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Q2300890 Matemática
Em um sistema de coordenadas cartesianas XOY, sabe-se que a reta s é perpendicular à reta t. A reta t corta o eixo das abcissas em x = 4, e o das ordenadas em y = -4. Nessas condições, o cosseno do menor ângulo β formado por s e o eixo das ordenadas é
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Q2300888 Matemática
Para ditar as letras de uma placa de um veículo para outra pessoa checar em um computador, é utilizado o alfabeto fonético da aviação, por exemplo, para indicar a letra “B” se diz BRAVO. A seguir é apresentado o Alfabeto Fonético.


Imagem associada para resolução da questão


Qual é a moda no número de letras nas palavras desse Alfabeto Fonético?  
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Q2300885 Matemática
Um funcionário tem seu horário de expediente das 08:00 às 17:00 horas, tendo direito a 1 hora para almoço. Em um certo mês, iniciou pontualmente às 08:00, saiu para o almoço todos os dias às 12:00, retornando às 12:45, e, em seguida, trabalhou até 17:30 horas. As frações de hora, trabalhadas a mais, são contadas para um banco de horas extras. A cada quatro dias dessa rotina de trabalho nesse mês, quanto ele contará para o banco de horas extras?  
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Q2300884 Português
Texto 3 

Pronominais


Dê-me um cigarro
Diz a gramática
Do professor e do aluno
E do mulato sabido


Mas o bom negro e o bom branco
Da Nação Brasileira
Dizem todos os dias
Deixa disso camarada
Me dá um cigarro. 


ANDRADE, Oswald de Andrade. Pronominais. In: ___. Pau Brasil (1925).
Disponível em: <http://www.horizonte.unam.mx/brasil/oswald6.html>.
Acesso em: 08 abr. 2023.
Nos versos “Dê-me um cigarro” e “Me dá um cigarro”, os diferentes usos da colocação pronominal evidenciam uma crítica negativa
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Q2300883 Português
Texto 3 

Pronominais


Dê-me um cigarro
Diz a gramática
Do professor e do aluno
E do mulato sabido


Mas o bom negro e o bom branco
Da Nação Brasileira
Dizem todos os dias
Deixa disso camarada
Me dá um cigarro. 


ANDRADE, Oswald de Andrade. Pronominais. In: ___. Pau Brasil (1925).
Disponível em: <http://www.horizonte.unam.mx/brasil/oswald6.html>.
Acesso em: 08 abr. 2023.
No verso “E do mulato sabido”, o emprego do adjetivo sabido indica  
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Q2300882 Português
Texto 3 

Pronominais


Dê-me um cigarro
Diz a gramática
Do professor e do aluno
E do mulato sabido


Mas o bom negro e o bom branco
Da Nação Brasileira
Dizem todos os dias
Deixa disso camarada
Me dá um cigarro. 


ANDRADE, Oswald de Andrade. Pronominais. In: ___. Pau Brasil (1925).
Disponível em: <http://www.horizonte.unam.mx/brasil/oswald6.html>.
Acesso em: 08 abr. 2023.
O primeiro verso da segunda estrofe, “Mas o bom negro e o bom branco”, inicia-se com uma conjunção
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Q2300881 Português
Texto 3 

Pronominais


Dê-me um cigarro
Diz a gramática
Do professor e do aluno
E do mulato sabido


Mas o bom negro e o bom branco
Da Nação Brasileira
Dizem todos os dias
Deixa disso camarada
Me dá um cigarro. 


ANDRADE, Oswald de Andrade. Pronominais. In: ___. Pau Brasil (1925).
Disponível em: <http://www.horizonte.unam.mx/brasil/oswald6.html>.
Acesso em: 08 abr. 2023.
No verso “Me dá um cigarro” há a ruptura com a regra gramatical de colocação pronominal, denominada  
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Q2300880 Português






Disponível em: <https://tirasarmandinho.tumblr.com/>. Acesso em: 08 abr.

2023.

No último quadrinho, a fala do personagem  
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Q2300879 Português






Disponível em: <https://tirasarmandinho.tumblr.com/>. Acesso em: 08 abr.

2023.

Na tirinha, a temática central abordada em relação aos bens públicos refere-se à 
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Q2300878 Português
– Fio, fais um zoio de boi lá fora pra nóis.
O menino saiu do rancho com um baixeiro na cabeça e, no terreiro, debaixo da chuva miúda e continuada, enfincou o calcanhar na lama, rodou sobre ele o pé, riscando com o dedão uma circunferência no chão mole
– outra e mais outra. Três círculos entrelaçados, cujos centros formavam um triângulo equilátero.
Isto era simpatia para fazer estiar. E o menino voltou:
– Pronto, vó.
– O rio já encheu mais? – perguntou ela.
– Chi! tá um mar d’água. Qué vê, espia – e apontou com o dedo para fora do rancho.
A velha foi até a porta e lançou a vista. Para todo lado havia água. Somente para o sul, para a várzea, é que estava mais enxuto, pois o braço do rio aí era pequeno. A velha voltou para dentro arrastando-se pelo chão, feito um cachorro, cadela, aliás: era entrevada. Havia vinte anos apanhara um “ar de estupor” e desde então nunca mais se valera das pernas, que murcharam e se entorceram.  


ÉLIS, Bernardo. Nhola dos Anjos e a cheia do Corumbá. In: SILVA, V. M. T.;
DENÓFRIO, D. F.; TURCHI, M. Z. (orgs). Antologia do conto goiano: volume 1:
dos anos dez aos sessenta. Goiânia: Editora UFG, 2013, p. 99. [Adaptado]. 
No texto, a expressão “– Chi!” refere-se à utilização do recurso da
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Q2300877 Português
– Fio, fais um zoio de boi lá fora pra nóis.
O menino saiu do rancho com um baixeiro na cabeça e, no terreiro, debaixo da chuva miúda e continuada, enfincou o calcanhar na lama, rodou sobre ele o pé, riscando com o dedão uma circunferência no chão mole
– outra e mais outra. Três círculos entrelaçados, cujos centros formavam um triângulo equilátero.
Isto era simpatia para fazer estiar. E o menino voltou:
– Pronto, vó.
– O rio já encheu mais? – perguntou ela.
– Chi! tá um mar d’água. Qué vê, espia – e apontou com o dedo para fora do rancho.
A velha foi até a porta e lançou a vista. Para todo lado havia água. Somente para o sul, para a várzea, é que estava mais enxuto, pois o braço do rio aí era pequeno. A velha voltou para dentro arrastando-se pelo chão, feito um cachorro, cadela, aliás: era entrevada. Havia vinte anos apanhara um “ar de estupor” e desde então nunca mais se valera das pernas, que murcharam e se entorceram.  


ÉLIS, Bernardo. Nhola dos Anjos e a cheia do Corumbá. In: SILVA, V. M. T.;
DENÓFRIO, D. F.; TURCHI, M. Z. (orgs). Antologia do conto goiano: volume 1:
dos anos dez aos sessenta. Goiânia: Editora UFG, 2013, p. 99. [Adaptado]. 
Na frase “A velha voltou para dentro arrastando-se pelo chão, feito um cachorro, cadela, aliás: era entrevada”, há o emprego da
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Q2300876 Português
– Fio, fais um zoio de boi lá fora pra nóis.
O menino saiu do rancho com um baixeiro na cabeça e, no terreiro, debaixo da chuva miúda e continuada, enfincou o calcanhar na lama, rodou sobre ele o pé, riscando com o dedão uma circunferência no chão mole
– outra e mais outra. Três círculos entrelaçados, cujos centros formavam um triângulo equilátero.
Isto era simpatia para fazer estiar. E o menino voltou:
– Pronto, vó.
– O rio já encheu mais? – perguntou ela.
– Chi! tá um mar d’água. Qué vê, espia – e apontou com o dedo para fora do rancho.
A velha foi até a porta e lançou a vista. Para todo lado havia água. Somente para o sul, para a várzea, é que estava mais enxuto, pois o braço do rio aí era pequeno. A velha voltou para dentro arrastando-se pelo chão, feito um cachorro, cadela, aliás: era entrevada. Havia vinte anos apanhara um “ar de estupor” e desde então nunca mais se valera das pernas, que murcharam e se entorceram.  


ÉLIS, Bernardo. Nhola dos Anjos e a cheia do Corumbá. In: SILVA, V. M. T.;
DENÓFRIO, D. F.; TURCHI, M. Z. (orgs). Antologia do conto goiano: volume 1:
dos anos dez aos sessenta. Goiânia: Editora UFG, 2013, p. 99. [Adaptado]. 
No texto, há a recorrência da variação linguística do tipo 
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Q2300875 Português
– Fio, fais um zoio de boi lá fora pra nóis.
O menino saiu do rancho com um baixeiro na cabeça e, no terreiro, debaixo da chuva miúda e continuada, enfincou o calcanhar na lama, rodou sobre ele o pé, riscando com o dedão uma circunferência no chão mole
– outra e mais outra. Três círculos entrelaçados, cujos centros formavam um triângulo equilátero.
Isto era simpatia para fazer estiar. E o menino voltou:
– Pronto, vó.
– O rio já encheu mais? – perguntou ela.
– Chi! tá um mar d’água. Qué vê, espia – e apontou com o dedo para fora do rancho.
A velha foi até a porta e lançou a vista. Para todo lado havia água. Somente para o sul, para a várzea, é que estava mais enxuto, pois o braço do rio aí era pequeno. A velha voltou para dentro arrastando-se pelo chão, feito um cachorro, cadela, aliás: era entrevada. Havia vinte anos apanhara um “ar de estupor” e desde então nunca mais se valera das pernas, que murcharam e se entorceram.  


ÉLIS, Bernardo. Nhola dos Anjos e a cheia do Corumbá. In: SILVA, V. M. T.;
DENÓFRIO, D. F.; TURCHI, M. Z. (orgs). Antologia do conto goiano: volume 1:
dos anos dez aos sessenta. Goiânia: Editora UFG, 2013, p. 99. [Adaptado]. 
No texto, utiliza-se como estratégia de organização discursiva o predomínio do tipo textual 
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Q2298279 Saúde Pública
A anemia por deficiência de ferro é causada pelo desequilíbrio entre a absorção do mineral e as demandas orgânicas dele pelo organismo. Um indivíduo acometido por anemia por deficiência de ferro tem por consequência:
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Q2298278 Saúde Pública
O controle químico com inseticida é uma medida para eliminar ou controlar o Aedes aegypti, o mosquito transmissor de doenças como a dengue e a zika. Conforme as recomendações oficiais, o controle químico do Aedes aegypti:
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Q2298277 Saúde Pública
A hanseníase é uma condição médica que requer cuidados e apoio adequados. Qual das seguintes alternativas apresenta uma orientação adequada para se fornecer a uma pessoa diagnosticada com hanseníase?
Alternativas
Q2298276 Saúde Pública
Os sintomas, em geral, começam entre 10 e 21 dias após o contágio da doença. Os principais sinais e sintomas da doença são:

• manchas vermelhas e bolhas no corpo; • mal estar; • cansaço; • dor de cabeça; • perda de apetite; • febre baixa.

As bolhas surgem inicialmente na face, no tronco ou no couro cabeludo, se espalham e se transformam em pequenas vesículas cheias de um líquido claro. Em poucos dias, o líquido escurece e as bolhas começam a secar e cicatrizam. Esse processo causa muita coceira, que pode infeccionar as lesões devido a bactérias das unhas ou de objetos utilizados para coçar.
As descrições acima fazem referência à:
Alternativas
Respostas
2541: B
2542: C
2543: A
2544: C
2545: D
2546: A
2547: B
2548: C
2549: D
2550: A
2551: B
2552: C
2553: A
2554: D
2555: B
2556: C
2557: D
2558: C
2559: A
2560: B