Questões de Concurso
Para medicina veterinária
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I. o tempo de retenção dos registros deve ser estabelecido de acordo com as normas definidas pelo próprio laboratório.
II. as alterações feitas nos registros devem conter a data e a identificação do responsável pela alteração.
III. os dados e arquivos alterados devem ser retidos, podendo ser descartados os originais.
IV. os cálculos e as transferências de dados devem ser verificados por amostragem.
V. quando ocorrerem erros em registros, cada erro deve ser riscado, não devendo ser apagado, tornado ilegível ou eliminado, devendo ser adotadas medidas equivalentes para os registros eletrônicos.
Sobre as afirmativas acima, pode-se dizer que:
I. Prover recursos materiais em quantidade suficiente.
II. Garantir a rastreabilidade dos resultados analíticos.
III. Assegurar que as análises são conduzidas de acordo com o planejamento analítico.
IV. Garantir a confiabilidade dos resultados analíticos.
Sobre as afirmativas acima, pode-se dizer que:
Coluna I – técnica
1. diluição simples
2. precipitação de proteínas
3. extração líquido-líquido
4. extração por fase sólida (SPE, do inglês solid phase extraction)
Coluna II – desvantagens
( ) menos seletiva que SPE, não remove fosfolipídeos endógenos; pode formar emulsões; difícil de automatizar; trabalhosa; não é ideal para substâncias altamente polares e metabólitos; evaporação do solvente necessária; gera grandes volumes de solventes orgânicos.
( ) seletividade mínima, não remove a maioria dos interferentes da matriz; não há extração ou pré-concentração da amostra; evaporação do solvente pode ser necessária.
( ) pode exigir o desenvolvimento do método para otimizar o protocolo; considerada a mais difícil e cara entre as quatro técnicas.
( ) sem purificação e concentração da amostra; não-seletiva, interferentes podem causar supressão iônica ou formatos ruins de picos; propicia contaminação da coluna analítica e do instrumento.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
I – um maior conteúdo de solvente orgânico no eluente aumenta a eficiência de ionização da maioria das substâncias.
II – o pH do eluente não influencia na eficiência de ionização de nenhuma substância.
III – diferentes soluções-tampão, com o mesmo pH, resultam em eficiências de ionização iguais.
As afirmativas I, II e III são, respectivamente:
I – para aumentar a sensibilidade, exatidão e precisão do método analítico quantitativo, como resultado da separação eficiente dos analitos alvo de impurezas e outros componentes da matriz complexa, que mesmo não sendo detectados no modo MRM podem competir pela ionização e alterar o sinal obtido.
II – a fim de possibilitar a análise de isóbaros, substâncias quirais e substâncias que podem interferir pela contribuição de isótopos M+1 ou M+2, onde M é a massa monoisotópica.
III – sempre que for preciso analisar mais de uma substância simultaneamente.
Dos itens acima, somente:

Cromatogramas de INH, AC-INH, CA-INH, e EMB com ou sem adição de CA e HFBA. (A) sem CA e sem HFBA; (B) sem CA e com HFBA; (C) com CA e sem HFBA; (D) com CA e com HFBA. INH = isoniazida; AC-INH = acetil isoniazida; CA-INH = produto de derivatização da isoniazida com cinamaldeído; EMB = etambutol; CA = cinamaldeído; HFBA = ácido heptafluorobutírico. Os picos de cada analito estão destacados por asteriscos (*). Separação cromatográfica realizada em coluna Acquity UPLC HSS T3 1,8 μm (2,1 x 100 mm, Waters). Fonte: Xing et al. Heliyon 2021;7:e07532.
Com base na figura apresentada, pode-se afirmar que:
I – o produto de derivatização CA-INH formado pela reação entre a isoniazida (INH) e o cinamaldeído (CA) possui maior hidrofobicidade que a INH e apresenta maior intensidade de sinal.
II – a adição do reagente de pareamento iônico HFBA à solução diluída da amostra aumentou significativamente a retenção do etambutol (EMB).
III – o analito etambutol (EMB) é menos polar que o produto de derivatização CA-INH.
Dos itens acima, somente: