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Q2658346 Geografia

Antes do final de novembro deste ano, Santa Catarina já havia registrado cinco tornados que passaram pelo Sul, Oeste e Serra do estado.


Como esse fenômeno pode ser definido?

Alternativas
Q2658345 Pedagogia

Em 2023, o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) trouxe ao debate um tema bastante atual para que os candidatos pudessem elaborar suas redações.


Que tema foi esse?

Alternativas
Q2658344 Pedagogia

De acordo com dados do IBGE sobre educação no município de Iomerê, analise as assertivas abaixo:


I. A taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade (2010) é de 100%, alcançando o 1º lugar entre os municípios do país (5.570 cidades).

II. Já no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica – anos iniciais (2021) na rede pública, o município está em 6º lugar na região geográfica imediata com nota 6,1 (10 cidades).

III. Em relação ao Índice de Desenvolvimento Educação Básica – anos finais (2021) na rede pública, o município chegou ao 18º lugar no estado de Santa Catarina, com nota 5,6 (295 cidades).


Quais estão corretas?

Alternativas
Q2658343 Português

Cartão vermelho contra o preconceito

Por Ernesto Neves


  1. O mais popular esporte do planeta, o futebol tem o poder de unir povos e culturas,
  2. superando diferenças de credo, raça e classe. A linguagem dos campos é universal e pode até
  3. dar pausa a uma guerra, como ocorreu lá atrás, nos anos 1960, quando lados antagônicos do
  4. conflito de Biafra pararam para assistir ao genial Pelé. Os estádios, porém, jamais estiveram
  5. livres de um dos males que ainda assombram a humanidade: o racismo, um nó duro de desatar
  6. até hoje, em pleno século XXI. Nem mesmo as grandes estrelas do gramado escapam às
  7. execráveis manifestações de preconceito que resistem ao tempo. Foi assim em 21 de maio,
  8. quando Vinícius Jr., 22 anos, jogador do Real Madrid, enfrentava o Valência pela La Liga, o
  9. campeonato da Espanha, e ouviu gritos de “macaco”, “macaco”.
  10. Ele não se calou e acabou virando um potente símbolo da luta contra esta desumana
  11. exibição de intolerância. Indignado, interrompeu a partida e se dirigiu aos torcedores que o
  12. atacavam, pedindo respeito. Nas redes, Vini frisou que era a décima vez em que fora alvo de
  13. discriminação por ser preto, triste histórico que nunca contou com qualquer reação das
  14. autoridades, algo comum na trajetória de tanta gente. Sua atitude, de expor a questão sem
  15. desvios, escancarou uma ferida que, nos últimos anos, vem ganhando maior visibilidade não só
  16. na Europa, como também no Rio de Janeiro. Segundo dados do Observatório da Discriminação
  17. Racial no Futebol, entre 2021 e 2022, registrou-se um aumento de 40% nas denúncias de casos
  18. de racismo. Tamanho crescimento dá os contornos da elevada incidência desse crime e, ao
  19. mesmo tempo, embute um avanço: como as pessoas estão mais conscientes da aberração que
  20. o racismo representa, elas _______ cada vez mais levantando a voz contra ele. “Historicamente
  21. atacadas, pessoas pretas não aceitam mais sofrer discriminação e, por isso, estão levando o
  22. problema aos holofotes”, afirma o advogado Fabiano Machado da Rocha, especialista em
  23. compliance antidiscriminatório.
  24. A reação de Vini Jr. desatou uma onda sem precedentes no mundo do futebol, que começou
  25. a se mexer. Autoridades, entidades, clubes e atletas se mobilizaram, e ações contra a
  26. intolerância nos times cariocas, algumas engavetadas, receberam um bem-vindo empurrão. O
  27. Flamengo abriu oficinas internas conduzidas por integrantes do movimento negro e tem
  28. promovido visitas a escolas da rede pública e projetos sociais. A diretoria do Fluminense trabalha
  29. na criação de um comitê da diversidade e promove a campanha antipreconceito Time de Todos.
  30. Já o Botafogo busca perfis no mercado de modo que equipare as oportunidades profissionais no
  31. clube, enquanto o Vasco firmou um código de conduta com as torcidas organizadas proibindo
  32. cânticos embalados pela intolerância.
  33. Em um salutar sinal de avanço, as iniciativas chegaram até o poder público. A Assembleia
  34. Legislativa fluminense recém aprovou o Projeto de Lei nº 1.112/2023, que cria a Política Estadual
  35. Vini Jr. de Combate ao Racismo nos Estádios do Rio. Com a medida, as partidas podem ser
  36. interrompidas diante de qualquer denúncia ou manifestação racista. O jogo ficará paralisado pelo
  37. tempo que se julgar necessário ou enquanto não cessarem as ofensas.
  38. Adequar os estádios às normas de civilidade deste século envolve uma questão financeira
  39. — quem não o faz pode perder dinheiro, um sinal dos novos ventos. O escrutínio parte dos
  40. próprios patrocinadores, que não mais toleram investir em clubes ou atletas problemáticos, e
  41. dos consumidores, que rejeitam gastar com produtos e serviços nocivos à sociedade. Além disso,
  42. as federações esportivas compreenderam que o ambiente fair play é fundamental ____
  43. sobrevivência do esporte e que ir a uma partida deve ser uma experiência acolhedora a todos.
  44. “Racismo, machismo e homofobia são construções culturais que, até pouco tempo atrás, eram
  45. aceitáveis nos estádios. Felizmente, isso acabou”, ressalta Kwadjo Adjepong, especialista em
  46. governança esportiva da ONG Sport Resolutions, de Londres.


(Disponível em: VejaRio, junho de 2023 – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considere as seguintes passagens do texto:


“Já o Botafogo busca perfis no mercado de modo [que equipare as oportunidades profissionais no clube]”. “[...] quando lados antagônicos do conflito de Biafra pararam [para assistir ao genial Pelé]”.


Assinale a alternativa que apresenta os trechos entre colchetes reescritos, correta e respectivamente, com as expressões em negrito substituídas por pronomes, de acordo com a norma padrão, no que se refere ao uso e à colocação pronominal.

Alternativas
Q2658342 Português

Cartão vermelho contra o preconceito

Por Ernesto Neves


  1. O mais popular esporte do planeta, o futebol tem o poder de unir povos e culturas,
  2. superando diferenças de credo, raça e classe. A linguagem dos campos é universal e pode até
  3. dar pausa a uma guerra, como ocorreu lá atrás, nos anos 1960, quando lados antagônicos do
  4. conflito de Biafra pararam para assistir ao genial Pelé. Os estádios, porém, jamais estiveram
  5. livres de um dos males que ainda assombram a humanidade: o racismo, um nó duro de desatar
  6. até hoje, em pleno século XXI. Nem mesmo as grandes estrelas do gramado escapam às
  7. execráveis manifestações de preconceito que resistem ao tempo. Foi assim em 21 de maio,
  8. quando Vinícius Jr., 22 anos, jogador do Real Madrid, enfrentava o Valência pela La Liga, o
  9. campeonato da Espanha, e ouviu gritos de “macaco”, “macaco”.
  10. Ele não se calou e acabou virando um potente símbolo da luta contra esta desumana
  11. exibição de intolerância. Indignado, interrompeu a partida e se dirigiu aos torcedores que o
  12. atacavam, pedindo respeito. Nas redes, Vini frisou que era a décima vez em que fora alvo de
  13. discriminação por ser preto, triste histórico que nunca contou com qualquer reação das
  14. autoridades, algo comum na trajetória de tanta gente. Sua atitude, de expor a questão sem
  15. desvios, escancarou uma ferida que, nos últimos anos, vem ganhando maior visibilidade não só
  16. na Europa, como também no Rio de Janeiro. Segundo dados do Observatório da Discriminação
  17. Racial no Futebol, entre 2021 e 2022, registrou-se um aumento de 40% nas denúncias de casos
  18. de racismo. Tamanho crescimento dá os contornos da elevada incidência desse crime e, ao
  19. mesmo tempo, embute um avanço: como as pessoas estão mais conscientes da aberração que
  20. o racismo representa, elas _______ cada vez mais levantando a voz contra ele. “Historicamente
  21. atacadas, pessoas pretas não aceitam mais sofrer discriminação e, por isso, estão levando o
  22. problema aos holofotes”, afirma o advogado Fabiano Machado da Rocha, especialista em
  23. compliance antidiscriminatório.
  24. A reação de Vini Jr. desatou uma onda sem precedentes no mundo do futebol, que começou
  25. a se mexer. Autoridades, entidades, clubes e atletas se mobilizaram, e ações contra a
  26. intolerância nos times cariocas, algumas engavetadas, receberam um bem-vindo empurrão. O
  27. Flamengo abriu oficinas internas conduzidas por integrantes do movimento negro e tem
  28. promovido visitas a escolas da rede pública e projetos sociais. A diretoria do Fluminense trabalha
  29. na criação de um comitê da diversidade e promove a campanha antipreconceito Time de Todos.
  30. Já o Botafogo busca perfis no mercado de modo que equipare as oportunidades profissionais no
  31. clube, enquanto o Vasco firmou um código de conduta com as torcidas organizadas proibindo
  32. cânticos embalados pela intolerância.
  33. Em um salutar sinal de avanço, as iniciativas chegaram até o poder público. A Assembleia
  34. Legislativa fluminense recém aprovou o Projeto de Lei nº 1.112/2023, que cria a Política Estadual
  35. Vini Jr. de Combate ao Racismo nos Estádios do Rio. Com a medida, as partidas podem ser
  36. interrompidas diante de qualquer denúncia ou manifestação racista. O jogo ficará paralisado pelo
  37. tempo que se julgar necessário ou enquanto não cessarem as ofensas.
  38. Adequar os estádios às normas de civilidade deste século envolve uma questão financeira
  39. — quem não o faz pode perder dinheiro, um sinal dos novos ventos. O escrutínio parte dos
  40. próprios patrocinadores, que não mais toleram investir em clubes ou atletas problemáticos, e
  41. dos consumidores, que rejeitam gastar com produtos e serviços nocivos à sociedade. Além disso,
  42. as federações esportivas compreenderam que o ambiente fair play é fundamental ____
  43. sobrevivência do esporte e que ir a uma partida deve ser uma experiência acolhedora a todos.
  44. “Racismo, machismo e homofobia são construções culturais que, até pouco tempo atrás, eram
  45. aceitáveis nos estádios. Felizmente, isso acabou”, ressalta Kwadjo Adjepong, especialista em
  46. governança esportiva da ONG Sport Resolutions, de Londres.


(Disponível em: VejaRio, junho de 2023 – texto adaptado especialmente para esta prova).

Em “Sua atitude, de expor a questão sem desvios, escancarou uma ferida que, nos últimos anos, vem ganhando maior visibilidade não só na Europa, como também no Rio de Janeiro”, a oração destacada estabelece uma relação de sentido de:

Alternativas
Q2658341 Português

Cartão vermelho contra o preconceito

Por Ernesto Neves


  1. O mais popular esporte do planeta, o futebol tem o poder de unir povos e culturas,
  2. superando diferenças de credo, raça e classe. A linguagem dos campos é universal e pode até
  3. dar pausa a uma guerra, como ocorreu lá atrás, nos anos 1960, quando lados antagônicos do
  4. conflito de Biafra pararam para assistir ao genial Pelé. Os estádios, porém, jamais estiveram
  5. livres de um dos males que ainda assombram a humanidade: o racismo, um nó duro de desatar
  6. até hoje, em pleno século XXI. Nem mesmo as grandes estrelas do gramado escapam às
  7. execráveis manifestações de preconceito que resistem ao tempo. Foi assim em 21 de maio,
  8. quando Vinícius Jr., 22 anos, jogador do Real Madrid, enfrentava o Valência pela La Liga, o
  9. campeonato da Espanha, e ouviu gritos de “macaco”, “macaco”.
  10. Ele não se calou e acabou virando um potente símbolo da luta contra esta desumana
  11. exibição de intolerância. Indignado, interrompeu a partida e se dirigiu aos torcedores que o
  12. atacavam, pedindo respeito. Nas redes, Vini frisou que era a décima vez em que fora alvo de
  13. discriminação por ser preto, triste histórico que nunca contou com qualquer reação das
  14. autoridades, algo comum na trajetória de tanta gente. Sua atitude, de expor a questão sem
  15. desvios, escancarou uma ferida que, nos últimos anos, vem ganhando maior visibilidade não só
  16. na Europa, como também no Rio de Janeiro. Segundo dados do Observatório da Discriminação
  17. Racial no Futebol, entre 2021 e 2022, registrou-se um aumento de 40% nas denúncias de casos
  18. de racismo. Tamanho crescimento dá os contornos da elevada incidência desse crime e, ao
  19. mesmo tempo, embute um avanço: como as pessoas estão mais conscientes da aberração que
  20. o racismo representa, elas _______ cada vez mais levantando a voz contra ele. “Historicamente
  21. atacadas, pessoas pretas não aceitam mais sofrer discriminação e, por isso, estão levando o
  22. problema aos holofotes”, afirma o advogado Fabiano Machado da Rocha, especialista em
  23. compliance antidiscriminatório.
  24. A reação de Vini Jr. desatou uma onda sem precedentes no mundo do futebol, que começou
  25. a se mexer. Autoridades, entidades, clubes e atletas se mobilizaram, e ações contra a
  26. intolerância nos times cariocas, algumas engavetadas, receberam um bem-vindo empurrão. O
  27. Flamengo abriu oficinas internas conduzidas por integrantes do movimento negro e tem
  28. promovido visitas a escolas da rede pública e projetos sociais. A diretoria do Fluminense trabalha
  29. na criação de um comitê da diversidade e promove a campanha antipreconceito Time de Todos.
  30. Já o Botafogo busca perfis no mercado de modo que equipare as oportunidades profissionais no
  31. clube, enquanto o Vasco firmou um código de conduta com as torcidas organizadas proibindo
  32. cânticos embalados pela intolerância.
  33. Em um salutar sinal de avanço, as iniciativas chegaram até o poder público. A Assembleia
  34. Legislativa fluminense recém aprovou o Projeto de Lei nº 1.112/2023, que cria a Política Estadual
  35. Vini Jr. de Combate ao Racismo nos Estádios do Rio. Com a medida, as partidas podem ser
  36. interrompidas diante de qualquer denúncia ou manifestação racista. O jogo ficará paralisado pelo
  37. tempo que se julgar necessário ou enquanto não cessarem as ofensas.
  38. Adequar os estádios às normas de civilidade deste século envolve uma questão financeira
  39. — quem não o faz pode perder dinheiro, um sinal dos novos ventos. O escrutínio parte dos
  40. próprios patrocinadores, que não mais toleram investir em clubes ou atletas problemáticos, e
  41. dos consumidores, que rejeitam gastar com produtos e serviços nocivos à sociedade. Além disso,
  42. as federações esportivas compreenderam que o ambiente fair play é fundamental ____
  43. sobrevivência do esporte e que ir a uma partida deve ser uma experiência acolhedora a todos.
  44. “Racismo, machismo e homofobia são construções culturais que, até pouco tempo atrás, eram
  45. aceitáveis nos estádios. Felizmente, isso acabou”, ressalta Kwadjo Adjepong, especialista em
  46. governança esportiva da ONG Sport Resolutions, de Londres.


(Disponível em: VejaRio, junho de 2023 – texto adaptado especialmente para esta prova).

Quanto ao emprego do sinal indicativo de crase, assinale a alternativa que apresenta uma reescrita correta para o trecho “Nem mesmo as grandes estrelas do gramado escapam às execráveis manifestações de preconceito que resistem ao tempo”.

Alternativas
Q2658340 Português

Cartão vermelho contra o preconceito

Por Ernesto Neves


  1. O mais popular esporte do planeta, o futebol tem o poder de unir povos e culturas,
  2. superando diferenças de credo, raça e classe. A linguagem dos campos é universal e pode até
  3. dar pausa a uma guerra, como ocorreu lá atrás, nos anos 1960, quando lados antagônicos do
  4. conflito de Biafra pararam para assistir ao genial Pelé. Os estádios, porém, jamais estiveram
  5. livres de um dos males que ainda assombram a humanidade: o racismo, um nó duro de desatar
  6. até hoje, em pleno século XXI. Nem mesmo as grandes estrelas do gramado escapam às
  7. execráveis manifestações de preconceito que resistem ao tempo. Foi assim em 21 de maio,
  8. quando Vinícius Jr., 22 anos, jogador do Real Madrid, enfrentava o Valência pela La Liga, o
  9. campeonato da Espanha, e ouviu gritos de “macaco”, “macaco”.
  10. Ele não se calou e acabou virando um potente símbolo da luta contra esta desumana
  11. exibição de intolerância. Indignado, interrompeu a partida e se dirigiu aos torcedores que o
  12. atacavam, pedindo respeito. Nas redes, Vini frisou que era a décima vez em que fora alvo de
  13. discriminação por ser preto, triste histórico que nunca contou com qualquer reação das
  14. autoridades, algo comum na trajetória de tanta gente. Sua atitude, de expor a questão sem
  15. desvios, escancarou uma ferida que, nos últimos anos, vem ganhando maior visibilidade não só
  16. na Europa, como também no Rio de Janeiro. Segundo dados do Observatório da Discriminação
  17. Racial no Futebol, entre 2021 e 2022, registrou-se um aumento de 40% nas denúncias de casos
  18. de racismo. Tamanho crescimento dá os contornos da elevada incidência desse crime e, ao
  19. mesmo tempo, embute um avanço: como as pessoas estão mais conscientes da aberração que
  20. o racismo representa, elas _______ cada vez mais levantando a voz contra ele. “Historicamente
  21. atacadas, pessoas pretas não aceitam mais sofrer discriminação e, por isso, estão levando o
  22. problema aos holofotes”, afirma o advogado Fabiano Machado da Rocha, especialista em
  23. compliance antidiscriminatório.
  24. A reação de Vini Jr. desatou uma onda sem precedentes no mundo do futebol, que começou
  25. a se mexer. Autoridades, entidades, clubes e atletas se mobilizaram, e ações contra a
  26. intolerância nos times cariocas, algumas engavetadas, receberam um bem-vindo empurrão. O
  27. Flamengo abriu oficinas internas conduzidas por integrantes do movimento negro e tem
  28. promovido visitas a escolas da rede pública e projetos sociais. A diretoria do Fluminense trabalha
  29. na criação de um comitê da diversidade e promove a campanha antipreconceito Time de Todos.
  30. Já o Botafogo busca perfis no mercado de modo que equipare as oportunidades profissionais no
  31. clube, enquanto o Vasco firmou um código de conduta com as torcidas organizadas proibindo
  32. cânticos embalados pela intolerância.
  33. Em um salutar sinal de avanço, as iniciativas chegaram até o poder público. A Assembleia
  34. Legislativa fluminense recém aprovou o Projeto de Lei nº 1.112/2023, que cria a Política Estadual
  35. Vini Jr. de Combate ao Racismo nos Estádios do Rio. Com a medida, as partidas podem ser
  36. interrompidas diante de qualquer denúncia ou manifestação racista. O jogo ficará paralisado pelo
  37. tempo que se julgar necessário ou enquanto não cessarem as ofensas.
  38. Adequar os estádios às normas de civilidade deste século envolve uma questão financeira
  39. — quem não o faz pode perder dinheiro, um sinal dos novos ventos. O escrutínio parte dos
  40. próprios patrocinadores, que não mais toleram investir em clubes ou atletas problemáticos, e
  41. dos consumidores, que rejeitam gastar com produtos e serviços nocivos à sociedade. Além disso,
  42. as federações esportivas compreenderam que o ambiente fair play é fundamental ____
  43. sobrevivência do esporte e que ir a uma partida deve ser uma experiência acolhedora a todos.
  44. “Racismo, machismo e homofobia são construções culturais que, até pouco tempo atrás, eram
  45. aceitáveis nos estádios. Felizmente, isso acabou”, ressalta Kwadjo Adjepong, especialista em
  46. governança esportiva da ONG Sport Resolutions, de Londres.


(Disponível em: VejaRio, junho de 2023 – texto adaptado especialmente para esta prova).

Em relação aos elementos coesivos que atuam na articulação do texto, analise as assertivas abaixo:


I. Em “desatou uma onda sem precedentes no mundo do futebol, que começou a se mexer”, o pronome destacado retoma o referente “mundo do futebol”.

II. Em “Adequar os estádios às normas de civilidade deste século envolve uma questão financeira — quem não o faz pode perder dinheiro, um sinal dos novos ventos”, o pronome destacado se refere à informação “adequar os estádios às normas de civilidade”.

III. Em “Felizmente, isso acabou”, o pronome destacado faz a retomada de um termo antecedente.


Quais estão corretas?

Alternativas
Q2658339 Português

Cartão vermelho contra o preconceito

Por Ernesto Neves


  1. O mais popular esporte do planeta, o futebol tem o poder de unir povos e culturas,
  2. superando diferenças de credo, raça e classe. A linguagem dos campos é universal e pode até
  3. dar pausa a uma guerra, como ocorreu lá atrás, nos anos 1960, quando lados antagônicos do
  4. conflito de Biafra pararam para assistir ao genial Pelé. Os estádios, porém, jamais estiveram
  5. livres de um dos males que ainda assombram a humanidade: o racismo, um nó duro de desatar
  6. até hoje, em pleno século XXI. Nem mesmo as grandes estrelas do gramado escapam às
  7. execráveis manifestações de preconceito que resistem ao tempo. Foi assim em 21 de maio,
  8. quando Vinícius Jr., 22 anos, jogador do Real Madrid, enfrentava o Valência pela La Liga, o
  9. campeonato da Espanha, e ouviu gritos de “macaco”, “macaco”.
  10. Ele não se calou e acabou virando um potente símbolo da luta contra esta desumana
  11. exibição de intolerância. Indignado, interrompeu a partida e se dirigiu aos torcedores que o
  12. atacavam, pedindo respeito. Nas redes, Vini frisou que era a décima vez em que fora alvo de
  13. discriminação por ser preto, triste histórico que nunca contou com qualquer reação das
  14. autoridades, algo comum na trajetória de tanta gente. Sua atitude, de expor a questão sem
  15. desvios, escancarou uma ferida que, nos últimos anos, vem ganhando maior visibilidade não só
  16. na Europa, como também no Rio de Janeiro. Segundo dados do Observatório da Discriminação
  17. Racial no Futebol, entre 2021 e 2022, registrou-se um aumento de 40% nas denúncias de casos
  18. de racismo. Tamanho crescimento dá os contornos da elevada incidência desse crime e, ao
  19. mesmo tempo, embute um avanço: como as pessoas estão mais conscientes da aberração que
  20. o racismo representa, elas _______ cada vez mais levantando a voz contra ele. “Historicamente
  21. atacadas, pessoas pretas não aceitam mais sofrer discriminação e, por isso, estão levando o
  22. problema aos holofotes”, afirma o advogado Fabiano Machado da Rocha, especialista em
  23. compliance antidiscriminatório.
  24. A reação de Vini Jr. desatou uma onda sem precedentes no mundo do futebol, que começou
  25. a se mexer. Autoridades, entidades, clubes e atletas se mobilizaram, e ações contra a
  26. intolerância nos times cariocas, algumas engavetadas, receberam um bem-vindo empurrão. O
  27. Flamengo abriu oficinas internas conduzidas por integrantes do movimento negro e tem
  28. promovido visitas a escolas da rede pública e projetos sociais. A diretoria do Fluminense trabalha
  29. na criação de um comitê da diversidade e promove a campanha antipreconceito Time de Todos.
  30. Já o Botafogo busca perfis no mercado de modo que equipare as oportunidades profissionais no
  31. clube, enquanto o Vasco firmou um código de conduta com as torcidas organizadas proibindo
  32. cânticos embalados pela intolerância.
  33. Em um salutar sinal de avanço, as iniciativas chegaram até o poder público. A Assembleia
  34. Legislativa fluminense recém aprovou o Projeto de Lei nº 1.112/2023, que cria a Política Estadual
  35. Vini Jr. de Combate ao Racismo nos Estádios do Rio. Com a medida, as partidas podem ser
  36. interrompidas diante de qualquer denúncia ou manifestação racista. O jogo ficará paralisado pelo
  37. tempo que se julgar necessário ou enquanto não cessarem as ofensas.
  38. Adequar os estádios às normas de civilidade deste século envolve uma questão financeira
  39. — quem não o faz pode perder dinheiro, um sinal dos novos ventos. O escrutínio parte dos
  40. próprios patrocinadores, que não mais toleram investir em clubes ou atletas problemáticos, e
  41. dos consumidores, que rejeitam gastar com produtos e serviços nocivos à sociedade. Além disso,
  42. as federações esportivas compreenderam que o ambiente fair play é fundamental ____
  43. sobrevivência do esporte e que ir a uma partida deve ser uma experiência acolhedora a todos.
  44. “Racismo, machismo e homofobia são construções culturais que, até pouco tempo atrás, eram
  45. aceitáveis nos estádios. Felizmente, isso acabou”, ressalta Kwadjo Adjepong, especialista em
  46. governança esportiva da ONG Sport Resolutions, de Londres.


(Disponível em: VejaRio, junho de 2023 – texto adaptado especialmente para esta prova).

Em “O mais popular esporte do planeta, o futebol tem o poder de unir povos e culturas, superando diferenças de credo, raça e classe”, o trecho destacado da oração cumpre, sintaticamente, a função de:

Alternativas
Q2658338 Português

Cartão vermelho contra o preconceito

Por Ernesto Neves


  1. O mais popular esporte do planeta, o futebol tem o poder de unir povos e culturas,
  2. superando diferenças de credo, raça e classe. A linguagem dos campos é universal e pode até
  3. dar pausa a uma guerra, como ocorreu lá atrás, nos anos 1960, quando lados antagônicos do
  4. conflito de Biafra pararam para assistir ao genial Pelé. Os estádios, porém, jamais estiveram
  5. livres de um dos males que ainda assombram a humanidade: o racismo, um nó duro de desatar
  6. até hoje, em pleno século XXI. Nem mesmo as grandes estrelas do gramado escapam às
  7. execráveis manifestações de preconceito que resistem ao tempo. Foi assim em 21 de maio,
  8. quando Vinícius Jr., 22 anos, jogador do Real Madrid, enfrentava o Valência pela La Liga, o
  9. campeonato da Espanha, e ouviu gritos de “macaco”, “macaco”.
  10. Ele não se calou e acabou virando um potente símbolo da luta contra esta desumana
  11. exibição de intolerância. Indignado, interrompeu a partida e se dirigiu aos torcedores que o
  12. atacavam, pedindo respeito. Nas redes, Vini frisou que era a décima vez em que fora alvo de
  13. discriminação por ser preto, triste histórico que nunca contou com qualquer reação das
  14. autoridades, algo comum na trajetória de tanta gente. Sua atitude, de expor a questão sem
  15. desvios, escancarou uma ferida que, nos últimos anos, vem ganhando maior visibilidade não só
  16. na Europa, como também no Rio de Janeiro. Segundo dados do Observatório da Discriminação
  17. Racial no Futebol, entre 2021 e 2022, registrou-se um aumento de 40% nas denúncias de casos
  18. de racismo. Tamanho crescimento dá os contornos da elevada incidência desse crime e, ao
  19. mesmo tempo, embute um avanço: como as pessoas estão mais conscientes da aberração que
  20. o racismo representa, elas _______ cada vez mais levantando a voz contra ele. “Historicamente
  21. atacadas, pessoas pretas não aceitam mais sofrer discriminação e, por isso, estão levando o
  22. problema aos holofotes”, afirma o advogado Fabiano Machado da Rocha, especialista em
  23. compliance antidiscriminatório.
  24. A reação de Vini Jr. desatou uma onda sem precedentes no mundo do futebol, que começou
  25. a se mexer. Autoridades, entidades, clubes e atletas se mobilizaram, e ações contra a
  26. intolerância nos times cariocas, algumas engavetadas, receberam um bem-vindo empurrão. O
  27. Flamengo abriu oficinas internas conduzidas por integrantes do movimento negro e tem
  28. promovido visitas a escolas da rede pública e projetos sociais. A diretoria do Fluminense trabalha
  29. na criação de um comitê da diversidade e promove a campanha antipreconceito Time de Todos.
  30. Já o Botafogo busca perfis no mercado de modo que equipare as oportunidades profissionais no
  31. clube, enquanto o Vasco firmou um código de conduta com as torcidas organizadas proibindo
  32. cânticos embalados pela intolerância.
  33. Em um salutar sinal de avanço, as iniciativas chegaram até o poder público. A Assembleia
  34. Legislativa fluminense recém aprovou o Projeto de Lei nº 1.112/2023, que cria a Política Estadual
  35. Vini Jr. de Combate ao Racismo nos Estádios do Rio. Com a medida, as partidas podem ser
  36. interrompidas diante de qualquer denúncia ou manifestação racista. O jogo ficará paralisado pelo
  37. tempo que se julgar necessário ou enquanto não cessarem as ofensas.
  38. Adequar os estádios às normas de civilidade deste século envolve uma questão financeira
  39. — quem não o faz pode perder dinheiro, um sinal dos novos ventos. O escrutínio parte dos
  40. próprios patrocinadores, que não mais toleram investir em clubes ou atletas problemáticos, e
  41. dos consumidores, que rejeitam gastar com produtos e serviços nocivos à sociedade. Além disso,
  42. as federações esportivas compreenderam que o ambiente fair play é fundamental ____
  43. sobrevivência do esporte e que ir a uma partida deve ser uma experiência acolhedora a todos.
  44. “Racismo, machismo e homofobia são construções culturais que, até pouco tempo atrás, eram
  45. aceitáveis nos estádios. Felizmente, isso acabou”, ressalta Kwadjo Adjepong, especialista em
  46. governança esportiva da ONG Sport Resolutions, de Londres.


(Disponível em: VejaRio, junho de 2023 – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa na qual o “que” sublinhado NÃO é classificado como pronome relativo.

Alternativas
Q2658337 Português

Cartão vermelho contra o preconceito

Por Ernesto Neves


  1. O mais popular esporte do planeta, o futebol tem o poder de unir povos e culturas,
  2. superando diferenças de credo, raça e classe. A linguagem dos campos é universal e pode até
  3. dar pausa a uma guerra, como ocorreu lá atrás, nos anos 1960, quando lados antagônicos do
  4. conflito de Biafra pararam para assistir ao genial Pelé. Os estádios, porém, jamais estiveram
  5. livres de um dos males que ainda assombram a humanidade: o racismo, um nó duro de desatar
  6. até hoje, em pleno século XXI. Nem mesmo as grandes estrelas do gramado escapam às
  7. execráveis manifestações de preconceito que resistem ao tempo. Foi assim em 21 de maio,
  8. quando Vinícius Jr., 22 anos, jogador do Real Madrid, enfrentava o Valência pela La Liga, o
  9. campeonato da Espanha, e ouviu gritos de “macaco”, “macaco”.
  10. Ele não se calou e acabou virando um potente símbolo da luta contra esta desumana
  11. exibição de intolerância. Indignado, interrompeu a partida e se dirigiu aos torcedores que o
  12. atacavam, pedindo respeito. Nas redes, Vini frisou que era a décima vez em que fora alvo de
  13. discriminação por ser preto, triste histórico que nunca contou com qualquer reação das
  14. autoridades, algo comum na trajetória de tanta gente. Sua atitude, de expor a questão sem
  15. desvios, escancarou uma ferida que, nos últimos anos, vem ganhando maior visibilidade não só
  16. na Europa, como também no Rio de Janeiro. Segundo dados do Observatório da Discriminação
  17. Racial no Futebol, entre 2021 e 2022, registrou-se um aumento de 40% nas denúncias de casos
  18. de racismo. Tamanho crescimento dá os contornos da elevada incidência desse crime e, ao
  19. mesmo tempo, embute um avanço: como as pessoas estão mais conscientes da aberração que
  20. o racismo representa, elas _______ cada vez mais levantando a voz contra ele. “Historicamente
  21. atacadas, pessoas pretas não aceitam mais sofrer discriminação e, por isso, estão levando o
  22. problema aos holofotes”, afirma o advogado Fabiano Machado da Rocha, especialista em
  23. compliance antidiscriminatório.
  24. A reação de Vini Jr. desatou uma onda sem precedentes no mundo do futebol, que começou
  25. a se mexer. Autoridades, entidades, clubes e atletas se mobilizaram, e ações contra a
  26. intolerância nos times cariocas, algumas engavetadas, receberam um bem-vindo empurrão. O
  27. Flamengo abriu oficinas internas conduzidas por integrantes do movimento negro e tem
  28. promovido visitas a escolas da rede pública e projetos sociais. A diretoria do Fluminense trabalha
  29. na criação de um comitê da diversidade e promove a campanha antipreconceito Time de Todos.
  30. Já o Botafogo busca perfis no mercado de modo que equipare as oportunidades profissionais no
  31. clube, enquanto o Vasco firmou um código de conduta com as torcidas organizadas proibindo
  32. cânticos embalados pela intolerância.
  33. Em um salutar sinal de avanço, as iniciativas chegaram até o poder público. A Assembleia
  34. Legislativa fluminense recém aprovou o Projeto de Lei nº 1.112/2023, que cria a Política Estadual
  35. Vini Jr. de Combate ao Racismo nos Estádios do Rio. Com a medida, as partidas podem ser
  36. interrompidas diante de qualquer denúncia ou manifestação racista. O jogo ficará paralisado pelo
  37. tempo que se julgar necessário ou enquanto não cessarem as ofensas.
  38. Adequar os estádios às normas de civilidade deste século envolve uma questão financeira
  39. — quem não o faz pode perder dinheiro, um sinal dos novos ventos. O escrutínio parte dos
  40. próprios patrocinadores, que não mais toleram investir em clubes ou atletas problemáticos, e
  41. dos consumidores, que rejeitam gastar com produtos e serviços nocivos à sociedade. Além disso,
  42. as federações esportivas compreenderam que o ambiente fair play é fundamental ____
  43. sobrevivência do esporte e que ir a uma partida deve ser uma experiência acolhedora a todos.
  44. “Racismo, machismo e homofobia são construções culturais que, até pouco tempo atrás, eram
  45. aceitáveis nos estádios. Felizmente, isso acabou”, ressalta Kwadjo Adjepong, especialista em
  46. governança esportiva da ONG Sport Resolutions, de Londres.


