Questões de Concurso
Para microscopista
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A palavra “aonde” é formada pela união da preposição “a” e do advérbio, ou pronome relativo “onde”.
Portanto, só usamos esse termo quando ele vem acompanhado de outro termo que exija a preposição “a”. Expõe noção de movimento, não apresenta ideia de permanência, mas de movimento, transporte.
“Onde” é um advérbio de lugar e também pode exercer a função de pronome relativo (quando se refere a um lugar mencionado anteriormente na frase). Possui noção de lugar, mas sempre no sentido estático, permanente, isto é, sem movimento.
Sobre o uso de onde e aonde, assinale a alternativa indevida.
Sobre pontuação, relacione a Coluna I com a Coluna II e assinale a alternativa correta.
Coluna I.
A- Ponto.
B- Vírgula.
C- Ponto e vírgula.
D- Parênteses.
Coluna II.
1- É o sinal de pontuação que indica pequena pausa na leitura, o que equivale a uma pequena, ou grande mudança na entonação.
2- Para separar qualquer indicação que se julga conveniente, de ordem explicativa, ou não.
3- Usa-se para separar orações coordenadas longas ou curtas, num trecho longo.
4- É um dos sinais que marcam fim de período e o que assinala a pausa de máxima duração.
Quanto ao correto uso de crase, marque (V) verdadeiro ou (F) falso e assinale a alternativa correta.
( ) Antes do pronome possessivo é facultativo o uso do artigo; sendo assim, facultativo também será o uso do acento grave no a , que se antepõe a esse tipo de pronome. Exemplo: Refiro-me a/à sua colega e não a/à minha.
( ) Pronomes possessivos antecedidos de nomes de parentesco rejeitam o uso do artigo; sendo assim, não se usa o acento grave no a que a eles se antepõe. Exemplo: Refiro-me a sua mãe e não a minha.
( ) Só acentuamos o a antes de nomes de pessoas quando se tratar de indivíduo que faça parte do nosso círculo de amizades, indivíduos aos quais damos tratamento íntimo. Exemplo: Refiro-me à Mariana e não à Alice.
( ) Quando se tratar de pessoas com as quais não temos nenhuma intimidade, o acento não tem razão de ser, já que não usamos artigo antes de nomes de pessoas desconhecidas, ou não amigas. Suponhamos, então, que haja alguém de nome Amanda, ou de nome Aurora, com as quais não mantemos nenhum relacionamento íntimo, ou amigo. Grafaremos, então: Faço referência a Amanda e não a Aurora.
Referindo-se a orações subordinadas, marque (V) verdadeiro ou (F) falso e assinale a alternativa correta.
( ) Não fui à aula porque estava doente. (Subordinada adverbial causal).
( ) Embora chova, vou à praia. (Subordinada adverbial concessiva).
( ) Se chover, não irei à praia. (Subordinada adverbial condicional).
( ) Cada um colhe conforme semeia. (Subordinada adverbial conformativa).
( ) Falei tanto, que fiquei rouco. (Subordinada adverbial consecutiva).
Leia o texto para responder à próxima questão.
“A gente pode morar numa casa mais ou menos, numa rua mais ou menos, numa cidade mais ou menos, e até ter um governo mais ou menos.
A gente pode dormir numa cama mais ou menos, comer um feijão mais ou menos, ter um transporte mais ou menos, e até ser obrigado a acreditar mais ou menos no futuro.
A gente pode olhar em volta e sentir que tudo está mais ou menos...
Tudo bem!
O que a gente não pode mesmo, nunca, de jeito nenhum...
é amar mais ou menos, sonhar mais ou menos, ser amigo mais ou menos, namorar mais ou menos, ter fé mais ou menos, e acreditar mais ou menos.
Senão a gente corre o risco de se tornar uma pessoa mais ou menos”.
(Chico Xavier).
Leia o texto para responder à próxima questão.
“A gente pode morar numa casa mais ou menos, numa rua mais ou menos, numa cidade mais ou menos, e até ter um governo mais ou menos.
A gente pode dormir numa cama mais ou menos, comer um feijão mais ou menos, ter um transporte mais ou menos, e até ser obrigado a acreditar mais ou menos no futuro.
A gente pode olhar em volta e sentir que tudo está mais ou menos...
Tudo bem!
O que a gente não pode mesmo, nunca, de jeito nenhum...
é amar mais ou menos, sonhar mais ou menos, ser amigo mais ou menos, namorar mais ou menos, ter fé mais ou menos, e acreditar mais ou menos.
Senão a gente corre o risco de se tornar uma pessoa mais ou menos”.
(Chico Xavier).
Segundo os princípios de biossegurança estabelecidos pelo Ministério da Saúde, esse laboratório se enquadra: