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Coluna I – técnica
1. diluição simples
2. precipitação de proteínas
3. extração líquido-líquido
4. extração por fase sólida (SPE, do inglês solid phase extraction)
Coluna II – desvantagens
( ) menos seletiva que SPE, não remove fosfolipídeos endógenos; pode formar emulsões; difícil de automatizar; trabalhosa; não é ideal para substâncias altamente polares e metabólitos; evaporação do solvente necessária; gera grandes volumes de solventes orgânicos.
( ) seletividade mínima, não remove a maioria dos interferentes da matriz; não há extração ou pré-concentração da amostra; evaporação do solvente pode ser necessária.
( ) pode exigir o desenvolvimento do método para otimizar o protocolo; considerada a mais difícil e cara entre as quatro técnicas.
( ) sem purificação e concentração da amostra; não-seletiva, interferentes podem causar supressão iônica ou formatos ruins de picos; propicia contaminação da coluna analítica e do instrumento.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
I – um maior conteúdo de solvente orgânico no eluente aumenta a eficiência de ionização da maioria das substâncias.
II – o pH do eluente não influencia na eficiência de ionização de nenhuma substância.
III – diferentes soluções-tampão, com o mesmo pH, resultam em eficiências de ionização iguais.
As afirmativas I, II e III são, respectivamente:
I – para aumentar a sensibilidade, exatidão e precisão do método analítico quantitativo, como resultado da separação eficiente dos analitos alvo de impurezas e outros componentes da matriz complexa, que mesmo não sendo detectados no modo MRM podem competir pela ionização e alterar o sinal obtido.
II – a fim de possibilitar a análise de isóbaros, substâncias quirais e substâncias que podem interferir pela contribuição de isótopos M+1 ou M+2, onde M é a massa monoisotópica.
III – sempre que for preciso analisar mais de uma substância simultaneamente.
Dos itens acima, somente:

Cromatogramas de INH, AC-INH, CA-INH, e EMB com ou sem adição de CA e HFBA. (A) sem CA e sem HFBA; (B) sem CA e com HFBA; (C) com CA e sem HFBA; (D) com CA e com HFBA. INH = isoniazida; AC-INH = acetil isoniazida; CA-INH = produto de derivatização da isoniazida com cinamaldeído; EMB = etambutol; CA = cinamaldeído; HFBA = ácido heptafluorobutírico. Os picos de cada analito estão destacados por asteriscos (*). Separação cromatográfica realizada em coluna Acquity UPLC HSS T3 1,8 μm (2,1 x 100 mm, Waters). Fonte: Xing et al. Heliyon 2021;7:e07532.
Com base na figura apresentada, pode-se afirmar que:
I – o produto de derivatização CA-INH formado pela reação entre a isoniazida (INH) e o cinamaldeído (CA) possui maior hidrofobicidade que a INH e apresenta maior intensidade de sinal.
II – a adição do reagente de pareamento iônico HFBA à solução diluída da amostra aumentou significativamente a retenção do etambutol (EMB).
III – o analito etambutol (EMB) é menos polar que o produto de derivatização CA-INH.
Dos itens acima, somente:
I. Os produtos e serviços devem ser empregados quando destinados à incorporação nas atividades do próprio laboratório.
II. Os produtos e serviços devem ser fornecidos, em parte ou por completo, diretamente ao cliente pelo laboratório, conforme recebidos do provedor externo.
III. Os produtos e serviços devem ser utilizados para apoiar a operação do laboratório.
As afirmativas I, II e III são respectivamente:
I. A fase sólida é sensibilizada com anticorpos específicos.
II. Utilizam-se como conjugado anticorpos específicos marcados com uma enzima.
III. A revelação é feita pela adição do substrato em solução cromógena.
Das afirmativas acima: