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I. quando dados científicos da avaliação toxicológica não dão suporte a um risco controlável, como potencial alergênico de materiais altamente sensibilizantes, incluindo os beta-lactâmicos.
II. situações em que os limites de resíduos relevantes, derivados da avaliação toxicológica, não podem ser satisfatoriamente determinados por um método analítico validado.
III. no compartilhamento de áreas destinadas à produção de medicamentos de uso humano com produtos de uso veterinário.
As afirmativas I, II e III são respectivamente:
I. revisão dos dados de todos os lotes que não cumpriram com as especificações estabelecidas e suas investigações.
II. inclusão dos controles em processos críticos e dos resultados de controle de qualidade dos produtos acabados.
III. revisão das matérias-primas (ativo e excipientes) utilizados no produto e em especial a análise da rastreabilidade da cadeia de fornecimento das substâncias ativas.
Sobre as afirmativas acima, pode-se dizer que:
I. o laboratório deve ter um procedimento para manuseio, transporte, armazenamento, uso e manutenção planejada dos equipamentos, a fim de assegurar seu correto funcionamento e para evitar contaminação ou deterioração.
II. os equipamentos utilizados para medição devem ser capazes de alcançar a exatidão de medição e/ou a incerteza de medição requeridas para fornecer um resultado válido.
III. devem ser mantidos registros relativos a cada componente do equipamento e do seu software que sejam críticos para as análises realizadas.
IV. o laboratório deve verificar se os equipamentos estão em conformidade com os requisitos especificados antes de serem colocados ou recolocados em serviço.
V. o laboratório deve tomar medidas viáveis para evitar que ajustes não intencionais no equipamento invalidem os resultados.
Sobre as afirmativas acima, pode-se dizer que:
I. o tempo de retenção dos registros deve ser estabelecido de acordo com as normas definidas pelo próprio laboratório.
II. as alterações feitas nos registros devem conter a data e a identificação do responsável pela alteração.
III. os dados e arquivos alterados devem ser retidos, podendo ser descartados os originais.
IV. os cálculos e as transferências de dados devem ser verificados por amostragem.
V. quando ocorrerem erros em registros, cada erro deve ser riscado, não devendo ser apagado, tornado ilegível ou eliminado, devendo ser adotadas medidas equivalentes para os registros eletrônicos.
Sobre as afirmativas acima, pode-se dizer que:
I. aprovar ou rejeitar, conforme julgar apropriado, matérias-primas, materiais de embalagem, produtos intermediários, a granel e terminados.
II. supervisionar o controle da referência e/ou retenção de amostras de materiais e produtos quando aplicável.
III. aprovar e monitorar os fornecedores de materiais.
IV. garantir que as validações dos métodos analíticos sejam realizadas.
V. garantir que os produtos sejam produzidos e armazenados de acordo com a documentação apropriada, a fim de se obter a qualidade requerida.
Sobre as afirmativas acima, pode-se dizer que:
I. a quantidade recebida.
II. a qualidade requerida.
III. a natureza do material (por exemplo: materiais de embalagem primários ou materiais de embalagem impressos).
IV. os métodos de produção.
V. o conhecimento do sistema de Garantia da Qualidade do fabricante de materiais de embalagem com base em seu histórico analítico.
Sobre as afirmativas acima, pode-se dizer que:
I. É permitido amostrar apenas uma parte dos recipientes de matérias-primas quando um procedimento de qualificação dos fabricantes e fornecedores garantir que nenhum recipiente de matérias-primas seja incorretamente rotulado.
II. O número de recipientes coletados para a preparação de uma amostra representativa deve ser determinado estatisticamente e especificado em um plano de amostragem.
III. Para cada entrega de matéria-prima, os recipientes devem ser verificados quanto à integridade da embalagem, incluindo o selo de evidência de violação quando pertinente, não sendo necessário documentar esta verificação.
