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( ) Em “Instituições são ficções.” (1º par.), a expressão em destaque cumpre função sintática de complemento de um verbo significativo num predicado nominal.
( ) Em “A mesma coisa pode ser dita de um governo, de um Congresso ou de um Tribunal.” (1º par.), encontra-se em destaque o núcleo de um sujeito paciente cuja voz verbal se classifica como passiva sintética.
( ) Em “Instituições não existem. Só existem pessoas.” (2º par.), os termos em destaque representam diferentes funções sintáticas em suas respectivas orações: o primeiro é sujeito, enquanto o segundo classifica-se como objeto direto.
( ) Em “Em 2011, ao falar no Senado dos EUA, Antonin Scalia, juiz da Suprema Corte americana, lembrou que a antiga União Soviética...” (4º par.), o termo sublinhado exerce função sintática de Sujeito agente em relação ao verbo “lembrou”.
( ) Em “Mesmo as mais inclusivas são conduzidas por pessoas...” (5º par.), o termo preposicionado em destaque exerce função sintática de Complemento nominal do Adjetivo “conduzidas”.
Considerando-se V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas, pode-se dizer que se tem pela ordem a seguinte sequência.
Elementos de coesão colaboram com o encadeamento de afirmações feitas no texto a fim de garantir a sequência devida das ideias expostas. A partir disso, avalie o elemento coesivo em destaque no fragmento acima e, a seguir, assinale a alternativa que contiver o mesmo papel morfológico aplicado no contexto.
I. “Segundo North, as instituições de um país determinam seu desenvolvimento. Mas regras, em si, não são suficientes.” (3º par.)
II. “Políticos são estimulados a mentir, fraudar e roubar porque a recompensa é enorme, e o custo – a possibilidade de punição – é baixo.” (9º par.)
Assinale a alternativa que apresenta, pela ordem, a indicação da natureza semântica das expressões em destaque em cada período acima.
( ) Em “Instituições são ficções. Em Sapiens, Yuval Harari chama a Peugeot, a montadora francesa de automóveis, de uma ficção jurídica: os carros, as fábricas e os funcionários existem fisicamente...” (1º par.), ambas as palavras em destaque podem ser consideradas proparoxítonas, o que justifica sua obrigatoriedade quanto à regra de acentuação.
( ) Em “Segundo North, as instituições de um país determinam seu desenvolvimento.” (3º par.), o vocábulo em destaque é acentuado pela regra das oxítonas.
( ) Em “Mesmo as mais inclusivas são conduzidas por pessoas, e a condução refletirá a concepção que essas pessoas têm do Estado.” (5º par.), apesar de ser um monossílabo tônico, a palavra em destaque é acentuada pela regra do acento diferencial.
( ) Em “...se as virtudes mais altas não estiverem presentes nos governantes, um regime inferior será instituído.” (6º par.), o vocábulo em destaque justifica o emprego do acento pela regra das paroxítonas.
( ) Em “Alguém precisa dizer isso aos brasileiros que, repetidamente, caem na armadilha ideológica e emocional de atribuir abstrações políticas...” (7º par.), as palavras em destaque possuem mesma tonicidade silábica, porém a primeira é acentuada pela regra do acento diferencial.
Considerando-se V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas, pode-se dizer que se tem pela ordem a seguinte sequência.
A partir do fragmento exposto acima, assinale a alternativa cuja reescrita tenha mantido o valor semântico, bem como o respeito à norma-padrão da Língua Portuguesa.
I. O autor faz uso do argumento de autoridade por meio do discurso direto remissivo a diferentes autores, os quais ajudam a corroborar sua ideia.
II. O texto é essencialmente de natureza descritivo-analítica e relega o caráter subjetivo de sua composição.
III. Observa-se que a linguagem utilizada no texto prima pelo caráter formal, denotativo e objetivo a fim de expor essencialmente sua mensagem para o interlocutor.
IV. O texto possui tipologia dissertativa, apresentando-se como Artigo de opinião enquanto gênero.
Pode-se dizer que se encontra correto o que foi afirmado acima apenas em:
Leia o texto abaixo para responder à questão.
O rato da cidade e o rato do campo

Um rato, que morava na cidade, foi convidado por outro, que morava no campo, o qual levou o rato da cidade até sua cova, onde comeram ambos, coisas do campo, ervas e raízes. Disse o rato da cidade ao outro:
— Por certo, compadre, tenho dó de ti, e da pobreza em que vives. Vem comigo morar na cidade, verás a riqueza e a fartura que experimentas.
Aceitou o rato do campo, e foram ambos para uma casa grande e rica, e dentro da despensa estavam comendo boas comidas e muitas, quando de súbito entrou o despenseiro, e dois gatos com ele. Os ratos fugiram. O de casa achou logo seu buraco, o de fora subiu pela parede, dizendo:
— Fiquem com sua fartura; que eu mais quero comer raízes no campo sem sobressaltos, onde não há gato, nem ratoeira.
É como se diz, “mais vale magro no mato, que gordo na boca do gato”.
https://escolakids.uol.com.br/portugues/contos-curtinhos.htm acesso em 26 de abril de 2026.
Leia o texto abaixo para responder à questão.
O rato da cidade e o rato do campo

Um rato, que morava na cidade, foi convidado por outro, que morava no campo, o qual levou o rato da cidade até sua cova, onde comeram ambos, coisas do campo, ervas e raízes. Disse o rato da cidade ao outro:
— Por certo, compadre, tenho dó de ti, e da pobreza em que vives. Vem comigo morar na cidade, verás a riqueza e a fartura que experimentas.
Aceitou o rato do campo, e foram ambos para uma casa grande e rica, e dentro da despensa estavam comendo boas comidas e muitas, quando de súbito entrou o despenseiro, e dois gatos com ele. Os ratos fugiram. O de casa achou logo seu buraco, o de fora subiu pela parede, dizendo:
— Fiquem com sua fartura; que eu mais quero comer raízes no campo sem sobressaltos, onde não há gato, nem ratoeira.
É como se diz, “mais vale magro no mato, que gordo na boca do gato”.
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O rato da cidade e o rato do campo

Um rato, que morava na cidade, foi convidado por outro, que morava no campo, o qual levou o rato da cidade até sua cova, onde comeram ambos, coisas do campo, ervas e raízes. Disse o rato da cidade ao outro:
— Por certo, compadre, tenho dó de ti, e da pobreza em que vives. Vem comigo morar na cidade, verás a riqueza e a fartura que experimentas.
Aceitou o rato do campo, e foram ambos para uma casa grande e rica, e dentro da despensa estavam comendo boas comidas e muitas, quando de súbito entrou o despenseiro, e dois gatos com ele. Os ratos fugiram. O de casa achou logo seu buraco, o de fora subiu pela parede, dizendo:
— Fiquem com sua fartura; que eu mais quero comer raízes no campo sem sobressaltos, onde não há gato, nem ratoeira.
É como se diz, “mais vale magro no mato, que gordo na boca do gato”.
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O rato da cidade e o rato do campo

Um rato, que morava na cidade, foi convidado por outro, que morava no campo, o qual levou o rato da cidade até sua cova, onde comeram ambos, coisas do campo, ervas e raízes. Disse o rato da cidade ao outro:
— Por certo, compadre, tenho dó de ti, e da pobreza em que vives. Vem comigo morar na cidade, verás a riqueza e a fartura que experimentas.
Aceitou o rato do campo, e foram ambos para uma casa grande e rica, e dentro da despensa estavam comendo boas comidas e muitas, quando de súbito entrou o despenseiro, e dois gatos com ele. Os ratos fugiram. O de casa achou logo seu buraco, o de fora subiu pela parede, dizendo:
— Fiquem com sua fartura; que eu mais quero comer raízes no campo sem sobressaltos, onde não há gato, nem ratoeira.
É como se diz, “mais vale magro no mato, que gordo na boca do gato”.
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O rato da cidade e o rato do campo

Um rato, que morava na cidade, foi convidado por outro, que morava no campo, o qual levou o rato da cidade até sua cova, onde comeram ambos, coisas do campo, ervas e raízes. Disse o rato da cidade ao outro:
— Por certo, compadre, tenho dó de ti, e da pobreza em que vives. Vem comigo morar na cidade, verás a riqueza e a fartura que experimentas.
Aceitou o rato do campo, e foram ambos para uma casa grande e rica, e dentro da despensa estavam comendo boas comidas e muitas, quando de súbito entrou o despenseiro, e dois gatos com ele. Os ratos fugiram. O de casa achou logo seu buraco, o de fora subiu pela parede, dizendo:
— Fiquem com sua fartura; que eu mais quero comer raízes no campo sem sobressaltos, onde não há gato, nem ratoeira.
É como se diz, “mais vale magro no mato, que gordo na boca do gato”.
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