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Q2463605 Português
O QUE É CULTURA DO CANCELAMENTO?

    A cultura do cancelamento é a prática de organizar um boicote generalizado contra uma pessoa, geralmente uma figura pública, devido a comportamentos ou declarações ofensivas, injustificadas ou moralmente condenáveis.
    O cancelamento ocorre por meio de intensas campanhas nas redes sociais, podendo assumir a forma de um linchamento virtual. O alvo dos canceladores pode ser levado ao repúdio público e perder trabalho, seguidores e patrocínios. O ostracismo virtual almejado pelo cancelamento também pode ser dirigido contra empresas, filmes e até mesmo livros.
    Uma das causas da cultura do cancelamento está relacionada com o advento da internet e das redes sociais. A interação e a postagem de conteúdos nas plataformas digitais deram à opinião pública um novo espaço de expressão e engajamento. Alguns argumentam que isso tem facilitado a resposta a décadas de opressão, injustiças sociais e um desejo por mudanças reais. Então, a democratização das redes sociais deu voz a grupos que antes eram marginalizados e agora podem defender os seus direitos.
       A crescente conscientização sobre questões de justiça social e direitos individuais é outro fator que causa a cultura do cancelamento. Movimentos como o feminista, o antirracista e o ativismo LGBTQIA+ têm desempenhado um papel fundamental na promoção da igualdade e na denúncia de abusos e discriminações. O engajamento desses grupos para conceituar o que é considerado “politicamente correto” favoreceu a imposição de novas regras para mediar o debate sobre as identidades individuais. 
    No entanto, essa conscientização também pode levar a um ambiente hipersensível a qualquer percepção de desvio das normas socialmente aceitas. O engajamento dos grupos de canceladores pode amplificar os erros e punir os desviantes de maneira desproporcional, disseminando ódio, intolerância e uma cultura de linchamentos virtuais.
        Enfim, a cultura do cancelamento é causada pela polarização política e o decorrente fortalecimento da identidade de grupos fechados na sociedade. A lealdade ao grupo e a defesa de suas crenças se tornam prioridades. Isso leva a uma maior intolerância em relação a opiniões discordantes e a uma maior disposição para cancelar aqueles que são considerados inimigos do grupo. Portanto, a fragmentação da sociedade em seitas ideológicas fortalece a cultura do cancelamento.
       Embora a cultura do cancelamento possa ser vista como uma forma de responsabilização, ela também traz consequências preocupantes. O cancelamento público pode causar danos psicológicos profundos, isolamento social e efeitos na saúde mental das pessoas envolvidas.
     Além disso, há casos em que o cancelamento é baseado em emoções infundadas ou mal interpretadas, o que pode levar à injustiça e à destruição de reputações sem fundamento. É crucial avaliar criticamente os efeitos dessa cultura no tecido social e, mais especificamente, naquilo que o filósofo Jürgen Habermas chamou de esfera pública.
      O filósofo alemão contemporâneo, teórico da Escola de Frankfurt, conceituou a esfera pública como um espaço de debate racional e público, onde os indivíduos podem discutir livremente questões de interesse comum, formular opiniões informadas e influenciar as decisões políticas.
   Esse conceito implica a necessidade de uma troca de ideias aberta, inclusiva e baseada na argumentação lógica. No entanto, a cultura do cancelamento, com suas táticas de ostracismo e desprezo público, ataca os princípios fundamentais da esfera pública habermasiana.
       Em vez de buscar a resolução construtiva de conflitos e a ampliação do entendimento mútuo, a cultura do cancelamento prioriza a punição e a exclusão daqueles que são considerados culpados de transgressões ou opiniões indesejáveis.
    Desse modo, o cancelamento deteriora o debate aberto e prejudica a construção de consensos e entendimentos mútuos, em vez de contribuir para uma razão dialógica, uma ação comunicativa e eficaz.
      Outra consequência da cultura do cancelamento é a autocensura generalizada. Com o medo de serem alvo de ataques virtuais, muitas pessoas optam por não expressar suas opiniões ou debater presentes controversos. Isso cria um ambiente de silenciamento e pode prejudicar a diversidade de ideias que circulam pela sociedade.
    Enfim, há muito defendemos o direito a um julgamento justo, que nada mais é do que o direito de contradizer, de contra argumentar denúncias ou acusações. Por isso, eliminar das discussões a pessoa que comete erros ou desvios morais talvez seja uma ação tão imoral quanto a praticada pela pessoa que se deseja cancelar.

(Disponível em brasilescola.uol.com.br/sociologia/cultura-docancelamento.htm)
O texto cita a autocensura generalizada, consequência da cultura do cancelamento, de forma que não poderíamos afirmar corretamente que esta consequência:
Alternativas
Q2463604 Português
O QUE É CULTURA DO CANCELAMENTO?

    A cultura do cancelamento é a prática de organizar um boicote generalizado contra uma pessoa, geralmente uma figura pública, devido a comportamentos ou declarações ofensivas, injustificadas ou moralmente condenáveis.
    O cancelamento ocorre por meio de intensas campanhas nas redes sociais, podendo assumir a forma de um linchamento virtual. O alvo dos canceladores pode ser levado ao repúdio público e perder trabalho, seguidores e patrocínios. O ostracismo virtual almejado pelo cancelamento também pode ser dirigido contra empresas, filmes e até mesmo livros.
    Uma das causas da cultura do cancelamento está relacionada com o advento da internet e das redes sociais. A interação e a postagem de conteúdos nas plataformas digitais deram à opinião pública um novo espaço de expressão e engajamento. Alguns argumentam que isso tem facilitado a resposta a décadas de opressão, injustiças sociais e um desejo por mudanças reais. Então, a democratização das redes sociais deu voz a grupos que antes eram marginalizados e agora podem defender os seus direitos.
       A crescente conscientização sobre questões de justiça social e direitos individuais é outro fator que causa a cultura do cancelamento. Movimentos como o feminista, o antirracista e o ativismo LGBTQIA+ têm desempenhado um papel fundamental na promoção da igualdade e na denúncia de abusos e discriminações. O engajamento desses grupos para conceituar o que é considerado “politicamente correto” favoreceu a imposição de novas regras para mediar o debate sobre as identidades individuais. 
    No entanto, essa conscientização também pode levar a um ambiente hipersensível a qualquer percepção de desvio das normas socialmente aceitas. O engajamento dos grupos de canceladores pode amplificar os erros e punir os desviantes de maneira desproporcional, disseminando ódio, intolerância e uma cultura de linchamentos virtuais.
        Enfim, a cultura do cancelamento é causada pela polarização política e o decorrente fortalecimento da identidade de grupos fechados na sociedade. A lealdade ao grupo e a defesa de suas crenças se tornam prioridades. Isso leva a uma maior intolerância em relação a opiniões discordantes e a uma maior disposição para cancelar aqueles que são considerados inimigos do grupo. Portanto, a fragmentação da sociedade em seitas ideológicas fortalece a cultura do cancelamento.
       Embora a cultura do cancelamento possa ser vista como uma forma de responsabilização, ela também traz consequências preocupantes. O cancelamento público pode causar danos psicológicos profundos, isolamento social e efeitos na saúde mental das pessoas envolvidas.
     Além disso, há casos em que o cancelamento é baseado em emoções infundadas ou mal interpretadas, o que pode levar à injustiça e à destruição de reputações sem fundamento. É crucial avaliar criticamente os efeitos dessa cultura no tecido social e, mais especificamente, naquilo que o filósofo Jürgen Habermas chamou de esfera pública.
      O filósofo alemão contemporâneo, teórico da Escola de Frankfurt, conceituou a esfera pública como um espaço de debate racional e público, onde os indivíduos podem discutir livremente questões de interesse comum, formular opiniões informadas e influenciar as decisões políticas.
   Esse conceito implica a necessidade de uma troca de ideias aberta, inclusiva e baseada na argumentação lógica. No entanto, a cultura do cancelamento, com suas táticas de ostracismo e desprezo público, ataca os princípios fundamentais da esfera pública habermasiana.
       Em vez de buscar a resolução construtiva de conflitos e a ampliação do entendimento mútuo, a cultura do cancelamento prioriza a punição e a exclusão daqueles que são considerados culpados de transgressões ou opiniões indesejáveis.
    Desse modo, o cancelamento deteriora o debate aberto e prejudica a construção de consensos e entendimentos mútuos, em vez de contribuir para uma razão dialógica, uma ação comunicativa e eficaz.
      Outra consequência da cultura do cancelamento é a autocensura generalizada. Com o medo de serem alvo de ataques virtuais, muitas pessoas optam por não expressar suas opiniões ou debater presentes controversos. Isso cria um ambiente de silenciamento e pode prejudicar a diversidade de ideias que circulam pela sociedade.
    Enfim, há muito defendemos o direito a um julgamento justo, que nada mais é do que o direito de contradizer, de contra argumentar denúncias ou acusações. Por isso, eliminar das discussões a pessoa que comete erros ou desvios morais talvez seja uma ação tão imoral quanto a praticada pela pessoa que se deseja cancelar.

(Disponível em brasilescola.uol.com.br/sociologia/cultura-docancelamento.htm)
Em relação ao pensamento atribuído, pelo texto, ao filósofo Jürgen Habermas, teríamos que a cultura do cancelamento:
Alternativas
Q2463603 Português
O QUE É CULTURA DO CANCELAMENTO?

    A cultura do cancelamento é a prática de organizar um boicote generalizado contra uma pessoa, geralmente uma figura pública, devido a comportamentos ou declarações ofensivas, injustificadas ou moralmente condenáveis.
    O cancelamento ocorre por meio de intensas campanhas nas redes sociais, podendo assumir a forma de um linchamento virtual. O alvo dos canceladores pode ser levado ao repúdio público e perder trabalho, seguidores e patrocínios. O ostracismo virtual almejado pelo cancelamento também pode ser dirigido contra empresas, filmes e até mesmo livros.
    Uma das causas da cultura do cancelamento está relacionada com o advento da internet e das redes sociais. A interação e a postagem de conteúdos nas plataformas digitais deram à opinião pública um novo espaço de expressão e engajamento. Alguns argumentam que isso tem facilitado a resposta a décadas de opressão, injustiças sociais e um desejo por mudanças reais. Então, a democratização das redes sociais deu voz a grupos que antes eram marginalizados e agora podem defender os seus direitos.
       A crescente conscientização sobre questões de justiça social e direitos individuais é outro fator que causa a cultura do cancelamento. Movimentos como o feminista, o antirracista e o ativismo LGBTQIA+ têm desempenhado um papel fundamental na promoção da igualdade e na denúncia de abusos e discriminações. O engajamento desses grupos para conceituar o que é considerado “politicamente correto” favoreceu a imposição de novas regras para mediar o debate sobre as identidades individuais. 
    No entanto, essa conscientização também pode levar a um ambiente hipersensível a qualquer percepção de desvio das normas socialmente aceitas. O engajamento dos grupos de canceladores pode amplificar os erros e punir os desviantes de maneira desproporcional, disseminando ódio, intolerância e uma cultura de linchamentos virtuais.
        Enfim, a cultura do cancelamento é causada pela polarização política e o decorrente fortalecimento da identidade de grupos fechados na sociedade. A lealdade ao grupo e a defesa de suas crenças se tornam prioridades. Isso leva a uma maior intolerância em relação a opiniões discordantes e a uma maior disposição para cancelar aqueles que são considerados inimigos do grupo. Portanto, a fragmentação da sociedade em seitas ideológicas fortalece a cultura do cancelamento.
       Embora a cultura do cancelamento possa ser vista como uma forma de responsabilização, ela também traz consequências preocupantes. O cancelamento público pode causar danos psicológicos profundos, isolamento social e efeitos na saúde mental das pessoas envolvidas.
     Além disso, há casos em que o cancelamento é baseado em emoções infundadas ou mal interpretadas, o que pode levar à injustiça e à destruição de reputações sem fundamento. É crucial avaliar criticamente os efeitos dessa cultura no tecido social e, mais especificamente, naquilo que o filósofo Jürgen Habermas chamou de esfera pública.
      O filósofo alemão contemporâneo, teórico da Escola de Frankfurt, conceituou a esfera pública como um espaço de debate racional e público, onde os indivíduos podem discutir livremente questões de interesse comum, formular opiniões informadas e influenciar as decisões políticas.
   Esse conceito implica a necessidade de uma troca de ideias aberta, inclusiva e baseada na argumentação lógica. No entanto, a cultura do cancelamento, com suas táticas de ostracismo e desprezo público, ataca os princípios fundamentais da esfera pública habermasiana.
       Em vez de buscar a resolução construtiva de conflitos e a ampliação do entendimento mútuo, a cultura do cancelamento prioriza a punição e a exclusão daqueles que são considerados culpados de transgressões ou opiniões indesejáveis.
    Desse modo, o cancelamento deteriora o debate aberto e prejudica a construção de consensos e entendimentos mútuos, em vez de contribuir para uma razão dialógica, uma ação comunicativa e eficaz.
      Outra consequência da cultura do cancelamento é a autocensura generalizada. Com o medo de serem alvo de ataques virtuais, muitas pessoas optam por não expressar suas opiniões ou debater presentes controversos. Isso cria um ambiente de silenciamento e pode prejudicar a diversidade de ideias que circulam pela sociedade.
    Enfim, há muito defendemos o direito a um julgamento justo, que nada mais é do que o direito de contradizer, de contra argumentar denúncias ou acusações. Por isso, eliminar das discussões a pessoa que comete erros ou desvios morais talvez seja uma ação tão imoral quanto a praticada pela pessoa que se deseja cancelar.

(Disponível em brasilescola.uol.com.br/sociologia/cultura-docancelamento.htm)
Dentre as causas que geraram a cultura do cancelamento, segundo o texto, podemos destacar todas as seguintes, EXCETO:
Alternativas
Q2463602 Português
O QUE É CULTURA DO CANCELAMENTO?

    A cultura do cancelamento é a prática de organizar um boicote generalizado contra uma pessoa, geralmente uma figura pública, devido a comportamentos ou declarações ofensivas, injustificadas ou moralmente condenáveis.
    O cancelamento ocorre por meio de intensas campanhas nas redes sociais, podendo assumir a forma de um linchamento virtual. O alvo dos canceladores pode ser levado ao repúdio público e perder trabalho, seguidores e patrocínios. O ostracismo virtual almejado pelo cancelamento também pode ser dirigido contra empresas, filmes e até mesmo livros.
    Uma das causas da cultura do cancelamento está relacionada com o advento da internet e das redes sociais. A interação e a postagem de conteúdos nas plataformas digitais deram à opinião pública um novo espaço de expressão e engajamento. Alguns argumentam que isso tem facilitado a resposta a décadas de opressão, injustiças sociais e um desejo por mudanças reais. Então, a democratização das redes sociais deu voz a grupos que antes eram marginalizados e agora podem defender os seus direitos.
       A crescente conscientização sobre questões de justiça social e direitos individuais é outro fator que causa a cultura do cancelamento. Movimentos como o feminista, o antirracista e o ativismo LGBTQIA+ têm desempenhado um papel fundamental na promoção da igualdade e na denúncia de abusos e discriminações. O engajamento desses grupos para conceituar o que é considerado “politicamente correto” favoreceu a imposição de novas regras para mediar o debate sobre as identidades individuais. 
    No entanto, essa conscientização também pode levar a um ambiente hipersensível a qualquer percepção de desvio das normas socialmente aceitas. O engajamento dos grupos de canceladores pode amplificar os erros e punir os desviantes de maneira desproporcional, disseminando ódio, intolerância e uma cultura de linchamentos virtuais.
        Enfim, a cultura do cancelamento é causada pela polarização política e o decorrente fortalecimento da identidade de grupos fechados na sociedade. A lealdade ao grupo e a defesa de suas crenças se tornam prioridades. Isso leva a uma maior intolerância em relação a opiniões discordantes e a uma maior disposição para cancelar aqueles que são considerados inimigos do grupo. Portanto, a fragmentação da sociedade em seitas ideológicas fortalece a cultura do cancelamento.
       Embora a cultura do cancelamento possa ser vista como uma forma de responsabilização, ela também traz consequências preocupantes. O cancelamento público pode causar danos psicológicos profundos, isolamento social e efeitos na saúde mental das pessoas envolvidas.
     Além disso, há casos em que o cancelamento é baseado em emoções infundadas ou mal interpretadas, o que pode levar à injustiça e à destruição de reputações sem fundamento. É crucial avaliar criticamente os efeitos dessa cultura no tecido social e, mais especificamente, naquilo que o filósofo Jürgen Habermas chamou de esfera pública.
      O filósofo alemão contemporâneo, teórico da Escola de Frankfurt, conceituou a esfera pública como um espaço de debate racional e público, onde os indivíduos podem discutir livremente questões de interesse comum, formular opiniões informadas e influenciar as decisões políticas.
   Esse conceito implica a necessidade de uma troca de ideias aberta, inclusiva e baseada na argumentação lógica. No entanto, a cultura do cancelamento, com suas táticas de ostracismo e desprezo público, ataca os princípios fundamentais da esfera pública habermasiana.
       Em vez de buscar a resolução construtiva de conflitos e a ampliação do entendimento mútuo, a cultura do cancelamento prioriza a punição e a exclusão daqueles que são considerados culpados de transgressões ou opiniões indesejáveis.
    Desse modo, o cancelamento deteriora o debate aberto e prejudica a construção de consensos e entendimentos mútuos, em vez de contribuir para uma razão dialógica, uma ação comunicativa e eficaz.
      Outra consequência da cultura do cancelamento é a autocensura generalizada. Com o medo de serem alvo de ataques virtuais, muitas pessoas optam por não expressar suas opiniões ou debater presentes controversos. Isso cria um ambiente de silenciamento e pode prejudicar a diversidade de ideias que circulam pela sociedade.
    Enfim, há muito defendemos o direito a um julgamento justo, que nada mais é do que o direito de contradizer, de contra argumentar denúncias ou acusações. Por isso, eliminar das discussões a pessoa que comete erros ou desvios morais talvez seja uma ação tão imoral quanto a praticada pela pessoa que se deseja cancelar.

(Disponível em brasilescola.uol.com.br/sociologia/cultura-docancelamento.htm)
Quanto à cultura do cancelamento, segundo o texto, podemos dizer corretamente que:
Alternativas
Q4266049 Arquivologia
O fluxo de documentos na organização pública é grande, é proveniente de todos os órgãos e dos cidadãos, são recebidos e protocolizados. O_______é um serviço que recebe, registra, classifica, distribui, controla a tramitação e a expedição dos documentos no setor. Tornando possível rastrear um documento de forma mais fácil, garantindo agilidade e sucesso na busca e no processo das informações. Este serviço é o início das atividades da gestão de documentos e proporciona eficácia nas atividades arquivísticas. 

Fonte: Paes, Marilena Leite − Arquivo Teoria e Prática − Editora FGV − Rio de Janeiro, 2004.

De acordo com o texto, marque a opção que substitui corretamente a lacuna acima:
Alternativas
Q4266048 Direito Constitucional
A Administração Pública deve exercer suas funções com transparência e clareza, é sua obrigação ao atender o cidadão e ao executar seu papel na sociedade. Este preceito é claro quando observamos os princípios descritos na Constituição Federal. Analise as alternativas abaixo, todos são princípios relacionados a Administração Pública, EXCETO:

Fonte: Constituição Federal.
Alternativas
Q4266047 Redação Oficial
São atributos que devem ser seguidos ao elaborar uma correspondência, EXCETO:

Fonte: Manual de Redação da Presidência da República. 
Alternativas
Q4266046 Arquivologia
Analise as afirmativas relacionadas a classificação de documentos e correspondências a seguir. Registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__) Conforme suas características, forma e conteúdo, os documentos podem ser classificados quanto a gênero e natureza do assunto.
(__) Quanto a natureza dos assuntos os documentos podem ser ostensivos ou sigilosos.
(__) A classificação ostensiva é dada aos documentos cuja divulgação não prejudica a administração.

Fonte: Paes, Marilena Leite − Arquivo Teoria e Prática − Editora FGV − Rio de Janeiro, 2004.

Marque a alternativa que descreve a sequência CORRETA.
Alternativas
Q4266045 Administração Pública
Julgue as afirmativas relacionadas a Administração Pública a seguir. Registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__) Administração Pública, é determinada e voltada para atender o interesse da organização privada, dos acionistas, sendo o objetivo principal o lucro.
(__) A organização administrativa do Estado retrata a estrutura interna da Administração Pública, os órgãos e pessoas jurídicas que a compõem.
(__) A Administração pública é responsável por prestar serviços à população e, cobra por isso, a renda do Estado é proveniente dos recursos ganhos pelos serviços prestados.
(__) A Administração pública visa atender as necessidades da sociedade e do cidadão, pautados em alguns princípios, como exemplo podemos citar o princípio da Eficiência.

Fonte: Chiavenato, Idalberto - Administração Geral e Pública - 2.ed. - Rio de Janeiro - Elsevier, 2008.

Assinale a alternativa com a sequência correta: 
Alternativas
Q4266044 Noções de Informática
Sobre o programa Microsoft Excel, marque a alternativa CORRETA.

Fonte: https://learn.microsoft.com/pt-br/office365/service descriptions/office-applications-service-description/ office-applications 
Alternativas
Q4266043 Legislação Federal
O comportamento dos servidores públicos na organização, interfere na imagem da instituição, na imagem profissional e sua postura deve ser respeitosa e não prejudicar seu cargo ou funções, pois diante de tal função representam o Estado. Avalie as afirmações a seguir:

I. Exercer com zelo e dedicação as atribuições legais e regulamentares inerentes ao cargo ou função.
II. Atender com presteza.
III. Zelar pela economia do material e pela conservação do patrimônio público.
IV. Ser assíduo e pontual ao serviço. Fonte: Lei nº 8.027/1990.

De acordo com essas afirmações está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4266042 Administração Pública
A organização administrativa dos serviços públicos refere-se à estrutura e à gestão dos órgãos e entidades governamentais que prestam serviços públicos à população. Avalie as alternativas a seguir e dê valores V, para verdadeiro, e F, para falso:

(__) Presidência da República ou Chefia de Estado: Responsável pela liderança e gestão do governo federal.
(__) Parlamento ou Congresso: Responsável por criar, debater e aprovar leis.
(__) Ministério da Fazenda, Saúde, Educação etc.: Responsáveis por áreas específicas de políticas públicas e administração do governo.

Após análise, assinale a alternativa que descreve corretamente a sequência.
Alternativas
Q4266041 Administração de Recursos Materiais
O_________é um espaço físico ou uma área onde são armazenados materiais, produtos ou suprimentos que uma organização precisa para seu funcionamento. É uma unidade responsável pelo controle, armazenamento e distribuição desses itens.

Após análise, marque a alternativa que completa corretamente a lacuna acima:
Alternativas
Q4266040 Atendimento ao Público
O cidadão ao usar o serviço público, espera receber um atendimento de qualidade, diante disso, avalie as afirmações abaixo:

I. Seja ágil, priorize o atendimento por prioridade e busque atender as necessidades do cidadão.
II. Ao atender paralise as outras atividades e dê atenção ao assunto tratado, coloque-se a disposição de forma cortês e educada.
III. Independente da situação que ocorrer no atendimento mantenha o tom de voz baixo, trate com respeito o cidadão e se for necessário chame seu superior. Para alcançar qualidade no atendimento ao público, qual opção a seguir deveria ser seguida?

Marque a opção CORRETA:
Alternativas
Q4266009 Edificações
A cura é o processo de manter a superfície do concreto úmida durante um período de tempo.
Nesse contexto, analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:

I. O processo de cura deve durar pelo menos vinte e sete dias, a contar do momento em que o concreto é lançado.

PORQUE

I. Se acura não for bem-feita, ocorre redução da resistência do concreto, podendo aparecer fissuras na estrutura.

A respeito dessas asserções, assinale a opção correta:
Alternativas
Q4266008 Edificações
Relacione as ferramentas descritas na Coluna 1 com suas respectivas funções apresentadas na Coluna 2.

Coluna 1
1. Nível de Bolha.
2. Esquadro.
3. Prumo de Face.

Coluna 2
(__) Confere a verticalidade de estruturas como alvenaria, pilares, portas e janelas.
(__) Verifica a existência de ângulos retos, equivalentes a 90 graus.
(__) Assegura o correto nivelamento e alinhamento horizontal de superfícies.

Marque a opção que apresenta a correspondência correta entre as colunas:
Alternativas
Q4266007 Eletrotécnica
Associe os termos sobre como se divide as instalações elétricas apresentados na coluna 1 com seu conteúdo correspondente apresentado na Coluna 2.

Coluna 1
1. Instalação elétrica e infraestrutura.
2. Medição e proteção.
3. Acessórios de cabeamento.

Coluna 2
A. Os fios e cabos são responsáveis por conduzir e conectar a fonte às cargas elétricas, como os equipamentos elétricos e eletrônicos que você possui em casa, carregadores de celular, por exemplo.
B. Essa seção corresponde a todos os materiais importantes para uma boa instalação elétrica, são: as caixas de medidores, bandejas elétricas, leitos elétricos, eletrocalhas, suportes, fixadores para cabos e outros acessórios do segmento em geral.
C. Essa parte é super relevante, diz respeito aos medidores, fusíveis e disjuntores. Essas ferramentas monitoram e protegem as instalações elétricas e, por isso, precisam estar em pleno funcionamento.

A associação CORRETA é: 
Alternativas
Q4266006 Segurança e Saúde no Trabalho
Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) são elementos essenciais em diversos setores de trabalho para assegurar a segurança do trabalhador. Sobre o EPI, avalie as proposições:

I. O uso do EPI é fundamental para garantir a saúde e a proteção do trabalhador, evitando consequências negativas em casos de acidentes de trabalho.
II. O EPI é usado para garantir que o profissional não será exposto a doenças ocupacionais, que podem comprometer a capacidade de trabalho e de vida dos profissionais durante e depois da fase ativa de trabalho.
III. O EPI é importante para proteger a empresa de ações trabalhistas, e não reduzir qualquer tipo de ameaça ou risco para o trabalhador.

É CORRETO o que se afirma em: 
Alternativas
Q4266005 Segurança e Saúde no Trabalho
Um ambiente de trabalho limpo, além de favorecer a saúde e as necessidades fisiológicas dos indivíduos, também beneficia o desenvolvimento, a conduta e a alta performance da empresa, visto que, ao trabalhar em um local que promove o bem-estar, os colaboradores se sentem motivados e exercem suas funções de forma eficaz. Além disso, a limpeza do espaço também previne acidentes e garante a manutenção dos equipamentos, a falta de limpeza no ambiente de trabalho pode gerar:

I. Queda na qualidade de vida dos colaboradores.
II. Deterioração dos equipamentos e materiais.
III. Enfraquecimento da higiene pessoal dos profissionais.

É CORRETO o que se afirma em: 
Alternativas
Q4266004 Edificações
Considere as afirmativas relacionadas à Impermeabilização, apresentadas a seguir. Registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__) Impermeabilizar significa preparar uma superfície de modo que esta não deixe infiltrar (passar) água ou qualquer outro líquido.
(__) O processo de impermeabilização não exige produtos especiais, que são aplicados quando as superfícies já estão lisas e sem resíduos (sujeiras).
(__) Independentemente do tipo de fundação e do solo, a impermeabilização é indispensável apenas nas edificações quando construídas em locais próximos de nascentes e minas. Ela deve abarcar os alicerces e as alvenarias que ficam em contato com o solo e que estão sujeitos a absorver umidade.

Assinale a alternativa com a sequência correta:
Alternativas
Respostas
261: A
262: A
263: C
264: B
265: C
266: A
267: E
268: B
269: A
270: E
271: D
272: D
273: A
274: B
275: C
276: D
277: D
278: D
279: A
280: C