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Q2565184 Matemática
Um mecânico conserta seis carros em três dias. Com a chegada do verão, a demanda aumentou em 50%. Quantas pessoas ele deverá contratar para ajudá-lo a entregar a nova demanda, em apenas um dia e meio de trabalho?
Alternativas
Q2565183 Matemática
Luciana está juntando dinheiro para comprar um produto que custa R$ 3.200,00. Sabe-se que até o momento ela juntou R$ 2.400,00. Sendo assim, assinalar a alternativa que apresenta a porcentagem correspondente ao valor que falta para atingir o valor desejado:
Alternativas
Q2565182 Português
Com base nas regras de regência do verbo ‘assistir’, analisar os itens.

I. A Paulo, na Pós-graduação, o orientador assistia-lhe sempre.
II. Aos alunos, não lhes assiste dar aulas no lugar do professor.
III. À novela da tarde, assistia-lhe quando tinha tempo.

Está CORRETO o que se afirma:
Alternativas
Q2565181 Português
Em “A família entregou a casa ao proprietário semana passada”, o verbo que exige o mesmo tipo de complemento que o sublinhado está na alternativa:
Alternativas
Q2565180 Português
Tendo em vista as normas de ortografia, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

( ) Para conseguirmos o que queremos, é preciso reinvindicar aos políticos.
( ) Na antiga Roma, no Coliseu, os lutadores digladiavam na arena.
( ) A criança ficou entretida com os brinquedos que ganhou da mãe. 
Alternativas
Q2565179 Português
Semanticamente, o adjetivo pode indicar qualidade, característica, relação ou estado. Nas alternativas, assinalar a que apresenta um adjetivo com propriedade diferente dos demais
Alternativas
Q2565178 Português
Analisar as palavras sublinhadas nas afirmativas a seguir:

I. “O mentiroso deve ter boa memória.” (Quintiliano)
II. “Se todos te chamam asno, começa a zurrar.” (Talmude)
III. “A mosca é o termômetro da higiene.” (Sofocleto)

Conforme o contexto em que estão inseridas as palavras sublinhadas, podemos dizer que estão, respectivamente, nos sentidos:
Alternativas
Q2565177 Português
A metonímia é uma figura de linguagem que consiste na substituição de uma palavra por outra. Nesse prisma, assinalar a alternativa cuja sentença foi elaborada a partir de uma linguagem metonímica. 
Alternativas
Q2565176 Português
Fluoretação da Água


     A díade água-saúde é reconhecida pela humanidade desde tempos imemoriais, seja por representar risco seja por se associar à proteção da vida. Há aproximadamente um século, conhecimentos científicos vincularam os fluoretos, presentes em águas, ao risco do que atualmente identificamos como “fluorose dentária”, uma anomalia de formação do esmalte dentário derivada da exposição prolongada ao halogênio, mas, também, à prevenção da cárie dentária, quando os teores de fluoretos se situam em patamares compatíveis com a produção desse benefício.

     Na comunidade científica não há dúvida quanto à segurança dessa exposição para a saúde humana, o que faz da fluoretação da água de abastecimento público uma tecnologia de saúde pública amplamente utilizada em vários países, como: Austrália, Brasil, Canadá, Estados Unidos, dentre outros. Toda a água tem alguma quantidade de fluoreto e a tecnologia consiste no ajuste da sua concentração para valores em torno de 0,7mg por litro.

    No Brasil, em 1974 tornou-se obrigatório o uso dessa tecnologia preventiva em todas as estações de tratamento de água. A política pública é considerada uma das estratégias responsáveis por significativo declínio da experiência de cárie na população infantil e adolescente brasileira, projetando um distinto padrão de saúde bucal para as próximas gerações.

    Muito já se escreveu sobre o tema, que deveria estar relativamente “pacificado” em meio às evidências científicas do campo sanitário na contemporaneidade, no entanto, a controvérsia acerca da fluoretação da água continua viva em vários países — com cobertura na literatura científica, na mídia impressa e internet.

  Um estudo pesquisou nos EUA o tráfego mensal de comunicação virtual em sítios eletrônicos, cujo escopo era discutir fluoretação. O período considerado foi entre junho de 2011 e maio de 2012. Facebook, Twitter, YouTube foram monitorados e a atividade “fluoretação” foi categorizada em função dos dois grupos antagônicos de internautas: “pró” ou “anti”. Os tweets do Twitter foram ainda subcategorizados conforme os principais argumentos (tags) usados pelos ativistas. Como resultado, descobriu-se que a atividade “anti” gerou um tráfego informacional que excedeu largamente a atividade “pró”. Os números comparados mostram uma diferença de cinco a 60 vezes, dependendo da mídia analisada.

   “Veneno”, “câncer” e “inútil” foram as três principais especulações usadas contra a fluoretação, destituídas de substancial fundamentação científica. Geralmente, são mensagens com estratégias persuasivas que são intelectualmente problemáticas, fazendo uso de embustes verbais e sofismas lógicos catalogados na literatura filosófica e sociológica: falácia do espantalho, falsa dicotomia e maniqueísmo, “duplipensar”, falácia da omissão, redução ao absurdo, redução ad hominem, distorção de fatos, omissão de fontes, mitos insistidos, teoria da conspiração e paranoia social.

    Surpreendentemente, a “fluorose”, que poderia ser o argumento mais comentado, inclusive por se tratar de um tema extensivamente pesquisado pelo grupo “pró”, não apareceu entre os três primeiros, embora haja farto material científico (incluindo revisões sistemáticas) que poderia informar o debate em nível mais elevado.


Faculdade de Saúde Pública Universidade de São Paulo.
Adaptado.
Em: “No entanto, a controvérsia acerca da fluoretação da água continua viva em vários países [...]”, poderíamos, sem prejuízo de sentido, substituir a conjunção sublinhada por:
Alternativas
Q2565175 Português
Fluoretação da Água


     A díade água-saúde é reconhecida pela humanidade desde tempos imemoriais, seja por representar risco seja por se associar à proteção da vida. Há aproximadamente um século, conhecimentos científicos vincularam os fluoretos, presentes em águas, ao risco do que atualmente identificamos como “fluorose dentária”, uma anomalia de formação do esmalte dentário derivada da exposição prolongada ao halogênio, mas, também, à prevenção da cárie dentária, quando os teores de fluoretos se situam em patamares compatíveis com a produção desse benefício.

     Na comunidade científica não há dúvida quanto à segurança dessa exposição para a saúde humana, o que faz da fluoretação da água de abastecimento público uma tecnologia de saúde pública amplamente utilizada em vários países, como: Austrália, Brasil, Canadá, Estados Unidos, dentre outros. Toda a água tem alguma quantidade de fluoreto e a tecnologia consiste no ajuste da sua concentração para valores em torno de 0,7mg por litro.

    No Brasil, em 1974 tornou-se obrigatório o uso dessa tecnologia preventiva em todas as estações de tratamento de água. A política pública é considerada uma das estratégias responsáveis por significativo declínio da experiência de cárie na população infantil e adolescente brasileira, projetando um distinto padrão de saúde bucal para as próximas gerações.

    Muito já se escreveu sobre o tema, que deveria estar relativamente “pacificado” em meio às evidências científicas do campo sanitário na contemporaneidade, no entanto, a controvérsia acerca da fluoretação da água continua viva em vários países — com cobertura na literatura científica, na mídia impressa e internet.

  Um estudo pesquisou nos EUA o tráfego mensal de comunicação virtual em sítios eletrônicos, cujo escopo era discutir fluoretação. O período considerado foi entre junho de 2011 e maio de 2012. Facebook, Twitter, YouTube foram monitorados e a atividade “fluoretação” foi categorizada em função dos dois grupos antagônicos de internautas: “pró” ou “anti”. Os tweets do Twitter foram ainda subcategorizados conforme os principais argumentos (tags) usados pelos ativistas. Como resultado, descobriu-se que a atividade “anti” gerou um tráfego informacional que excedeu largamente a atividade “pró”. Os números comparados mostram uma diferença de cinco a 60 vezes, dependendo da mídia analisada.

