Questões de Concurso Para nutricionista

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Q3118773 Nutrição

Baseando se nos conhecimentos atuais dos mecanismos pelos quais os carboidratos exercem influência sobre a fisiologia e a saúde, é possível descrever essas características e incorporá-las em um esquema de classificação. Com relação às características fisiológicas dos carboidratos, analise o quadro abaixo:



Quadro 1. Características fisiológicas dos carboidratos

Imagem associada para resolução da questão


Fonte: adaptado de Cummings e Stephen12 e Roberfroid et al. Bases bioquímicas e fisiológicas da nutrição: nas diferentes fases da vida, na saúde e na doença / Silvia Maria Franciscato Cozzolino, Cristiane Cominetti. -- Barueri, SP: Manole, 2013.


Com base nas informações apresentadas no quadro acima, registre V, para verdadeiro, e F, para falso, nas afirmativas abaixo:


(__) Os açúcares simples podem reduzir os níveis de colesterol por mecanismos como a ligação de ácidos biliares e a modificação do metabolismo lipídico.


(__) Os açúcares simples e os oligossacarídeos disponíveis promovem um aumento no bolo fecal devido à retenção de água e à fermentação no intestino.


(__) Os açúcares simples, os oligossacarídeos disponíveis e os amidos disponíveis, possuem digestão lenta ou resistem à digestão, promovendo uma liberação gradual de glicose e maior sensação de saciedade.


Assinale a alternativa com a sequência CORRETA.

Alternativas
Q3118772 Nutrição
Os dissacarídeos consistem em duas unidades de monossacarídeos unidos covalentemente por uma ligação glicosídica, que é formada quando o grupo hidroxila de um monossacarídeo reage com a hidroxila de outro monossacarídeo, pela exclusão de uma molécula de água. São exemplos de dissacarídeos, EXCETO: 
Alternativas
Q3118771 Nutrição
São considerados objetivos da Terapia Nutricional em pacientes pediátricos oncológicos, EXCETO: 
Alternativas
Q3118770 Nutrição

Os padrões alimentares considerados saudáveis estão diretamente relacionados à redução da pressão arterial (PA), contribuindo para a prevenção e o manejo da hipertensão arterial, um dos principais fatores de risco para doenças cardiovasculares. Nesse contexto, registre V, para verdadeiro, e F, para falso, nas afirmativas abaixo:


(__) A redução no consumo de sódio associado à dieta DASH reduz a pressão arterial de forma significativa.


(__) A ingestão de sódio se associa diretamente à elevação da PA.


(__) O café, além de ser rico em cafeína, possui compostos bioativos como polifenóis, em especial os ácidos clorogênicos, o magnésio e o potássio, que podem favorecer a redução da PA.


Fonte: https://abccardiol.org/wp-content/uploads/articles_ xml/0066-782X-abc-116-03-0516/0066-782X-abc -116-03-0516.x81990.pdf


Assinale a alternativa com a sequência CORRETA. 

Alternativas
Q3118769 Nutrição

No que se refere aos indicadores de saúde, analise a afirmativa abaixo:


A _____ consiste no número médio de filhos nascidos vivos, tidos por uma mulher ao final do seu período reprodutivo, na população residente em determinado espaço geográfico, no ano considerado.


Assinale alternativa que preenche corretamente a lacuna correspondente.

Alternativas
Q3118768 Nutrição
A Doença Renal Crônica (DRC) é caracterizada pela perda progressiva e irreversível da função renal, resultando na incapacidade dos rins de manter o equilíbrio do organismo. Nesse contexto, assinale a alternativa CORRETA, no que diz respeito à recomendação de energia para pacientes com Doença Renal Crônica (DRC).
Fonte: https://www.asbran.org.br/storage/downloads/ files/2021/07/diretriz-de-terapia-nutricional-nopaciente-com-doenca-renal.pdf
Alternativas
Q3118767 Nutrição

A desnutrição pode ser definida como uma condição clínica decorrente de uma deficiência ou excesso, relativo ou absoluto, de um ou mais nutrientes essenciais, levando à uma série de alterações na composição corporal e no funcionamento normal do organismo.


Fonte: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/ obesidade_desnutricao.pdf


Dentre as principais alterações causadas pela desnutrição, estão:


I. Grande perda muscular e dos depósitos de gordura, provocando debilidade física.


II. Desaceleração, interrupção ou até mesmo involução do crescimento.


III. Alterações ósseas, como a má formação.


É CORRETO o que se afirma em:

Alternativas
Q3118766 Nutrição

A Educação Alimentar e Nutricional (EAN) consiste em um processo abrangente e contínuo, que integra conhecimento e prática para promover hábitos alimentares saudáveis. A Educação Alimentar e Nutricional (EAN), tem como objetivo:


I. Contribuir para a realização do direito humano à alimentação adequada e garantia da segurança alimentar e nutricional (SAN).


