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Texto para responder à questão.
Uma investigação feita na Dinamarca encontrou evidências de que a vacina contra a gripe pode diminuir de forma relevante o risco de infarto do miocárdio e acidente vascular cerebral (AVC) após a infecção por influenza. A pesquisa foi realizada com pacientes internados por infarto do miocárdio ou AVC cerca de um ano após terem testado positivo para a gripe. O ponto central do trabalho é que essa elevação de risco foi menor entre os vacinados na mesma temporada. Conforme o resumo divulgado pelos pesquisadores, a proteção observada entre quem recebeu o imunizante reduziu em cerca de metade o excesso de risco cardiovascular associado à gripe, mesmo quando houve infecção após a vacinação. Os autores afirmam que, se confirmado em outros cenários, o achado reforça a prioridade da vacinação entre pessoas com maior risco de doença cardíaca ou AVC.
Disponível em: <https://www.crfgo.org.br/>. Acesso em: 16 abr. 2026, com adaptações.
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Uma investigação feita na Dinamarca encontrou evidências de que a vacina contra a gripe pode diminuir de forma relevante o risco de infarto do miocárdio e acidente vascular cerebral (AVC) após a infecção por influenza. A pesquisa foi realizada com pacientes internados por infarto do miocárdio ou AVC cerca de um ano após terem testado positivo para a gripe. O ponto central do trabalho é que essa elevação de risco foi menor entre os vacinados na mesma temporada. Conforme o resumo divulgado pelos pesquisadores, a proteção observada entre quem recebeu o imunizante reduziu em cerca de metade o excesso de risco cardiovascular associado à gripe, mesmo quando houve infecção após a vacinação. Os autores afirmam que, se confirmado em outros cenários, o achado reforça a prioridade da vacinação entre pessoas com maior risco de doença cardíaca ou AVC.
Disponível em: <https://www.crfgo.org.br/>. Acesso em: 16 abr. 2026, com adaptações.
Texto para responder à questão.
As desigualdades socioeconômicas e estruturais constituem determinantes relevantes na análise da violência sexual. A articulação entre raça e gênero revela-se um eixo analítico indispensável na saúde coletiva e na saúde global, uma vez que mulheres não brancas vivenciam processos específicos de vulnerabilização quando essas dimensões se interseccionam.
A violência sexual é reconhecida internacionalmente como grave problema de saúde pública. Situá-la em perspectiva histórica amplia a compreensão de suas raízes estruturais e permite examinar como marcadores sociais de diferença — como raça e gênero — operam conjuntamente na produção de desigualdades. Essa abordagem possibilita compreender que a distribuição da violência não é aleatória, mas atravessada por processos históricos e sociais que estruturam oportunidades, exposições e riscos diferenciados.
Disponível em: <https://www.revista.esap.go.gov.br/index.php/resap/%20article/view/1024/613>. Acesso em: 18 abr. 2026, com adaptações.
Texto para responder à questão.
As desigualdades socioeconômicas e estruturais constituem determinantes relevantes na análise da violência sexual. A articulação entre raça e gênero revela-se um eixo analítico indispensável na saúde coletiva e na saúde global, uma vez que mulheres não brancas vivenciam processos específicos de vulnerabilização quando essas dimensões se interseccionam.
A violência sexual é reconhecida internacionalmente como grave problema de saúde pública. Situá-la em perspectiva histórica amplia a compreensão de suas raízes estruturais e permite examinar como marcadores sociais de diferença — como raça e gênero — operam conjuntamente na produção de desigualdades. Essa abordagem possibilita compreender que a distribuição da violência não é aleatória, mas atravessada por processos históricos e sociais que estruturam oportunidades, exposições e riscos diferenciados.
Disponível em: <https://www.revista.esap.go.gov.br/index.php/resap/%20article/view/1024/613>. Acesso em: 18 abr. 2026, com adaptações.

Disponível em: <https://opopular.com.br/opiniao/charges/mariosan-1.3391954>. Acesso em: 17 abr. 2026.
Na charge apresentada, o cartunista utiliza o humor como forma de
Texto para responder à questão.
A cidade moderna construiu-se sob a promessa da ordem, da higiene e do progresso. Ruas limpas, espaços racionalmente organizados, circulação controlada de pessoas e mercadorias. Nesse projeto urbano, certos modos de vida tornaram-se um problema a ser removido do campo do visível. Modos de vida considerados incompatíveis com a cidade moderna foram progressivamente deslocados para fora do convívio social, e a loucura, associada ao perigo, à desrazão e à improdutividade, foi confinada em instituições especializadas. O que se anunciava como cuidado e proteção constituiu, na prática, uma política de segregação, sustentada por saberes científicos e dispositivos institucionais que autorizaram o afastamento da loucura da cidade.
A reforma psiquiátrica no Brasil emerge como tentativa histórica de ruptura com a lógica da cidade higienizada. Ao questionar o manicômio como instituição total e propor a construção de uma rede substitutiva de cuidado em liberdade, ela recoloca a cidade no centro do debate. Mais do que fechar hospitais psiquiátricos, a reforma produziu um movimento concreto de retorno à cidade, no qual ex-moradores de instituições totais passaram a reaprender a circular pelos espaços urbanos, a negociar a vida cotidiana e a habitar ruas, bairros e tempos comuns.
Disponível em: <https://revistacult.uol.com.br/home/residencias-terapeuticas-cidade-e-loucura/>. Acesso em: 17 abr. 2026, com adaptações.
Texto para responder à questão.
A cidade moderna construiu-se sob a promessa da ordem, da higiene e do progresso. Ruas limpas, espaços racionalmente organizados, circulação controlada de pessoas e mercadorias. Nesse projeto urbano, certos modos de vida tornaram-se um problema a ser removido do campo do visível. Modos de vida considerados incompatíveis com a cidade moderna foram progressivamente deslocados para fora do convívio social, e a loucura, associada ao perigo, à desrazão e à improdutividade, foi confinada em instituições especializadas. O que se anunciava como cuidado e proteção constituiu, na prática, uma política de segregação, sustentada por saberes científicos e dispositivos institucionais que autorizaram o afastamento da loucura da cidade.
A reforma psiquiátrica no Brasil emerge como tentativa histórica de ruptura com a lógica da cidade higienizada. Ao questionar o manicômio como instituição total e propor a construção de uma rede substitutiva de cuidado em liberdade, ela recoloca a cidade no centro do debate. Mais do que fechar hospitais psiquiátricos, a reforma produziu um movimento concreto de retorno à cidade, no qual ex-moradores de instituições totais passaram a reaprender a circular pelos espaços urbanos, a negociar a vida cotidiana e a habitar ruas, bairros e tempos comuns.
Disponível em: <https://revistacult.uol.com.br/home/residencias-terapeuticas-cidade-e-loucura/>. Acesso em: 17 abr. 2026, com adaptações.
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A cidade moderna construiu-se sob a promessa da ordem, da higiene e do progresso. Ruas limpas, espaços racionalmente organizados, circulação controlada de pessoas e mercadorias. Nesse projeto urbano, certos modos de vida tornaram-se um problema a ser removido do campo do visível. Modos de vida considerados incompatíveis com a cidade moderna foram progressivamente deslocados para fora do convívio social, e a loucura, associada ao perigo, à desrazão e à improdutividade, foi confinada em instituições especializadas. O que se anunciava como cuidado e proteção constituiu, na prática, uma política de segregação, sustentada por saberes científicos e dispositivos institucionais que autorizaram o afastamento da loucura da cidade.
A reforma psiquiátrica no Brasil emerge como tentativa histórica de ruptura com a lógica da cidade higienizada. Ao questionar o manicômio como instituição total e propor a construção de uma rede substitutiva de cuidado em liberdade, ela recoloca a cidade no centro do debate. Mais do que fechar hospitais psiquiátricos, a reforma produziu um movimento concreto de retorno à cidade, no qual ex-moradores de instituições totais passaram a reaprender a circular pelos espaços urbanos, a negociar a vida cotidiana e a habitar ruas, bairros e tempos comuns.
Disponível em: <https://revistacult.uol.com.br/home/residencias-terapeuticas-cidade-e-loucura/>. Acesso em: 17 abr. 2026, com adaptações.
Texto para responder à questão.
A cidade moderna construiu-se sob a promessa da ordem, da higiene e do progresso. Ruas limpas, espaços racionalmente organizados, circulação controlada de pessoas e mercadorias. Nesse projeto urbano, certos modos de vida tornaram-se um problema a ser removido do campo do visível. Modos de vida considerados incompatíveis com a cidade moderna foram progressivamente deslocados para fora do convívio social, e a loucura, associada ao perigo, à desrazão e à improdutividade, foi confinada em instituições especializadas. O que se anunciava como cuidado e proteção constituiu, na prática, uma política de segregação, sustentada por saberes científicos e dispositivos institucionais que autorizaram o afastamento da loucura da cidade.
A reforma psiquiátrica no Brasil emerge como tentativa histórica de ruptura com a lógica da cidade higienizada. Ao questionar o manicômio como instituição total e propor a construção de uma rede substitutiva de cuidado em liberdade, ela recoloca a cidade no centro do debate. Mais do que fechar hospitais psiquiátricos, a reforma produziu um movimento concreto de retorno à cidade, no qual ex-moradores de instituições totais passaram a reaprender a circular pelos espaços urbanos, a negociar a vida cotidiana e a habitar ruas, bairros e tempos comuns.
Disponível em: <https://revistacult.uol.com.br/home/residencias-terapeuticas-cidade-e-loucura/>. Acesso em: 17 abr. 2026, com adaptações.
Julgue o seguinte item, relativo à redação oficial.
A impessoalidade é atributo essencial da redação oficial.
Julgue o seguinte item, relativo à redação oficial.
A redação oficial deve obedecer à norma padrão da língua portuguesa, o que significa que no texto se deve privilegiar o uso de expressões rebuscadas e jargão burocrático.
Julgue o seguinte item, relativo à redação oficial.
Na redação oficial, quem comunica é sempre o serviço público.
Assinale a alternativa que indica corretamente a função gramatical ou o sentido dos termos destacados nos seguintes trechos, retirados do texto:
I. “havia pouca exploração das variáveis psicológicas que antecedem o ato de beber ...”
II. “O estudante bebe para aliviar sentimentos desagradáveis, obtém um alívio momentâneo, mas não enfrenta as causas do sofrimento”.
III. “O processo cria um ciclo em que o consumo passa a ser a resposta recorrente ao mal-estar emocional”.
