Questões de Concurso Para letras

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Q4376549 Redação Oficial
Um (Uma) recepcionista lotada na secretaria administrativa de determinado órgão público recebeu a tarefa de preparar uma comunicação destinada a outra unidade do mesmo órgão. Um servidor afirmou que, obrigatoriamente, deveria ser utilizado um memorando, pois a comunicação era interna. Considerando a edição vigente do Manual de Redação da Presidência da República, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q4376528 Português
Assinale a oração que apresenta predicado nominal: 
Alternativas
Q4376527 Português
Na frase “A pesquisadora apresentou uma hipótese aos estudantes”, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q4376526 Português
Assinale a frase pontuada de acordo com a norma-padrão: 
Alternativas
Q4376525 Português
Assinale a alternativa em que o emprego da expressão destacada está correto segundo a norma padrão: 
Alternativas
Q4376524 Português
Assinale a alternativa que contém apenas uma palavra grafada incorretamente:
Alternativas
Q4376523 Português

Leia o texto abaixo para responder à questão.



Conectados, mas nem sempre presentes


Em uma conversa sobre redes sociais e saúde mental, o médico e escritor Drauzio Varella discutiu como a pressão para permanecer constantemente conectado pode favorecer ansiedade e dificultar uma relação equilibrada com as tecnologias digitais. Pesquisas mais recentes ampliam essa reflexão: uma revisão publicada em 2026 sobre nomofobia entre adolescentes brasileiros relaciona o uso intensivo de smartphones a dificuldades de concentração, sono, desempenho acadêmico e relações sociais. 


Isso não significa que o celular seja, por si só, inimigo da aprendizagem. Ele pode ampliar o acesso à informação, aproximar pessoas distantes e funcionar como instrumento de estudo. O problema aparece quando o aparelho deixa de ocupar um lugar entre muitas atividades e passa a organizar quase toda a rotina. A notificação que interrompe uma leitura, a consulta compulsiva à tela e a inquietação quando o telefone não está por perto revelam como a tecnologia pode disputar nossa atenção de maneira persistente.


Para os adolescentes, autorregulação ainda cujo está repertório em de construção, estabelecer limites pode representar um desafio ainda maior. Por isso, especialistas têm defendido equilíbrio, e não simplesmente uma proibição absoluta. Criar horários sem telas, preservar o sono, praticar atividades presenciais e conversar sobre os próprios hábitos digitais são atitudes que ajudam a construir uma relação mais consciente com os dispositivos.


Talvez, então, a pergunta mais útil não seja apenas “quanto tempo você permaneceu conectado?”, mas também “o que deixou de fazer porque permaneceu conectado?”. Essa mudança desloca a discussão do relógio para a qualidade do uso. Afinal, uma tecnologia pode servir à vida; o problema começa quando a vida passa a servir exclusivamente à tecnologia.


Texto adaptado de Drauzio Varella  

Na expressão “proibição absoluta”, as palavras destacadas são classificadas, respectivamente, como: 
Alternativas
Q4376522 Português

Leia o texto abaixo para responder à questão.



Conectados, mas nem sempre presentes


Em uma conversa sobre redes sociais e saúde mental, o médico e escritor Drauzio Varella discutiu como a pressão para permanecer constantemente conectado pode favorecer ansiedade e dificultar uma relação equilibrada com as tecnologias digitais. Pesquisas mais recentes ampliam essa reflexão: uma revisão publicada em 2026 sobre nomofobia entre adolescentes brasileiros relaciona o uso intensivo de smartphones a dificuldades de concentração, sono, desempenho acadêmico e relações sociais. 


Isso não significa que o celular seja, por si só, inimigo da aprendizagem. Ele pode ampliar o acesso à informação, aproximar pessoas distantes e funcionar como instrumento de estudo. O problema aparece quando o aparelho deixa de ocupar um lugar entre muitas atividades e passa a organizar quase toda a rotina. A notificação que interrompe uma leitura, a consulta compulsiva à tela e a inquietação quando o telefone não está por perto revelam como a tecnologia pode disputar nossa atenção de maneira persistente.


Para os adolescentes, autorregulação ainda cujo está repertório em de construção, estabelecer limites pode representar um desafio ainda maior. Por isso, especialistas têm defendido equilíbrio, e não simplesmente uma proibição absoluta. Criar horários sem telas, preservar o sono, praticar atividades presenciais e conversar sobre os próprios hábitos digitais são atitudes que ajudam a construir uma relação mais consciente com os dispositivos.


Talvez, então, a pergunta mais útil não seja apenas “quanto tempo você permaneceu conectado?”, mas também “o que deixou de fazer porque permaneceu conectado?”. Essa mudança desloca a discussão do relógio para a qualidade do uso. Afinal, uma tecnologia pode servir à vida; o problema começa quando a vida passa a servir exclusivamente à tecnologia.


Texto adaptado de Drauzio Varella  

Em “especialistas têm defendido equilíbrio”, a locução verbal “têm defendido” encontra-se no: 
Alternativas
Q4376521 Português

Leia o texto abaixo para responder à questão.



Conectados, mas nem sempre presentes


Em uma conversa sobre redes sociais e saúde mental, o médico e escritor Drauzio Varella discutiu como a pressão para permanecer constantemente conectado pode favorecer ansiedade e dificultar uma relação equilibrada com as tecnologias digitais. Pesquisas mais recentes ampliam essa reflexão: uma revisão publicada em 2026 sobre nomofobia entre adolescentes brasileiros relaciona o uso intensivo de smartphones a dificuldades de concentração, sono, desempenho acadêmico e relações sociais. 


Isso não significa que o celular seja, por si só, inimigo da aprendizagem. Ele pode ampliar o acesso à informação, aproximar pessoas distantes e funcionar como instrumento de estudo. O problema aparece quando o aparelho deixa de ocupar um lugar entre muitas atividades e passa a organizar quase toda a rotina. A notificação que interrompe uma leitura, a consulta compulsiva à tela e a inquietação quando o telefone não está por perto revelam como a tecnologia pode disputar nossa atenção de maneira persistente.


Para os adolescentes, autorregulação ainda cujo está repertório em de construção, estabelecer limites pode representar um desafio ainda maior. Por isso, especialistas têm defendido equilíbrio, e não simplesmente uma proibição absoluta. Criar horários sem telas, preservar o sono, praticar atividades presenciais e conversar sobre os próprios hábitos digitais são atitudes que ajudam a construir uma relação mais consciente com os dispositivos.


Talvez, então, a pergunta mais útil não seja apenas “quanto tempo você permaneceu conectado?”, mas também “o que deixou de fazer porque permaneceu conectado?”. Essa mudança desloca a discussão do relógio para a qualidade do uso. Afinal, uma tecnologia pode servir à vida; o problema começa quando a vida passa a servir exclusivamente à tecnologia.


Texto adaptado de Drauzio Varella  

No trecho “Para os adolescentes, cujo repertório de autorregulação ainda está em construção...”, a palavra “cujo” é:
Alternativas
Q4376520 Português

Leia o texto abaixo para responder à questão.



Conectados, mas nem sempre presentes


Em uma conversa sobre redes sociais e saúde mental, o médico e escritor Drauzio Varella discutiu como a pressão para permanecer constantemente conectado pode favorecer ansiedade e dificultar uma relação equilibrada com as tecnologias digitais. Pesquisas mais recentes ampliam essa reflexão: uma revisão publicada em 2026 sobre nomofobia entre adolescentes brasileiros relaciona o uso intensivo de smartphones a dificuldades de concentração, sono, desempenho acadêmico e relações sociais. 


Isso não significa que o celular seja, por si só, inimigo da aprendizagem. Ele pode ampliar o acesso à informação, aproximar pessoas distantes e funcionar como instrumento de estudo. O problema aparece quando o aparelho deixa de ocupar um lugar entre muitas atividades e passa a organizar quase toda a rotina. A notificação que interrompe uma leitura, a consulta compulsiva à tela e a inquietação quando o telefone não está por perto revelam como a tecnologia pode disputar nossa atenção de maneira persistente.


