Questões de Concurso Para tecnologista

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Q3338497 Enfermagem
São exemplos de instrumentais utilizados no tempo cirúrgico denominado preensão:
Alternativas
Q3338496 Enfermagem
O ato cirúrgico de sucesso depende de um conjunto de processos e habilidades; dentre eles, instrumentos cirúrgicos adequados em uma disposição que traga facilidade e agilidade ao procedimento são parte importante do ato cirúrgico. Dessa forma, entende-se que a montagem de uma mesa de instrumentação organizada, com bom instrumental e diante de um assistente com domínio dos processos da técnica cirúrgica podem fazer uma grande diferença na fluidez do ato operatório.
Com base nos pressupostos, NÃO é adequado:
Alternativas
Q3338495 Enfermagem
A equipe do CC é composta, em geral, pelo médico cirurgião, anestesista e pela equipe de enfermagem. Essa última, tem em seu quadro o enfermeiro coordenador, o instrumentador, os técnicos e os circulantes. Salienta-se que o enfermeiro coordenador tem a função de gerenciar as condutas administrativas e assistenciais, executar o controle de recursos humanos e materiais, inspecionar e avaliar o desempenho da equipe sob sua responsabilidade. O enfermeiro deve compreender como suas competências:

I. Orientação da equipe de enfermagem e seu papel de liderança no meio de trabalho.

II. Capacitar a equipe, gerenciar os materiais, coordenar a metodologia de execução do cuidado, realizar procedimentos mais substanciais e avaliar o resultado nas ações de enfermagem.

III. Analisar o perfil dos profissionais a serem admitidos, participar da seleção e integração desses funcionários, exigir e fazer o controle de faltas, atrasos e licenças, traçar as escalas, atribuir as demandas a serem executadas pela equipe e frequentar as reuniões de integração das equipes multidisciplinares.

IV. Desenvolver o Sistema de Assistência de Enfermagem Perioperatória (SAEP) com o intuito de propiciar a assistência de enfermagem integral. Seu objetivo é garantir uma assistência com excelência no planejamento e atenção em todos os períodos operatórios proporcionando um atendimento seguro e eficaz ao paciente, tanto no processo de trabalho da enfermagem, como na integração nas diversas atividades afins.

Sobre as afirmativas acima, pode-se dizer que: 
Alternativas
Q3338494 Enfermagem
De acordo com o artigo 21 da Resolução RDC 15/2012, que dispõe sobre requisitos de boas práticas para o processamento de produtos para saúde e dá outras providências: limpeza, preparo, desinfecção ou esterilização, armazenamento e distribuição de produtos para saúde devem ser realizados pelo Centro de Material e Esterilização dos serviços de saúde e suas unidades satélites ou por empresa processadora terceirizada desde que esteja regularizada junto aos órgãos sanitários.
Com base nesses pressupostos é correto afirmar que:
Alternativas
Q3338493 Enfermagem
Uma medida simples dos resultados de pacientes cirúrgicos que pode dar aos enfermeiros gestores do Centro Cirúrgico, uma resposta imediata sobre a condição do paciente após a cirurgia é a “Classificação Cirúrgica de Apgar”. Semelhante à classificação obstétrica de Apgar para avaliar a condição de um recém-nascido, a Classificação Cirúrgica de Apgar fornece um “retrato” prontamente disponível de como uma operação ocorreu pela avaliação da condição de um paciente após a cirurgia, cuja a pontuação vai de 0 (péssimo prognóstico = alto grau de complicação) a 10 (cirurgia sem intercorrências.
Esse sistema é baseado em três parâmetros, que são:
Alternativas
Q3338492 Enfermagem
A Hemotransfusão é considerada uma terapia de alta complexidade e, dependendo do porte cirúrgico, é imprescindível para o equilíbrio de perdas sanguíneas no intra operatório. De modo geral, compete ao Enfermeiro cuidados de Enfermagem de maior complexidade técnica e que exijam conhecimentos científicos adequados e capacidade de tomar decisões imediatas. Observe as afirmativas a seguir, em relação aos cuidados de enfermagem durante o período pré-procedimento, intra-procedimento e pós-procedimento transfusional.

I. No período pré-procedimento, confirmar obrigatoriamente a identificação do receptor, do rótulo da bolsa, dos dados da etiqueta de liberação, validade do produto, realização de inspeção visual da bolsa (cor e integridade) e temperatura, através de dupla checagem para segurança do receptor.
II. A transfusão deve ser monitorada durante todo o seu transcurso e o tempo máximo de infusão não deve ultrapassar 6 (seis) horas.
III. A transfusão deve ser acompanhada pelo profissional que a instalou durante os 10 (dez) primeiros minutos à beira do leito.
IV. Em caso de febre baixa durante a hemotransfusão, manter a infusão lenta, administrar antitérmico e comunicar ao médico.
V. Nos casos de intercorrência com interrupção da infusão, descartar a bolsa de sangue e relatar o ocorrido.

Sobre as afirmativas acima, pode-se dizer que:
Alternativas
Q3338491 Enfermagem
A cirurgia, assim como a internação hospitalar, é uma experiência que traz muita ansiedade às crianças e aos seus acompanhantes, provoca mudança na rotina de toda a família e gera diversos sentimentos, como estresse, ao afastá-la do convívio familiar e social com o qual está acostumada. No centro cirúrgico (CC), essa situação geralmente é potencializada, uma vez que se trata de um ambiente fechado e diferente, onde o acesso é restrito. Neste sentido, estratégias são utilizadas pelo enfermeiro perioperatório para proporcionar um ambiente acolhedor e menos indutor de ansiedade para a família e a criança, EXCETO:
Alternativas
Q3338490 Enfermagem
O posicionamento do paciente para o procedimento anestésico-cirúrgico corresponde a uma das atividades do enfermeiro perioperatório, com características de gestão e assistência, e acontece no período transoperatório, mais especificamente no período intraoperatório. A importância da atuação do enfermeiro nesse período contempla o conhecimento, a habilidade, a responsabilidade e a competência em posicionar o paciente, considerando a cirurgia, as condições do paciente e a escolha da melhor posição cirúrgica.
O foco da assistência de enfermagem nesse procedimento deverá estar voltado à segurança, ao conforto e à prevenção de eventos adversos aos pacientes. Ao posicionar o paciente, as equipes cirúrgica e de enfermagem devem considerar: o local do procedimento cirúrgico, acesso facilitado para o cirurgião, acesso e necessidades do anestesiologista, privacidade do paciente, efeitos fisiológicos durante o posicionamento do paciente antes e depois de anestesiado e conhecimento das estruturas anatômicas do paciente.

Dos exemplos de posicionamento apresentados, NÃO é adequado em relação ao procedimento cirúrgico:
Alternativas
Q3338489 Enfermagem
A oximetria de pulso é um método contínuo e não invasivo para determinar a saturação do oxigênio (SaO2) e orientar a oxigenoterapia. Muito utilizado no Centro Cirúrgico para o monitoramento do paciente. A aplicação correta do sensor é essencial para medições exatas da SaO2. A esse respeito, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3338488 Enfermagem
Segundo o Centers for Disease Control and Prevention (CDC) _ Rutala WA, Weber DJ, HICPAC,2008, há graus de vulnerabilidade dos grupos microbianos aos agentes químicos germicidas, a esse respeito é CORRETO afirmar:
Alternativas
Q3338487 Enfermagem
Independentemente do método de limpeza utilizado seja manual ou automatizado, todos utilizam detergente como agente de limpeza. Trata-se de produto destinado a limpeza de artigos e superfícies por meio da diminuição da tensão superficial, composto por grupo de substâncias sintéticas, orgânicas, líquidas ou pós solúveis em água que contém agentes umectantes e emulsificantes que suspendem a sujidade e evitam a formação de compostos insolúveis ou espuma no instrumento ou na superfície (BRASIL, 2012). Os detergentes usados no processamento de produtos para saúde têm que ser regularizados junto à ANVISA, e são classificados de acordo com o pH; sendo classificados como:

I. Detergentes alcalinos: são recomendados para limpeza automatizada, pois demandam maior temperatura para atingir níveis ótimos de ação (entre 60 e 70 °C). Auxiliam na remoção de manchas dos instrumentos, renovando seu brilho natural, característica que permite dispensar o uso de produtos restauradores.
II. Detergentes neutros sem adição de enzimas: são próprios para limpeza de produtos para saúde, tem pH entre 6,5 e 7,5, podem ser utilizados para limpeza de materiais (não críticos e superfícies) com pouca quantidade de matéria orgânica (almotolias, pias, bancadas, autoclave, equipamentos, etc.). Também é recomendado para instrumentos oftalmológicos
III. Detergentes neutros enzimáticos são amplamente recomendados para limpeza de artigos porque possuem enzimas catalisadoras que facilitam a quebra de proteínas, lipídeos e carboidratos dependendo de sua formulação, favorecendo a remoção de matéria orgânica e diminuição da carga microbiana. Deve-se utilizar vários tipos de agentes limpante para cada processamento. A mistura de produtos potencializa a eficiência da limpeza e diminui o risco ocupacional.
IV. Detergente ácidos: são próprios para limpeza com PH abaixo de 6,0. Recomendados para limpeza de espéculos e instrumentais ginecológicos.
V. Detergente enzimático: promovem a remoção da matéria orgânica em curto período de tempo através da ação de enzimas que decompõem o sangue e fluídos corporais aderidos aos artigos, facilitando sua remoção; facilitam a limpeza de locais de difícil acesso ou lúmen estreito. Todas as superfícies do material necessitam estar em contato com a solução de detergente (interna e externa), por isso é fundamental a abertura de pinças, desmontagem dos artigos complexos e preenchimento de lúmens para melhor remoção dos resíduos. Seu uso não substitui a fricção dos artigos durante o processo de limpeza.

Com base nas afirmações anteriores, podemos dizer que: 
Alternativas
Q3338486 Enfermagem
A esterilização é o processo pelo qual um item é purificado de todos os microrganismos e esporos. O uso de materiais estéreis para cirurgia é considerado uma prática padronizada internacionalmente. Os microrganismos têm diferentes níveis de resistência aos métodos de esterilização dependendo do tipo, capacidade de formação de esporos, sensibilidade ao calor, a produtos químicos e desinfetantes e da composição e espessura da parede celular bacteriana ou envelope viral. Portanto, obter a esterilização, particularmente em instrumentais cirúrgicos reutilizáveis, requer uma sequência de limpeza e remoção mecânica dos contaminantes grosseiros, inspeção e montagem, empacotamento, esterilização, armazenamento, transporte e entrega na sala operatória e certificação do processo de esterilização.

Sobre esse assunto, avalie se são verdadeiras (V) ou falsas (F) as afirmativas a seguir:


I. Limpeza é o processo manual ou mecânico de remoção de sujidade, mediante o uso da água, sabão e detergente neutro ou detergente enzimático para manter em estado de asseio os artigos e superfícies reduzindo a população microbiana. A limpeza constitui ainda o primeiro passo nos procedimentos técnicos de desinfecção e esterilização, considerando que a presença de matéria orgânica potencializa a ação dos agentes desinfetantes e esterilizantes.
II. Descontaminação é o processo de redução dos microrganismos de artigos e superfícies, tornando-os seguros para o manuseio.
III. Desinfecção é o processo físico ou químico de destruição de todos os microrganismos, inclusive os esporulados. A desinfecção é realizada por meio físico, através da água quente (60 a 90ºC) ou em ebulição e pelo meio químico, através de produtos denominados de desinfetantes.
IV. Esterilização é o processo de destruição de todos os microrganismos, inclusive esporulados, a tal ponto que não seja mais possível detectá-los através de testes microbiológicos padrão. A probabilidade de sobrevida do microrganismo no item submetido ao processo de esterilização é menor que um em um milhão. A esterilização é realizada pelo calor, óxido de etileno, radiação e outros.

As afirmativas I, II, III e IV são respectivamente:
Alternativas
Q3338485 Enfermagem
Em 2003, a Comissão Conjunta formulou e obrigou o uso de um protocolo universal para prevenção dos erros relacionados ao local errado, ao paciente errado e ao procedimento errado, o qual foi adotado por muitas organizações profissionais, incluindo o Colégio Americano de Cirurgiões. O protocolo universal é um processo de três etapas no qual cada uma é complementar à prática de confirmar o paciente, local e procedimentos corretos. Das etapas a serem aplicadas NÃO é adequado:
Alternativas
Q3338484 Enfermagem
A assistência cirúrgica é complexa e envolve dezenas de etapas que devem ser otimizadas individualmente para os pacientes. Para minimizar a perda desnecessária de vidas e complicações sérias, as equipes operatórias têm dez objetivos básicos e essenciais em qualquer caso cirúrgico, apoiados pelas orientações para a cirurgia segura da OMS, são elas:

I. A equipe operará o paciente certo e o local cirúrgico certo.
II. A equipe usará métodos conhecidos para impedir danos na administração de anestésicos, enquanto protege o paciente da dor.
III. A equipe reconhecerá e estará efetivamente preparada para perda de via aérea ou de função respiratória que ameacem a vida.
IV. A equipe reconhecerá e estará efetivamente preparada para o risco de grandes perdas sanguíneas.
V. A equipe evitará a indução de reação adversa a drogas ou reação alérgica sabidamente de risco ao paciente.
VI. A equipe usará de maneira sistemática, métodos conhecidos para minimizar o risco de infecção no sítio cirúrgico.
VII. A equipe impedirá a retenção inadvertida de instrumentais ou compressas nas feridas cirúrgicas.
VIII.A equipe manterá seguros e identificará precisamente todos os espécimes cirúrgicos.
IX. A equipe se comunicará efetivamente e trocará informações críticas para a condução segura da operação. X. Os hospitais e os sistemas de saúde pública estabelecerão vigilância de rotina sobre a capacidade, volume e resultados cirúrgicos. Sobre as afirmativas acima, pode-se dizer que:
Alternativas
Q3338483 Enfermagem
É de fundamental importância os profissionais de enfermagem que atuam no Centro Cirúrgico terem conhecimentos sobre os fatores de risco que contribuem para desencadear a Infecção de Sítio Cirúrgico (ISC) e aplicar medidas preventivas que possam reduzir as taxas de infecção. Entretanto, inúmeras variáveis interferem no desencadeamento da infecção, como o próprio paciente, o pessoal, o ambiente, os materiais e os equipamentos. Cada variável deve ser considerada de acordo com sua ordem de importância, dependendo das próprias condições do paciente e dos procedimentos realizados; contudo, é difícil apontar a causa que desencadeou.
Estudos demonstraram que a aplicação das melhores práticas pode prevenir a ISC, como:
Alternativas
Q3338482 Enfermagem
Os produtos para a saúde usados nos procedimentos diagnósticos e terapêuticos, incluindo os utilizados no Centro Cirúrgico, podem ser classificados segundo seu potencial de transmissão de infecções. Em 1960, Spaulding propôs uma classificação dividida em três categorias de artigos: críticos, semicríticos e não críticos. Esta classificação tem sido utilizada pelo CDC e pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).
A Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 6 Precauções para controle e prevenção da infecção no Centro Cirúrgico e limpeza do ambiente 107 n.15, publicada pela ANVISA em 2012, substituiu a terminologia “artigos” por “produtos para a saúde”, ficando a classificação de risco para transmissão de infecção dividindo os produtos para saúde em:

I. Críticos: são aqueles utilizados em procedimentos invasivos que penetram a pele e mucosas adjacentes, tecidos subepiteliais, e sistema vascular, em contato direto com os tecidos humanos não colonizados.
II. Semicríticos: são os que entram em contato com pele não íntegra ou mucosas íntegras colonizadas.
III. Não críticos: são aqueles que entram em contato com a pele íntegra ou não entram em contato direto com o paciente.

Sobre as afirmativas acima, pode-se dizer que são exemplos de produtos para saúde: 
Alternativas
Q3338481 Enfermagem
Atualmente as Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (IRAS) estão intimamente relacionadas ao tema segurança do paciente, exercendo forte pressão sobre as organizações de assistência à saúde. São consideradas eventos adversos que geram várias consequências deletérias, como elevação dos custos da assistência, aumento do tempo de internação, aumento da morbidade e da mortalidade.
Diversas instituições públicas e privadas, internacionais e nacionais, somam esforços publicando orientações para a prevenção e o controle das infecções, norteando ações básicas a serem adotadas pelos profissionais da saúde. No ambiente do centro cirúrgico os profissionais de saúde se deparam com a necessidade de utilizar as precauções padrão, assim como as precauções com base em transmissão. São equipamentos de proteção individual utilizados na proteção padrão: 
Alternativas
Q3338480 Enfermagem
O papel do enfermeiro na sala de Recuperação pósanestésica (SRPA) é imprescindível, sendo fundamental na garantia de um cuidado seguro no momento pós-operatório, sendo assim possui como atribuições: A admissão do paciente; monitoramento hemodinâmico; checagem de curativos, drenos e cateteres; instalação de medicamentos e drippings, de acordo com a gravidade do paciente; avaliação contínua e transferência para a unidade de internação ou residência de acordo com o tipo de intervenção cirúrgica. É de suma importância que o enfermeiro aplique o índice de Aldrete e Kroulik. Esse índice baseia-se na avaliação dos sistemas cardiovascular, respiratório, nervoso central e muscular.
No caso pacientes ambulatoriais como a alta se dará para a residência, aplica-se o índice de Aldrete e Kroulik ampliado, que consiste na: 
Alternativas
Q3338479 Enfermagem
No Brasil, a Sociedade Brasileira de Enfermeiros de Centro Cirúrgico, Recuperação Anestésica e Centro de Material e Esterilização (SOBECC) nasceu em setembro de 1991, com a missão de “colaborar com o desenvolvimento técnico-científico e divulgar as melhores práticas para atuação da enfermagem perioperatória, além de propor recomendações referentes às áreas de Centro Cirúrgico, Recuperação Anestésica e Centro de Material e Esterilização”. As publicações trimestrais da Revista da SOBECC e a publicação das Práticas Recomendadas, periodicamente revisadas, atualizadas e reeditadas, são meios que ajudam a atingir essa missão.
Apesar das recomendações da AORN e da SOBECC em relação à adoção de um modelo de assistência para nortear as ações dos enfermeiros no Centro Cirúrgico (CC), a grande maioria dos CC dos hospitais brasileiros ainda não adota um modelo formal.
Em 2009, o Conselho Federal de Enfermagem (COFEN) publicou a Resolução n. 358, que determina a utilização do Sistema de Assistência de Enfermagem (SAE) em todas as instituições de saúde (públicas e privadas), em que ocorre o cuidado profissional de enfermagem. Essa resolução estimula a implantação do Processo de Enfermagem (PE) pelos enfermeiros que atuam no Centro Cirúrgico nos três períodos de experiência cirúrgica (período pré-operatório imediato; período transoperatório; e período pós-operatório imediato), desenvolvendo as seguintes etapas: 
Alternativas
Q3338478 Enfermagem
Terminologia cirúrgica é o conjunto de termos que expressam o segmento corpóreo afetado e a intervenção realizada para tratar a afecção. A utilização de uma terminologia apropriada fornece definição de termos cirúrgicos, descreve os tipos de cirurgias e facilita o preparo de instrumentais e equipamentos para cada tipo de procedimento cirúrgico.

I. Prefixo Colo - Relativo ao cólon. II. Prefixo Colpo - Relativo à cartilage. III. Prefixo Entero - Relativo ao intestino delgado IV. Prefixo Espleno - Relativo à vesícula V. Sufixo Bradi - Lento VI. Sufixo Cele - Relativo tumor; hérnia

Sobre as afirmativas acima, pode-se dizer que:
Alternativas
Respostas
1581: C
1582: D
1583: E
1584: A
1585: B
1586: A
1587: A
1588: D
1589: E
1590: X
1591: X
1592: C
1593: A
1594: E
1595: D
1596: X
1597: D
1598: A
1599: C
1600: A