De cima para baixo, a sequência correta é:
I. Deve ser conduzida por meio de contrato estabelecendo responsabilidades e fluxo de informações.
II. A legislação vigente deve ser cumprida.
III. O laboratório contratado deve ter qualificação técnica superior ao laboratório contratante.
IV. O cliente deve ser comunicado, mas sua autorização não se faz necessária.
As afirmativas I, II, III e IV são respectivamente:
I. Prover recursos materiais em quantidade suficiente.
II. Garantir a rastreabilidade dos resultados analíticos.
III. Assegurar que as análises são conduzidas de acordo com o planejamento analítico.
IV. Garantir a confiabilidade dos resultados analíticos.
Sobre as afirmativas acima, pode-se dizer que:
I. Identificação do método usado.
II. Dados referentes aos desvios ocorridos apenas durante a execução da análise, quando aplicável.
III. Dados de calibração/qualificação dos equipamentos utilizados nos testes executados.
As afirmativas I, II e III são respectivamente:
I. O laboratório deve assegurar que seus resultados de medição sejam rastreáveis ao Sistema Internacional de Unidades (SI).
II. O laboratório deve manter os dados de rastreabilidade metrológica por no mínimo 3 anos.
III. A tendência de um equipamento calibrado não precisa ser considerada para difundir a rastreabilidade metrológica aos resultados de medição.
IV. Laboratórios que realizam alguma etapa da cadeia de rastreabilidade precisam fornecer evidência de sua competência técnica.
V. BIPM, OIML, ILAC e INMETRO emitem a Declaração Conjunta sobre Rastreabilidade Metrológica que traz orientações específicas sobre quando há necessidade de se demonstrar a aceitabilidade internacional da cadeia de rastreabilidade metrológica.
Sobre as afirmativas acima, pode-se dizer que:
Várias são as estratégias utilizadas no Processamento desses produtos, EXCETO:
I. O trocar é um veículo que permite a extensão entre a mão do cirurgião e a cavidade peritoneal ou retroperitoneal. Consiste em um sistema fundamental que permite a entrada e saída de elementos de trabalho (não impede a saída de gás). O seu diâmetro pode ser muito variável, tendo calibres mais utilizados entre 3 e os 10/12 mm.
II. As pinças laparoscópicas podem ser de preensão ou de dissecção. Podem ainda ser classificadas como traumáticas (denteadas) ou atraumáticas. Dentro do material disponível temos uma enorme combinação de pontas e punhos com cremalheira. As pinças de preensão podem ser fenestradas ou fechadas, variando ainda a sua força e tamanho dos dentes. As pinças de dissecção (dissectores) podem ser curvas ou retas.
III. Para suturas laparoscópicas podemos recorrer à utilização de material semelhante ao utilizado na cirurgia aberta, ou recorrer a instrumentos especialmente desenvolvidos para a cirurgia laparoscópica.
IV. Para garantir a hemostase com o controle vascular e linfático, podem ser utilizados aplicadores de clips e agrafos, semelhantes aos utilizados em cirurgia aberta.
V. O equipamento de insuflação tem como função principal permitir um estabelecimento e manutenção correta de um pneumoperitônio, de forma a manter uma distensão abdominal contínua. Utiliza-se somente o CO², com fluxos operando em média a 15-16 L/m.
VI. O laparoscópio consiste num tubo rígido, em aço inoxidável, cujo sistema de lentes se baseia no sistema original de lentes de Hopkin‘s. O diâmetro mais utilizado é o de 10 mm, mas na pediatria utiliza-se diâmetros inferiores, entre 5, 2 e 1mm. As ópticas podem ter visão axial (0º) ou lateral (25, 30 a 45º), permitindo visualização das superfícies paralelas ao eixo do laparoscópio e ampliação do campo, mais adaptada à realização de sutura intra abdominal. O seu comprimento pode variar entre 18 e 42 cm. A última geração de laparoscópios inclui um chip ao nível da sua porção proximal, perto do sistema de lente. A imagem é capturada imediatamente pelo chip e transmitida ao longo do eixo do telescópio até à câmera de vídeo.
As afirmativas I, II, III, IV, V e VI são respectivamente: