Questões de Concurso
Para operador de máquinas - médio
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Os pacientes Antônio, Mário e Helena foram atendidos em um consultório odontológico em 15/10/2021. Para dar continuação ao tratamento, eles foram orientados a regressar ao consultório, periodicamente, de acordo com a seguinte escala:
- Antônio deve regressar uma vez a cada 8 meses;
- Mário deve regressar uma vez a cada 12 meses;
- Helena deve regressar uma vez a cada 16 meses.
De acordo com a escala sugerida, assinale a opção que contenha o mês em que os três pacientes retornarão juntos ao consultório odontológico.
Texto CG4A2-I
Pindaíba: do tupi pindá (“anzol”) e íua (“haste”). É o nome de várias árvores e arbustos brasileiros usados por indígenas para fabricar a vara do anzol. Uma dessas árvores dá um fruto parecido com uma pinha.
Pindá também era o nome, na língua tupi, dado por indígenas ao ouriço-do-mar, um bicho muito espinhento.
No Brasil, emprega-se a expressão “estar na pindaíba” ou “andar na pindaíba” para falar de uma pessoa que está sem dinheiro ou com dificuldade financeira. A origem da expressão até hoje divide os estudiosos. Para alguns, ela tem a ver com a situação azarada de quem só tem uma vara de pescar para conseguir comida. Para outros, como o indígena dependia de sua vara de pescar para comer, quando o anzol era ruim e não apanhava nada, a pessoa ficava com fome e na miséria. Outros, enfim, dizem que os ouriços-do-mar dão muito trabalho para serem apanhados e, depois de arrancados os espinhos, têm muito pouca carne a oferecer. A pessoa que só come o ouriço-do-mar, portanto, estaria na pindaíba. Seja qual for a origem, a verdade é que ninguém gosta de estar na pindaíba!
Marcos Bagno e Orlene Carvalho. Pororoca, pipoca, paca e outras palavras do tupi. São Paulo: Parábola, 2014, p. 101-102 (com adaptações).
Texto CG4A2-I
Pindaíba: do tupi pindá (“anzol”) e íua (“haste”). É o nome de várias árvores e arbustos brasileiros usados por indígenas para fabricar a vara do anzol. Uma dessas árvores dá um fruto parecido com uma pinha.
Pindá também era o nome, na língua tupi, dado por indígenas ao ouriço-do-mar, um bicho muito espinhento.
No Brasil, emprega-se a expressão “estar na pindaíba” ou “andar na pindaíba” para falar de uma pessoa que está sem dinheiro ou com dificuldade financeira. A origem da expressão até hoje divide os estudiosos. Para alguns, ela tem a ver com a situação azarada de quem só tem uma vara de pescar para conseguir comida. Para outros, como o indígena dependia de sua vara de pescar para comer, quando o anzol era ruim e não apanhava nada, a pessoa ficava com fome e na miséria. Outros, enfim, dizem que os ouriços-do-mar dão muito trabalho para serem apanhados e, depois de arrancados os espinhos, têm muito pouca carne a oferecer. A pessoa que só come o ouriço-do-mar, portanto, estaria na pindaíba. Seja qual for a origem, a verdade é que ninguém gosta de estar na pindaíba!
Marcos Bagno e Orlene Carvalho. Pororoca, pipoca, paca e outras palavras do tupi. São Paulo: Parábola, 2014, p. 101-102 (com adaptações).
Texto CG4A2-I
Pindaíba: do tupi pindá (“anzol”) e íua (“haste”). É o nome de várias árvores e arbustos brasileiros usados por indígenas para fabricar a vara do anzol. Uma dessas árvores dá um fruto parecido com uma pinha.
Pindá também era o nome, na língua tupi, dado por indígenas ao ouriço-do-mar, um bicho muito espinhento.
No Brasil, emprega-se a expressão “estar na pindaíba” ou “andar na pindaíba” para falar de uma pessoa que está sem dinheiro ou com dificuldade financeira. A origem da expressão até hoje divide os estudiosos. Para alguns, ela tem a ver com a situação azarada de quem só tem uma vara de pescar para conseguir comida. Para outros, como o indígena dependia de sua vara de pescar para comer, quando o anzol era ruim e não apanhava nada, a pessoa ficava com fome e na miséria. Outros, enfim, dizem que os ouriços-do-mar dão muito trabalho para serem apanhados e, depois de arrancados os espinhos, têm muito pouca carne a oferecer. A pessoa que só come o ouriço-do-mar, portanto, estaria na pindaíba. Seja qual for a origem, a verdade é que ninguém gosta de estar na pindaíba!
Marcos Bagno e Orlene Carvalho. Pororoca, pipoca, paca e outras palavras do tupi. São Paulo: Parábola, 2014, p. 101-102 (com adaptações).
Texto CG4A2-I
Pindaíba: do tupi pindá (“anzol”) e íua (“haste”). É o nome de várias árvores e arbustos brasileiros usados por indígenas para fabricar a vara do anzol. Uma dessas árvores dá um fruto parecido com uma pinha.
Pindá também era o nome, na língua tupi, dado por indígenas ao ouriço-do-mar, um bicho muito espinhento.
No Brasil, emprega-se a expressão “estar na pindaíba” ou “andar na pindaíba” para falar de uma pessoa que está sem dinheiro ou com dificuldade financeira. A origem da expressão até hoje divide os estudiosos. Para alguns, ela tem a ver com a situação azarada de quem só tem uma vara de pescar para conseguir comida. Para outros, como o indígena dependia de sua vara de pescar para comer, quando o anzol era ruim e não apanhava nada, a pessoa ficava com fome e na miséria. Outros, enfim, dizem que os ouriços-do-mar dão muito trabalho para serem apanhados e, depois de arrancados os espinhos, têm muito pouca carne a oferecer. A pessoa que só come o ouriço-do-mar, portanto, estaria na pindaíba. Seja qual for a origem, a verdade é que ninguém gosta de estar na pindaíba!
Marcos Bagno e Orlene Carvalho. Pororoca, pipoca, paca e outras palavras do tupi. São Paulo: Parábola, 2014, p. 101-102 (com adaptações).
Texto CG4A1
As enchentes podem ser controladas a partir de mecanismos que reduzam o excesso de escoamento pluvial e(ou) amorteçam as ondas de cheias em rios urbanos.
As medidas de controle de inundações em áreas urbanas podem ser classificadas em estruturais, quando o homem modifica o rio, mediante a construção de obras hidráulicas, como barragens, diques e canalizações, e em não estruturais, preventivas, quando o homem convive com o rio, efetivadas por meio de zoneamento de áreas de inundação, de sistema de alerta ligado à defesa civil e de seguros.
No Brasil, não existe nenhum programa sistemático de controle de enchentes que envolva seus diferentes aspectos. O que se observa são ações isoladas por parte de algumas cidades.
Carlos Eduardo Morelli Tucci. Água no meio urbano. In: Água Doce.
Porto Alegre: IPH/UFRGS, 1997, p. 12-13. Internet:
Texto CG4A1
As enchentes podem ser controladas a partir de mecanismos que reduzam o excesso de escoamento pluvial e(ou) amorteçam as ondas de cheias em rios urbanos.
As medidas de controle de inundações em áreas urbanas podem ser classificadas em estruturais, quando o homem modifica o rio, mediante a construção de obras hidráulicas, como barragens, diques e canalizações, e em não estruturais, preventivas, quando o homem convive com o rio, efetivadas por meio de zoneamento de áreas de inundação, de sistema de alerta ligado à defesa civil e de seguros.
No Brasil, não existe nenhum programa sistemático de controle de enchentes que envolva seus diferentes aspectos. O que se observa são ações isoladas por parte de algumas cidades.
Carlos Eduardo Morelli Tucci. Água no meio urbano. In: Água Doce.
Porto Alegre: IPH/UFRGS, 1997, p. 12-13. Internet:
Texto CG4A1
As enchentes podem ser controladas a partir de mecanismos que reduzam o excesso de escoamento pluvial e(ou) amorteçam as ondas de cheias em rios urbanos.
As medidas de controle de inundações em áreas urbanas podem ser classificadas em estruturais, quando o homem modifica o rio, mediante a construção de obras hidráulicas, como barragens, diques e canalizações, e em não estruturais, preventivas, quando o homem convive com o rio, efetivadas por meio de zoneamento de áreas de inundação, de sistema de alerta ligado à defesa civil e de seguros.
No Brasil, não existe nenhum programa sistemático de controle de enchentes que envolva seus diferentes aspectos. O que se observa são ações isoladas por parte de algumas cidades.
Carlos Eduardo Morelli Tucci. Água no meio urbano. In: Água Doce.
Porto Alegre: IPH/UFRGS, 1997, p. 12-13. Internet:
Texto CG4A1
As enchentes podem ser controladas a partir de mecanismos que reduzam o excesso de escoamento pluvial e(ou) amorteçam as ondas de cheias em rios urbanos.
As medidas de controle de inundações em áreas urbanas podem ser classificadas em estruturais, quando o homem modifica o rio, mediante a construção de obras hidráulicas, como barragens, diques e canalizações, e em não estruturais, preventivas, quando o homem convive com o rio, efetivadas por meio de zoneamento de áreas de inundação, de sistema de alerta ligado à defesa civil e de seguros.
No Brasil, não existe nenhum programa sistemático de controle de enchentes que envolva seus diferentes aspectos. O que se observa são ações isoladas por parte de algumas cidades.
Carlos Eduardo Morelli Tucci. Água no meio urbano. In: Água Doce.
Porto Alegre: IPH/UFRGS, 1997, p. 12-13. Internet: