Questões de Concurso
Para analista - engenharia elétrica
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O circuito abaixo apresenta a associação de cinco resistores, todos com o mesmo valor R. A corrente i4, que passa pelo resistor R4, possui valor I.

A tensão entre os pontos A e B apresenta o valor:
Para o circuito apresentado abaixo têm-se os seguintes valores: E1 = 10 V, E2 = 6 V, R1 = 100 Ω, R2 = 60 Ω e a resistência de carga RL = 1 kΩ.

A tensão equivalente de Thévenin e a resistência equivalente de Thévenin para esse circuito em relação aos pontos A e B são,
respectivamente:
Analise o circuito abaixo, sabendo-se que I1 = 30 mA, E2 = 200 V, R1 = 8 kΩ, R2 = 2 kΩ e a resistência de carga RL = 1 kΩ.

A corrente equivalente de Norton e a resistência equivalente de Norton para esse circuito em relação aos pontos A e B são,
respectivamente:
Analise o circuito a seguir, sabendo-se que EA = 5 V e EB = 10 V.

Por meio de um voltímetro obtiveram-se os valores de algumas tensões: V2 = 4 V e V3 = 2,5 V. Apresenta uma afirmação correta
sobre o circuito:
Considere a afirmação:
Ontem trovejou e não choveu.
Uma afirmação que corresponde à negação lógica desta afirmação é
Sem privacidade
Ainda é possível ter privacidade em meio a celulares, redes sociais e dispositivos outros das mais variadas conexões? Os mais velhos devem se lembrar do tempo em que era feio “ouvir conversa alheia”. Hoje é impossível transitar por qualquer espaço público sem recolher informações pessoais de todo mundo. Viajando de ônibus, por exemplo, acompanham-se em conversas ao celular brigas de casal, reclamações trabalhistas, queixas de pais a filhos e vice-versa, declarações românticas, acordo de negócios, informações técnicas, transmissão de dados e um sem-número de situações de que se é testemunha compulsória. Em clara e alta voz, lances da vida alheia se expõem aos nossos ouvidos, desfazendo-se por completo a fronteira que outrora distinguia entre a intimidade e a mais aberta exposição.
Nas redes sociais, emoções destemperadas convivem com confissões perturbadoras, o humor de mau gosto disputa espaço com falácias políticas – tudo deixando ver que agora o sujeito só pode existir na medida em que proclama para o mundo inteiro seu gosto, sua opinião, seu juízo, sua reação emotiva. É como se todos se obrigassem a deixar bem claro para o resto da humanidade o sentido de sua existência, seu propósito no mundo. A discrição, a fala contida, o recolhimento íntimo parecem fazer parte de uma civilização extinta, de quando fazia sentido proteger os limites da própria individualidade.
Em meio a tais processos da irrestrita divulgação da personalidade, as reticências, a reflexão silenciosa e o olhar contemplativo surgem como sintomas problemáticos de alienação. Impõe-se um tipo de coletivismo no qual todos se obrigam a se falar, na esperança de que sejam ouvidos por todos. Nesse imenso ruído social, a reclamação por privacidade é recebida como o mais condenável egoísmo. Pretender identificar-se como um sujeito singular passou a soar como uma provocação escandalosa, em tempos de celebração do paradigma público da informação.
(Jeremias Tancredo Paz, inédito)