Questões de Concurso
Para secretário de escola
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Tratando-se de concordância nominal, atribua (V) verdadeiro ou (F) falso e marque a alternativa correta.
( ) A palavra barato, quando se refere a um substantivo, concorda com ele.
( ) A palavra barato, quando se refere a um verbo ou adjetivo, permanece invariável.
( ) A palavra bastante, quando se refere a um substantivo, concorda com ele.
( ) A palavra bastante, quando se refere a um verbo ou adjetivo, permanece invariável.
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Ao expor o correto uso, ou não da crase, marque (V) verdadeiro ou (F) falso e assinale a alternativa devida.
( ) Entraram uma a uma.
( ) Gaivotas voam rente a terra.
( ) No mês de maio faremos uma homenagem às mães.
( ) Peço à Vossa Senhoria o obséquio de atender meu pedido.
( ) Nestas férias, voltarei à terra onde nasci.
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Em se tratando do emprego do hífen, coloque (V) verdadeiro ou (F) falso e assinale a alternativa correta.
( ) Emprega-se o hífen com os prefixos hiper-, inter-, super-, quando o segundo elemento começar por r. Exemplos: hiper-requintado, inter-resistente, super-revista.
( ) Aplica-se o hífen com os prefixos tônicos acentuados graficamente pós-, pré-, pró-, quando o segundo elemento tiver vida à parte. Exemplos: pós-graduação, pré-escolar, pró-labore.
( ) Não se emprega hífen quando o prefixo terminar em vogal e o segundo elemento começar por r ou s, duplicando-se essas letras. Exemplos: minissaia, microssistema.
( ) Não se emprega hífen quando o prefixo terminar em vogal e o segundo elemento começar por uma vogal diferente. Exemplos: extraescolar, autoestrada, agroindustrial.
Leia o texto para responder à próxima questão.
Mal secreto. (Raimundo Correia).
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Se a cólera que espuma, a dor que mora
Na alma, e destrói cada ilusão que nasce,
Tudo o que punge, tudo o que devora
O coração, no rosto se estampasse;
Se se pudesse o espírito que chora,
Ver através da máscara da face,
Quanta gente, talvez, que inveja agora
Nos causa, então piedade nos causasse!
Quanta gente que ri, talvez, consigo
Guarda um atroz, recôndito inimigo,
Como invisível chaga cancerosa!
Quanta gente que ri, talvez existe,
Cuja ventura única consiste
Em parecer aos outros venturosa!
Leia o texto para responder à próxima questão.
Mal secreto. (Raimundo Correia).
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Se a cólera que espuma, a dor que mora
Na alma, e destrói cada ilusão que nasce,
Tudo o que punge, tudo o que devora
O coração, no rosto se estampasse;
Se se pudesse o espírito que chora,
Ver através da máscara da face,
Quanta gente, talvez, que inveja agora
Nos causa, então piedade nos causasse!
Quanta gente que ri, talvez, consigo
Guarda um atroz, recôndito inimigo,
Como invisível chaga cancerosa!
Quanta gente que ri, talvez existe,
Cuja ventura única consiste
Em parecer aos outros venturosa!
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Mal secreto. (Raimundo Correia).
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Se a cólera que espuma, a dor que mora
Na alma, e destrói cada ilusão que nasce,
Tudo o que punge, tudo o que devora
O coração, no rosto se estampasse;
Se se pudesse o espírito que chora,
Ver através da máscara da face,
Quanta gente, talvez, que inveja agora
Nos causa, então piedade nos causasse!
Quanta gente que ri, talvez, consigo
Guarda um atroz, recôndito inimigo,
Como invisível chaga cancerosa!
Quanta gente que ri, talvez existe,
Cuja ventura única consiste
Em parecer aos outros venturosa!
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Mal secreto. (Raimundo Correia).
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Se a cólera que espuma, a dor que mora
Na alma, e destrói cada ilusão que nasce,
Tudo o que punge, tudo o que devora
O coração, no rosto se estampasse;
Se se pudesse o espírito que chora,
Ver através da máscara da face,
Quanta gente, talvez, que inveja agora
Nos causa, então piedade nos causasse!
Quanta gente que ri, talvez, consigo
Guarda um atroz, recôndito inimigo,
Como invisível chaga cancerosa!
Quanta gente que ri, talvez existe,
Cuja ventura única consiste
Em parecer aos outros venturosa!
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Se a cólera que espuma, a dor que mora
Na alma, e destrói cada ilusão que nasce,
Tudo o que punge, tudo o que devora
O coração, no rosto se estampasse;
Se se pudesse o espírito que chora,
Ver através da máscara da face,
Quanta gente, talvez, que inveja agora
Nos causa, então piedade nos causasse!
Quanta gente que ri, talvez, consigo
Guarda um atroz, recôndito inimigo,
Como invisível chaga cancerosa!
Quanta gente que ri, talvez existe,
Cuja ventura única consiste
Em parecer aos outros venturosa!
Com base na leitura do texto, assinale a alternativa incorreta.
A capacidade _______________ é aquela que corrobora para uma comunicação efetiva, bem como para motivar pessoas e grupos. É possível analisa-la a partir do clima de trabalho da secretaria da escola, além dos feedbacks de satisfação dos usuários do serviço em âmbito interno e externo.