Questões de Concurso Para não definido

Foram encontradas 40.599 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q2925933 Direito Administrativo

O cargo público

Alternativas
Q2925932 Raciocínio Lógico

Alcides, Ferdinando e Reginaldo foram a uma lanchonete e pediram lanches distintos entre si, cada qual constituído de um sanduíche e uma bebida. Sabe-se também que:

− os tipos de sanduíches pedidos eram de presunto, misto quente e hambúrguer;
− Reginaldo pediu um misto quente;
− um deles pediu um hambúrguer e um suco de laranja;
− Alcides pediu um suco de uva;
− um deles pediu suco de acerola.


Nessas condições, é correto afirmar que

Alternativas
Q2925930 Raciocínio Lógico

Observe a figura abaixo.


Imagem associada para resolução da questão

Se ela pudesse ser deslizada sobre esta folha de papel, com qual das figuras seguintes ela coincidiria?

Alternativas
Q2925928 Português

A sentença seguinte é seguida de um número entre parênteses, que corresponde ao número de letras de uma palavra que se aplica à definição dada.

Cidade que abriga a sede do governo de um Estado. (7)

A alternativa onde se encontra a letra inicial de tal palavra é

Alternativas
Q2925927 Raciocínio Lógico

Os números no interior do círculo representado na figura abaixo foram colocados a partir do número 2 e no sentido horário, obedecendo a um determinado critério. 

Imagem associada para resolução da questão


Segundo o critério estabelecido, o número que deverá substituir o ponto de interrogação é

Alternativas
Q2925926 Raciocínio Lógico

Qual o melhor complemento para a sentença "O mel está para a abelha assim como a pérola está para ..." ?

Alternativas
Q2925925 Raciocínio Lógico
Observe as seguintes seqüências de números:

(1,0,0,1) – (4,3,3,4) – (5,4,4,5) – (6,7,7,6) – (9,8,8,9)

A seqüência que NÃO apresenta as mesmas características das demais é
Alternativas
Q2925923 Matemática

Considere as seguintes figuras geométricas:

Triângulo – Retângulo – Círculo – Quadrado – Losango

A única dessas figuras que NÃO apresenta uma característica comum às demais é o

Alternativas
Q2925922 Matemática Financeira
not valid statement found
Alternativas
Q2925918 Matemática

Sobre o total de documentos que recebeu certo dia, um auxiliar judiciário observou que:

– a razão entre aqueles que tinham origem externa e os que tinham origem interna era, nesta ordem, Imagem associada para resolução da questão ;

– o número de documentos de origem interna excedia o número dos de origem externa em 5 unidades.

Nessas condições, o total de documentos que ele recebeu nesse dia era

Alternativas
Q2925912 Português
        Desde a pré-história já tínhamos o hábito de adorar coisas ou pessoas – os deuses da Antigüidade, o Deus da Idade Média ou os reis da monarquia absolutista. Mas, com o passar do tempo, as entidades adoradas foram ficando cada vez mais terrenas.
         Coube aos famosos sentarem-se nos tronos outrora ocupados por reis e deuses. Com uma vantagem: tudo o que fazem ou falam alcança um número infinitamente maior de pessoas. Apoiada na mídia, a indústria das celebridades despontou para a fama com as primeiras estrelas de Hollywood, nos anos 30. E daí cresceu com a velocidade de uma boa fofoca, até despertar a atenção dos acadêmicos nos anos 60. Foi nessa época que um historiador americano cunhou uma das mais preciosas definições da fama nos dias atuais: “O herói é distinguido por seu conhecimento; a celebridade, por sua imagem. A celebridade é a pessoa notória por sua notoriedade.”
         Ao mundanizar a fama, transformamos o ídolo. Hoje ele não precisa ter virtudes, nem talento. O sucesso dos participantes de reality shows comprova isso – eles são conhecidos por serem alguém e não por terem feito algo. É impossível, porém, acreditar que a condição básica para ser ídolo tivesse se transformado tanto sem a ajuda daqueles que sustentam todo esse esquema: nós, aqui do outro lado da tela. As celebridades tornam-se pessoas familiares que vemos sempre na televisão, na revista, no cinema. Elas passam a representar uma nova comunidade de pessoas sobre as quais sabemos tudo, embora nem ao menos as conheçamos.
 (Adaptado de Cláudia de Castro Lima, Bianca Grassetti e Negreiros. Superinteressante, março 2005, p.49)

Apoiada na mídia, a indústria das celebridades despontou para a fama com as primeiras estrelas de Hollywood, nos anos 30. (2° parágrafo)

 A frase que conserva o mesmo sentido original, com outras palavras, é:

Alternativas
Q2925911 Português
        Desde a pré-história já tínhamos o hábito de adorar coisas ou pessoas – os deuses da Antigüidade, o Deus da Idade Média ou os reis da monarquia absolutista. Mas, com o passar do tempo, as entidades adoradas foram ficando cada vez mais terrenas.
         Coube aos famosos sentarem-se nos tronos outrora ocupados por reis e deuses. Com uma vantagem: tudo o que fazem ou falam alcança um número infinitamente maior de pessoas. Apoiada na mídia, a indústria das celebridades despontou para a fama com as primeiras estrelas de Hollywood, nos anos 30. E daí cresceu com a velocidade de uma boa fofoca, até despertar a atenção dos acadêmicos nos anos 60. Foi nessa época que um historiador americano cunhou uma das mais preciosas definições da fama nos dias atuais: “O herói é distinguido por seu conhecimento; a celebridade, por sua imagem. A celebridade é a pessoa notória por sua notoriedade.”
         Ao mundanizar a fama, transformamos o ídolo. Hoje ele não precisa ter virtudes, nem talento. O sucesso dos participantes de reality shows comprova isso – eles são conhecidos por serem alguém e não por terem feito algo. É impossível, porém, acreditar que a condição básica para ser ídolo tivesse se transformado tanto sem a ajuda daqueles que sustentam todo esse esquema: nós, aqui do outro lado da tela. As celebridades tornam-se pessoas familiares que vemos sempre na televisão, na revista, no cinema. Elas passam a representar uma nova comunidade de pessoas sobre as quais sabemos tudo, embora nem ao menos as conheçamos.
 (Adaptado de Cláudia de Castro Lima, Bianca Grassetti e Negreiros. Superinteressante, março 2005, p.49)

As palavras que recebem acento gráfico pela mesma razão gramatical estão transcritas em:

Alternativas
Q2925910 Português
        Desde a pré-história já tínhamos o hábito de adorar coisas ou pessoas – os deuses da Antigüidade, o Deus da Idade Média ou os reis da monarquia absolutista. Mas, com o passar do tempo, as entidades adoradas foram ficando cada vez mais terrenas.
         Coube aos famosos sentarem-se nos tronos outrora ocupados por reis e deuses. Com uma vantagem: tudo o que fazem ou falam alcança um número infinitamente maior de pessoas. Apoiada na mídia, a indústria das celebridades despontou para a fama com as primeiras estrelas de Hollywood, nos anos 30. E daí cresceu com a velocidade de uma boa fofoca, até despertar a atenção dos acadêmicos nos anos 60. Foi nessa época que um historiador americano cunhou uma das mais preciosas definições da fama nos dias atuais: “O herói é distinguido por seu conhecimento; a celebridade, por sua imagem. A celebridade é a pessoa notória por sua notoriedade.”
         Ao mundanizar a fama, transformamos o ídolo. Hoje ele não precisa ter virtudes, nem talento. O sucesso dos participantes de reality shows comprova isso – eles são conhecidos por serem alguém e não por terem feito algo. É impossível, porém, acreditar que a condição básica para ser ídolo tivesse se transformado tanto sem a ajuda daqueles que sustentam todo esse esquema: nós, aqui do outro lado da tela. As celebridades tornam-se pessoas familiares que vemos sempre na televisão, na revista, no cinema. Elas passam a representar uma nova comunidade de pessoas sobre as quais sabemos tudo, embora nem ao menos as conheçamos.
 (Adaptado de Cláudia de Castro Lima, Bianca Grassetti e Negreiros. Superinteressante, março 2005, p.49)

Os verbos que se encontram nos mesmos tempo e modo estão transcritos em:

Alternativas
Q2925909 Português
        Desde a pré-história já tínhamos o hábito de adorar coisas ou pessoas – os deuses da Antigüidade, o Deus da Idade Média ou os reis da monarquia absolutista. Mas, com o passar do tempo, as entidades adoradas foram ficando cada vez mais terrenas.
         Coube aos famosos sentarem-se nos tronos outrora ocupados por reis e deuses. Com uma vantagem: tudo o que fazem ou falam alcança um número infinitamente maior de pessoas. Apoiada na mídia, a indústria das celebridades despontou para a fama com as primeiras estrelas de Hollywood, nos anos 30. E daí cresceu com a velocidade de uma boa fofoca, até despertar a atenção dos acadêmicos nos anos 60. Foi nessa época que um historiador americano cunhou uma das mais preciosas definições da fama nos dias atuais: “O herói é distinguido por seu conhecimento; a celebridade, por sua imagem. A celebridade é a pessoa notória por sua notoriedade.”
         Ao mundanizar a fama, transformamos o ídolo. Hoje ele não precisa ter virtudes, nem talento. O sucesso dos participantes de reality shows comprova isso – eles são conhecidos por serem alguém e não por terem feito algo. É impossível, porém, acreditar que a condição básica para ser ídolo tivesse se transformado tanto sem a ajuda daqueles que sustentam todo esse esquema: nós, aqui do outro lado da tela. As celebridades tornam-se pessoas familiares que vemos sempre na televisão, na revista, no cinema. Elas passam a representar uma nova comunidade de pessoas sobre as quais sabemos tudo, embora nem ao menos as conheçamos.
 (Adaptado de Cláudia de Castro Lima, Bianca Grassetti e Negreiros. Superinteressante, março 2005, p.49)

A substituição de segmentos do texto, grifados abaixo, pelos pronomes correspondentes, está feita de modo INCORRETO em:

Alternativas
Q2925908 Português
        Desde a pré-história já tínhamos o hábito de adorar coisas ou pessoas – os deuses da Antigüidade, o Deus da Idade Média ou os reis da monarquia absolutista. Mas, com o passar do tempo, as entidades adoradas foram ficando cada vez mais terrenas.
         Coube aos famosos sentarem-se nos tronos outrora ocupados por reis e deuses. Com uma vantagem: tudo o que fazem ou falam alcança um número infinitamente maior de pessoas. Apoiada na mídia, a indústria das celebridades despontou para a fama com as primeiras estrelas de Hollywood, nos anos 30. E daí cresceu com a velocidade de uma boa fofoca, até despertar a atenção dos acadêmicos nos anos 60. Foi nessa época que um historiador americano cunhou uma das mais preciosas definições da fama nos dias atuais: “O herói é distinguido por seu conhecimento; a celebridade, por sua imagem. A celebridade é a pessoa notória por sua notoriedade.”
         Ao mundanizar a fama, transformamos o ídolo. Hoje ele não precisa ter virtudes, nem talento. O sucesso dos participantes de reality shows comprova isso – eles são conhecidos por serem alguém e não por terem feito algo. É impossível, porém, acreditar que a condição básica para ser ídolo tivesse se transformado tanto sem a ajuda daqueles que sustentam todo esse esquema: nós, aqui do outro lado da tela. As celebridades tornam-se pessoas familiares que vemos sempre na televisão, na revista, no cinema. Elas passam a representar uma nova comunidade de pessoas sobre as quais sabemos tudo, embora nem ao menos as conheçamos.
 (Adaptado de Cláudia de Castro Lima, Bianca Grassetti e Negreiros. Superinteressante, março 2005, p.49)

Mas, com o passar do tempo, as entidades adoradas foram ficando cada vez mais terrenas. (final do 1°parágrafo)

A mesma idéia contida na afirmativa acima repete-se na frase:

Alternativas
Q2925907 Português
        Desde a pré-história já tínhamos o hábito de adorar coisas ou pessoas – os deuses da Antigüidade, o Deus da Idade Média ou os reis da monarquia absolutista. Mas, com o passar do tempo, as entidades adoradas foram ficando cada vez mais terrenas.
         Coube aos famosos sentarem-se nos tronos outrora ocupados por reis e deuses. Com uma vantagem: tudo o que fazem ou falam alcança um número infinitamente maior de pessoas. Apoiada na mídia, a indústria das celebridades despontou para a fama com as primeiras estrelas de Hollywood, nos anos 30. E daí cresceu com a velocidade de uma boa fofoca, até despertar a atenção dos acadêmicos nos anos 60. Foi nessa época que um historiador americano cunhou uma das mais preciosas definições da fama nos dias atuais: “O herói é distinguido por seu conhecimento; a celebridade, por sua imagem. A celebridade é a pessoa notória por sua notoriedade.”
         Ao mundanizar a fama, transformamos o ídolo. Hoje ele não precisa ter virtudes, nem talento. O sucesso dos participantes de reality shows comprova isso – eles são conhecidos por serem alguém e não por terem feito algo. É impossível, porém, acreditar que a condição básica para ser ídolo tivesse se transformado tanto sem a ajuda daqueles que sustentam todo esse esquema: nós, aqui do outro lado da tela. As celebridades tornam-se pessoas familiares que vemos sempre na televisão, na revista, no cinema. Elas passam a representar uma nova comunidade de pessoas sobre as quais sabemos tudo, embora nem ao menos as conheçamos.
 (Adaptado de Cláudia de Castro Lima, Bianca Grassetti e Negreiros. Superinteressante, março 2005, p.49)

O texto deixa claro que

Alternativas
Q2925906 Português
A necessidade de medir e pesar começou junto com a civilização. As primeiras unidades usavam como base nosso próprio corpo: media-se em polegadas, pés, côvados (a distância entre o cotovelo e a ponta do dedo médio) ou braças (a distância de um punho ao outro, com os dois braços estendidos horizontalmente). A capacidade dos recipientes era definida pelo número de sementes que eles pudessem conter. Mas como o tamanho dos homens e dos grãos de trigo é variável, logo se percebeu que seria indispensável estabelecer uma referência fixa para os pesos e medidas.
Isso aconteceu na França, em 1790, no turbulento rastro da revolução iniciada um ano antes. Com a intenção de modernizar o país, as autoridades encarregaram a Academia de Ciências de criar um sistema que se baseasse em um padrão fixo e invariável. Três anos depois, a comissão apresentou o Sistema Métrico Decimal, um esquema tão simples e científico que foi adotado pela maioria dos países. Apesar de ter sido substituído pelo atual Sistema Internacional de Medidas, mais preciso e sofisticado, ainda usamos muitos nomes que a Academia de Ciências inventou. (Adaptado de Cláudio Moreno. Mundo estranho, novembro 2003, p.22)

A palavra milhar correspondia à distância de mil passadas que ...... ser ...... por um soldado romano e, ainda hoje, ...... medidas variadas.

As lacunas da frase acima estão corretamente preenchidas por

Alternativas
Q2925905 Português
A necessidade de medir e pesar começou junto com a civilização. As primeiras unidades usavam como base nosso próprio corpo: media-se em polegadas, pés, côvados (a distância entre o cotovelo e a ponta do dedo médio) ou braças (a distância de um punho ao outro, com os dois braços estendidos horizontalmente). A capacidade dos recipientes era definida pelo número de sementes que eles pudessem conter. Mas como o tamanho dos homens e dos grãos de trigo é variável, logo se percebeu que seria indispensável estabelecer uma referência fixa para os pesos e medidas.
Isso aconteceu na França, em 1790, no turbulento rastro da revolução iniciada um ano antes. Com a intenção de modernizar o país, as autoridades encarregaram a Academia de Ciências de criar um sistema que se baseasse em um padrão fixo e invariável. Três anos depois, a comissão apresentou o Sistema Métrico Decimal, um esquema tão simples e científico que foi adotado pela maioria dos países. Apesar de ter sido substituído pelo atual Sistema Internacional de Medidas, mais preciso e sofisticado, ainda usamos muitos nomes que a Academia de Ciências inventou. (Adaptado de Cláudio Moreno. Mundo estranho, novembro 2003, p.22)

A frase escrita com clareza e correção é:

Alternativas
Q2925904 Português
A necessidade de medir e pesar começou junto com a civilização. As primeiras unidades usavam como base nosso próprio corpo: media-se em polegadas, pés, côvados (a distância entre o cotovelo e a ponta do dedo médio) ou braças (a distância de um punho ao outro, com os dois braços estendidos horizontalmente). A capacidade dos recipientes era definida pelo número de sementes que eles pudessem conter. Mas como o tamanho dos homens e dos grãos de trigo é variável, logo se percebeu que seria indispensável estabelecer uma referência fixa para os pesos e medidas.
Isso aconteceu na França, em 1790, no turbulento rastro da revolução iniciada um ano antes. Com a intenção de modernizar o país, as autoridades encarregaram a Academia de Ciências de criar um sistema que se baseasse em um padrão fixo e invariável. Três anos depois, a comissão apresentou o Sistema Métrico Decimal, um esquema tão simples e científico que foi adotado pela maioria dos países. Apesar de ter sido substituído pelo atual Sistema Internacional de Medidas, mais preciso e sofisticado, ainda usamos muitos nomes que a Academia de Ciências inventou. (Adaptado de Cláudio Moreno. Mundo estranho, novembro 2003, p.22)

A frase corretamente pontuada é:

Alternativas
Q2925903 Português
A necessidade de medir e pesar começou junto com a civilização. As primeiras unidades usavam como base nosso próprio corpo: media-se em polegadas, pés, côvados (a distância entre o cotovelo e a ponta do dedo médio) ou braças (a distância de um punho ao outro, com os dois braços estendidos horizontalmente). A capacidade dos recipientes era definida pelo número de sementes que eles pudessem conter. Mas como o tamanho dos homens e dos grãos de trigo é variável, logo se percebeu que seria indispensável estabelecer uma referência fixa para os pesos e medidas.
Isso aconteceu na França, em 1790, no turbulento rastro da revolução iniciada um ano antes. Com a intenção de modernizar o país, as autoridades encarregaram a Academia de Ciências de criar um sistema que se baseasse em um padrão fixo e invariável. Três anos depois, a comissão apresentou o Sistema Métrico Decimal, um esquema tão simples e científico que foi adotado pela maioria dos países. Apesar de ter sido substituído pelo atual Sistema Internacional de Medidas, mais preciso e sofisticado, ainda usamos muitos nomes que a Academia de Ciências inventou. (Adaptado de Cláudio Moreno. Mundo estranho, novembro 2003, p.22)

... um esquema tão simples e científico que foi adotado pela maioria dos países. (2° parágrafo)

Iniciando-se a frase acima por: O esquema foi adotado pela maioria dos países, o restante passará a ser:

Alternativas
Respostas
16581: D
16582: A
16583: E
16584: B
16585: A
16586: B
16587: D
16588: C
16589: E
16590: D
16591: D
16592: C
16593: E
16594: B
16595: A
16596: C
16597: B
16598: D
16599: E
16600: A