Para os adolescentes, autorregulação ainda cujo está repertório em de construção, estabelecer limites pode representar um desafio ainda maior. Por isso, especialistas têm defendido equilíbrio, e não simplesmente uma proibição absoluta. Criar horários sem telas, preservar o sono, praticar atividades presenciais e conversar sobre os próprios hábitos digitais são atitudes que ajudam a construir uma relação mais consciente com os dispositivos.


Talvez, então, a pergunta mais útil não seja apenas “quanto tempo você permaneceu conectado?”, mas também “o que deixou de fazer porque permaneceu conectado?”. Essa mudança desloca a discussão do relógio para a qualidade do uso. Afinal, uma tecnologia pode servir à vida; o problema começa quando a vida passa a servir exclusivamente à tecnologia.


Texto adaptado de Drauzio Varella  

A pergunta final — “o que deixou de fazer porque permaneceu conectado?” — pretende levar o leitor principalmente a: 
Alternativas
Q4376519 Português

Leia o texto abaixo para responder à questão.



Conectados, mas nem sempre presentes


Em uma conversa sobre redes sociais e saúde mental, o médico e escritor Drauzio Varella discutiu como a pressão para permanecer constantemente conectado pode favorecer ansiedade e dificultar uma relação equilibrada com as tecnologias digitais. Pesquisas mais recentes ampliam essa reflexão: uma revisão publicada em 2026 sobre nomofobia entre adolescentes brasileiros relaciona o uso intensivo de smartphones a dificuldades de concentração, sono, desempenho acadêmico e relações sociais. 


Isso não significa que o celular seja, por si só, inimigo da aprendizagem. Ele pode ampliar o acesso à informação, aproximar pessoas distantes e funcionar como instrumento de estudo. O problema aparece quando o aparelho deixa de ocupar um lugar entre muitas atividades e passa a organizar quase toda a rotina. A notificação que interrompe uma leitura, a consulta compulsiva à tela e a inquietação quando o telefone não está por perto revelam como a tecnologia pode disputar nossa atenção de maneira persistente.


Para os adolescentes, autorregulação ainda cujo está repertório em de construção, estabelecer limites pode representar um desafio ainda maior. Por isso, especialistas têm defendido equilíbrio, e não simplesmente uma proibição absoluta. Criar horários sem telas, preservar o sono, praticar atividades presenciais e conversar sobre os próprios hábitos digitais são atitudes que ajudam a construir uma relação mais consciente com os dispositivos.


Talvez, então, a pergunta mais útil não seja apenas “quanto tempo você permaneceu conectado?”, mas também “o que deixou de fazer porque permaneceu conectado?”. Essa mudança desloca a discussão do relógio para a qualidade do uso. Afinal, uma tecnologia pode servir à vida; o problema começa quando a vida passa a servir exclusivamente à tecnologia.


Texto adaptado de Drauzio Varella  

Considerando a argumentação desenvolvida no texto, sua ideia central pode ser corretamente sintetizada em: 
Alternativas
Q4376438 Português
Assinale a única alternativa em que a pontuação está empregada INCORRETAMENTE: 
Alternativas
Q4376437 Português
Assinale a alternativa cuja frase está CORRETAMENTE pontuada:
Alternativas
Q4376436 Português
Qual palavra apresenta dois dígrafos? 
Alternativas
Q4376435 Português
Assinale a alternativa cuja pontuação está INCORRETA:
Alternativas
Q4376434 Português
Na frase “O artesão realizou um trabalho meticuloso”, qual palavra apresenta sentido mais próximo de meticuloso? 
Alternativas
Q4376433 Português
Qual alternativa apresenta verbo no passado e na terceira pessoa do plural? 
Alternativas
Q4376432 Português

Leia:


“A estrada sinuosa contornava o morro.”


Qual palavra funciona como adjetivo? 

Alternativas
Q4376431 Português
Em qual alternativa existe uma divisão silábica INCORRETA? 
Alternativas
Q4376430 Português
Em qual alternativa as duas palavras apresentam dígrafo consonantal? 
Alternativas
Respostas
561: C
562: B
563: A
564: A
565: C
566: D
567: D
568: C
569: A
570: C
571: B
572: D
573: C
574: B
575: D
576: A
577: A
578: B
579: D
580: B