(Disponível em: VejaRio, junho de 2023 – texto adaptado especialmente para esta prova).

Sobre a oração “Segundo dados do Observatório da Discriminação Racial no Futebol, entre 2021 e 2022, registrou-se um aumento de 40% nas denúncias de casos de racismo”, analise as assertivas abaixo:


I. Trata-se de uma oração com sujeito indeterminado.

II. O verbo empregado está na voz passiva.

III. O sujeito da oração é “um aumento de 40% nas denúncias de casos de racismo”.


Quais estão corretas?

Alternativas
Q2658336 Português

Cartão vermelho contra o preconceito

Por Ernesto Neves


  1. O mais popular esporte do planeta, o futebol tem o poder de unir povos e culturas,
  2. superando diferenças de credo, raça e classe. A linguagem dos campos é universal e pode até
  3. dar pausa a uma guerra, como ocorreu lá atrás, nos anos 1960, quando lados antagônicos do
  4. conflito de Biafra pararam para assistir ao genial Pelé. Os estádios, porém, jamais estiveram
  5. livres de um dos males que ainda assombram a humanidade: o racismo, um nó duro de desatar
  6. até hoje, em pleno século XXI. Nem mesmo as grandes estrelas do gramado escapam às
  7. execráveis manifestações de preconceito que resistem ao tempo. Foi assim em 21 de maio,
  8. quando Vinícius Jr., 22 anos, jogador do Real Madrid, enfrentava o Valência pela La Liga, o
  9. campeonato da Espanha, e ouviu gritos de “macaco”, “macaco”.
  10. Ele não se calou e acabou virando um potente símbolo da luta contra esta desumana
  11. exibição de intolerância. Indignado, interrompeu a partida e se dirigiu aos torcedores que o
  12. atacavam, pedindo respeito. Nas redes, Vini frisou que era a décima vez em que fora alvo de
  13. discriminação por ser preto, triste histórico que nunca contou com qualquer reação das
  14. autoridades, algo comum na trajetória de tanta gente. Sua atitude, de expor a questão sem
  15. desvios, escancarou uma ferida que, nos últimos anos, vem ganhando maior visibilidade não só
  16. na Europa, como também no Rio de Janeiro. Segundo dados do Observatório da Discriminação
  17. Racial no Futebol, entre 2021 e 2022, registrou-se um aumento de 40% nas denúncias de casos
  18. de racismo. Tamanho crescimento dá os contornos da elevada incidência desse crime e, ao
  19. mesmo tempo, embute um avanço: como as pessoas estão mais conscientes da aberração que
  20. o racismo representa, elas _______ cada vez mais levantando a voz contra ele. “Historicamente
  21. atacadas, pessoas pretas não aceitam mais sofrer discriminação e, por isso, estão levando o
  22. problema aos holofotes”, afirma o advogado Fabiano Machado da Rocha, especialista em
  23. compliance antidiscriminatório.
  24. A reação de Vini Jr. desatou uma onda sem precedentes no mundo do futebol, que começou
  25. a se mexer. Autoridades, entidades, clubes e atletas se mobilizaram, e ações contra a
  26. intolerância nos times cariocas, algumas engavetadas, receberam um bem-vindo empurrão. O
  27. Flamengo abriu oficinas internas conduzidas por integrantes do movimento negro e tem
  28. promovido visitas a escolas da rede pública e projetos sociais. A diretoria do Fluminense trabalha
  29. na criação de um comitê da diversidade e promove a campanha antipreconceito Time de Todos.
  30. Já o Botafogo busca perfis no mercado de modo que equipare as oportunidades profissionais no
  31. clube, enquanto o Vasco firmou um código de conduta com as torcidas organizadas proibindo
  32. cânticos embalados pela intolerância.
  33. Em um salutar sinal de avanço, as iniciativas chegaram até o poder público. A Assembleia
  34. Legislativa fluminense recém aprovou o Projeto de Lei nº 1.112/2023, que cria a Política Estadual
  35. Vini Jr. de Combate ao Racismo nos Estádios do Rio. Com a medida, as partidas podem ser
  36. interrompidas diante de qualquer denúncia ou manifestação racista. O jogo ficará paralisado pelo
  37. tempo que se julgar necessário ou enquanto não cessarem as ofensas.
  38. Adequar os estádios às normas de civilidade deste século envolve uma questão financeira
  39. — quem não o faz pode perder dinheiro, um sinal dos novos ventos. O escrutínio parte dos
  40. próprios patrocinadores, que não mais toleram investir em clubes ou atletas problemáticos, e
  41. dos consumidores, que rejeitam gastar com produtos e serviços nocivos à sociedade. Além disso,
  42. as federações esportivas compreenderam que o ambiente fair play é fundamental ____
  43. sobrevivência do esporte e que ir a uma partida deve ser uma experiência acolhedora a todos.
  44. “Racismo, machismo e homofobia são construções culturais que, até pouco tempo atrás, eram
  45. aceitáveis nos estádios. Felizmente, isso acabou”, ressalta Kwadjo Adjepong, especialista em
  46. governança esportiva da ONG Sport Resolutions, de Londres.


(Disponível em: VejaRio, junho de 2023 – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas das linhas 20 e 42.

Alternativas
Q2658335 Português

Cartão vermelho contra o preconceito

Por Ernesto Neves


  1. O mais popular esporte do planeta, o futebol tem o poder de unir povos e culturas,
  2. superando diferenças de credo, raça e classe. A linguagem dos campos é universal e pode até
  3. dar pausa a uma guerra, como ocorreu lá atrás, nos anos 1960, quando lados antagônicos do
  4. conflito de Biafra pararam para assistir ao genial Pelé. Os estádios, porém, jamais estiveram
  5. livres de um dos males que ainda assombram a humanidade: o racismo, um nó duro de desatar
  6. até hoje, em pleno século XXI. Nem mesmo as grandes estrelas do gramado escapam às
  7. execráveis manifestações de preconceito que resistem ao tempo. Foi assim em 21 de maio,
  8. quando Vinícius Jr., 22 anos, jogador do Real Madrid, enfrentava o Valência pela La Liga, o
  9. campeonato da Espanha, e ouviu gritos de “macaco”, “macaco”.
  10. Ele não se calou e acabou virando um potente símbolo da luta contra esta desumana
  11. exibição de intolerância. Indignado, interrompeu a partida e se dirigiu aos torcedores que o
  12. atacavam, pedindo respeito. Nas redes, Vini frisou que era a décima vez em que fora alvo de
  13. discriminação por ser preto, triste histórico que nunca contou com qualquer reação das
  14. autoridades, algo comum na trajetória de tanta gente. Sua atitude, de expor a questão sem
  15. desvios, escancarou uma ferida que, nos últimos anos, vem ganhando maior visibilidade não só
  16. na Europa, como também no Rio de Janeiro. Segundo dados do Observatório da Discriminação
  17. Racial no Futebol, entre 2021 e 2022, registrou-se um aumento de 40% nas denúncias de casos
  18. de racismo. Tamanho crescimento dá os contornos da elevada incidência desse crime e, ao
  19. mesmo tempo, embute um avanço: como as pessoas estão mais conscientes da aberração que
  20. o racismo representa, elas _______ cada vez mais levantando a voz contra ele. “Historicamente
  21. atacadas, pessoas pretas não aceitam mais sofrer discriminação e, por isso, estão levando o
  22. problema aos holofotes”, afirma o advogado Fabiano Machado da Rocha, especialista em
  23. compliance antidiscriminatório.
  24. A reação de Vini Jr. desatou uma onda sem precedentes no mundo do futebol, que começou
  25. a se mexer. Autoridades, entidades, clubes e atletas se mobilizaram, e ações contra a
  26. intolerância nos times cariocas, algumas engavetadas, receberam um bem-vindo empurrão. O
  27. Flamengo abriu oficinas internas conduzidas por integrantes do movimento negro e tem
  28. promovido visitas a escolas da rede pública e projetos sociais. A diretoria do Fluminense trabalha
  29. na criação de um comitê da diversidade e promove a campanha antipreconceito Time de Todos.
  30. Já o Botafogo busca perfis no mercado de modo que equipare as oportunidades profissionais no
  31. clube, enquanto o Vasco firmou um código de conduta com as torcidas organizadas proibindo
  32. cânticos embalados pela intolerância.
  33. Em um salutar sinal de avanço, as iniciativas chegaram até o poder público. A Assembleia
  34. Legislativa fluminense recém aprovou o Projeto de Lei nº 1.112/2023, que cria a Política Estadual
  35. Vini Jr. de Combate ao Racismo nos Estádios do Rio. Com a medida, as partidas podem ser
  36. interrompidas diante de qualquer denúncia ou manifestação racista. O jogo ficará paralisado pelo
  37. tempo que se julgar necessário ou enquanto não cessarem as ofensas.
  38. Adequar os estádios às normas de civilidade deste século envolve uma questão financeira
  39. — quem não o faz pode perder dinheiro, um sinal dos novos ventos. O escrutínio parte dos
  40. próprios patrocinadores, que não mais toleram investir em clubes ou atletas problemáticos, e
  41. dos consumidores, que rejeitam gastar com produtos e serviços nocivos à sociedade. Além disso,
  42. as federações esportivas compreenderam que o ambiente fair play é fundamental ____
  43. sobrevivência do esporte e que ir a uma partida deve ser uma experiência acolhedora a todos.
  44. “Racismo, machismo e homofobia são construções culturais que, até pouco tempo atrás, eram
  45. aceitáveis nos estádios. Felizmente, isso acabou”, ressalta Kwadjo Adjepong, especialista em
  46. governança esportiva da ONG Sport Resolutions, de Londres.


(Disponível em: VejaRio, junho de 2023 – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa na qual NÃO há emprego de linguagem figurada.

Alternativas
Q2658292 Português

Cartão vermelho contra o preconceito

Por Ernesto Neves


  1. O mais popular esporte do planeta, o futebol tem o poder de unir povos e culturas,
  2. superando diferenças de credo, raça e classe. A linguagem dos campos é universal e pode até
  3. dar pausa a uma guerra, como ocorreu lá atrás, nos anos 1960, quando lados antagônicos do
  4. conflito de Biafra pararam para assistir ao genial Pelé. Os estádios, porém, jamais estiveram
  5. livres de um dos males que ainda assombram a humanidade: o racismo, um nó duro de desatar
  6. até hoje, em pleno século XXI. Nem mesmo as grandes estrelas do gramado escapam às
  7. execráveis manifestações de preconceito que resistem ao tempo. Foi assim em 21 de maio,
  8. quando Vinícius Jr., 22 anos, jogador do Real Madrid, enfrentava o Valência pela La Liga, o
  9. campeonato da Espanha, e ouviu gritos de “macaco”, “macaco”.
  10. Ele não se calou e acabou virando um potente símbolo da luta contra esta desumana
  11. exibição de intolerância. Indignado, interrompeu a partida e se dirigiu aos torcedores que o
  12. atacavam, pedindo respeito. Nas redes, Vini frisou que era a décima vez em que fora alvo de
  13. discriminação por ser preto, triste histórico que nunca contou com qualquer reação das
  14. autoridades, algo comum na trajetória de tanta gente. Sua atitude, de expor a questão sem
  15. desvios, escancarou uma ferida que, nos últimos anos, vem ganhando maior visibilidade não só
  16. na Europa, como também no Rio de Janeiro. Segundo dados do Observatório da Discriminação
  17. Racial no Futebol, entre 2021 e 2022, registrou-se um aumento de 40% nas denúncias de casos
  18. de racismo. Tamanho crescimento dá os contornos da elevada incidência desse crime e, ao
  19. mesmo tempo, embute um avanço: como as pessoas estão mais conscientes da aberração que
  20. o racismo representa, elas _______ cada vez mais levantando a voz contra ele. “Historicamente
  21. atacadas, pessoas pretas não aceitam mais sofrer discriminação e, por isso, estão levando o
  22. problema aos holofotes”, afirma o advogado Fabiano Machado da Rocha, especialista em
  23. compliance antidiscriminatório.
  24. A reação de Vini Jr. desatou uma onda sem precedentes no mundo do futebol, que começou
  25. a se mexer. Autoridades, entidades, clubes e atletas se mobilizaram, e ações contra a
  26. intolerância nos times cariocas, algumas engavetadas, receberam um bem-vindo empurrão. O
  27. Flamengo abriu oficinas internas conduzidas por integrantes do movimento negro e tem
  28. promovido visitas a escolas da rede pública e projetos sociais. A diretoria do Fluminense trabalha
  29. na criação de um comitê da diversidade e promove a campanha antipreconceito Time de Todos.
  30. Já o Botafogo busca perfis no mercado de modo que equipare as oportunidades profissionais no
  31. clube, enquanto o Vasco firmou um código de conduta com as torcidas organizadas proibindo
  32. cânticos embalados pela intolerância.
  33. Em um salutar sinal de avanço, as iniciativas chegaram até o poder público. A Assembleia
  34. Legislativa fluminense recém aprovou o Projeto de Lei nº 1.112/2023, que cria a Política Estadual
  35. Vini Jr. de Combate ao Racismo nos Estádios do Rio. Com a medida, as partidas podem ser
  36. interrompidas diante de qualquer denúncia ou manifestação racista. O jogo ficará paralisado pelo
  37. tempo que se julgar necessário ou enquanto não cessarem as ofensas.
  38. Adequar os estádios às normas de civilidade deste século envolve uma questão financeira
  39. — quem não o faz pode perder dinheiro, um sinal dos novos ventos. O escrutínio parte dos
  40. próprios patrocinadores, que não mais toleram investir em clubes ou atletas problemáticos, e
  41. dos consumidores, que rejeitam gastar com produtos e serviços nocivos à sociedade. Além disso,
  42. as federações esportivas compreenderam que o ambiente fair play é fundamental ____
  43. sobrevivência do esporte e que ir a uma partida deve ser uma experiência acolhedora a todos.
  44. “Racismo, machismo e homofobia são construções culturais que, até pouco tempo atrás, eram
  45. aceitáveis nos estádios. Felizmente, isso acabou”, ressalta Kwadjo Adjepong, especialista em
  46. governança esportiva da ONG Sport Resolutions, de Londres.


(Disponível em: VejaRio, junho de 2023 – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando apenas o que é exposto pelo texto, é INCORRETO afirmar que:

Alternativas
Q2678467 Pedagogia

Assinale a alternativa que indica corretamente os eixos estruturantes das práticas pedagógicas desenvolvidas na Educação Infantil.

Alternativas
Q2678466 Pedagogia

O pacto interfederativo e a implementação da Base Nacional Comum Curricular - BNCC (2018) estão embasados em um tripé conceitual.


Assinale a alternativa correta em relação a essa tríade que norteia as escolhas pedagógicas presentes na BNCC.

Alternativas
Q2678465 Pedagogia

O texto da Base Nacional Comum Curricular - BNCC (2018) organiza o Ensino Fundamental em cinco áreas do conhecimento: Linguagens, Matemática, Ciências da Natureza, Ciências Humanas e Ensino Religioso.


Quais são os componentes curriculares previstos nos Anos Iniciais para área de Linguagens?

Alternativas
Q2678464 Pedagogia

Os estudantes que se encontram no último ano dos Anos Iniciais e primeiros anos dos Anos Finais encontram-se em uma faixa etária que corresponde à transição entre infância e adolescência, período marcado por intensas mudanças decorrentes de transformações biológicas, psicológicas, sociais e emocionais.


Assinale a alternativa correta naquilo que é mais importante nesse período formativo:

Alternativas
Q2678463 Pedagogia

A fim de garantir às crianças da Educação Infantil uma transição tranquila para o Ensino Fundamental, é essencial que exista equilíbrio entre as mudanças introduzidas, garantindo integração e continuidade dos processos de aprendizagens, respeitando suas singularidades e as diferentes relações que elas estabelecem com os conhecimentos, como, também, a natureza das mediações de cada etapa. Assim, a fim de imprimir continuidade entre o fim da Educação Infantil e o início do Ensino Fundamental e evitar a fragmentação, torna-se necessário construir uma síntese das aprendizagens esperadas em cada campo de experiências, considerando os direitos e os objetivos de aprendizagem e desenvolvimento das crianças.


Segundo a Base Nacional Comum Curricular (2018), essa síntese deve ser compreendida como:

Alternativas
Q2678462 Pedagogia

Existem diferentes abordagens pedagógicas para que o processo de ensino se desenvolva.


Em relação a abordagem adjetivada como cognitivista, como podem ser conceituados: o ser humano, o conhecimento e a avaliação, respectivamente?

Alternativas
Q2678461 Pedagogia

Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) em relação à Educação Infantil.


( ) Há a necessidade de imprimir intencionalidade educativa às práticas pedagógicas na Educação Infantil, tanto na creche quanto na pré-escola.

( ) A intencionalidade educativa consiste na organização e proposição, pelo educador, de experiências que permitam às crianças conhecer a si e ao outro e de conhecer e compreender as relações com a natureza, com a cultura e com a produção científica.

( ) Nas diretrizes brasileiras está presente uma concepção de criança que é vista como ser que observa, questiona, levanta hipóteses, conclui, faz julgamentos e assimila valores e que constrói conhecimentos e se apropria do conhecimento sistematizado por meio da ação e nas interações com o mundo físico e social.


Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.

Alternativas
Respostas
101: B
102: A
103: E
104: A
105: D
106: C
107: E
108: B
109: C
110: E
111: A
112: D
113: E
114: B
115: A
116: C
117: B
118: A
119: C
120: A