II. Contribuir para a valorização da cultura alimentar.


III. Contribuir para a sustentabilidade e a geração de autonomia para que as pessoas, grupos e comunidades estejam empoderados para a adoção de hábitos alimentares saudáveis e a melhoria da qualidade de vida.


É CORRETO o que se afirma em:

Alternativas
Q3118765 Nutrição

A estrutura primária de uma proteína é uma cadeia linear de ligados linearmente por meio das ligações peptídicas. Nessa reação, ocorre a condensação do grupamento carboxila de um L aminoácido com o grupamento amina do outro, resultando na liberação de uma molécula de água.


Diante do exposto, assinale a alternativa que corresponde a imagem que representa a estrutura primária de uma proteína.

Alternativas
Q3118764 Nutrição

A avaliação do estado nutricional é um processo utilizado para detectar alterações na nutrição de uma pessoa, sendo essencial para promover o bem-estar e prevenir ou tratar problemas relacionados à nutrição. São considerados métodos de avalição do estado nutricional:


I. Parâmetros bioquímicos.


II. Antropometria.


III. Consumo alimentar.


É CORRETO o que se afirma em:

Alternativas
Q3118763 Nutrição
No que se refere as atribuições administrativas que os diferentes entes federativos do Brasil (União, Estados, Distrito Federal e Municípios) devem exercer no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), compete à direção nacional do SUS, EXCETO:
Alternativas
Q3118762 Nutrição

O tempo de cocção pode variar conforme o tipo de alimento, a técnica culinária utilizada e o objetivo da cocção. Com relação ao tempo de cocção dos alimentos, registre V, para verdadeiro, e F, para falso, nas afirmativas abaixo:


(__) Deve-se respeitar a ordem de colocação dos alimentos de acordo com o tempo de cocção de cada um e o tipo de preparação culinária.


(__) Ao se preparar um cozido, devem ser colocadas primeiro as carnes para obter o caldo.


(__) Os alimentos de cocção mais rápida, como repolho, vagem e cebola, devem ser adicionados por último para evitar que fiquem excessivamente cozidos e percam textura e nutrientes.


Fonte: PHILIPPI, Sonia Tucunduva. Nutrição e técnica dietética. Barueri: Manole. 3 ed. 2014.


Assinale a alternativa com a sequência CORRETA.

Alternativas
Q3118761 Nutrição
O Índice de Massa Corporal (IMC) é o indicador simples de estado nutricional. Ele é calculado a partir de duas medidas simples. São essas medidas:
Alternativas
Q3118099 Português
 forma de linguagem e a apresentação da informação são algumas das principais diferenças entre o texto literário e o não literário. O texto literário utiliza uma linguagem pessoal, carregada de emoção, lirismo e reflete os valores do autor ou do ser (ou objeto) retratado. Por outro lado, o texto não literário se caracteriza pela linguagem referencial.

As alternativas a seguir apresentam características marcantes relacionadas ao texto literário, EXCETO na:
Alternativas
Q3118094 Português

O texto seguinte servirá de base para responder a questão.


Lamento crônico: o custo emocional e físico de reclamar de tudo o tempo todo


Imaginemos uma situação muito comum. Duas pessoas caminham apressadamente e se encontram na rua.


Eles podem ser amigos, colegas de trabalho ou conhecidos. Um deles cumprimenta o outro, dizendo "olá, como vai?" ou "tudo bem?”.


Automaticamente, o outro responde "vamos indo” ou "caminhando, dentro do possível”. E cada um segue o seu caminho.


O tom de queixa parece algo típico de um encontro como esse.


Em pleno século 21, as sociedades desenvolvidas aceitam este tipo de atitude como uma forma rotineira de interação social.


De fato, é muito frequente ouvir reclamações sobre o trânsito, o clima, o trabalho ou as dificuldades econômicas. Para muitos, é algo inofensivo e até terapêutico, já que serve de alivio emocional.


Mas já foi demonstrado que o lamento crônico traz impactos significativos para a saúde mental, emocional e até física — tanto de quem reclama quanto de quem ouve as queixas.


Fenômeno cotidiano


Abordaremos aqui a expressão recorrente de insatisfação, frustração ou mal-estar, causada por situações percebidas como negativas. Este é um fenômeno quase universal, que pode ser extrapolado para contextos familiares, sociais e profissionais.


Longe de uma visão cataclísmica, reclamar ocasionalmente é um aspecto normal da experiência humana. O desgaste emocional e fisiológico ocorre quando este estado de espírito negativo invade nossa rotina diária.


Mas por que reclamamos tanto?


Especialistas acreditam que as queixas agem como mecanismo de enfrentamento. Através delas, liberamos tensões ou buscamos aprovação.


Concretamente, já se observou que nós reclamamos para buscar a aceitação da nossa opinião ou percepção, como se fosse um loop.


Até aqui, a reclamação funciona como uma estratégia de apresentação perante o nosso grupo social. Ela é uma função adaptativa do ser humano.


O problema surge quando ela passa a ser crônica, estendendo-se a inúmeros contextos. É uma situação que se agrava com o uso e abuso das redes sociais.


Nelas, pessoas influentes entre os mais jovens costumam dedicar grande parte do seu conteúdo a atacar isso e aquilo, como estratégia de captação de seguidores ou para criar debates e intercâmbio de comentários.


Diversas pesquisas confirmaram que o cérebro humano foi desenhado para identificar ameaças e problemas, o que explica por que é tão fácil se fixar no negativo e porque algumas pessoas se queixam mais do que outras.


Trata-se de um mecanismo evolutivo de função protetora: o cérebro tende a se fixar no negativo porque isso permitia que se enfrentasse um perigo real e aumentava as chances de sobrevivência.


Mas esse efeito, chamado de viés de negatividade, pode ser contraproducente no entorno moderna.


Manter o foco no negativo de maneira continua pode alterar a forma como as pessoas veem o mundo e interagem com outras.


Alguns estudos destacam que o ato de se lamentar pode causar mudanças estruturais no cérebro que, por sua vez, dificultam a resolução de problemas e afetam as funções cognitivas.


Isso significa que as pessoas queixosas podem sofrer redução de funções como a resolução de problemas, a tomada de decisões ou o planejamento — o que gera ainda mais frustrações e, consequentemente, mais queixas.


Também se observou que a reclamação cotidiana esta correlacionada com a sintomatologia ansiosa depressiva. Concretamente, ela traz pensamentos intrusivos, ruminações, baixa autoestima, cansaço e fadiga mental.


Por isso, os indivíduos que não param de se lamentar por tudo costumam ser mais pessimistas e menos resilientes frente às adversidades.


(https://www.bbc.com/portuguese/articles/clyjpen5gdko)

Analise as afirmativas colocadas após o trecho:

"Diversas pesquisas confirmaram que o cérebro humano foi desenhado para identificar ameaças e problemas, o que explica por que é tão fácil se fixar no negativo e porque algumas pessoas se queixam mais do que outras."

I. O vocábulo 'pesquisas' é um substantivo que exerce a função de núcleo do sujeito, enquanto 'diversas' exerce função de adjunto adnominal.
II. O verbo 'confirmar' é intransitivo.
III. O vocábulo 'desenhado' tem valor de adjetivo exercendo a função de predicativo do sujeito.
IV. Os vocábulos 'ameaças' e 'problemas' são substantivos com função de objeto direto.
V. 'outras' é um pronome que foi usado para evitar a repetição do vocábulo 'pessoas'.

Estão corretas:
Alternativas
Q3118093 Português

O texto seguinte servirá de base para responder a questão.


Lamento crônico: o custo emocional e físico de reclamar de tudo o tempo todo


Imaginemos uma situação muito comum. Duas pessoas caminham apressadamente e se encontram na rua.


Eles podem ser amigos, colegas de trabalho ou conhecidos. Um deles cumprimenta o outro, dizendo "olá, como vai?" ou "tudo bem?”.


Automaticamente, o outro responde "vamos indo” ou "caminhando, dentro do possível”. E cada um segue o seu caminho.


O tom de queixa parece algo típico de um encontro como esse.


Em pleno século 21, as sociedades desenvolvidas aceitam este tipo de atitude como uma forma rotineira de interação social.


De fato, é muito frequente ouvir reclamações sobre o trânsito, o clima, o trabalho ou as dificuldades econômicas. Para muitos, é algo inofensivo e até terapêutico, já que serve de alivio emocional.


Mas já foi demonstrado que o lamento crônico traz impactos significativos para a saúde mental, emocional e até física — tanto de quem reclama quanto de quem ouve as queixas.


Fenômeno cotidiano


Abordaremos aqui a expressão recorrente de insatisfação, frustração ou mal-estar, causada por situações percebidas como negativas. Este é um fenômeno quase universal, que pode ser extrapolado para contextos familiares, sociais e profissionais.


Longe de uma visão cataclísmica, reclamar ocasionalmente é um aspecto normal da experiência humana. O desgaste emocional e fisiológico ocorre quando este estado de espírito negativo invade nossa rotina diária.


Mas por que reclamamos tanto?


Especialistas acreditam que as queixas agem como mecanismo de enfrentamento. Através delas, liberamos tensões ou buscamos aprovação.


Concretamente, já se observou que nós reclamamos para buscar a aceitação da nossa opinião ou percepção, como se fosse um loop.


Até aqui, a reclamação funciona como uma estratégia de apresentação perante o nosso grupo social. Ela é uma função adaptativa do ser humano.


O problema surge quando ela passa a ser crônica, estendendo-se a inúmeros contextos. É uma situação que se agrava com o uso e abuso das redes sociais.


Nelas, pessoas influentes entre os mais jovens costumam dedicar grande parte do seu conteúdo a atacar isso e aquilo, como estratégia de captação de seguidores ou para criar debates e intercâmbio de comentários.


Diversas pesquisas confirmaram que o cérebro humano foi desenhado para identificar ameaças e problemas, o que explica por que é tão fácil se fixar no negativo e porque algumas pessoas se queixam mais do que outras.


Trata-se de um mecanismo evolutivo de função protetora: o cérebro tende a se fixar no negativo porque isso permitia que se enfrentasse um perigo real e aumentava as chances de sobrevivência.


Mas esse efeito, chamado de viés de negatividade, pode ser contraproducente no entorno moderna.


Manter o foco no negativo de maneira continua pode alterar a forma como as pessoas veem o mundo e interagem com outras.


Alguns estudos destacam que o ato de se lamentar pode causar mudanças estruturais no cérebro que, por sua vez, dificultam a resolução de problemas e afetam as funções cognitivas.


Isso significa que as pessoas queixosas podem sofrer redução de funções como a resolução de problemas, a tomada de decisões ou o planejamento — o que gera ainda mais frustrações e, consequentemente, mais queixas.


Também se observou que a reclamação cotidiana esta correlacionada com a sintomatologia ansiosa depressiva. Concretamente, ela traz pensamentos intrusivos, ruminações, baixa autoestima, cansaço e fadiga mental.


Por isso, os indivíduos que não param de se lamentar por tudo costumam ser mais pessimistas e menos resilientes frente às adversidades.


(https://www.bbc.com/portuguese/articles/clyjpen5gdko)

Quanto às marcas de coesão e coerência, analise as afirmativas a seguir:

I. No trecho: Imaginemos uma situação muito comum. Duas pessoas caminham apressadamente e se encontram na rua. Eles podem ser amigos, colegas de trabalho ou conhecidos.
O elemento coesivo referencial 'Eles' não estabeleceu uma relação adequada com o elemento referenciado.
II. No trecho: Nelas, pessoas influentes entre os mais jovens costumam dedicar grande parte do seu conteúdo a atacar isso e aquilo, como estratégia de captação de seguidores ou para criar debates de intercâmbio de comentários.
As expressões destacadas são mecanismos de coesão referencial utilizados para substituir os vocábulos 'estratégia' e 'debates', respectivamente.
III. No trecho: Por isso, os indivíduos que não param de se lamentar por tudo costumam ser mais pessimistas e menos resilientes frente às adversidades.
O termo 'Por isso' é um elemento de coesão causal que pode ser substituído por 'contudo' sem perder o sentido.
IV. No trecho: Até aqui, a reclamação funciona como uma estratégia de apresentação perante o nosso grupo social. Ela é uma função adaptativa do ser humano.
O pronome 'ela' foi empregado de forma anafórica para substituir o vocábulo 'reclamação'.

Estão corretas as afirmativas:
Alternativas
Q3118092 Português

O texto seguinte servirá de base para responder a questão.


Lamento crônico: o custo emocional e físico de reclamar de tudo o tempo todo


Imaginemos uma situação muito comum. Duas pessoas caminham apressadamente e se encontram na rua.


Eles podem ser amigos, colegas de trabalho ou conhecidos. Um deles cumprimenta o outro, dizendo "olá, como vai?" ou "tudo bem?”.


Automaticamente, o outro responde "vamos indo” ou "caminhando, dentro do possível”. E cada um segue o seu caminho.


O tom de queixa parece algo típico de um encontro como esse.


Em pleno século 21, as sociedades desenvolvidas aceitam este tipo de atitude como uma forma rotineira de interação social.


De fato, é muito frequente ouvir reclamações sobre o trânsito, o clima, o trabalho ou as dificuldades econômicas. Para muitos, é algo inofensivo e até terapêutico, já que serve de alivio emocional.


Mas já foi demonstrado que o lamento crônico traz impactos significativos para a saúde mental, emocional e até física — tanto de quem reclama quanto de quem ouve as queixas.


Fenômeno cotidiano


Abordaremos aqui a expressão recorrente de insatisfação, frustração ou mal-estar, causada por situações percebidas como negativas. Este é um fenômeno quase universal, que pode ser extrapolado para contextos familiares, sociais e profissionais.


Longe de uma visão cataclísmica, reclamar ocasionalmente é um aspecto normal da experiência humana. O desgaste emocional e fisiológico ocorre quando este estado de espírito negativo invade nossa rotina diária.


Mas por que reclamamos tanto?


Especialistas acreditam que as queixas agem como mecanismo de enfrentamento. Através delas, liberamos tensões ou buscamos aprovação.


Concretamente, já se observou que nós reclamamos para buscar a aceitação da nossa opinião ou percepção, como se fosse um loop.


Até aqui, a reclamação funciona como uma estratégia de apresentação perante o nosso grupo social. Ela é uma função adaptativa do ser humano.


O problema surge quando ela passa a ser crônica, estendendo-se a inúmeros contextos. É uma situação que se agrava com o uso e abuso das redes sociais.


Nelas, pessoas influentes entre os mais jovens costumam dedicar grande parte do seu conteúdo a atacar isso e aquilo, como estratégia de captação de seguidores ou para criar debates e intercâmbio de comentários.


Diversas pesquisas confirmaram que o cérebro humano foi desenhado para identificar ameaças e problemas, o que explica por que é tão fácil se fixar no negativo e porque algumas pessoas se queixam mais do que outras.


Trata-se de um mecanismo evolutivo de função protetora: o cérebro tende a se fixar no negativo porque isso permitia que se enfrentasse um perigo real e aumentava as chances de sobrevivência.


Mas esse efeito, chamado de viés de negatividade, pode ser contraproducente no entorno moderna.


Manter o foco no negativo de maneira continua pode alterar a forma como as pessoas veem o mundo e interagem com outras.


Alguns estudos destacam que o ato de se lamentar pode causar mudanças estruturais no cérebro que, por sua vez, dificultam a resolução de problemas e afetam as funções cognitivas.


Isso significa que as pessoas queixosas podem sofrer redução de funções como a resolução de problemas, a tomada de decisões ou o planejamento — o que gera ainda mais frustrações e, consequentemente, mais queixas.


Também se observou que a reclamação cotidiana esta correlacionada com a sintomatologia ansiosa depressiva. Concretamente, ela traz pensamentos intrusivos, ruminações, baixa autoestima, cansaço e fadiga mental.


Por isso, os indivíduos que não param de se lamentar por tudo costumam ser mais pessimistas e menos resilientes frente às adversidades.


(https://www.bbc.com/portuguese/articles/clyjpen5gdko)

Quanto à ortografia, identifique a alternativa que apresenta uma informação INCORRETA:
Alternativas
Q3118091 Português

O texto seguinte servirá de base para responder a questão.


Lamento crônico: o custo emocional e físico de reclamar de tudo o tempo todo


Imaginemos uma situação muito comum. Duas pessoas caminham apressadamente e se encontram na rua.


Eles podem ser amigos, colegas de trabalho ou conhecidos. Um deles cumprimenta o outro, dizendo "olá, como vai?" ou "tudo bem?”.


Automaticamente, o outro responde "vamos indo” ou "caminhando, dentro do possível”. E cada um segue o seu caminho.


O tom de queixa parece algo típico de um encontro como esse.


Em pleno século 21, as sociedades desenvolvidas aceitam este tipo de atitude como uma forma rotineira de interação social.


De fato, é muito frequente ouvir reclamações sobre o trânsito, o clima, o trabalho ou as dificuldades econômicas. Para muitos, é algo inofensivo e até terapêutico, já que serve de alivio emocional.


Mas já foi demonstrado que o lamento crônico traz impactos significativos para a saúde mental, emocional e até física — tanto de quem reclama quanto de quem ouve as queixas.


Fenômeno cotidiano


Abordaremos aqui a expressão recorrente de insatisfação, frustração ou mal-estar, causada por situações percebidas como negativas. Este é um fenômeno quase universal, que pode ser extrapolado para contextos familiares, sociais e profissionais.


Longe de uma visão cataclísmica, reclamar ocasionalmente é um aspecto normal da experiência humana. O desgaste emocional e fisiológico ocorre quando este estado de espírito negativo invade nossa rotina diária.


Mas por que reclamamos tanto?


Especialistas acreditam que as queixas agem como mecanismo de enfrentamento. Através delas, liberamos tensões ou buscamos aprovação.


Concretamente, já se observou que nós reclamamos para buscar a aceitação da nossa opinião ou percepção, como se fosse um loop.


Até aqui, a reclamação funciona como uma estratégia de apresentação perante o nosso grupo social. Ela é uma função adaptativa do ser humano.


O problema surge quando ela passa a ser crônica, estendendo-se a inúmeros contextos. É uma situação que se agrava com o uso e abuso das redes sociais.


Nelas, pessoas influentes entre os mais jovens costumam dedicar grande parte do seu conteúdo a atacar isso e aquilo, como estratégia de captação de seguidores ou para criar debates e intercâmbio de comentários.


Diversas pesquisas confirmaram que o cérebro humano foi desenhado para identificar ameaças e problemas, o que explica por que é tão fácil se fixar no negativo e porque algumas pessoas se queixam mais do que outras.


Trata-se de um mecanismo evolutivo de função protetora: o cérebro tende a se fixar no negativo porque isso permitia que se enfrentasse um perigo real e aumentava as chances de sobrevivência.


Mas esse efeito, chamado de viés de negatividade, pode ser contraproducente no entorno moderna.


Manter o foco no negativo de maneira continua pode alterar a forma como as pessoas veem o mundo e interagem com outras.


Alguns estudos destacam que o ato de se lamentar pode causar mudanças estruturais no cérebro que, por sua vez, dificultam a resolução de problemas e afetam as funções cognitivas.


Isso significa que as pessoas queixosas podem sofrer redução de funções como a resolução de problemas, a tomada de decisões ou o planejamento — o que gera ainda mais frustrações e, consequentemente, mais queixas.


Também se observou que a reclamação cotidiana esta correlacionada com a sintomatologia ansiosa depressiva. Concretamente, ela traz pensamentos intrusivos, ruminações, baixa autoestima, cansaço e fadiga mental.


Por isso, os indivíduos que não param de se lamentar por tudo costumam ser mais pessimistas e menos resilientes frente às adversidades.


(https://www.bbc.com/portuguese/articles/clyjpen5gdko)

"olá, como vai?" ou "tudo bem?" - "vamos indo" ou "caminhando, dentro do possível".

De acordo com as ideias que podem estar implícitas ou explícitas no texto, releia atentamente todo o conteúdo e, considerando as frases apresentadas, analise a afirmativa INCORRETA:
Alternativas
Q3118090 Nutrição
A contaminação de um alimento pode ocorrer ao longo de toda a cadeia produtiva, sendo causada pela introdução não intencional de agentes biológicos, físicos ou químicos, que podem representar riscos à saúde da população. A contaminação pode ser atribuída a diversos fatores, tais como:

I. Fatores ambientais, como a presença de poluentes no ar, no solo e na água.
II. Processos tecnológicos e insumos aplicados durante a produção, que podem modificar substâncias nos alimentos para formas potencialmente tóxicas ou introduzir compostos com toxicidade.
III. Aspectos da matéria-prima alimentar, incluindo a presença natural de microrganismos ou compostos tóxicos em plantas e animais.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3118089 Direito Constitucional
A alimentação adequada é um direito fundamental de todos os seres humanos, sendo essencial para garantir a dignidade e o bem-estar das pessoas, devendo o poder público adotar as políticas e ações que se façam necessárias para promover e garantir a segurança alimentar e nutricional da população. Essas políticas e ações não podem ser generalizadas, devendo levar em consideração diversas dimensões que influenciam a alimentação. São essas dimensões:

I. Ambientais e culturais.
II. Econômicas.
III. Regionais e sociais.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Respostas
13701: D
13702: C
13703: B
13704: B
13705: D
13706: C
13707: A
13708: D
13709: D
13710: B
13711: B
13712: C
13713: D
13714: A
13715: C
13716: C
13717: C
13718: D
13719: C
13720: C