Questões de Concurso Para letras

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Q4120857 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Tomar chuva faz bem?

O som relaxante


    Uma chuva constante pode reduzir os níveis de cortisol, induzindo uma sensação de calma, além de mascarar ruídos incômodos.

  "Os sons da água têm sido associados à ativação do sistema nervoso parassimpático, o ramo do sistema nervoso responsável pelo relaxamento e pela recuperação", afirma Amy Sarow, audiologista clínica que atua em um centro ambulatorial em Southfield, no Estado americano do Michigan.

    "Quando esse sistema é ativado, podemos observar efeitos fisiológicos como a diminuição da frequência cardíaca e a redução das respostas ao estresse."

    Um estudo recente revelou que o som da chuva foi mais eficaz na faixa de 40 a 50 decibéis — o equivalente a uma chuva leve e suave —, reduzindo os níveis de estresse em até 65%.

    Uma chuva intensa, que se situa em uma frequência ainda mais baixa do chamado "ruído marrom", pode ser mais envolvente e proporcionar uma maior sensação de acolhimento, além de mascarar ruídos incômodos e favorecer o sono, diz Sarow.

    Ambos os níveis podem ser relaxantes; muitas vezes, tudo se resume à preferência pessoal, adverte Sarow.

    "Se alguém escuta esses sons de forma intencional como parte de uma rotina de relaxamento, a experiência pode começar a se assemelhar a práticas de atenção plena ou meditação, nas quais o som atua como uma âncora para a atenção e o relaxamento."

    Embora minha tempestade não tenha me colocado exatamente em um estado zen, ela conseguiu me fazer sentir melhor e mais conectada ao momento presente.

    Agora, sempre que cai um aguaceiro, procuro dedicar um pouco mais de tempo para me envolver nessa experiência.

    Da próxima vez que a previsão do tempo for de chuva, pense em se sintonizar com essa experiência. Você pode se surpreender agradavelmente.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4g8jnj2139o -fragmento-adaptado 
Os sons da água têm sido associados à ativação do sistema nervoso parassimpático, o ramo do sistema nervoso responsável pelo relaxamento e pela recuperação.
De acordo com o texto, qual é a principal função do sistema nervoso parassimpático?
Alternativas
Q4120817 Português
A literatura como remédio: os clássicos e a saúde da alma

        Desde muito, os livros vêm sendo responsáveis por grandes transformações em direções e com efeitos muito variáveis. Vivenciada como uma operação essencialmente solitária e subjetiva, a leitura de obras literárias foi sempre considerada uma experiência tão poderosa quanto perigosa. E, se nem sempre se tenha explicitado a necessidade da supervisão, a importância, pelo menos, da interlocução é algo que aparece como elemento fundamental no contexto da experiência da leitura. Assim, fica evidente que não basta simplesmente incentivar ou promover a leitura de obras literárias, mas que é preciso também, de alguma forma, acompanhá-la.

        Ainda que essencialmente solitária, a leitura pode ser algo excessivamente pesado e difícil para se enfrentar sozinho. Por outro lado, se vencidas as dificuldades iniciais de falta de hábito e compreensão, o grande poder mobilizador da leitura praticamente exige uma dinâmica de expressão e compartilhamento, concretizada numa situação de interlocução, para que esse processo ocorra de forma saudável e produtiva do ponto de vista da humanização.

        Um dos exemplos mais interessantes nesse sentido talvez seja a biblioterapia, que propõe a leitura de obras literárias como recurso psicoterapêutico. Abordagem fundamentada na teoria de catarse de Aristóteles e na psicanálise freudiana, a biblioterapia surgiu como proposta ainda na década de 1940, porém só mais recentemente, no contexto da busca de abordagens alternativas para os efeitos patológicos causados pelo acirramento da dinâmica desumanizadora da vida moderna, que ela passou a ser mais difundida e utilizada em diversos contextos e modalidades.

        Concomitantemente, porém com um grau de difusão significativamente maior, cabe assinalar o aparecimento dos grupos de leitura ou clubes do livro, onde leitores se reúnem para compartilhar sensações, impressões e opiniões suscitadas pela leitura de determinada obra. Tais dinâmicas, ainda pouco estudadas, porém em franco processo de expansão, parecem operar como elemento incentivador da prática da leitura, ao mesmo tempo em que possibilitam o desdobramento do processo reflexivo, formativo e humanizador que a experiência literária propicia.

(Dante Gallian. São Paulo: Martin Claret, 2019; ePUB. Adaptado)
Estão em conformidade com a norma-padrão de pontuação as vírgulas acrescentadas no seguinte trecho:
Alternativas
Q4120695 Inglês
        Hyundai Motor Group says it will roll out human-like robots in its factories from 2028, as major companies race to use the new technology. The South Korean firm showed off Atlas, a humanoid robot developed by Boston Dynamics, at the Consumer Electronics Show (CES) in Las Vegas on Monday. Hyundai says it "plans to integrate Atlas across its global network", including a plant in the US state of Georgia that was involved in a massive immigration raid in 2025. Other firms that have said they will use humanoid robots in their operations include Amazon, Tesla, and Chinese car making giant BYD.

        The Atlas robots will gradually take on more tasks, said Hyundai. The firm owns a majority stake in Boston Dynamics, the technology company famous for Spot, the robot dog. Atlas, which is designed for general industrial use, is being developed to work alongside people and autonomously manage machines. Hyundai said the robots will help ease physical strain on human workers, handle potentially dangerous tasks and pave the way for wider use of the technology. The firm did not say how many robots it would initially deploy or how much the project will cost.

Internet: <www.bbc.com> (adapted).

Considering the previous text, judge the item that follow.


According to the text, the development of the robot Atlas has taken place at the Consumer Electronics Show (CES). 

Alternativas
Q4120694 Inglês
        Hyundai Motor Group says it will roll out human-like robots in its factories from 2028, as major companies race to use the new technology. The South Korean firm showed off Atlas, a humanoid robot developed by Boston Dynamics, at the Consumer Electronics Show (CES) in Las Vegas on Monday. Hyundai says it "plans to integrate Atlas across its global network", including a plant in the US state of Georgia that was involved in a massive immigration raid in 2025. Other firms that have said they will use humanoid robots in their operations include Amazon, Tesla, and Chinese car making giant BYD.

        The Atlas robots will gradually take on more tasks, said Hyundai. The firm owns a majority stake in Boston Dynamics, the technology company famous for Spot, the robot dog. Atlas, which is designed for general industrial use, is being developed to work alongside people and autonomously manage machines. Hyundai said the robots will help ease physical strain on human workers, handle potentially dangerous tasks and pave the way for wider use of the technology. The firm did not say how many robots it would initially deploy or how much the project will cost.

Internet: <www.bbc.com> (adapted).

Considering the previous text, judge the item that follow.


Hyundai intends to begin introducing humanoid robots into its factories before the end of the present decade.

Alternativas
Q4120693 Inglês
        Hyundai Motor Group says it will roll out human-like robots in its factories from 2028, as major companies race to use the new technology. The South Korean firm showed off Atlas, a humanoid robot developed by Boston Dynamics, at the Consumer Electronics Show (CES) in Las Vegas on Monday. Hyundai says it "plans to integrate Atlas across its global network", including a plant in the US state of Georgia that was involved in a massive immigration raid in 2025. Other firms that have said they will use humanoid robots in their operations include Amazon, Tesla, and Chinese car making giant BYD.

        The Atlas robots will gradually take on more tasks, said Hyundai. The firm owns a majority stake in Boston Dynamics, the technology company famous for Spot, the robot dog. Atlas, which is designed for general industrial use, is being developed to work alongside people and autonomously manage machines. Hyundai said the robots will help ease physical strain on human workers, handle potentially dangerous tasks and pave the way for wider use of the technology. The firm did not say how many robots it would initially deploy or how much the project will cost.

Internet: <www.bbc.com> (adapted).

Considering the previous text, judge the item that follow.


In the excerpt "Atlas, which is designed for general industrial use" (second paragraph), the clause introduced by the word "which" provides essential information that cannot be removed without changing the core meaning of the sentence.

Alternativas
Q4120692 Inglês
        A new study suggests that the number of children a woman has might affect her rate of ageing and her lifespan. Research from the University of Helsinki in Finland found that women who had five children or more, or no children, aged faster than those who had a small number of kids. Researcher Mikaela Hukkanen said: "From an evolutionary biology perspective, organisms have limited resources, such as time and energy. When a large amount of energy is invested in reproduction, it is taken away from bodily maintenance and repair mechanisms, which could reduce lifespan." She added that the finding of shorter lifespans of women who never gave birth was "surprising".

        The researchers used historical data in their analysis of parenthood and ageing. They analysed the health data on 14,836 women. Researchers examined DNA data and blood samples, then modelled the effects of reproduction on women’s rates of ageing and longevity. Ms. Hukkanen postulated that having a smaller number of pregnancies could have favourable effects on a mother’s health. One benefit is a possible lower risk of breast and ovarian cancer. However, the "wear and tear" and physical demands of multiple childbirths can negate this lowered risk. Another factor that could increase longevity is the increased social support a mother receives from the state for having children.

Internet:<breakingnewsenglish.com>  (adapted). 

Based on the preceding text, judge the following item.


The text suggests that the lower risk of breast and ovarian cancer completely offsets the negative physical consequences of multiple childbirths.

Alternativas
Q4120691 Inglês
        A new study suggests that the number of children a woman has might affect her rate of ageing and her lifespan. Research from the University of Helsinki in Finland found that women who had five children or more, or no children, aged faster than those who had a small number of kids. Researcher Mikaela Hukkanen said: "From an evolutionary biology perspective, organisms have limited resources, such as time and energy. When a large amount of energy is invested in reproduction, it is taken away from bodily maintenance and repair mechanisms, which could reduce lifespan." She added that the finding of shorter lifespans of women who never gave birth was "surprising".

        The researchers used historical data in their analysis of parenthood and ageing. They analysed the health data on 14,836 women. Researchers examined DNA data and blood samples, then modelled the effects of reproduction on women’s rates of ageing and longevity. Ms. Hukkanen postulated that having a smaller number of pregnancies could have favourable effects on a mother’s health. One benefit is a possible lower risk of breast and ovarian cancer. However, the "wear and tear" and physical demands of multiple childbirths can negate this lowered risk. Another factor that could increase longevity is the increased social support a mother receives from the state for having children.

Internet:<breakingnewsenglish.com>  (adapted). 

Based on the preceding text, judge the following item.


In the fragment 'When a large amount of energy is invested in reproduction, it is taken away from bodily maintenance' (first paragraph), the pronoun 'it' refers to ‘reproduction'.

Alternativas
Q4120689 Inglês
        A new study suggests that the number of children a woman has might affect her rate of ageing and her lifespan. Research from the University of Helsinki in Finland found that women who had five children or more, or no children, aged faster than those who had a small number of kids. Researcher Mikaela Hukkanen said: "From an evolutionary biology perspective, organisms have limited resources, such as time and energy. When a large amount of energy is invested in reproduction, it is taken away from bodily maintenance and repair mechanisms, which could reduce lifespan." She added that the finding of shorter lifespans of women who never gave birth was "surprising".

        The researchers used historical data in their analysis of parenthood and ageing. They analysed the health data on 14,836 women. Researchers examined DNA data and blood samples, then modelled the effects of reproduction on women’s rates of ageing and longevity. Ms. Hukkanen postulated that having a smaller number of pregnancies could have favourable effects on a mother’s health. One benefit is a possible lower risk of breast and ovarian cancer. However, the "wear and tear" and physical demands of multiple childbirths can negate this lowered risk. Another factor that could increase longevity is the increased social support a mother receives from the state for having children.

Internet:<breakingnewsenglish.com>  (adapted). 

Based on the preceding text, judge the following item.


The expression 'wear and tear' (second paragraph) is used in the text to describe the gradual physical damage caused by repeated childbirths.

Alternativas
Q4120688 Português
Texto CG7A1

        Desde os anos 1960, a expansão demográfica, as alterações climáticas e o aquecimento global tornaram-se temas centrais nas pautas de diversas nações. O cenário ambiental global enfrenta um ponto de inflexão, com sinais evidentes de que a Terra não consegue mais sustentar o ritmo acelerado de exploração e consumo dos recursos naturais.

        As demandas da sociedade e das esferas governamentais para a incorporação de critérios de sustentabilidade nas práticas administrativas e operacionais da administração pública têm se consolidado como uma realidade. Assim, os órgãos públicos têm sido convocados a desempenhar seu papel na criação de uma cultura institucional que, por meio de práticas ambientais sustentáveis, promova a gestão eficiente dos recursos, tanto naturais quanto econômicos, e dos resíduos gerados em suas atividades, além de combater o desperdício e aumentar sua contribuição para o desenvolvimento sustentável. Diante desse contexto, faz-se necessário promover um novo padrão de desenvolvimento que leve em conta, além dos indicadores de eficiência econômica, a preservação da sustentabilidade ambiental.

        A Constituição Federal de 1988 incorporou o conceito de desenvolvimento sustentável por meio de diversos dispositivos expressos e de princípios implícitos, com o objetivo de promover o bem-estar coletivo sob a perspectiva da solidariedade ao mesmo tempo em que respeita a dignidade humana e assegura o direito de todos a um meio ambiente ecologicamente equilibrado, capaz de atender às necessidades das gerações presentes e futuras. Nesse contexto constitucional, torna-se indispensável conciliar o crescimento econômico e o desenvolvimento social com a defesa e a proteção do meio ambiente, tanto na esfera pública quanto na privada.

        No Brasil, destacam-se instrumentos legais como a Agenda Ambiental na Administração Pública (A3P), criada em 1999 com o objetivo de incentivar os órgãos públicos a adotar práticas sustentáveis. Coordenada pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, a A3P é um programa voluntário que abrange as esferas federal, estadual e municipal e que busca conscientizar os gestores públicos sobre a importância das questões socioambientais. Por meio dessa agenda, promovem-se o uso eficiente dos recursos naturais, a redução de despesas institucionais e a minimização dos impactos ambientais adversos gerados pelas atividades administrativas.

Internet:<https://irbcontas.org.br>  (com adaptações). 

Julgue o seguinte item, referente às estruturas linguísticas e ao vocabulário empregados no texto CG7A1.


No trecho "Por meio dessa agenda, promovem-se o uso eficiente dos recursos naturais, a redução de despesas institucionais e a minimização dos impactos ambientais adversos gerados pelas atividades administrativas" (último parágrafo), todo o segmento subsequente à forma verbal "promovem-se" funciona como seu objeto direto.

Alternativas
Q4120686 Português
Texto CG7A1

        Desde os anos 1960, a expansão demográfica, as alterações climáticas e o aquecimento global tornaram-se temas centrais nas pautas de diversas nações. O cenário ambiental global enfrenta um ponto de inflexão, com sinais evidentes de que a Terra não consegue mais sustentar o ritmo acelerado de exploração e consumo dos recursos naturais.

        As demandas da sociedade e das esferas governamentais para a incorporação de critérios de sustentabilidade nas práticas administrativas e operacionais da administração pública têm se consolidado como uma realidade. Assim, os órgãos públicos têm sido convocados a desempenhar seu papel na criação de uma cultura institucional que, por meio de práticas ambientais sustentáveis, promova a gestão eficiente dos recursos, tanto naturais quanto econômicos, e dos resíduos gerados em suas atividades, além de combater o desperdício e aumentar sua contribuição para o desenvolvimento sustentável. Diante desse contexto, faz-se necessário promover um novo padrão de desenvolvimento que leve em conta, além dos indicadores de eficiência econômica, a preservação da sustentabilidade ambiental.

        A Constituição Federal de 1988 incorporou o conceito de desenvolvimento sustentável por meio de diversos dispositivos expressos e de princípios implícitos, com o objetivo de promover o bem-estar coletivo sob a perspectiva da solidariedade ao mesmo tempo em que respeita a dignidade humana e assegura o direito de todos a um meio ambiente ecologicamente equilibrado, capaz de atender às necessidades das gerações presentes e futuras. Nesse contexto constitucional, torna-se indispensável conciliar o crescimento econômico e o desenvolvimento social com a defesa e a proteção do meio ambiente, tanto na esfera pública quanto na privada.

        No Brasil, destacam-se instrumentos legais como a Agenda Ambiental na Administração Pública (A3P), criada em 1999 com o objetivo de incentivar os órgãos públicos a adotar práticas sustentáveis. Coordenada pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, a A3P é um programa voluntário que abrange as esferas federal, estadual e municipal e que busca conscientizar os gestores públicos sobre a importância das questões socioambientais. Por meio dessa agenda, promovem-se o uso eficiente dos recursos naturais, a redução de despesas institucionais e a minimização dos impactos ambientais adversos gerados pelas atividades administrativas.

Internet:<https://irbcontas.org.br>  (com adaptações). 

Julgue o seguinte item, referente às estruturas linguísticas e ao vocabulário empregados no texto CG7A1.


No trecho "impactos ambientais adversos gerados pelas atividades administrativas" (último parágrafo), o vocábulo "adversos" tem o mesmo sentido de prejudiciais.

Alternativas
Q4120682 Português
Texto CG7A1

        Desde os anos 1960, a expansão demográfica, as alterações climáticas e o aquecimento global tornaram-se temas centrais nas pautas de diversas nações. O cenário ambiental global enfrenta um ponto de inflexão, com sinais evidentes de que a Terra não consegue mais sustentar o ritmo acelerado de exploração e consumo dos recursos naturais.

        As demandas da sociedade e das esferas governamentais para a incorporação de critérios de sustentabilidade nas práticas administrativas e operacionais da administração pública têm se consolidado como uma realidade. Assim, os órgãos públicos têm sido convocados a desempenhar seu papel na criação de uma cultura institucional que, por meio de práticas ambientais sustentáveis, promova a gestão eficiente dos recursos, tanto naturais quanto econômicos, e dos resíduos gerados em suas atividades, além de combater o desperdício e aumentar sua contribuição para o desenvolvimento sustentável. Diante desse contexto, faz-se necessário promover um novo padrão de desenvolvimento que leve em conta, além dos indicadores de eficiência econômica, a preservação da sustentabilidade ambiental.

        A Constituição Federal de 1988 incorporou o conceito de desenvolvimento sustentável por meio de diversos dispositivos expressos e de princípios implícitos, com o objetivo de promover o bem-estar coletivo sob a perspectiva da solidariedade ao mesmo tempo em que respeita a dignidade humana e assegura o direito de todos a um meio ambiente ecologicamente equilibrado, capaz de atender às necessidades das gerações presentes e futuras. Nesse contexto constitucional, torna-se indispensável conciliar o crescimento econômico e o desenvolvimento social com a defesa e a proteção do meio ambiente, tanto na esfera pública quanto na privada.

        No Brasil, destacam-se instrumentos legais como a Agenda Ambiental na Administração Pública (A3P), criada em 1999 com o objetivo de incentivar os órgãos públicos a adotar práticas sustentáveis. Coordenada pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, a A3P é um programa voluntário que abrange as esferas federal, estadual e municipal e que busca conscientizar os gestores públicos sobre a importância das questões socioambientais. Por meio dessa agenda, promovem-se o uso eficiente dos recursos naturais, a redução de despesas institucionais e a minimização dos impactos ambientais adversos gerados pelas atividades administrativas.

Internet:<https://irbcontas.org.br>  (com adaptações). 

Julgue o seguinte item, referente às estruturas linguísticas e ao vocabulário empregados no texto CG7A1.


No trecho "a Terra não consegue mais sustentar o ritmo acelerado de exploração e consumo dos recursos naturais" (primeiro parágrafo), a palavra "mais" está empregada como advérbio.

Alternativas
Q4120681 Português
Texto CG7A1

        Desde os anos 1960, a expansão demográfica, as alterações climáticas e o aquecimento global tornaram-se temas centrais nas pautas de diversas nações. O cenário ambiental global enfrenta um ponto de inflexão, com sinais evidentes de que a Terra não consegue mais sustentar o ritmo acelerado de exploração e consumo dos recursos naturais.

        As demandas da sociedade e das esferas governamentais para a incorporação de critérios de sustentabilidade nas práticas administrativas e operacionais da administração pública têm se consolidado como uma realidade. Assim, os órgãos públicos têm sido convocados a desempenhar seu papel na criação de uma cultura institucional que, por meio de práticas ambientais sustentáveis, promova a gestão eficiente dos recursos, tanto naturais quanto econômicos, e dos resíduos gerados em suas atividades, além de combater o desperdício e aumentar sua contribuição para o desenvolvimento sustentável. Diante desse contexto, faz-se necessário promover um novo padrão de desenvolvimento que leve em conta, além dos indicadores de eficiência econômica, a preservação da sustentabilidade ambiental.

        A Constituição Federal de 1988 incorporou o conceito de desenvolvimento sustentável por meio de diversos dispositivos expressos e de princípios implícitos, com o objetivo de promover o bem-estar coletivo sob a perspectiva da solidariedade ao mesmo tempo em que respeita a dignidade humana e assegura o direito de todos a um meio ambiente ecologicamente equilibrado, capaz de atender às necessidades das gerações presentes e futuras. Nesse contexto constitucional, torna-se indispensável conciliar o crescimento econômico e o desenvolvimento social com a defesa e a proteção do meio ambiente, tanto na esfera pública quanto na privada.

        No Brasil, destacam-se instrumentos legais como a Agenda Ambiental na Administração Pública (A3P), criada em 1999 com o objetivo de incentivar os órgãos públicos a adotar práticas sustentáveis. Coordenada pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, a A3P é um programa voluntário que abrange as esferas federal, estadual e municipal e que busca conscientizar os gestores públicos sobre a importância das questões socioambientais. Por meio dessa agenda, promovem-se o uso eficiente dos recursos naturais, a redução de despesas institucionais e a minimização dos impactos ambientais adversos gerados pelas atividades administrativas.

Internet:<https://irbcontas.org.br>  (com adaptações). 

Julgue o seguinte item, referente às estruturas linguísticas e ao vocabulário empregados no texto CG7A1.


No trecho "as alterações climáticas e o aquecimento global tornaram-se temas centrais nas pautas de diversas nações" (primeiro parágrafo), o emprego da partícula "se" indica que o sujeito da oração se classifica como indeterminado.

Alternativas
Q4120680 Português
Texto CG7A1

        Desde os anos 1960, a expansão demográfica, as alterações climáticas e o aquecimento global tornaram-se temas centrais nas pautas de diversas nações. O cenário ambiental global enfrenta um ponto de inflexão, com sinais evidentes de que a Terra não consegue mais sustentar o ritmo acelerado de exploração e consumo dos recursos naturais.

        As demandas da sociedade e das esferas governamentais para a incorporação de critérios de sustentabilidade nas práticas administrativas e operacionais da administração pública têm se consolidado como uma realidade. Assim, os órgãos públicos têm sido convocados a desempenhar seu papel na criação de uma cultura institucional que, por meio de práticas ambientais sustentáveis, promova a gestão eficiente dos recursos, tanto naturais quanto econômicos, e dos resíduos gerados em suas atividades, além de combater o desperdício e aumentar sua contribuição para o desenvolvimento sustentável. Diante desse contexto, faz-se necessário promover um novo padrão de desenvolvimento que leve em conta, além dos indicadores de eficiência econômica, a preservação da sustentabilidade ambiental.

        A Constituição Federal de 1988 incorporou o conceito de desenvolvimento sustentável por meio de diversos dispositivos expressos e de princípios implícitos, com o objetivo de promover o bem-estar coletivo sob a perspectiva da solidariedade ao mesmo tempo em que respeita a dignidade humana e assegura o direito de todos a um meio ambiente ecologicamente equilibrado, capaz de atender às necessidades das gerações presentes e futuras. Nesse contexto constitucional, torna-se indispensável conciliar o crescimento econômico e o desenvolvimento social com a defesa e a proteção do meio ambiente, tanto na esfera pública quanto na privada.

        No Brasil, destacam-se instrumentos legais como a Agenda Ambiental na Administração Pública (A3P), criada em 1999 com o objetivo de incentivar os órgãos públicos a adotar práticas sustentáveis. Coordenada pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, a A3P é um programa voluntário que abrange as esferas federal, estadual e municipal e que busca conscientizar os gestores públicos sobre a importância das questões socioambientais. Por meio dessa agenda, promovem-se o uso eficiente dos recursos naturais, a redução de despesas institucionais e a minimização dos impactos ambientais adversos gerados pelas atividades administrativas.

Internet:<https://irbcontas.org.br>  (com adaptações). 

Julgue o seguinte item, referente às estruturas linguísticas e ao vocabulário empregados no texto CG7A1.


Dadas as relações de sentido que se estabelecem entre os períodos que formam o terceiro parágrafo, a coerência e a correção gramatical seriam mantidas caso fosse inserido o conectivo Entretanto, seguido de vírgula, antes da expressão "Nesse contexto institucional", da seguinte maneira: Entretanto, nesse contexto institucional (...).

Alternativas
Q4120679 Português
Texto CG7A1

        Desde os anos 1960, a expansão demográfica, as alterações climáticas e o aquecimento global tornaram-se temas centrais nas pautas de diversas nações. O cenário ambiental global enfrenta um ponto de inflexão, com sinais evidentes de que a Terra não consegue mais sustentar o ritmo acelerado de exploração e consumo dos recursos naturais.

        As demandas da sociedade e das esferas governamentais para a incorporação de critérios de sustentabilidade nas práticas administrativas e operacionais da administração pública têm se consolidado como uma realidade. Assim, os órgãos públicos têm sido convocados a desempenhar seu papel na criação de uma cultura institucional que, por meio de práticas ambientais sustentáveis, promova a gestão eficiente dos recursos, tanto naturais quanto econômicos, e dos resíduos gerados em suas atividades, além de combater o desperdício e aumentar sua contribuição para o desenvolvimento sustentável. Diante desse contexto, faz-se necessário promover um novo padrão de desenvolvimento que leve em conta, além dos indicadores de eficiência econômica, a preservação da sustentabilidade ambiental.

        A Constituição Federal de 1988 incorporou o conceito de desenvolvimento sustentável por meio de diversos dispositivos expressos e de princípios implícitos, com o objetivo de promover o bem-estar coletivo sob a perspectiva da solidariedade ao mesmo tempo em que respeita a dignidade humana e assegura o direito de todos a um meio ambiente ecologicamente equilibrado, capaz de atender às necessidades das gerações presentes e futuras. Nesse contexto constitucional, torna-se indispensável conciliar o crescimento econômico e o desenvolvimento social com a defesa e a proteção do meio ambiente, tanto na esfera pública quanto na privada.

        No Brasil, destacam-se instrumentos legais como a Agenda Ambiental na Administração Pública (A3P), criada em 1999 com o objetivo de incentivar os órgãos públicos a adotar práticas sustentáveis. Coordenada pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, a A3P é um programa voluntário que abrange as esferas federal, estadual e municipal e que busca conscientizar os gestores públicos sobre a importância das questões socioambientais. Por meio dessa agenda, promovem-se o uso eficiente dos recursos naturais, a redução de despesas institucionais e a minimização dos impactos ambientais adversos gerados pelas atividades administrativas.

Internet:<https://irbcontas.org.br>  (com adaptações). 

Julgue o seguinte item, referente às estruturas linguísticas e ao vocabulário empregados no texto CG7A1.


A correção gramatical e os sentidos do texto seriam mantidos caso o trecho "faz-se necessário promover um novo padrão de desenvolvimento que leve em conta, além dos indicadores de eficiência econômica, a preservação da sustentabilidade ambiental" (segundo parágrafo) fosse reescrito da seguinte forma: a promoção de um novo padrão de desenvolvimento que leve em conta os indicadores de eficiência econômica e a preservação da sustentabilidade ambiental são necessários.

Alternativas
Q4120676 Português
Texto CG7A1

        Desde os anos 1960, a expansão demográfica, as alterações climáticas e o aquecimento global tornaram-se temas centrais nas pautas de diversas nações. O cenário ambiental global enfrenta um ponto de inflexão, com sinais evidentes de que a Terra não consegue mais sustentar o ritmo acelerado de exploração e consumo dos recursos naturais.

        As demandas da sociedade e das esferas governamentais para a incorporação de critérios de sustentabilidade nas práticas administrativas e operacionais da administração pública têm se consolidado como uma realidade. Assim, os órgãos públicos têm sido convocados a desempenhar seu papel na criação de uma cultura institucional que, por meio de práticas ambientais sustentáveis, promova a gestão eficiente dos recursos, tanto naturais quanto econômicos, e dos resíduos gerados em suas atividades, além de combater o desperdício e aumentar sua contribuição para o desenvolvimento sustentável. Diante desse contexto, faz-se necessário promover um novo padrão de desenvolvimento que leve em conta, além dos indicadores de eficiência econômica, a preservação da sustentabilidade ambiental.

        A Constituição Federal de 1988 incorporou o conceito de desenvolvimento sustentável por meio de diversos dispositivos expressos e de princípios implícitos, com o objetivo de promover o bem-estar coletivo sob a perspectiva da solidariedade ao mesmo tempo em que respeita a dignidade humana e assegura o direito de todos a um meio ambiente ecologicamente equilibrado, capaz de atender às necessidades das gerações presentes e futuras. Nesse contexto constitucional, torna-se indispensável conciliar o crescimento econômico e o desenvolvimento social com a defesa e a proteção do meio ambiente, tanto na esfera pública quanto na privada.

        No Brasil, destacam-se instrumentos legais como a Agenda Ambiental na Administração Pública (A3P), criada em 1999 com o objetivo de incentivar os órgãos públicos a adotar práticas sustentáveis. Coordenada pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, a A3P é um programa voluntário que abrange as esferas federal, estadual e municipal e que busca conscientizar os gestores públicos sobre a importância das questões socioambientais. Por meio dessa agenda, promovem-se o uso eficiente dos recursos naturais, a redução de despesas institucionais e a minimização dos impactos ambientais adversos gerados pelas atividades administrativas.

Internet:<https://irbcontas.org.br>  (com adaptações). 

Com base nas ideias veiculadas no texto CG7A1, julgue o item que se segue.


De acordo com o texto, a adesão dos órgãos públicos das esferas federal, estadual e municipal à A3P não é obrigatória.

Alternativas
Q4120675 Português
Texto CG7A1

        Desde os anos 1960, a expansão demográfica, as alterações climáticas e o aquecimento global tornaram-se temas centrais nas pautas de diversas nações. O cenário ambiental global enfrenta um ponto de inflexão, com sinais evidentes de que a Terra não consegue mais sustentar o ritmo acelerado de exploração e consumo dos recursos naturais.

