coco ou isotônicos.

Adolescentes e adultos devem consumir pelo menos dois litros de água por dia, aumentando a quantidade em caso de exposição prolongada ao sol, práticas esportivas ou esforço físico.

A Sesa alerta sobre o cuidado especial com os idosos, que são mais vulneráveis à desidratação e à hipertermia. A desidratação atinge mais as pessoas acima de 50 anos, conforme levantamento da Diretoria de Gestão em Saúde, da Sesa. Dos 3.453 casos registrados neste ano (entre janeiro e setembro), 2.351, ou seja, 68% são da faixa etária a partir dos 50 anos.

A Divisão de Atenção à Saúde da Pessoa Idosa recomenda:

• Ingerir líquidos com frequência (água, água de coco, sucos leves, chás e isotônicos) e evitar álcool e cafeína.

• Consumir alimentos leves, como frutas, verduras e carnes magras.

• Usar roupas claras, leves e calçados firmes; evitar chinelos para prevenir quedas; usar chapéu e óculos ao sair ao sol.

• Manter a casa ventilada e reduzir a entrada de calor nas janelas; usar ventiladores, climatizadores ou ar-condicionado quando possível.

• Praticar exercícios no início da manhã ou fim da tarde.

• Evitar sol nos horários mais quentes e aplicar filtro solar diariamente.

• Manter os alimentos refrigerados e reforçar a higiene no preparo para evitar intoxicações.

• Redobrar o uso de repelente e eliminar possíveis criadouros de mosquitos. Sinais de alerta pela falta de hidratação:

• Boca, língua e lábios secos

• Diminuição do volume urinário

• Temperatura elevada e pulso rápido

• Dor de cabeça • Tontura

• Náuseas • Letargia

• Confusão mental


Em situações de emergência, a recomendação é procurar a unidade de saúde mais próxima ou ligar para o SAMU (192).
Sobre as relações de sentido (sinonímia e antonímia) entre termos empregados no texto, considere as assertivas a seguir.

I. No trecho "atenção redobrada com a pele, a alimentação e a hidratação", o termo "redobrada" pode ser substituído por "intensificada", sem prejuízo de sentido.
II. No segmento "cuidados essenciais no verão", o vocábulo "essenciais" estabelece relação de sinonímia com "preliminares", sem prejuízo de sentido.
III. No trecho "o período mais crítico para exposição solar", o termo "crítico" apresenta sentido oposto ao de "seguro", no contexto.
IV. No enunciado "nem todos os repelentes têm eficácia comprovada", o termo "comprovada" pode ser compreendido como sinônimo de "validada", mantendo o sentido.
V. No trecho "bebidas alcoólicas [...] aumentam a desidratação", o termo "desidratação" estabelece relação de antonímia com "hidratação".

Está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q4349681 Linguística
Match the information-structure configurations in Column I with the prosodic interpretations in Column II.

COLUMN I
1.Broad focus. 2.Narrow focus. 3.Corrective focus. 4.Deaccenting of given information.
COLUMN II
(__)Prominence is concentrated on a constituent that replaces or rejects an explicitly activated alternative in the preceding discourse.

(__)Previously established material receives reduced prominence because it contributes relatively little new information.

(__)A relatively large constituent, potentially the entire proposition, is presented as new information without contrast being restricted to one lexical item.

(__)Prominence identifies one constituent as the principal informational contribution while the remainder is treated as backgrounded or presupposed.



The correct sequence, from top to bottom, is: 
Alternativas
Q4349680 Inglês
Consider the word unlockable in the following contexts:

I. The emergency latch is unlockable from the inside with a single movement.
II. After the mechanism broke, the cabinet became unlockable: the door could no longer be secured.
The difference in meaning can be represented through alternative hierarchical structures of the same sequence of morphemes.

Which analysis corresponds to the two contexts?
Alternativas
Q4349677 Linguística
Match the interactional strategies in Column I with the turns in Column II.
COLUMN I
1.Confirmation check. 2.Clarification request. 3.Circumlocution. 4.Self-repair.
COLUMN II
(__)So by "implicit criterion," do you mean a criterion that was never explicitly communicated to the students?
(__)Could you explain what you mean by "uptake" in this context? 
(__)They used the... the device that measures how loud the sound is.
(__)The meeting was on Thursday — sorry, I mean Tuesday.


The correct sequence, from top to bottom, is:
Alternativas
Q4349676 Inglês
Consider the clause opening the diagnostic discussion:
While still in use, the term Asperger's Syndrome does not appear in the most recent version...
Which grammatical analysis accounts for the structure and discourse relation of "While still in use"? 
Alternativas
Q4349675 Inglês
Regarding the syntactic behavior of prepositions and conjunctions in English, mark T for true and F for false.

(__)In Despite the fact that the evidence was incomplete, the committee proceeded, despite functions as a preposition whose complement is the noun phrase headed by fact , while the that-clause is embedded within that noun phrase.

(__)In Because the evidence was incomplete and because of the evidence was incomplete , because and because of are syntactically interchangeable causal connectors, since both can directly introduce finite clauses.

(__)In Whereas the first proposal emphasizes access, the second emphasizes efficiency, whereas functions as a preposition because it establishes a contrastive relation between two propositions.

(__)The expressions in case and in case of belong to the same syntactic category: both directly introduce finite subordinate clauses expressing precaution or contingency.


The correct sequence, from top to bottom, is:
Alternativas
Q4349674 Linguística
Regarding the distinction between focus on form and focus on forms in language teaching, mark T for true and F for false.

(__)Focus on form may involve brief attention to a linguistic feature that becomes relevant during an activity whose primary orientation remains meaning and communication.

(__)Focus on forms typically organizes instruction around linguistic items selected and sequenced in advance, with the forms themselves functioning as major units of pedagogical organization.

(__)The presence of any explicit grammatical explanation during a communicative task necessarily converts the lesson into a focus-on-forms approach.

(__)A teacher who momentarily draws attention to a recurrent grammatical problem emerging during negotiation of a task can preserve the communicative orientation of the activity.



The correct sequence, from top to bottom, is:
Alternativas
Q4349673 Inglês
Regarding restrictive and negative-like fronting in formal English, mark T for true and F for false.

(__)In Only when did the participants receive the instructions they recognize the ambiguity, the inversion is correctly located because fronting only when requires subject−auxiliary inversion inside the dependent clause. 

(__)In Not until the results were independently replicated did the committee revise its position, the fronted constituent licenses inversion because it has restrictive scope over the temporal relation expressed by the sentence.

(__)In Only after the second calibration had been completed did the technicians obtain stable readings, subject−auxiliary inversion occurs in the main clause rather than inside the subordinate clause introduced by after.

(__)A sentence beginning with Rarely may display subject−auxiliary inversion when the adverbial is fronted, as in Rarely have researchers encountered such consistent results.



The correct sequence, from top to bottom, is:
Alternativas
Q4349672 Inglês
Match the connected-speech phenomena in Column I with the descriptions in Column II.

COLUMN I
1.Weak-form reduction. 2.Assimilation. 3.Elision. 4.Resyllabification/linking.

COLUMN II
(__)A segment changes some of its phonetic properties under the influence of a neighboring segment.
(__)A function word that has a full citation form is realized with reduced prominence and frequently with a centralized vowel in unstressed speech.
(__)A segment expected from the citation form is omitted in a phonologically favorable connected-speech environment.
(__)A consonantal segment at the edge of one word is perceptually associated with the following vowel-initial syllable in fluent speech.



The correct sequence, from top to bottom, is:
Alternativas
Q4349670 Inglês
Consider the distribution below:

• They turned down the proposal. • They turned the proposal down. • They turned it down. • *They turned down it. • They looked after the student. • *They looked the student after.

Which analysis accounts for the contrast?
Alternativas
Q4349669 Inglês
Level 1 Autism Spectrum Disorder (formerly known as Asperger's Syndrome)


Since the mid-2000's, there has been a steady increase in the number of students with Autism Spectrum Disorder (ASD) registered at the Paul Menton Centre, consistent with the finding that Ottawa has the second-highest concentration of such students in Ontario (Alcorn-MacKay, 2010).

While still in use, the term Asperger's Syndrome does not appear in the most recent version of the Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders (DSM; American Psychiatric Association, 2013), and is now subsumed under the broad category of Autism Spectrum Disorder (ASD). Those diagnosed in the past with Asperger's would now be identified as having Level 1 ASD (requiring minimal supports). A neurodevelopmental disorder usually identified in childhood, ASD is diagnosed and described based on two symptom dimensions: (1) Deficits in social communication/social interaction, and (2) Restricted, repetitive patterns of behaviour, interests or activities.

Carleton students with ASD typically have many strengths. They are usually highly articulate, in speech and in writing. They tend to be attentive to detail, with strengths in rote memory and a systematic, logical approach to problem solving. They may have intense interests around a general theme (for example, mechanics or history) with more specific, related interests having varied since childhood (Stoddart, Burke and King, 2012), which can be highly motivating if they are in a related program. They are also likely to be straightforward, loyal and honest (McMahon-Coleman, 2016).

In addition to the two DSM-V symptom dimensions, students with ASD may experience excessive anxiety associated with everyday events.

Many are hypersensitive to environmental stimuli, such as noise, harsh lighting and crowds. They may exhibit rigid, inflexible, rule-bound behaviour, and can experience profound anxiety in response to unfamiliar settings, unclear expectations, and (seemingly minor) changes (e.g. last-minute changes to course syllabus). Other observed areas of difficulty include time management and organization, concentration, fine motor skills (messy, effortful handwriting) and processing speed. Many students with ASD struggle to participate in class discussions, presentations and group work. Grades may suffer because they do not intuitively grasp "the hidden curriculum" like their peers. To illustrate, some may lack awareness of the various types of postsecondary settings − like lectures, labs, and discussion groups − with distinct formats for teaching and learning and expectations for behaviour. They may generalize from the familiar, predominately reproductive learning culture of high school (memorise this and give it back) and be unprepared when required to analyse, critique, or apply knowledge. They may need to be taught explicitly that different academic fields apply different writing conventions, which vary further across assignment types (book report versus persuasive essay, for example), and benefit from access to models, scaffolded assignments (McMahon-Coleman, 2016) and clear written instructions.

Symptoms and characteristics of ASD may lead to false impressions; as a result, many students struggle to establish and maintain friendships. Some speak in a relatively monotone voice with limited eye contact and avoid social interactions. Such individuals may be perceived as aloof, uninterested "loners". Others speak too loudly and out of context, with intense eye contact and a propensity to talk extensively about their own interests, giving the impression that they are insensitive and self-centered. They may be unaware of "unwritten" social rules (e.g. personal space), or interpret language in a highly literal fashion (cannot detect sarcasm or "read between the lines"). Most can't "do small talk"; nor do they readily interpret and express non-verbal social cues (facial expressions, tone of voice, gestures).

Typical Academic Accommodations 

• Extra time and a smaller location for tests and exams 

• Access to a word processor for written tests and exams 

• Recording software or recording pen for lectures 

• Access to volunteer notetaking services 

• Consideration for group work, presentations or participation.



In some cases, a PMC Coordinator will encourage students with ASD to send their instructors a personalised Letter of Introduction explaining the impact of their disability and related strengths and challenges.

Resources

Gobbo, K. and Shmulsky, S. (2014) Faculty Experience With College Students With Autism Spectrum Disorders: A Qualitative Study of Challenges and Solutions. Focus on Autism and other Developmental Disabilities, 29(1), 13-22

McKeon, B., Alpern, C. S., & Zager, D. (2013). Promoting academic engagement for college students with Autism Spectrum Disorder. Journal of Postsecondary Education and Disability, 26(4), 353-366.

Burgstahler, S. & Russo-Gleicher, R.J. (2015). Applying universal design to address the needs of postsecondary students on the autism spectrum. Journal of Postsecondary Education and Disability, 29, 199-212.

References

Alcorn Mackay, S. (2010). Identifying Trends and Supports for Students with Autism Spectrum Disorder Transitioning into Postsecondary. Toronto: Higher Education Quality Council Ontario.

American Psychiatric Association. (2013). Diagnostic and statistical manual of mental disorders (5th ed.). Arlington, VA: American Psychiatric Publishing.

Stoddart, K. P., Burke, L., and King, R. (2012). Asperger Syndrome in Adulthood: A Comprehensive Guide for Clinicians. New York: W.W. Norton & Company, Inc.

Baron-Cohen, S., Leslie, A. and Frith, U. (1985). Does the autistic child have a "theory of mind"? Cognition, 21(1), 37-46



https://carleton.ca/pmc/level-1-autism-spectrum-disorder-formerly-know n-as-aspergers-syndrome/
Consider the expressions "subsumed under the broad category" and "read between the lines" as they occur in the passage.
Which pair of meanings corresponds to their contextual use?
Alternativas
Q4349668 Inglês
Level 1 Autism Spectrum Disorder (formerly known as Asperger's Syndrome)


Since the mid-2000's, there has been a steady increase in the number of students with Autism Spectrum Disorder (ASD) registered at the Paul Menton Centre, consistent with the finding that Ottawa has the second-highest concentration of such students in Ontario (Alcorn-MacKay, 2010).

While still in use, the term Asperger's Syndrome does not appear in the most recent version of the Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders (DSM; American Psychiatric Association, 2013), and is now subsumed under the broad category of Autism Spectrum Disorder (ASD). Those diagnosed in the past with Asperger's would now be identified as having Level 1 ASD (requiring minimal supports). A neurodevelopmental disorder usually identified in childhood, ASD is diagnosed and described based on two symptom dimensions: (1) Deficits in social communication/social interaction, and (2) Restricted, repetitive patterns of behaviour, interests or activities.

Carleton students with ASD typically have many strengths. They are usually highly articulate, in speech and in writing. They tend to be attentive to detail, with strengths in rote memory and a systematic, logical approach to problem solving. They may have intense interests around a general theme (for example, mechanics or history) with more specific, related interests having varied since childhood (Stoddart, Burke and King, 2012), which can be highly motivating if they are in a related program. They are also likely to be straightforward, loyal and honest (McMahon-Coleman, 2016).

In addition to the two DSM-V symptom dimensions, students with ASD may experience excessive anxiety associated with everyday events.

Many are hypersensitive to environmental stimuli, such as noise, harsh lighting and crowds. They may exhibit rigid, inflexible, rule-bound behaviour, and can experience profound anxiety in response to unfamiliar settings, unclear expectations, and (seemingly minor) changes (e.g. last-minute changes to course syllabus). Other observed areas of difficulty include time management and organization, concentration, fine motor skills (messy, effortful handwriting) and processing speed. Many students with ASD struggle to participate in class discussions, presentations and group work. Grades may suffer because they do not intuitively grasp "the hidden curriculum" like their peers. To illustrate, some may lack awareness of the various types of postsecondary settings − like lectures, labs, and discussion groups − with distinct formats for teaching and learning and expectations for behaviour. They may generalize from the familiar, predominately reproductive learning culture of high school (memorise this and give it back) and be unprepared when required to analyse, critique, or apply knowledge. They may need to be taught explicitly that different academic fields apply different writing conventions, which vary further across assignment types (book report versus persuasive essay, for example), and benefit from access to models, scaffolded assignments (McMahon-Coleman, 2016) and clear written instructions.

Symptoms and characteristics of ASD may lead to false impressions; as a result, many students struggle to establish and maintain friendships. Some speak in a relatively monotone voice with limited eye contact and avoid social interactions. Such individuals may be perceived as aloof, uninterested "loners". Others speak too loudly and out of context, with intense eye contact and a propensity to talk extensively about their own interests, giving the impression that they are insensitive and self-centered. They may be unaware of "unwritten" social rules (e.g. personal space), or interpret language in a highly literal fashion (cannot detect sarcasm or "read between the lines"). Most can't "do small talk"; nor do they readily interpret and express non-verbal social cues (facial expressions, tone of voice, gestures).

Typical Academic Accommodations 

• Extra time and a smaller location for tests and exams 

• Access to a word processor for written tests and exams 

• Recording software or recording pen for lectures 

• Access to volunteer notetaking services 

• Consideration for group work, presentations or participation.



In some cases, a PMC Coordinator will encourage students with ASD to send their instructors a personalised Letter of Introduction explaining the impact of their disability and related strengths and challenges.

Resources

Gobbo, K. and Shmulsky, S. (2014) Faculty Experience With College Students With Autism Spectrum Disorders: A Qualitative Study of Challenges and Solutions. Focus on Autism and other Developmental Disabilities, 29(1), 13-22

McKeon, B., Alpern, C. S., & Zager, D. (2013). Promoting academic engagement for college students with Autism Spectrum Disorder. Journal of Postsecondary Education and Disability, 26(4), 353-366.

Burgstahler, S. & Russo-Gleicher, R.J. (2015). Applying universal design to address the needs of postsecondary students on the autism spectrum. Journal of Postsecondary Education and Disability, 29, 199-212.

References

Alcorn Mackay, S. (2010). Identifying Trends and Supports for Students with Autism Spectrum Disorder Transitioning into Postsecondary. Toronto: Higher Education Quality Council Ontario.

American Psychiatric Association. (2013). Diagnostic and statistical manual of mental disorders (5th ed.). Arlington, VA: American Psychiatric Publishing.

Stoddart, K. P., Burke, L., and King, R. (2012). Asperger Syndrome in Adulthood: A Comprehensive Guide for Clinicians. New York: W.W. Norton & Company, Inc.

Baron-Cohen, S., Leslie, A. and Frith, U. (1985). Does the autistic child have a "theory of mind"? Cognition, 21(1), 37-46



https://carleton.ca/pmc/level-1-autism-spectrum-disorder-formerly-know n-as-aspergers-syndrome/
The accommodations section includes "consideration for group work, presentations or participation," followed by a note stating that students are expected to develop skills in these areas while individualized accommodations may be negotiated.
Which interpretation is supported by the relationship between the main list and the note?
Alternativas
Q4349667 Inglês
Level 1 Autism Spectrum Disorder (formerly known as Asperger's Syndrome)


Since the mid-2000's, there has been a steady increase in the number of students with Autism Spectrum Disorder (ASD) registered at the Paul Menton Centre, consistent with the finding that Ottawa has the second-highest concentration of such students in Ontario (Alcorn-MacKay, 2010).

While still in use, the term Asperger's Syndrome does not appear in the most recent version of the Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders (DSM; American Psychiatric Association, 2013), and is now subsumed under the broad category of Autism Spectrum Disorder (ASD). Those diagnosed in the past with Asperger's would now be identified as having Level 1 ASD (requiring minimal supports). A neurodevelopmental disorder usually identified in childhood, ASD is diagnosed and described based on two symptom dimensions: (1) Deficits in social communication/social interaction, and (2) Restricted, repetitive patterns of behaviour, interests or activities.

Carleton students with ASD typically have many strengths. They are usually highly articulate, in speech and in writing. They tend to be attentive to detail, with strengths in rote memory and a systematic, logical approach to problem solving. They may have intense interests around a general theme (for example, mechanics or history) with more specific, related interests having varied since childhood (Stoddart, Burke and King, 2012), which can be highly motivating if they are in a related program. They are also likely to be straightforward, loyal and honest (McMahon-Coleman, 2016).

In addition to the two DSM-V symptom dimensions, students with ASD may experience excessive anxiety associated with everyday events.

