Foram encontradas 2.153 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
DICIONÁRIOS E A RIQUEZA DO LÉXICO
(1º§) Embora o meu vocabulário seja voluntariamente pobre – uma espécie de Brasileiro Básico – a única leitura que jamais me cansa é a dos dicionários. Variados, sugestivos, atraentes, não são como os outros livros, que contam a mesma estopada do princípio ao fim. Meu trato com eles é puramente desinteressado, um modo disperso de estar atento.
(2º§) E esse meu vício é, antes de tudo, inócuo para o leitor. Mas entendo que gosto de me apropriar do léxico de minha língua pátria. Na minha adolescência, todo e qualquer escritor se presumia de estilista, e isso, na época, significava riqueza vocabular.
(3º§) Imagine-se o mal que deve ter causado a autores novos e inocentes o grande estilista Coelho Netto; grande infanticida, isto é o que ele foi.
(4º§) Orgulhávamo-nos, como das nossas riquezas naturais, da opulência verbal de Ruy Barbosa. O seu fraco, ou seu forte, eram os sinônimos.
(5º§) Recordo certa página em que ele esbanjou seus haveres com as pobres mulheres da vida, chamando-as de todos os nomes, menos um.
(6º§) Há palavras que ninguém emprega. Apenas se encontram nos dicionários como velhas caducas num asilo. Às vezes uma que outra vem luzir-se desdentadamente, em público, nalguma oração de paraninfo. Pobres velhinhas... Pobre velhinho!
(QUINTANA, Mário. Caderno H. Porto Alegre: Globo, 1983. p.176) – (Adaptado)
DICIONÁRIOS E A RIQUEZA DO LÉXICO
(1º§) Embora o meu vocabulário seja voluntariamente pobre – uma espécie de Brasileiro Básico – a única leitura que jamais me cansa é a dos dicionários. Variados, sugestivos, atraentes, não são como os outros livros, que contam a mesma estopada do princípio ao fim. Meu trato com eles é puramente desinteressado, um modo disperso de estar atento.
(2º§) E esse meu vício é, antes de tudo, inócuo para o leitor. Mas entendo que gosto de me apropriar do léxico de minha língua pátria. Na minha adolescência, todo e qualquer escritor se presumia de estilista, e isso, na época, significava riqueza vocabular.
(3º§) Imagine-se o mal que deve ter causado a autores novos e inocentes o grande estilista Coelho Netto; grande infanticida, isto é o que ele foi.
(4º§) Orgulhávamo-nos, como das nossas riquezas naturais, da opulência verbal de Ruy Barbosa. O seu fraco, ou seu forte, eram os sinônimos.
(5º§) Recordo certa página em que ele esbanjou seus haveres com as pobres mulheres da vida, chamando-as de todos os nomes, menos um.
(6º§) Há palavras que ninguém emprega. Apenas se encontram nos dicionários como velhas caducas num asilo. Às vezes uma que outra vem luzir-se desdentadamente, em público, nalguma oração de paraninfo. Pobres velhinhas... Pobre velhinho!
(QUINTANA, Mário. Caderno H. Porto Alegre: Globo, 1983. p.176) – (Adaptado)
DICIONÁRIOS E A RIQUEZA DO LÉXICO
(1º§) Embora o meu vocabulário seja voluntariamente pobre – uma espécie de Brasileiro Básico – a única leitura que jamais me cansa é a dos dicionários. Variados, sugestivos, atraentes, não são como os outros livros, que contam a mesma estopada do princípio ao fim. Meu trato com eles é puramente desinteressado, um modo disperso de estar atento.
(2º§) E esse meu vício é, antes de tudo, inócuo para o leitor. Mas entendo que gosto de me apropriar do léxico de minha língua pátria. Na minha adolescência, todo e qualquer escritor se presumia de estilista, e isso, na época, significava riqueza vocabular.
(3º§) Imagine-se o mal que deve ter causado a autores novos e inocentes o grande estilista Coelho Netto; grande infanticida, isto é o que ele foi.
(4º§) Orgulhávamo-nos, como das nossas riquezas naturais, da opulência verbal de Ruy Barbosa. O seu fraco, ou seu forte, eram os sinônimos.
(5º§) Recordo certa página em que ele esbanjou seus haveres com as pobres mulheres da vida, chamando-as de todos os nomes, menos um.
(6º§) Há palavras que ninguém emprega. Apenas se encontram nos dicionários como velhas caducas num asilo. Às vezes uma que outra vem luzir-se desdentadamente, em público, nalguma oração de paraninfo. Pobres velhinhas... Pobre velhinho!
(QUINTANA, Mário. Caderno H. Porto Alegre: Globo, 1983. p.176) – (Adaptado)
DICIONÁRIOS E A RIQUEZA DO LÉXICO
(1º§) Embora o meu vocabulário seja voluntariamente pobre – uma espécie de Brasileiro Básico – a única leitura que jamais me cansa é a dos dicionários. Variados, sugestivos, atraentes, não são como os outros livros, que contam a mesma estopada do princípio ao fim. Meu trato com eles é puramente desinteressado, um modo disperso de estar atento.
(2º§) E esse meu vício é, antes de tudo, inócuo para o leitor. Mas entendo que gosto de me apropriar do léxico de minha língua pátria. Na minha adolescência, todo e qualquer escritor se presumia de estilista, e isso, na época, significava riqueza vocabular.
(3º§) Imagine-se o mal que deve ter causado a autores novos e inocentes o grande estilista Coelho Netto; grande infanticida, isto é o que ele foi.
(4º§) Orgulhávamo-nos, como das nossas riquezas naturais, da opulência verbal de Ruy Barbosa. O seu fraco, ou seu forte, eram os sinônimos.
(5º§) Recordo certa página em que ele esbanjou seus haveres com as pobres mulheres da vida, chamando-as de todos os nomes, menos um.
(6º§) Há palavras que ninguém emprega. Apenas se encontram nos dicionários como velhas caducas num asilo. Às vezes uma que outra vem luzir-se desdentadamente, em público, nalguma oração de paraninfo. Pobres velhinhas... Pobre velhinho!
(QUINTANA, Mário. Caderno H. Porto Alegre: Globo, 1983. p.176) – (Adaptado)
DICIONÁRIOS E A RIQUEZA DO LÉXICO
(1º§) Embora o meu vocabulário seja voluntariamente pobre – uma espécie de Brasileiro Básico – a única leitura que jamais me cansa é a dos dicionários. Variados, sugestivos, atraentes, não são como os outros livros, que contam a mesma estopada do princípio ao fim. Meu trato com eles é puramente desinteressado, um modo disperso de estar atento.
(2º§) E esse meu vício é, antes de tudo, inócuo para o leitor. Mas entendo que gosto de me apropriar do léxico de minha língua pátria. Na minha adolescência, todo e qualquer escritor se presumia de estilista, e isso, na época, significava riqueza vocabular.
(3º§) Imagine-se o mal que deve ter causado a autores novos e inocentes o grande estilista Coelho Netto; grande infanticida, isto é o que ele foi.
(4º§) Orgulhávamo-nos, como das nossas riquezas naturais, da opulência verbal de Ruy Barbosa. O seu fraco, ou seu forte, eram os sinônimos.
(5º§) Recordo certa página em que ele esbanjou seus haveres com as pobres mulheres da vida, chamando-as de todos os nomes, menos um.
(6º§) Há palavras que ninguém emprega. Apenas se encontram nos dicionários como velhas caducas num asilo. Às vezes uma que outra vem luzir-se desdentadamente, em público, nalguma oração de paraninfo. Pobres velhinhas... Pobre velhinho!
(QUINTANA, Mário. Caderno H. Porto Alegre: Globo, 1983. p.176) – (Adaptado)
Marque o que não se comprova na frase nominal que dá título ao texto, escrita a seguir:
“Dicionários e a riqueza do léxico”
Em ecologia, W é a quantidade de espécies de interesse em uma comunidade delimitada. X é o número de indivíduos de uma espécie encontrados em uma área. Y é como um mapa de todas as áreas em que uma espécie ocorre. E Z é uma medida que combina o número e a frequência relativa de cada espécie num dado ambiente, área ou comunidade.
W, X, Y e Z, significam, respectivamente:
Dois caçadores de 51 e 58 anos, que são irmãos, foram presos nesta sexta-feira durante uma operação da Polícia Militar Ambiental (PMA), em Viana, na Grande Vitória, suspeitos de caçar animais como macacos e tatus em área de Mata Atlântica do estado.
Com a dupla, foram apreendidas dez armas, sendo oito espingardas, todas sem registro. Caçar animais silvestres no Brasil é crime previsto na lei 9.605 (Lei de Crimes Ambientais, de 1998)”.
(Fonte: https://g1.globo.com/es/espirito-santo/noticia/2023/08/04/irmaos-suspeitos-de-cacar-tatus-e-macacos-em-area-de-mataatlantica-sao-presos-com-10-armas-no-es.ghtml).
De acordo com essa lei, esse crime tem pena de detenção de seis meses a um ano, e multa. Além disso:
A formação do solo (S) se dá em função (f) de diversos fatores:
S = f (m, r, o, c, t)
Em que:
Serviços ecossistêmicos são os benefícios que as pessoas obtêm do meio ambiente. Eles podem ser divididos em quatro categorias. Relacione corretamente a categoria a sua descrição, e em seguida, assinale a alternativa com a sequência correta.
I – Serviços de suporte.
II – Serviço de provisão.
III – Serviço reguladores.
IV - Serviços culturais.
1 – Controlam o clima, as inundações, a qualidade da água, as doenças e a decomposição de resíduos.
2 – São os benefícios não-materiais que as pessoas obtêm a partir do contato com o ecossistema, incluindo os serviços de recreação, os estéticos e os espirituais.
3 – Apoiam todos os outros serviços, como a formação do solo, a produção primária e a ciclagem de nutrientes.
4 – Referem-se ao abastecimento de alimentos, ervas medicinais, princípios ativos, madeira e fibras e, também, de água potável.
A Lei 2.586, de 27 de abril de 2010, institui a Legislação Ambiental do Município de Baixo Guandu/ES. Nela consta os princípios norteadores da Política Municipal de Meio Ambiente. Sobre este assunto, analise as afirmativas abaixo:
I – A racionalização do uso dos recursos ambientais naturais por meio do uso sustentável.
II – O direito de todos ao meio ambiente ecologicamente equilibrado e a obrigação de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações.
III – A obrigação de recuperar áreas degradadas e indenizar pelos danos causados ao meio ambiente.
IV – A proteção de áreas ameaçadas de degradação mediante a criação de áreas de proteção integral.
V – O incentivo a conservação pelo uso por meio do uso comercial e industrial sustentável dos produtos florestais não madeireiros.
São verdadeiras as afirmativas:
Coluna 01
I- Dióxido de carbono (CO2).
II- Metano (CH4).
III- Óxido nitroso (N2O).
IV- Ozônio (O3).
Coluna 02
(__) É responsável por cerca de 60% do efeito estufa, podendo perdurar na atmosfera por até 1000 anos.
(__) Principal componente do gás natural, é responsável por 15 a 20% do efeito estufa, podendo perdurar na atmosfera por até uma década.
(__) É responsável por cerca de 6% do efeito estufa, perdurando por aproximadamente 120 anos na atmosfera terrestre.
(__) É formado na baixa atmosfera, sob estímulo do sol, advindo de óxidos de nitrogênio e hidrocarbonetos provenientes de usinas termoelétricas, veículos e desmatamento e contribui com cerca de 8% para o efeito estufa.
I- Resíduos industriais. II- Resíduos de serviços de saúde. III- Resíduos não perigosos. IV- Resíduos perigosos.
I - A chuva [_______] está associada à presença de nuvens denominadas cumulus e cumulonimbus. É causada pela movimentação vertical de uma massa de ar, decorrente da expansão e redução da densidade das parcelas, em contato com a superfície do solo mais aquecida. Tem alta intensidade, duração relativamente curta e ocorre normalmente nos finais de tarde e inícios de noite. São comuns durante a primavera e o verão, porque são nestas épocas que o movimento das massas de ar é mais intenso por causa da maior disponibilidade de energia radiante.
II - A chuva [_______] é definida, usualmente, como aquela causada pela elevação de uma parcela de ar contendo vapor d'água sobre terreno acidentado. Por causa desse processo, as áreas montanhosas a barlavento recebem muito mais chuva que as de sotavento, efeito conhecido como "sombra de chuva".
III - A chuva [_______] é formada pelo contato de duas massas de ar relativamente homogêneas e com propriedades distintas entre si: massas de ar tropicais, quentes e procedentes das latitudes baixas, e massas polares frias, formadas em latitudes elevadas. Este contato dá origem a uma zona de descontinuidade térmica, barométrica e higrométrica, com variação abrupta nas propriedades atmosféricas. Ao contato entre elas dá-se o nome de frente fria, que sempre está associada a mudanças mais ou menos bruscas das condições atmosféricas.
I- Os Planos de Recursos Hídricos. II- A outorga dos direitos de uso de Recursos Hídricos. III- A cobrança pelo uso de Recursos Hídricos. IV- O Sistema de Informações sobre Recursos Hídricos.