        As demandas da sociedade e das esferas governamentais para a incorporação de critérios de sustentabilidade nas práticas administrativas e operacionais da administração pública têm se consolidado como uma realidade. Assim, os órgãos públicos têm sido convocados a desempenhar seu papel na criação de uma cultura institucional que, por meio de práticas ambientais sustentáveis, promova a gestão eficiente dos recursos, tanto naturais quanto econômicos, e dos resíduos gerados em suas atividades, além de combater o desperdício e aumentar sua contribuição para o desenvolvimento sustentável. Diante desse contexto, faz-se necessário promover um novo padrão de desenvolvimento que leve em conta, além dos indicadores de eficiência econômica, a preservação da sustentabilidade ambiental.

        A Constituição Federal de 1988 incorporou o conceito de desenvolvimento sustentável por meio de diversos dispositivos expressos e de princípios implícitos, com o objetivo de promover o bem-estar coletivo sob a perspectiva da solidariedade ao mesmo tempo em que respeita a dignidade humana e assegura o direito de todos a um meio ambiente ecologicamente equilibrado, capaz de atender às necessidades das gerações presentes e futuras. Nesse contexto constitucional, torna-se indispensável conciliar o crescimento econômico e o desenvolvimento social com a defesa e a proteção do meio ambiente, tanto na esfera pública quanto na privada.

        No Brasil, destacam-se instrumentos legais como a Agenda Ambiental na Administração Pública (A3P), criada em 1999 com o objetivo de incentivar os órgãos públicos a adotar práticas sustentáveis. Coordenada pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, a A3P é um programa voluntário que abrange as esferas federal, estadual e municipal e que busca conscientizar os gestores públicos sobre a importância das questões socioambientais. Por meio dessa agenda, promovem-se o uso eficiente dos recursos naturais, a redução de despesas institucionais e a minimização dos impactos ambientais adversos gerados pelas atividades administrativas.

Internet:<https://irbcontas.org.br>  (com adaptações). 

Com base nas ideias veiculadas no texto CG7A1, julgue o item que se segue.


De acordo com o texto, os anos 1960 marcam o início das drásticas e definitivas mudanças no cenário ambiental global.

Alternativas
Q4120572 Inglês
        As prominent artificial intelligence (AI) researchers eye limits to the current phase of the technology, a different approach is gaining attention: using living human brain cells as computational hardware. These "biocomputers" are still in their early days. They can play simple games such as Pong, and perform basic speech recognition.

        But the excitement is fueled by three converging trends. First, venture capital is flowing into anything adjacent to AI, making speculative ideas suddenly fundable. Second, techniques for growing brain tissue outside the body have matured, with the pharmaceutical industry jumping on board. Third, rapid advances in brain‒computer interfaces have seen growing acceptance of technologies that blur the line between biology and machines.

        Nevertheless, plenty of questions remain. Are we witnessing genuine breakthroughs, or another round of tech-driven hype? And what ethical questions arise when human brain tissue becomes a computational component? For almost 50 years, neuroscientists have grown neurons on arrays of tiny electrodes to study how they fire under controlled conditions.

        By the early 2000s, researchers attempted rudimentary two-way communication between neurons and electrodes, planting the first seeds of a bio-hybrid computer. But progress stalled until another strand of research took off: brain organoids.

        In 2013, scientists demonstrated that stem cells could self-organise into three-dimensional brain-like structures. These organoids spread rapidly through biomedical research, increasingly aided by “organ-on-a-chip” devices designed to mimic aspects of human physiology outside the body.

        Today, using stem-cell-derived neural tissue is commonplace ⸺ from drug testing to developmental research. Yet the neural activity in these models remains primitive, far from the organised firing patterns that underpin cognition or consciousness in a real brain. While complex network behaviour is beginning to emerge even without much external stimulation, experts generally agree that current organoids are not conscious, nor close to it.

Internet:<https://www.sciencealert.com>  (adapted). 

About the previous text, judge the following item.


In the sentence "While complex network behavior is beginning to emerge even without much external stimulation, experts generally agree that current organoids are not conscious, nor close to it" (last paragraph), the connector "While" expresses contrast, and could be correctly replaced with Although.

Alternativas
Q4120571 Inglês
        As prominent artificial intelligence (AI) researchers eye limits to the current phase of the technology, a different approach is gaining attention: using living human brain cells as computational hardware. These "biocomputers" are still in their early days. They can play simple games such as Pong, and perform basic speech recognition.

        But the excitement is fueled by three converging trends. First, venture capital is flowing into anything adjacent to AI, making speculative ideas suddenly fundable. Second, techniques for growing brain tissue outside the body have matured, with the pharmaceutical industry jumping on board. Third, rapid advances in brain‒computer interfaces have seen growing acceptance of technologies that blur the line between biology and machines.

        Nevertheless, plenty of questions remain. Are we witnessing genuine breakthroughs, or another round of tech-driven hype? And what ethical questions arise when human brain tissue becomes a computational component? For almost 50 years, neuroscientists have grown neurons on arrays of tiny electrodes to study how they fire under controlled conditions.

        By the early 2000s, researchers attempted rudimentary two-way communication between neurons and electrodes, planting the first seeds of a bio-hybrid computer. But progress stalled until another strand of research took off: brain organoids.

        In 2013, scientists demonstrated that stem cells could self-organise into three-dimensional brain-like structures. These organoids spread rapidly through biomedical research, increasingly aided by “organ-on-a-chip” devices designed to mimic aspects of human physiology outside the body.

        Today, using stem-cell-derived neural tissue is commonplace ⸺ from drug testing to developmental research. Yet the neural activity in these models remains primitive, far from the organised firing patterns that underpin cognition or consciousness in a real brain. While complex network behaviour is beginning to emerge even without much external stimulation, experts generally agree that current organoids are not conscious, nor close to it.

Internet:<https://www.sciencealert.com>  (adapted). 

About the previous text, judge the following item.


In the fragment "growing acceptance of technologies that blur the line between biology and machines" (second paragraph), the expression "blur the line" is used figuratively to indicate increasing integration between technological and biological systems.

Alternativas
Q4120570 Inglês
        As prominent artificial intelligence (AI) researchers eye limits to the current phase of the technology, a different approach is gaining attention: using living human brain cells as computational hardware. These "biocomputers" are still in their early days. They can play simple games such as Pong, and perform basic speech recognition.

        But the excitement is fueled by three converging trends. First, venture capital is flowing into anything adjacent to AI, making speculative ideas suddenly fundable. Second, techniques for growing brain tissue outside the body have matured, with the pharmaceutical industry jumping on board. Third, rapid advances in brain‒computer interfaces have seen growing acceptance of technologies that blur the line between biology and machines.

        Nevertheless, plenty of questions remain. Are we witnessing genuine breakthroughs, or another round of tech-driven hype? And what ethical questions arise when human brain tissue becomes a computational component? For almost 50 years, neuroscientists have grown neurons on arrays of tiny electrodes to study how they fire under controlled conditions.

        By the early 2000s, researchers attempted rudimentary two-way communication between neurons and electrodes, planting the first seeds of a bio-hybrid computer. But progress stalled until another strand of research took off: brain organoids.

        In 2013, scientists demonstrated that stem cells could self-organise into three-dimensional brain-like structures. These organoids spread rapidly through biomedical research, increasingly aided by “organ-on-a-chip” devices designed to mimic aspects of human physiology outside the body.

        Today, using stem-cell-derived neural tissue is commonplace ⸺ from drug testing to developmental research. Yet the neural activity in these models remains primitive, far from the organised firing patterns that underpin cognition or consciousness in a real brain. While complex network behaviour is beginning to emerge even without much external stimulation, experts generally agree that current organoids are not conscious, nor close to it.

Internet:<https://www.sciencealert.com>  (adapted). 

About the previous text, judge the following item.


According to the text, the growing interest in biocomputing is mainly the result of a single recent scientific discovery.

Alternativas
Q4120569 Português
Texto CG6A1

        A consolidação de um Estado comprometido com a boa governança, a eficiência e a integridade exige o reconhecimento de que a incorporação de tecnologias digitais avançadas, entre elas, a inteligência artificial (IA), deixou de representar mera inovação administrativa para se firmar como exigência estrutural da administração pública contemporânea.

       Assim como os direitos fundamentais sociais dependem de políticas públicas adequadamente formuladas, os instrumentos de fiscalização demandam novas capacidades analíticas capazes de lidar com a complexidade crescente da gestão estatal. A IA, nesse sentido, emerge como ferramenta auxiliar indispensável para ampliar a capacidade do Estado de identificar riscos, interpretar dados massivos e orientar decisões estratégicas.

        No âmbito do controle externo, os tribunais de contas assumem protagonismo natural nesse processo de transformação. O Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Norte (TCE/RN), guardião da legalidade e da racionalidade das políticas públicas, encontra-se diante do desafio de produzir uma atuação que seja, simultaneamente, tecnicamente sofisticada e constitucionalmente orientada. Isso implica compreender que a adoção de IA não se limita à implementação de ferramentas, mas exige a formação de servidores capazes de interagir criticamente com esses sistemas, avaliando seus limites, seus vieses e seus impactos. Trata-se, em última análise, de reconhecer que o exercício contemporâneo da fiscalização depende de agentes públicos dotados de letramento digital específico, condição indispensável para assegurar uma atuação estatal responsável e alinhada aos valores constitucionais.

Leonardo Medeiros Junior. O TCE do futuro: IA que ajuda, humanos que decidem.
In: Revista do TCE, Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Norte,
v. 27, n.º 1, dez./2025, p. 26 (com adaptações). 

Acerca dos sentidos e de aspectos linguísticos do texto CG6A1, julgue o item que se segue.


Pelas relações de sentido estabelecidas entre o primeiro e o segundo parágrafos, infere-se que o conectivo "Assim", no início do segundo parágrafo, denota conclusão.

Alternativas
Respostas
13041: A
13042: B
13043: E
13044: C
13045: E
13046: E
13047: E
13048: C
13049: E
13050: C
13051: C
13052: E
13053: E
13054: E
13055: C
13056: E
13057: C
13058: C
13059: E
13060: E