Many are hypersensitive to environmental stimuli, such as noise, harsh lighting and crowds. They may exhibit rigid, inflexible, rule-bound behaviour, and can experience profound anxiety in response to unfamiliar settings, unclear expectations, and (seemingly minor) changes (e.g. last-minute changes to course syllabus). Other observed areas of difficulty include time management and organization, concentration, fine motor skills (messy, effortful handwriting) and processing speed. Many students with ASD struggle to participate in class discussions, presentations and group work. Grades may suffer because they do not intuitively grasp "the hidden curriculum" like their peers. To illustrate, some may lack awareness of the various types of postsecondary settings − like lectures, labs, and discussion groups − with distinct formats for teaching and learning and expectations for behaviour. They may generalize from the familiar, predominately reproductive learning culture of high school (memorise this and give it back) and be unprepared when required to analyse, critique, or apply knowledge. They may need to be taught explicitly that different academic fields apply different writing conventions, which vary further across assignment types (book report versus persuasive essay, for example), and benefit from access to models, scaffolded assignments (McMahon-Coleman, 2016) and clear written instructions.

Symptoms and characteristics of ASD may lead to false impressions; as a result, many students struggle to establish and maintain friendships. Some speak in a relatively monotone voice with limited eye contact and avoid social interactions. Such individuals may be perceived as aloof, uninterested "loners". Others speak too loudly and out of context, with intense eye contact and a propensity to talk extensively about their own interests, giving the impression that they are insensitive and self-centered. They may be unaware of "unwritten" social rules (e.g. personal space), or interpret language in a highly literal fashion (cannot detect sarcasm or "read between the lines"). Most can't "do small talk"; nor do they readily interpret and express non-verbal social cues (facial expressions, tone of voice, gestures).

Typical Academic Accommodations 

• Extra time and a smaller location for tests and exams 

• Access to a word processor for written tests and exams 

• Recording software or recording pen for lectures 

• Access to volunteer notetaking services 

• Consideration for group work, presentations or participation.



In some cases, a PMC Coordinator will encourage students with ASD to send their instructors a personalised Letter of Introduction explaining the impact of their disability and related strengths and challenges.

Resources

Gobbo, K. and Shmulsky, S. (2014) Faculty Experience With College Students With Autism Spectrum Disorders: A Qualitative Study of Challenges and Solutions. Focus on Autism and other Developmental Disabilities, 29(1), 13-22

McKeon, B., Alpern, C. S., & Zager, D. (2013). Promoting academic engagement for college students with Autism Spectrum Disorder. Journal of Postsecondary Education and Disability, 26(4), 353-366.

Burgstahler, S. & Russo-Gleicher, R.J. (2015). Applying universal design to address the needs of postsecondary students on the autism spectrum. Journal of Postsecondary Education and Disability, 29, 199-212.

References

Alcorn Mackay, S. (2010). Identifying Trends and Supports for Students with Autism Spectrum Disorder Transitioning into Postsecondary. Toronto: Higher Education Quality Council Ontario.

American Psychiatric Association. (2013). Diagnostic and statistical manual of mental disorders (5th ed.). Arlington, VA: American Psychiatric Publishing.

Stoddart, K. P., Burke, L., and King, R. (2012). Asperger Syndrome in Adulthood: A Comprehensive Guide for Clinicians. New York: W.W. Norton & Company, Inc.

Baron-Cohen, S., Leslie, A. and Frith, U. (1985). Does the autistic child have a "theory of mind"? Cognition, 21(1), 37-46



https://carleton.ca/pmc/level-1-autism-spectrum-disorder-formerly-know n-as-aspergers-syndrome/
Consider this progression in the final descriptive paragraph: some individuals are described as speaking in a relatively monotone voice, making limited eye contact, and avoiding social interactions. The following sentence begins with "Such individuals may be perceived..."
The expression "Such individuals" performs which cohesive function? 
Alternativas
Respostas
1561: E
1562: D
1563: D
1564: A
1565: D
1566: E
1567: D
1568: A
1569: A
1570: D
1571: B
1572: D
1573: C
1574: B
1575: A
1576: D
1577: B
1578: C
1579: D
1580: C