   “Veneno”, “câncer” e “inútil” foram as três principais especulações usadas contra a fluoretação, destituídas de substancial fundamentação científica. Geralmente, são mensagens com estratégias persuasivas que são intelectualmente problemáticas, fazendo uso de embustes verbais e sofismas lógicos catalogados na literatura filosófica e sociológica: falácia do espantalho, falsa dicotomia e maniqueísmo, “duplipensar”, falácia da omissão, redução ao absurdo, redução ad hominem, distorção de fatos, omissão de fontes, mitos insistidos, teoria da conspiração e paranoia social.

    Surpreendentemente, a “fluorose”, que poderia ser o argumento mais comentado, inclusive por se tratar de um tema extensivamente pesquisado pelo grupo “pró”, não apareceu entre os três primeiros, embora haja farto material científico (incluindo revisões sistemáticas) que poderia informar o debate em nível mais elevado.


Faculdade de Saúde Pública Universidade de São Paulo.
Adaptado.
Em: “Geralmente, são mensagens com estratégias persuasivas que são intelectualmente problemáticas [...]” (6º parágrafo), o pronome relativo sublinhado tem como referente: 
Alternativas
Q2565174 Português
Fluoretação da Água


     A díade água-saúde é reconhecida pela humanidade desde tempos imemoriais, seja por representar risco seja por se associar à proteção da vida. Há aproximadamente um século, conhecimentos científicos vincularam os fluoretos, presentes em águas, ao risco do que atualmente identificamos como “fluorose dentária”, uma anomalia de formação do esmalte dentário derivada da exposição prolongada ao halogênio, mas, também, à prevenção da cárie dentária, quando os teores de fluoretos se situam em patamares compatíveis com a produção desse benefício.

     Na comunidade científica não há dúvida quanto à segurança dessa exposição para a saúde humana, o que faz da fluoretação da água de abastecimento público uma tecnologia de saúde pública amplamente utilizada em vários países, como: Austrália, Brasil, Canadá, Estados Unidos, dentre outros. Toda a água tem alguma quantidade de fluoreto e a tecnologia consiste no ajuste da sua concentração para valores em torno de 0,7mg por litro.

    No Brasil, em 1974 tornou-se obrigatório o uso dessa tecnologia preventiva em todas as estações de tratamento de água. A política pública é considerada uma das estratégias responsáveis por significativo declínio da experiência de cárie na população infantil e adolescente brasileira, projetando um distinto padrão de saúde bucal para as próximas gerações.

    Muito já se escreveu sobre o tema, que deveria estar relativamente “pacificado” em meio às evidências científicas do campo sanitário na contemporaneidade, no entanto, a controvérsia acerca da fluoretação da água continua viva em vários países — com cobertura na literatura científica, na mídia impressa e internet.

  Um estudo pesquisou nos EUA o tráfego mensal de comunicação virtual em sítios eletrônicos, cujo escopo era discutir fluoretação. O período considerado foi entre junho de 2011 e maio de 2012. Facebook, Twitter, YouTube foram monitorados e a atividade “fluoretação” foi categorizada em função dos dois grupos antagônicos de internautas: “pró” ou “anti”. Os tweets do Twitter foram ainda subcategorizados conforme os principais argumentos (tags) usados pelos ativistas. Como resultado, descobriu-se que a atividade “anti” gerou um tráfego informacional que excedeu largamente a atividade “pró”. Os números comparados mostram uma diferença de cinco a 60 vezes, dependendo da mídia analisada.

   “Veneno”, “câncer” e “inútil” foram as três principais especulações usadas contra a fluoretação, destituídas de substancial fundamentação científica. Geralmente, são mensagens com estratégias persuasivas que são intelectualmente problemáticas, fazendo uso de embustes verbais e sofismas lógicos catalogados na literatura filosófica e sociológica: falácia do espantalho, falsa dicotomia e maniqueísmo, “duplipensar”, falácia da omissão, redução ao absurdo, redução ad hominem, distorção de fatos, omissão de fontes, mitos insistidos, teoria da conspiração e paranoia social.

    Surpreendentemente, a “fluorose”, que poderia ser o argumento mais comentado, inclusive por se tratar de um tema extensivamente pesquisado pelo grupo “pró”, não apareceu entre os três primeiros, embora haja farto material científico (incluindo revisões sistemáticas) que poderia informar o debate em nível mais elevado.


Faculdade de Saúde Pública Universidade de São Paulo.
Adaptado.
No trecho: “[...] uma tecnologia de saúde pública amplamente utilizada em vários países, como: Austrália, Brasil, Canadá, Estados Unidos, dentre outros.” (2º parágrafo), as vírgulas foram empregadas para:
Alternativas
Q2565173 Português
Fluoretação da Água


     A díade água-saúde é reconhecida pela humanidade desde tempos imemoriais, seja por representar risco seja por se associar à proteção da vida. Há aproximadamente um século, conhecimentos científicos vincularam os fluoretos, presentes em águas, ao risco do que atualmente identificamos como “fluorose dentária”, uma anomalia de formação do esmalte dentário derivada da exposição prolongada ao halogênio, mas, também, à prevenção da cárie dentária, quando os teores de fluoretos se situam em patamares compatíveis com a produção desse benefício.

     Na comunidade científica não há dúvida quanto à segurança dessa exposição para a saúde humana, o que faz da fluoretação da água de abastecimento público uma tecnologia de saúde pública amplamente utilizada em vários países, como: Austrália, Brasil, Canadá, Estados Unidos, dentre outros. Toda a água tem alguma quantidade de fluoreto e a tecnologia consiste no ajuste da sua concentração para valores em torno de 0,7mg por litro.

    No Brasil, em 1974 tornou-se obrigatório o uso dessa tecnologia preventiva em todas as estações de tratamento de água. A política pública é considerada uma das estratégias responsáveis por significativo declínio da experiência de cárie na população infantil e adolescente brasileira, projetando um distinto padrão de saúde bucal para as próximas gerações.

    Muito já se escreveu sobre o tema, que deveria estar relativamente “pacificado” em meio às evidências científicas do campo sanitário na contemporaneidade, no entanto, a controvérsia acerca da fluoretação da água continua viva em vários países — com cobertura na literatura científica, na mídia impressa e internet.

  Um estudo pesquisou nos EUA o tráfego mensal de comunicação virtual em sítios eletrônicos, cujo escopo era discutir fluoretação. O período considerado foi entre junho de 2011 e maio de 2012. Facebook, Twitter, YouTube foram monitorados e a atividade “fluoretação” foi categorizada em função dos dois grupos antagônicos de internautas: “pró” ou “anti”. Os tweets do Twitter foram ainda subcategorizados conforme os principais argumentos (tags) usados pelos ativistas. Como resultado, descobriu-se que a atividade “anti” gerou um tráfego informacional que excedeu largamente a atividade “pró”. Os números comparados mostram uma diferença de cinco a 60 vezes, dependendo da mídia analisada.

   “Veneno”, “câncer” e “inútil” foram as três principais especulações usadas contra a fluoretação, destituídas de substancial fundamentação científica. Geralmente, são mensagens com estratégias persuasivas que são intelectualmente problemáticas, fazendo uso de embustes verbais e sofismas lógicos catalogados na literatura filosófica e sociológica: falácia do espantalho, falsa dicotomia e maniqueísmo, “duplipensar”, falácia da omissão, redução ao absurdo, redução ad hominem, distorção de fatos, omissão de fontes, mitos insistidos, teoria da conspiração e paranoia social.

    Surpreendentemente, a “fluorose”, que poderia ser o argumento mais comentado, inclusive por se tratar de um tema extensivamente pesquisado pelo grupo “pró”, não apareceu entre os três primeiros, embora haja farto material científico (incluindo revisões sistemáticas) que poderia informar o debate em nível mais elevado.


Faculdade de Saúde Pública Universidade de São Paulo.
Adaptado.
Sobre os aspectos gerais do texto, assinalar a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q2556012 Nutrição
Nos ternos da Lei n0 8.080, de 1990, podemos citar como objetivo do Sistema Único de Saúde (SUS):
Alternativas
Q2556011 Nutrição
Paciente MSC, 34 anos, feminino, 113kg, relata fazer uso de captropril 50mg/dia para tratamento de hipertensão arterial e que na gestação teve diabetes gestacional. Começou o ganho de peso na adolescência (aos 12 anos teve o maior pico – 32kg em 1 ano), já fez uso de medicamentos para emagrecimento sem prescrição médica, mas não teve êxito. Na família apresenta antecedentes de obesidade. Altura: 1,68m. Foi submetida a uma gastroplastia com alta hospitalar no segundo dia de pós-operatório com orientações para seguir dieta em casa. Qual a conduta dietética para MSC nessa primeira etapa? 
Alternativas
Q2556010 Nutrição
Deficiências de retinol podem ser induzidas pela realização de dieta para tratamento de: 
Alternativas
Q2556009 Nutrição
Paciente J.P.C, 60 anos, sexo masculino, internado para tratamento clinico por fratura de rádio após queda da própria altura durante crise convulsiva. Apresenta-se desidratado. Paciente relatou que há trinta dias evolui com alteração na pressão arterial e arritmia sem relação com esforço. Nos últimos dias, diminuiu sua ingestão alimentar por falta de apetite, dores abdominais pós-prandial, náuseas, vômitos e fezes liquidas. Com a sintomatologia do paciente podemos afirmar que ele possui deficiência de:
Alternativas
Q2556008 Nutrição
A desnutrição é uma depleção grave de qualquer um dos nutrientes essenciais, existem duas formas de desnutrição protéico-energética grave o marasmo e o Kwashiorkor. São características do Kwashiorkor:
Alternativas
Q2556007 Nutrição
A deficiência deste nutriente geralmente precede de sintomas neurológicos. As células sanguíneas são caracteristicamente grandes com densidade nuclear reduzida, e os leucócitos, plaquetas e células epiteliais também são afetadas da mesma forma. Ocorrem fraqueza espastica e perda da propriocepção nos membros inferiores. O texto está caracterizando a deficiência de:
Alternativas
Q2556006 Nutrição

O cálcio é importante para o crescimento e manutenção de ossos e dentes fortes, funções neural e muscular saudáveis, coagulação sanguínea e liberação de hormônios. A ingestão diária é necessária para compensar as perdas obrigatórias na urina e nas fezes. Analise as afirmativas abaixo sobre a temática, julgando verdadeiro (V) ou falso (F):


( ) Níveis sanguíneos baixos de cálcio podem causar convulsões e tetania e formigamentos, decorrente da atividade neuromuscular aumentada.

( ) Quando as concentrações de cálcio estão altas os sais de cálcio podem precipitar-se nos tecidos moles e pode ocorrer a formação de cálculos renais.

( ) Quando as concentrações plasmáticas de cálcio ionizado forem elevadas, ocorre excreção de paratormônio para aumentar o aporte de cálcio pelos rins, ossos e estômago.

( ) O equilíbrio positivo do cálcio ocorre quando a sua excreção for maior que a ingestão de cálcio.


A sequência correta da analise das afirmativas é: 

Alternativas
Q2556005 Nutrição
No universo complexo da saúde e da nutrição, a atuação dos profissionais nutricionistas demanda não apenas conhecimento técnico, mas também uma conduta ética sólida e comprometida. O Código de Ética do Nutricionista surge como um pilar essencial, delineando os valores, responsabilidades e princípios que regem a profissão. Elaborado pelo Conselho Federal de Nutricionistas (CFN), esse código não apenas traça limites éticos, mas também inspira a busca continua por padrões elevados de prática profissional. Nesse contexto, são deveres do nutricionista de acordo com o Código de Ética do Nutricionista, exceto:
Alternativas
Respostas
16601: A
16602: B
16603: A
16604: B
16605: D
16606: A
16607: C
16608: A
16609: C
16610: B
16611: D
16612: B
16613: D
16614: B
16615: C
16616: D
16617: B
16618: E
16619: B
16620: B