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Fonte: BRASIL. Ministério da Saúde. Relatório de Gestão 2023. Brasília, DF: Ministério da Saúde, 2023.
Considerando os princípios da Saúde Coletiva, da gestão do SUS e as competências do fonoaudiólogo no âmbito da saúde pública, é CORRETO afirmar que:
Segundo o estudo de Zen (2024), as intervenções não farmacológicas, especialmente fonoaudiologia e terapia ocupacional, foram apresentadas pelos profissionais como a “grande solução”, mas a maioria das famílias não conseguiu acesso a elas devido à indisponibilidade na rede pública e ao custo elevado. A falta de suporte estatal, a precariedade material e a sobrecarga do cuidado contribuíram para que o uso de medicamentos se tornasse, para muitas famílias, uma alternativa desesperada.
Fonte: ZEN, Daniel. “A culpa é da mãe?”: vozes de mulheres de um município da Baixada Fluminense sobre a prescrição de psicotrópicos para seus filhos pequenos. 2024. 143 f. Dissertação (Mestrado em Saúde Coletiva) — Instituto de Medicina Social, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2024.
Com base no cenário apresentado, sobre um dos princípios fundamentais para a atuação do fonoaudiólogo na interface entre Fonoaudiologia e Saúde Mental, é CORRETO afirmar que:
Estudos de Carteri e Silva (2021) apontam que, no Brasil, a cada ano, milhares de pessoas são hospitalizadas por Traumatismo Cranioencefálico (TCE): entre 2008 e 2019, a média foi de aproximadamente 131.015 internações anuais por TCE, com uma incidência de cerca de 65,5 casos por 100 mil habitantes/ano.
Fonte: SOUZA, Thiago Ramos; REGIS, Andressa Cardoso; FONSECA, Eduardo José; MOURA, Denilson Gomes; OLIVEIRA, Cláudio Moreira de; OLIVEIRA, Tagliani. Epidemiology of traumatic brain injury in Brazil.PLoSONE, v. 16, n. 7, 2021. CARTERI, M.; SILVA, C.S. Traumatismo cranioencefálico: uma revisão de literatura. Research Gate, 2021. Disponível em: researchgate.net/publication/379974981_Traumatismo_Cranioencefalico_Uma_Revisao_de_Literatura. Acesso em: 27 mar. 2026.
Considerando esse cenário e os impactos de um TCE grave sobre a linguagem e a comunicação, evidenciados no caso clínico descrito no texto II, bem como a relevância epidemiológica da condição, na fase aguda pós-lesão, em relação à conduta do fonoaudiólogo responsável pela avaliação e intervenção, é CORRETO afirmar que compete ao profissional:
No serviço, a equipe multiprofissional inicia a avaliação e orienta os cuidadores quanto à importância de uma estimulação intensiva. Conforme demonstrado por Lima, Morais e Fernandes (2025), uma intervenção bem estruturada tem impacto significativo na redução da persistência de dificuldades de comunicação em crianças com risco de atraso no desenvolvimento.
Fonte: LIMA, A. A.; MORAIS, R. S.; FERNANDES, M. J. O impacto da intervenção precoce na linguagem de crianças com risco de atraso no desenvolvimento. COSEMIS/SP, 2025.
Com base no caso apresentado e nas evidências científicas, quanto à condução terapêutica de Miguel, é CORRETO afirmar que:
À luz das evidências científicas sobre o alinhamento entre demandas comunicativas e planejamento terapêutico do adulto, analise as afirmações a seguir.
I- O planejamento terapêutico deve integrar situações comunicativas reais vivenciadas pelo adulto em seu ambiente de trabalho, permitindo que técnicas clínicas sejam aplicadas em tarefas profissionais significativas.
II- A análise das demandas comunicativas laborais é desnecessária no planejamento terapêutico, pois a melhora da fluência generaliza-se automaticamente para diferentes contextos de fala.
III- Situações de improviso, exposição hierárquica ou avaliação de desempenho podem aumentar a manifestação da gagueira e devem ser consideradas no processo terapêutico, pois interferem diretamente nas escolhas de intervenção.
IV- O tratamento eficaz deve restringir-se à reorganização dos padrões motores da fala, já que fatores sociais ou funcionais têm pouca relevância para a fluência no ambiente de trabalho.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Fonte: YAIRI, Ehud; AMBROSE, Nicoline. Epidemiology of stuttering: 21st century advances. Journal of Fluency Disorders, v. 38, n. 2, p. 66–87, 2013.
Com base no texto e no Transtorno da Fluência no contexto laboral, é CORRETO afirmar que: