Questões de Concurso
Para auxiliar de educação
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Observe o gráfico a seguir.

Comparando os gráficos, conclui-se que os dados sobre a população carcerária no Brasil indicam o seguinte problema:
Leia o texto a seguir.
A Câmara dos Deputados aprovou o projeto de lei que flexibiliza o controle e a aprovação de agrotóxicos no Brasil. O projeto de lei quer mudar o nome dos agrotóxicos para “defensivos agrícolas” e “produtos fitossanitários”, vai liberar licenças temporárias, e, também, prevê que a análise dos produtos proíba apenas as substâncias que apresentem “risco inaceitável”. Mas existem riscos aceitáveis quando se fala em saúde pública e proteção ao meio ambiente?
Disponível em: <https://g1.globo.com/meio-ambiente/noticia/2022/02/09/alvo-de-ambientalistas-pl-do-veneno-ja-foi-criticado-por-fiocruz-abrasco-anvisa-e-outros-orgaos.ghtml>. Acesso em: 23 mar. 2022. (Adaptado)
A flexibilização mencionada no texto demonstra:
Observe a imagem a seguir.

Na imagem, a crítica ao trabalho por aplicativos se refere
No processo de construção descrito, depois de atingir a etapa 9, quantas cartas devem ser acrescentadas a ela para formar a pirâmide da etapa 10?
Considere um isótopo radiativo cuja massa inicial, m0 , seja igual a 450 g. Nessas condições, o tempo necessário, em horas, para que essa massa se reduza a 20% da massa inicial é, aproximadamente:
Use: log2=0,3 e log 5=0,69
Um cliente que tenha pedido dois pedaços da torta 1, um pedaço da torta 2 e dois pedaços da torta 3, adquiriu qual fração de uma torta?
O gráfico a seguir apresenta a capacidade de absorção de água, em porcentagem, de oito amostras de certo produto químico.

A mediana dos dados apresentados é, aproximadamente, de:

Um passo além
Formada em relações internacionais pela ESPM, a paulistana Luiza Laloni trabalhava em uma consultoria quando decidiu largar tudo para entender o que queria fazer de verdade. Já que ia começar um plano do zero, aproveitou para realizar um sonho antigo: estudar música. Aos 25 anos, desembarcou em Madri. “Queria ampliar minha visão de mundo”, lembra.
Dois meses depois de chegar, saiu à noite com alguns amigos e acabou conhecendo Ramon Bernat, presidente da Specialisterne, iniciativa que contribui para a inserção de pessoas com autismo no mercado de trabalho. Aquele encontro seria o ponto-chave para seu tão sonhado processo de autoconhecimento. Luiza já não estava tão satisfeita com a música e, quando começou a ouvir Ramon falar, seus olhos brilharam.
O empresário abriu seu negócio por conta de seu filho autista e, com a Specialisterne, conheceu empresas que trabalham com a neurodiversidade – o conceito se refere a pessoas que possuem algum tipo de deficiência intelectual, como autismo, esquizofrenia, síndrome de Asperger e dislexia. Naquela noite, ele falou sobre uma agência de design de um amigo em Barcelona, La Casa de Carlota & Friends, que tinha funcionários com essas condições. Luiza foi se encantando por aquele universo.
“Já no nosso primeiro papo, eu me desinteressei totalmente pela música. Queria aprender algo novo, como design, ainda mais em uma agência neurodiversa”, lembra-se.
Vendo o entusiasmo da jovem, Ramon a chamou para conhecer a empresa do colega. “Queria descobrir o quanto era verdadeiro aquele discurso, como era trabalhar com aquelas pessoas, que, até então, para mim, eram tão diferentes, e como isso iria impactar meu trabalho”, diz Luiza, hoje com 27 anos.
O termo “neurodiversidade” foi criado por Judy Singer, socióloga australiana que tem síndrome de Asperger. A pesquisadora defende que esses estados não são anormalidades, mas, sim, condições que devem ser consideradas. No entanto, por vivermos em uma sociedade neurotípica – em que o “normal” é quem não tem nenhuma limitação intelectual –, criamos padrões comportamentais que não deixam que esses indivíduos tenham oportunidades.
Aquele encontro entre Luiza e Ramon deu tão certo que ela foi contratada pela Casa de Carlota. Mudou de cidade e, no novo trabalho, conheceu o Barcelona Outsider Art Lab (Beau), projeto da agência que cataloga 1,5 mil obras de artes feitas pelos funcionários e as exibe ao público. O objetivo é mostrar o poder transformador da arte e da tecnologia como ferramentas para melhorar a vida dessas pessoas. “Achei incrível e comecei a pensar em trazer isso para o Brasil”, conta.
Foram seis meses para que Luiza conseguisse negociar esse sonho, realizado em agosto do ano passado, quando foi aberta a filial da agência em São Paulo – além de Brasil e Espanha, a agência está em outros dois países. Hoje, Luiza é diretora de operações da Casa de Carlota paulistana, que conta com oito funcionários – há seis designers e um artista plástico com condições como síndrome de Down e autismo, além de uma arquiteta.
“Pensando que não temos nenhum funcionário negro, e eles são maioria no Brasil, o próximo passo é essa contratação”, diz ela. “Busco, claro, negros neurodiversos, mas a diversidade racial e de gênero é uma ponta para que as pessoas comecem a enxergar outros tipos de diversidade ainda pouco observadas por gestores no mundo todo.”
“Hoje, quando saio na rua, penso: ‘Por que não tem alguém com síndrome de Down trabalhando nessa função?’”
ABREU, Amanda. Revista da GOL. São Paulo: Trip propaganda e publi cidade, n. 2016, 2020, p. 88-94. (adaptado)
Um passo além
Formada em relações internacionais pela ESPM, a paulistana Luiza Laloni trabalhava em uma consultoria quando decidiu largar tudo para entender o que queria fazer de verdade. Já que ia começar um plano do zero, aproveitou para realizar um sonho antigo: estudar música. Aos 25 anos, desembarcou em Madri. “Queria ampliar minha visão de mundo”, lembra.
Dois meses depois de chegar, saiu à noite com alguns amigos e acabou conhecendo Ramon Bernat, presidente da Specialisterne, iniciativa que contribui para a inserção de pessoas com autismo no mercado de trabalho. Aquele encontro seria o ponto-chave para seu tão sonhado processo de autoconhecimento. Luiza já não estava tão satisfeita com a música e, quando começou a ouvir Ramon falar, seus olhos brilharam.
O empresário abriu seu negócio por conta de seu filho autista e, com a Specialisterne, conheceu empresas que trabalham com a neurodiversidade – o conceito se refere a pessoas que possuem algum tipo de deficiência intelectual, como autismo, esquizofrenia, síndrome de Asperger e dislexia. Naquela noite, ele falou sobre uma agência de design de um amigo em Barcelona, La Casa de Carlota & Friends, que tinha funcionários com essas condições. Luiza foi se encantando por aquele universo.
“Já no nosso primeiro papo, eu me desinteressei totalmente pela música. Queria aprender algo novo, como design, ainda mais em uma agência neurodiversa”, lembra-se.
Vendo o entusiasmo da jovem, Ramon a chamou para conhecer a empresa do colega. “Queria descobrir o quanto era verdadeiro aquele discurso, como era trabalhar com aquelas pessoas, que, até então, para mim, eram tão diferentes, e como isso iria impactar meu trabalho”, diz Luiza, hoje com 27 anos.
O termo “neurodiversidade” foi criado por Judy Singer, socióloga australiana que tem síndrome de Asperger. A pesquisadora defende que esses estados não são anormalidades, mas, sim, condições que devem ser consideradas. No entanto, por vivermos em uma sociedade neurotípica – em que o “normal” é quem não tem nenhuma limitação intelectual –, criamos padrões comportamentais que não deixam que esses indivíduos tenham oportunidades.
Aquele encontro entre Luiza e Ramon deu tão certo que ela foi contratada pela Casa de Carlota. Mudou de cidade e, no novo trabalho, conheceu o Barcelona Outsider Art Lab (Beau), projeto da agência que cataloga 1,5 mil obras de artes feitas pelos funcionários e as exibe ao público. O objetivo é mostrar o poder transformador da arte e da tecnologia como ferramentas para melhorar a vida dessas pessoas. “Achei incrível e comecei a pensar em trazer isso para o Brasil”, conta.
Foram seis meses para que Luiza conseguisse negociar esse sonho, realizado em agosto do ano passado, quando foi aberta a filial da agência em São Paulo – além de Brasil e Espanha, a agência está em outros dois países. Hoje, Luiza é diretora de operações da Casa de Carlota paulistana, que conta com oito funcionários – há seis designers e um artista plástico com condições como síndrome de Down e autismo, além de uma arquiteta.
“Pensando que não temos nenhum funcionário negro, e eles são maioria no Brasil, o próximo passo é essa contratação”, diz ela. “Busco, claro, negros neurodiversos, mas a diversidade racial e de gênero é uma ponta para que as pessoas comecem a enxergar outros tipos de diversidade ainda pouco observadas por gestores no mundo todo.”
“Hoje, quando saio na rua, penso: ‘Por que não tem alguém com síndrome de Down trabalhando nessa função?’”
ABREU, Amanda. Revista da GOL. São Paulo: Trip propaganda e publi cidade, n. 2016, 2020, p. 88-94. (adaptado)
Os estudos sobre ludicidade revelam que as brincadeiras e os jogos não são apenas passatempos ou atividades sem propósitos, como o imaginário popular acredita. Pode-se dizer que até o jogo apresenta significados distintos, uma vez que pode significar desde os movimentos simples que a criança realiza nos primeiros anos de vida, agitando objetos que estão ao seu alcance, até atividades complexas, como certos jogos tradicionais e/ou desporto institucionalizado. Considerando que apesar de sua complexidade e diversidade, o jogo possui características fundamentais que ajudam a conceituá-lo melhor, analise as afirmativas a seguir.
I. É uma atividade livre, espontânea, eleita pelo jogador.
II. Refere-se a uma fuga da vida real para um espaço de orientação própria.
III. Há a presença de regras, que ajudarão a diferenciar um jogo do outro e que definem a estrutura da atividade.
Está correto o que se afirma em
Com passar dos anos, estudos comprovaram que a brincadeira e o jogo podem ajudar o processo de aprendizagem da criança, vindo a se fortalecer de geração para geração em diferentes sociedades, culturas e linguagens. A ação lúdica, proposta pelo jogo, pelo brinquedo e pela brincadeira é, por excelência, um dos recursos pedagógicos que possibilita o desenvolvimento integral da criança na creche e na pré-escola. Isto acontece porque:
I. Além de estimular diferentes áreas de desenvolvimento, pode ser utilizada como recurso pedagógico para o desenvolvimento de habilidades ligadas à aprendizagem de diferentes áreas do conhecimento.
II. O pressuposto é de que uma prática pedagógica lúdica proporcione alegria aos alunos durante o processo de aprendizagem.
III. Ocorre um processo dialético de levar o lúdico a sério, proporcionando o aprender pelo jogo; logo, aprender brincando.
IV. O uso de jogos e brincadeiras como recurso pedagógico possibilita a significação de conceitos para as crianças, por ser um dos únicos recursos que trabalha com diferentes tipos de linguagem ao mesmo tempo.
Está correto o que se afirma em
Com o avanço da compreensão do que seja a infância, de como o aprendiz se desenvolve, nas últimas décadas há uma dedicação à necessidade de atribuir à educação infantil uma função pedagógica. Assumir essa função significa dirigir um novo olhar sobre o aprendiz e sobre essa fase da vida. Nessa modalidade de educação, o educar significa propiciar situações de cuidados, brincadeiras e aprendizagens orientadas de forma integrada, para que possam contribuir para o desenvolvimento das capacidades infantis de relação interpessoal, de ser e estar com os outros, em uma atitude básica de aceitação, respeito e confiança, favorecendo, assim, o acesso do aprendiz aos conhecimentos mais amplos da realidade social e cultural. Nesse processo, a educação infantil deve auxiliar o desenvolvimento das capacidades de apropriação do conhecimento das potencialidades corporais, afetivas, emocionais, estéticas e éticas, na perspectiva de contribuir para a formação de aprendizes felizes e saudáveis. Em relação ao cuidar ou cuidados da criança na educação infantil, analise as afirmativas a seguir.
I. O cuidar inclui todas as atividades ligadas à proteção e ao apoio necessário ao cotidiano de qualquer criança: alimentar, lavar, proteger, consolar; enfim, cuidar, sendo que tais atividades acontecem em momentos diferentes do que chamamos educar.
II. Cuidado é um processo, um modo de se relacionar com alguém que envolve desenvolvimento e cresce em confiança mútua, provocando uma profunda e qualitativa transformação no relacionamento.
III. O cuidar deve ser parte integrante do contexto educativo, pois requer a integração de vários campos de conhecimento, ou seja: educando se cuida e cuidando se educa.
IV. O cuidado é um ato em relação ao outro e a si próprio, possuindo uma dimensão expressiva e implicando procedimentos específicos.
Está correto o que se afirma apenas em