Questões de Concurso
Para intérprete de libras
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O decreto 5.626/2005 regulamenta a Lei 10.436/2002, além disso o decreto define o conceito de deficiência auditiva.
Corresponde a perda bilateral apresentada pelo decreto 5.626/2005 para ser considerado deficiência auditiva a perda bilateral de:
Os sinais podem ser realizados de forma monomanual (com uma mão), bimanual simétrico (com duas mãos iguais) ou bimanual assimétrico (duas mãos diferentes).
O sinal que corresponde a um sinal bimanual assimétrico é:
Em 2010, a profissão do Tradutor intérprete de Libras foi reconhecida nacionalmente por meio da sanção de uma lei assinada pelo Presidente Lula.
A Lei que reconhece o profissional Tradutor intérprete e que define a formação exigida para atuação deste profissional é a:
Atualmente no Brasil, vigora a terceira abordagem de educação de surdos, que é orientada também pela Lei Brasileira de Inclusão (LBI) 13.146/2015. Nessa abordagem, o trabalho do Intérprete de Libras é muito importante.
A atual abordagem de educação de surdos é o/a:
Até a década de 1960, as Línguas de sinais não eram chamadas de linguagem de sinais e não possuíam status de língua.
No entanto, a partir dos estudos de um linguista americano, que realizou um extenso estudo com a Língua de Sinais Americana.
O pesquisador americano que é considerado o pai da linguística das Línguas de sinais é o:
Segundo Strobel (2008), a cultura surda é composta por 8 artefatos culturais da comunidade surda.
Um dos principais artefatos culturais da cultura surda é o/a:
( ) O ensino de Libras com L2 para alunos ouvintes, familiares e toda a comunidade escolar é um dos pilares com perspectiva bilíngue, especialmente, nas escolas inclusivas.
( ) Enquanto a L1 dos alunos ouvintes se apresenta na modalidade oral, a Libras é produzida e recebida através do canal visual-gestual; portanto, o ensino implica desenvolver no aluno habilidades linguísticas como usar o espaço, o corpo, as mãos e a face. ( ) Infelizmente, ainda não existe materiais e uma metodologia para o ensino de Libras para alunos ouvintes.
( ) Promover o acesso às produções literárias em Libras para alunos ouvintes pode contribuir para o ensino de segunda língua contextualizado, desenvolvendo nesses discentes a capacidade de: reconhecer as formas que a língua pode tomar, compreender aspectos culturais e identitários abordados nos textos sinalizados estudados.
( ) Diferente do ensino de língua oral, estudos comprovam que no ensino de Libras para ouvintes, a habilidade de escrever em Língua de Sinais não precisa ser desenvolvida. A forma escrita da Libras é desenvolvida apenas no ensino para crianças surdas.