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Ano: 2025 Banca: FURB Órgão: FURB - SC Prova: FURB - 2025 - FURB - SC - Fonoaudiólogo |
Q3261217 Fonoaudiologia
Considere a seguinte proposição e assinale a alternativa correta:
Uma fonoaudióloga recém-contratada em um Centro Especializado em Reabilitação (CER) está elaborando um programa de intervenção para pessoas com distúrbios da comunicação. De acordo com os princípios e diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS) estabelecidos pela Lei n.º 8.080/1990, a proposta dessa profissional estará adequadamente fundamentada quando:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FURB Órgão: FURB - SC Prova: FURB - 2025 - FURB - SC - Fonoaudiólogo |
Q3261216 Fonoaudiologia
Considere a seguinte proposição e assinale a alternativa correta:
Um fonoaudiólogo atende em ambulatório especializado uma criança com deficiência auditiva severa, cujos pais relatam dificuldades de acesso à educação inclusiva. De acordo com a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei n.º 13.146/2015), o profissional deve orientar a família considerando que: 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FURB Órgão: FURB - SC Prova: FURB - 2025 - FURB - SC - Fonoaudiólogo |
Q3261215 Fonoaudiologia
Acerca da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Pessoa com Deficiência (PNAISPD), analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:

I. A PNAISPD tem por objetivo promover e proteger a saúde da pessoa com deficiência.
AO ENCONTRO DISSO
II. A PNAISPD, por meio da ampliação do acesso ao cuidado integral no âmbito do SUS, em articulação com as demais políticas e ações intersetoriais, contribui para a autonomia, qualidade de vida e inclusão social da pessoa com deficiência, bem como previne diferentes agravos à saúde em todos os ciclos de vida.

A respeito dessas asserções, assinale a opção correta: 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FURB Órgão: FURB - SC Prova: FURB - 2025 - FURB - SC - Fonoaudiólogo |
Q3261214 Fonoaudiologia
No contexto da atuação fonoaudiológica, a Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (CIF) apresenta componentes estruturais que orientam a avaliação global do paciente. Considerando a aplicação da CIF na prática fonoaudiológica para um paciente com disfagia pós-AVC, assinale a alternativa que apresenta a sequência de componentes que refletem a abordagem completa preconizada por este modelo biopsicossocial:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FURB Órgão: FURB - SC Prova: FURB - 2025 - FURB - SC - Fonoaudiólogo |
Q3261213 Fonoaudiologia
Acerca dos Centros Especializados em Reabilitação (CER), analise as afirmativas apresentadas a seguir. Registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__) O CER é um serviço de atenção ambulatorial especializada em reabilitação que realiza diagnóstico, tratamento, concessão, adaptação e manutenção de Tecnologia Assistiva, constituindo-se em referência para a Rede de Atenção à Saúde (RAS) no território.
(__) Os atendimentos ofertados no CER ocorrerão de forma articulada e compartilhada com os outros pontos de atenção da RAS, por meio do Projeto Terapêutico Singular (PTS).
(__) O CER poderá ser organizado com composição de duas, três ou quatro modalidades de reabilitação e os cuidados em saúde deverão refletir as modalidades de reabilitação habilitadas pelo Ministério da Saúde (MS).

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FURB Órgão: FURB - SC Prova: FURB - 2025 - FURB - SC - Fonoaudiólogo |
Q3261212 Fonoaudiologia
No âmbito do Sistema Único de Saúde, as ações que envolvem os cuidados à saúde das pessoas com deficiência, em especial, das pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), têm tido, nos últimos anos, forte presença na agenda do Ministério da Saúde. Diante da necessidade de priorização do cuidado às pessoas com TEA, manifestada inclusive na Consulta Pública da Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência, a Coordenação-Geral de Saúde da Pessoa com Deficiência (CGSPD) propõe a inclusão de custeio adicional de ____ aos Centros Especializados em Reabilitação, habilitados na modalidade de reabilitação intelectual, que ofertam cuidado às pessoas com TEA, com o objetivo de apoiar os gestores na manutenção e funcionamento desse serviço.
Assinale a alternativa que corretamente preenche a lacuna no excerto: 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FURB Órgão: FURB - SC Prova: FURB - 2025 - FURB - SC - Fonoaudiólogo |
Q3261211 Fonoaudiologia
De acordo com o Decreto n.º 11.793, de 23 de novembro de 2023, que institui o Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência - Novo Viver sem Limite, o fonoaudiólogo que atua em programas de prevenção e promoção da saúde para pessoas com deficiência deve orientar sua prática profissional considerando os eixos estruturantes do plano. Nesse contexto, a atuação fonoaudiológica que melhor representa a integração desses eixos é:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FURB Órgão: FURB - SC Prova: FURB - 2025 - FURB - SC - Fonoaudiólogo |
Q3261210 Fonoaudiologia
Como Fonoaudiólogo(a) do Centro Especializado em Reabilitação Física e Intelectual − CER II, junto ao Complexo de Saúde − Campus V FURB, alguma(s) de sua(s) função(funções) será(ão):

I. Elaborar plano terapêutico individual com participação da equipe multiprofissional.
II. Emitir parecer quanto ao aperfeiçoamento ou à praticabilidade da reabilitação fonoaudiológica.
III. Participar das atividades de pesquisa, extensão, ensino e preceptoria de alunos da Universidade Regional de Blumenau. IV.Aplicar os procedimentos fonoaudiológicos e desenvolver programas de prevenção, promoção de saúde e qualidade de vida.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FURB Órgão: FURB - SC Prova: FURB - 2025 - FURB - SC - Fonoaudiólogo |
Q3261209 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Ratos aplicam primeiros socorros em companheiros desacordados


A competição não é a única lei do reino animal. Um novo estudo ajuda a ilustrar a importância da cooperação entre os animais ao mostrar que os camundongos não deixam seus companheiros caídos para trás. Eles se mobilizam para aplicar técnicas de primeiros socorros em ratinhos inconscientes − que vão desde algumas cutucadas com a pata, mordidas e até um puxão na língua que parece respiração boca a boca.


A prática do cuidado não é exclusividade dos seres humanos, e descobertas recentes da ciência mostram que ela é muito mais comum no resto do reino animal do que se imaginava. Chimpanzés selvagens tocam e lambem companheiros feridos, e elefantes prestam assistência a parentes doentes, por exemplo. Até os golfinhos foram avistados ajudando a empurrar um camarada angustiado para a superfície, para que ele pudesse respirar.


Cientistas ligados à Universidade do Sul da Califórnia filmaram ratos em interação com seus companheiros de jaula, que poderiam estar ativos ou anestesiados. As descobertas foram divulgadas no periódico Science, e mostram que os camundongos cuidam uns dos outros. Ao longo de um período de 13 minutos, os animais ativos passavam em média seis minutos (47% do tempo) interagindo com seus companheiros de espécie inconscientes, tentando acordá-los.


Primeiros socorros para roedores


As interações seguiam um roteiro comportamental: os ratos começavam cheirando os companheiros, e depois começavam a passar a pata e cutucar para chamar atenção. Depois de não receberem resposta com esses métodos simples, eles recorriam a táticas mais invasivas e intensas: o camundongo ativo abria a boca do ratinho desacordado e puxava sua língua para fora.


Os ratos também lambem os olhos e mordem a boca dos amigos desmaiados. A técnica de puxar a língua do camarada se repetiu em mais de 50% dos casos.


Em outro teste, os pesquisadores colocaram uma bolinha de plástico atóxica na boca dos ratinhos desacordados e, em 80% dos casos, os companheiros roedores conseguiram remover o objeto com sucesso.


As técnicas de primeiros socorros funcionaram: os ratos que receberam cuidado de seus companheiros de espécie acordaram e passaram a andar mais rápido do que os outros anestesiados que não receberam nenhum auxílio.


Os camundongos que estavam cuidando dos animais desacordados passavam mais tempo investidos se eles fossem realmente amigos, já tendo se conhecido antes. Se os ratos estivessem se vendo pela primeira vez, o nível de interação era menor.


A técnica do puxão na língua pode parecer respiração boca a boca, mas não é. Os ratos não conseguem fazer reanimação cardiopulmonar, já que essa técnica complexa requer treinamento. O que eles fazem é análogo a um chacoalhão, um tapinha para acordar ou mesmo alguns preceitos básicos de primeiros socorros para ajudar a respirar.


Monitorando o cérebro dos ratos, os pesquisadores perceberam uma relação entre os atos de cuidado e neurônios que liberam ocitocina na amígdala e no hipotálamo, o que impulsiona o comportamento cooperativo dos roedores. A ocitocina é um hormônio relacionado a apego, empatia e prazer.


É provável que esse comportamento seja inato, e não aprendido, visto que os animais que participaram do experimento tinham entre dois e três meses e nunca tinham presenciado uma situação dessas antes.


Além dessa equipe de cientistas, outros dois laboratórios chegaram a conclusões similares em 2025, o que mostra que os comportamentos desses animais aumentam a coesão de um grupo − e, portanto, ajudam os ratos a sobreviver e se adaptar.


Retirado e adaptado de: LIMA, Eduardo. Ratos aplicam primeiros socorros em companheiros desacordados. Revista Super Interessante. Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/ratos-aplicam-primeiros-socorros-em-c ompanheiros-desacordados/ Acesso em: 24 fev., 2025.

Assinale a alternativa que apresenta apenas termos que foram empregados como anafóricos para a palavra "camundongos" ao longo do texto:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FURB Órgão: FURB - SC Prova: FURB - 2025 - FURB - SC - Fonoaudiólogo |
Q3261208 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Ratos aplicam primeiros socorros em companheiros desacordados


A competição não é a única lei do reino animal. Um novo estudo ajuda a ilustrar a importância da cooperação entre os animais ao mostrar que os camundongos não deixam seus companheiros caídos para trás. Eles se mobilizam para aplicar técnicas de primeiros socorros em ratinhos inconscientes − que vão desde algumas cutucadas com a pata, mordidas e até um puxão na língua que parece respiração boca a boca.


A prática do cuidado não é exclusividade dos seres humanos, e descobertas recentes da ciência mostram que ela é muito mais comum no resto do reino animal do que se imaginava. Chimpanzés selvagens tocam e lambem companheiros feridos, e elefantes prestam assistência a parentes doentes, por exemplo. Até os golfinhos foram avistados ajudando a empurrar um camarada angustiado para a superfície, para que ele pudesse respirar.


Cientistas ligados à Universidade do Sul da Califórnia filmaram ratos em interação com seus companheiros de jaula, que poderiam estar ativos ou anestesiados. As descobertas foram divulgadas no periódico Science, e mostram que os camundongos cuidam uns dos outros. Ao longo de um período de 13 minutos, os animais ativos passavam em média seis minutos (47% do tempo) interagindo com seus companheiros de espécie inconscientes, tentando acordá-los.


Primeiros socorros para roedores


As interações seguiam um roteiro comportamental: os ratos começavam cheirando os companheiros, e depois começavam a passar a pata e cutucar para chamar atenção. Depois de não receberem resposta com esses métodos simples, eles recorriam a táticas mais invasivas e intensas: o camundongo ativo abria a boca do ratinho desacordado e puxava sua língua para fora.


Os ratos também lambem os olhos e mordem a boca dos amigos desmaiados. A técnica de puxar a língua do camarada se repetiu em mais de 50% dos casos.


Em outro teste, os pesquisadores colocaram uma bolinha de plástico atóxica na boca dos ratinhos desacordados e, em 80% dos casos, os companheiros roedores conseguiram remover o objeto com sucesso.


As técnicas de primeiros socorros funcionaram: os ratos que receberam cuidado de seus companheiros de espécie acordaram e passaram a andar mais rápido do que os outros anestesiados que não receberam nenhum auxílio.


Os camundongos que estavam cuidando dos animais desacordados passavam mais tempo investidos se eles fossem realmente amigos, já tendo se conhecido antes. Se os ratos estivessem se vendo pela primeira vez, o nível de interação era menor.


A técnica do puxão na língua pode parecer respiração boca a boca, mas não é. Os ratos não conseguem fazer reanimação cardiopulmonar, já que essa técnica complexa requer treinamento. O que eles fazem é análogo a um chacoalhão, um tapinha para acordar ou mesmo alguns preceitos básicos de primeiros socorros para ajudar a respirar.


Monitorando o cérebro dos ratos, os pesquisadores perceberam uma relação entre os atos de cuidado e neurônios que liberam ocitocina na amígdala e no hipotálamo, o que impulsiona o comportamento cooperativo dos roedores. A ocitocina é um hormônio relacionado a apego, empatia e prazer.


É provável que esse comportamento seja inato, e não aprendido, visto que os animais que participaram do experimento tinham entre dois e três meses e nunca tinham presenciado uma situação dessas antes.


Além dessa equipe de cientistas, outros dois laboratórios chegaram a conclusões similares em 2025, o que mostra que os comportamentos desses animais aumentam a coesão de um grupo − e, portanto, ajudam os ratos a sobreviver e se adaptar.


Retirado e adaptado de: LIMA, Eduardo. Ratos aplicam primeiros socorros em companheiros desacordados. Revista Super Interessante. Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/ratos-aplicam-primeiros-socorros-em-c ompanheiros-desacordados/ Acesso em: 24 fev., 2025.

Analise as sentenças a seguir, retiradas do texto:

I. Eles se mobilizam para aplicar técnicas de primeiros socorros em ratinhos inconscientes − que vão desde algumas cutucadas com a pata, mordidas e até um puxão na língua que parece respiração boca a boca.
II. A técnica do puxão na língua pode parecer respiração boca a boca, mas não é. Os ratos não conseguem fazer reanimação cardiopulmonar, já que essa técnica complexa requer treinamento. O que eles fazem é análogo a um chacoalhão, um tapinha para acordar ou mesmo alguns preceitos básicos de primeiros socorros para ajudar a respirar.

Entre estas sentenças, ao longo do texto, é estabelecida uma relação de: 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FURB Órgão: FURB - SC Prova: FURB - 2025 - FURB - SC - Fonoaudiólogo |
Q3261207 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Ratos aplicam primeiros socorros em companheiros desacordados


A competição não é a única lei do reino animal. Um novo estudo ajuda a ilustrar a importância da cooperação entre os animais ao mostrar que os camundongos não deixam seus companheiros caídos para trás. Eles se mobilizam para aplicar técnicas de primeiros socorros em ratinhos inconscientes − que vão desde algumas cutucadas com a pata, mordidas e até um puxão na língua que parece respiração boca a boca.


A prática do cuidado não é exclusividade dos seres humanos, e descobertas recentes da ciência mostram que ela é muito mais comum no resto do reino animal do que se imaginava. Chimpanzés selvagens tocam e lambem companheiros feridos, e elefantes prestam assistência a parentes doentes, por exemplo. Até os golfinhos foram avistados ajudando a empurrar um camarada angustiado para a superfície, para que ele pudesse respirar.


Cientistas ligados à Universidade do Sul da Califórnia filmaram ratos em interação com seus companheiros de jaula, que poderiam estar ativos ou anestesiados. As descobertas foram divulgadas no periódico Science, e mostram que os camundongos cuidam uns dos outros. Ao longo de um período de 13 minutos, os animais ativos passavam em média seis minutos (47% do tempo) interagindo com seus companheiros de espécie inconscientes, tentando acordá-los.


Primeiros socorros para roedores


As interações seguiam um roteiro comportamental: os ratos começavam cheirando os companheiros, e depois começavam a passar a pata e cutucar para chamar atenção. Depois de não receberem resposta com esses métodos simples, eles recorriam a táticas mais invasivas e intensas: o camundongo ativo abria a boca do ratinho desacordado e puxava sua língua para fora.


Os ratos também lambem os olhos e mordem a boca dos amigos desmaiados. A técnica de puxar a língua do camarada se repetiu em mais de 50% dos casos.


Em outro teste, os pesquisadores colocaram uma bolinha de plástico atóxica na boca dos ratinhos desacordados e, em 80% dos casos, os companheiros roedores conseguiram remover o objeto com sucesso.


As técnicas de primeiros socorros funcionaram: os ratos que receberam cuidado de seus companheiros de espécie acordaram e passaram a andar mais rápido do que os outros anestesiados que não receberam nenhum auxílio.


Os camundongos que estavam cuidando dos animais desacordados passavam mais tempo investidos se eles fossem realmente amigos, já tendo se conhecido antes. Se os ratos estivessem se vendo pela primeira vez, o nível de interação era menor.


A técnica do puxão na língua pode parecer respiração boca a boca, mas não é. Os ratos não conseguem fazer reanimação cardiopulmonar, já que essa técnica complexa requer treinamento. O que eles fazem é análogo a um chacoalhão, um tapinha para acordar ou mesmo alguns preceitos básicos de primeiros socorros para ajudar a respirar.


Monitorando o cérebro dos ratos, os pesquisadores perceberam uma relação entre os atos de cuidado e neurônios que liberam ocitocina na amígdala e no hipotálamo, o que impulsiona o comportamento cooperativo dos roedores. A ocitocina é um hormônio relacionado a apego, empatia e prazer.


É provável que esse comportamento seja inato, e não aprendido, visto que os animais que participaram do experimento tinham entre dois e três meses e nunca tinham presenciado uma situação dessas antes.


Além dessa equipe de cientistas, outros dois laboratórios chegaram a conclusões similares em 2025, o que mostra que os comportamentos desses animais aumentam a coesão de um grupo − e, portanto, ajudam os ratos a sobreviver e se adaptar.


Retirado e adaptado de: LIMA, Eduardo. Ratos aplicam primeiros socorros em companheiros desacordados. Revista Super Interessante. Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/ratos-aplicam-primeiros-socorros-em-c ompanheiros-desacordados/ Acesso em: 24 fev., 2025.

A partir da leitura do texto, analise as afirmações a seguir:

I. Embora haja outros animais que prestam cuidados a seus companheiros, aqueles que apresentam o comportamento mais parecido com o do ser humano são os ratos.
II. O comportamento adotado pelos ratos é importante para a espécie, pois indica que eles têm maiores chances de sobrevivência quando um colega o está tentando resgatar.
III. Aspectos como o conhecimento prévio do colega com o qual estava interagindo no "salvamento" influenciavam na forma como o camundongo tentava reanimar seu companheiro.
IV. Uma das ações mais efetivas dos camundongos era tentar retirar materiais que pudessem estar na boca dos amigos.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FURB Órgão: FURB - SC Prova: FURB - 2025 - FURB - SC - Fonoaudiólogo |
Q3261206 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Ratos aplicam primeiros socorros em companheiros desacordados


A competição não é a única lei do reino animal. Um novo estudo ajuda a ilustrar a importância da cooperação entre os animais ao mostrar que os camundongos não deixam seus companheiros caídos para trás. Eles se mobilizam para aplicar técnicas de primeiros socorros em ratinhos inconscientes − que vão desde algumas cutucadas com a pata, mordidas e até um puxão na língua que parece respiração boca a boca.


A prática do cuidado não é exclusividade dos seres humanos, e descobertas recentes da ciência mostram que ela é muito mais comum no resto do reino animal do que se imaginava. Chimpanzés selvagens tocam e lambem companheiros feridos, e elefantes prestam assistência a parentes doentes, por exemplo. Até os golfinhos foram avistados ajudando a empurrar um camarada angustiado para a superfície, para que ele pudesse respirar.


Cientistas ligados à Universidade do Sul da Califórnia filmaram ratos em interação com seus companheiros de jaula, que poderiam estar ativos ou anestesiados. As descobertas foram divulgadas no periódico Science, e mostram que os camundongos cuidam uns dos outros. Ao longo de um período de 13 minutos, os animais ativos passavam em média seis minutos (47% do tempo) interagindo com seus companheiros de espécie inconscientes, tentando acordá-los.


Primeiros socorros para roedores


As interações seguiam um roteiro comportamental: os ratos começavam cheirando os companheiros, e depois começavam a passar a pata e cutucar para chamar atenção. Depois de não receberem resposta com esses métodos simples, eles recorriam a táticas mais invasivas e intensas: o camundongo ativo abria a boca do ratinho desacordado e puxava sua língua para fora.


Os ratos também lambem os olhos e mordem a boca dos amigos desmaiados. A técnica de puxar a língua do camarada se repetiu em mais de 50% dos casos.


Em outro teste, os pesquisadores colocaram uma bolinha de plástico atóxica na boca dos ratinhos desacordados e, em 80% dos casos, os companheiros roedores conseguiram remover o objeto com sucesso.


As técnicas de primeiros socorros funcionaram: os ratos que receberam cuidado de seus companheiros de espécie acordaram e passaram a andar mais rápido do que os outros anestesiados que não receberam nenhum auxílio.


Os camundongos que estavam cuidando dos animais desacordados passavam mais tempo investidos se eles fossem realmente amigos, já tendo se conhecido antes. Se os ratos estivessem se vendo pela primeira vez, o nível de interação era menor.


A técnica do puxão na língua pode parecer respiração boca a boca, mas não é. Os ratos não conseguem fazer reanimação cardiopulmonar, já que essa técnica complexa requer treinamento. O que eles fazem é análogo a um chacoalhão, um tapinha para acordar ou mesmo alguns preceitos básicos de primeiros socorros para ajudar a respirar.


Monitorando o cérebro dos ratos, os pesquisadores perceberam uma relação entre os atos de cuidado e neurônios que liberam ocitocina na amígdala e no hipotálamo, o que impulsiona o comportamento cooperativo dos roedores. A ocitocina é um hormônio relacionado a apego, empatia e prazer.


É provável que esse comportamento seja inato, e não aprendido, visto que os animais que participaram do experimento tinham entre dois e três meses e nunca tinham presenciado uma situação dessas antes.


Além dessa equipe de cientistas, outros dois laboratórios chegaram a conclusões similares em 2025, o que mostra que os comportamentos desses animais aumentam a coesão de um grupo − e, portanto, ajudam os ratos a sobreviver e se adaptar.


Retirado e adaptado de: LIMA, Eduardo. Ratos aplicam primeiros socorros em companheiros desacordados. Revista Super Interessante. Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/ratos-aplicam-primeiros-socorros-em-c ompanheiros-desacordados/ Acesso em: 24 fev., 2025.

Assinale a alternativa que apresenta o correto emprego do acento grave (crase): 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FURB Órgão: FURB - SC Prova: FURB - 2025 - FURB - SC - Fonoaudiólogo |
Q3261205 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Ratos aplicam primeiros socorros em companheiros desacordados


A competição não é a única lei do reino animal. Um novo estudo ajuda a ilustrar a importância da cooperação entre os animais ao mostrar que os camundongos não deixam seus companheiros caídos para trás. Eles se mobilizam para aplicar técnicas de primeiros socorros em ratinhos inconscientes − que vão desde algumas cutucadas com a pata, mordidas e até um puxão na língua que parece respiração boca a boca.


A prática do cuidado não é exclusividade dos seres humanos, e descobertas recentes da ciência mostram que ela é muito mais comum no resto do reino animal do que se imaginava. Chimpanzés selvagens tocam e lambem companheiros feridos, e elefantes prestam assistência a parentes doentes, por exemplo. Até os golfinhos foram avistados ajudando a empurrar um camarada angustiado para a superfície, para que ele pudesse respirar.


Cientistas ligados à Universidade do Sul da Califórnia filmaram ratos em interação com seus companheiros de jaula, que poderiam estar ativos ou anestesiados. As descobertas foram divulgadas no periódico Science, e mostram que os camundongos cuidam uns dos outros. Ao longo de um período de 13 minutos, os animais ativos passavam em média seis minutos (47% do tempo) interagindo com seus companheiros de espécie inconscientes, tentando acordá-los.


Primeiros socorros para roedores


As interações seguiam um roteiro comportamental: os ratos começavam cheirando os companheiros, e depois começavam a passar a pata e cutucar para chamar atenção. Depois de não receberem resposta com esses métodos simples, eles recorriam a táticas mais invasivas e intensas: o camundongo ativo abria a boca do ratinho desacordado e puxava sua língua para fora.


Os ratos também lambem os olhos e mordem a boca dos amigos desmaiados. A técnica de puxar a língua do camarada se repetiu em mais de 50% dos casos.


Em outro teste, os pesquisadores colocaram uma bolinha de plástico atóxica na boca dos ratinhos desacordados e, em 80% dos casos, os companheiros roedores conseguiram remover o objeto com sucesso.


As técnicas de primeiros socorros funcionaram: os ratos que receberam cuidado de seus companheiros de espécie acordaram e passaram a andar mais rápido do que os outros anestesiados que não receberam nenhum auxílio.


Os camundongos que estavam cuidando dos animais desacordados passavam mais tempo investidos se eles fossem realmente amigos, já tendo se conhecido antes. Se os ratos estivessem se vendo pela primeira vez, o nível de interação era menor.


A técnica do puxão na língua pode parecer respiração boca a boca, mas não é. Os ratos não conseguem fazer reanimação cardiopulmonar, já que essa técnica complexa requer treinamento. O que eles fazem é análogo a um chacoalhão, um tapinha para acordar ou mesmo alguns preceitos básicos de primeiros socorros para ajudar a respirar.


Monitorando o cérebro dos ratos, os pesquisadores perceberam uma relação entre os atos de cuidado e neurônios que liberam ocitocina na amígdala e no hipotálamo, o que impulsiona o comportamento cooperativo dos roedores. A ocitocina é um hormônio relacionado a apego, empatia e prazer.


É provável que esse comportamento seja inato, e não aprendido, visto que os animais que participaram do experimento tinham entre dois e três meses e nunca tinham presenciado uma situação dessas antes.


Além dessa equipe de cientistas, outros dois laboratórios chegaram a conclusões similares em 2025, o que mostra que os comportamentos desses animais aumentam a coesão de um grupo − e, portanto, ajudam os ratos a sobreviver e se adaptar.


Retirado e adaptado de: LIMA, Eduardo. Ratos aplicam primeiros socorros em companheiros desacordados. Revista Super Interessante. Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/ratos-aplicam-primeiros-socorros-em-c ompanheiros-desacordados/ Acesso em: 24 fev., 2025.

A respeito do texto, analise as afirmações a seguir. Marque V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__) O texto pertence ao gênero artigo de divulgação científica.
(__) O texto apresenta a função conativa da linguagem como predominante.
(__) O texto pertence ao gênero notícia.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta: 
Alternativas
Q3257861 Fonoaudiologia
O sistema auditivo é responsável pela percepção e processamento dos sons. Ele é composto por estruturas anatômicas que trabalham de forma integrada para captar, conduzir e interpretar estímulos sonoros. A compreensão da anatomia e fisiologia do aparelho auditivo é fundamental para o diagnóstico e tratamento de distúrbios auditivos.
Assinale a alternativa CORRETA sobre as bases anatômicas e funcionais do sistema auditivo:

I. A cóclea, localizada no ouvido interno, possui a função de amplificar os sons que chegam ao ouvido, transformando-os em impulsos elétricos que serão interpretados pelo cérebro.

II. A função da membrana timpânica (tímpano) é apenas proteger o ouvido médio de infecções, não tendo participação na condução do som.

III. O ouvido médio é formado pelo martelo, bigorna e estribo, que são ossículos responsáveis por transmitir as vibrações da membrana timpânica para a cóclea, amplificando os sons recebidos.

IV. A cóclea e o nervo auditivo são responsáveis pela condução mecânica do som, enquanto a percepção do som é realizada unicamente no ouvido externo.

V. O ouvido externo é composto pela orelha externa e o canal auditivo, sendo responsável pela condução do som até o tímpano, que vibra e transmite essas vibrações ao ouvido médio.


Marque a alternativa que consta somente as proposições verdadeiras:
Alternativas
Q3257860 Fonoaudiologia
O sistema estomatognático é um conjunto de estruturas anatômicas que compreendem os órgãos e os músculos responsáveis pela mastigação, deglutição, fala e funções respiratórias. Esse sistema é formado por componentes como os dentes, mandíbula, maxilares, articulação temporomandibular (ATM), língua e músculos faciais. Disfunções nesse sistema podem levar a dificuldades de movimentação e afetar várias funções orais e respiratórias.
Analise as proposições sobre o sistema estomatognático:

I. A articulação temporomandibular (ATM) é responsável pela movimentação da mandíbula, permitindo a mastigação e a fala. Disfunções na ATM podem resultar em dores de cabeça, dores faciais e dificuldades de abertura da boca.

II. O sistema estomatognático não desempenha papel relevante na função respiratória, pois a respiração é controlada apenas pelos pulmões e vias aéreas superiores, sem interferência das estruturas orais e mandibulares.

III. A língua, ao lado dos dentes e músculos mastigatórios, desempenha um papel essencial na articulação da fala e no processo de mastigação, sendo uma estrutura vital no sistema estomatognático.

IV. A deglutição envolve o movimento coordenado de várias estruturas do sistema estomatognático, incluindo a língua, mandíbula, músculos da face e a faringe, sendo crucial para o processo de ingestão de alimentos e líquidos.

V. A disfunção do sistema estomatognático não está associada a distúrbios posturais ou respiratórios, e seu tratamento se limita a questões dentárias, sem envolvimento fonoaudiológico ou ortopédico.



Marque a alternativa que consta somente as proposições verdadeiras:
Alternativas
Q3257859 Fonoaudiologia
Os transtornos motores de fala são condições que afetam a produção da fala devido a dificuldades no controle dos músculos responsáveis pela articulação. Esses transtornos podem ter origens neurológicas ou outras causas relacionadas ao desenvolvimento e podem se manifestar de diversas formas, como a disartria e a apraxia de fala. A identificação precoce e o tratamento adequado são essenciais para melhorar a qualidade de vida e a comunicação do paciente. Analise as proposições sobre os transtornos de fala:

I. A disartria é caracterizada por dificuldade na articulação da fala devido a lesões nos músculos envolvidos na produção da fala, o que pode resultar em uma fala lenta, imprecisa e com alterações na qualidade vocal.

II. A apraxia de fala é um transtorno motor que afeta a capacidade de planejar e coordenar os movimentos necessários para a produção da fala, levando a dificuldades na pronúncia de palavras e na sequência de sons.

III. A disartria pode ocorrer devido a lesões no sistema nervoso central ou periférico e pode afetar a respiração, a articulação, a prosódia e a voz, resultando em dificuldades na produção da fala.

IV. O tratamento da apraxia de fala não requer intervenção fonoaudiológica, pois é um transtorno que pode ser superado com a prática repetitiva de articulação da fala, sem a necessidade de terapia especializada.

V. Transtornos motores de fala, como a apraxia e a disartria, podem ser diagnosticados por meio de avaliação clínica e exames neurológicos, e o tratamento pode envolver terapia fonoaudiológica para reabilitar as habilidades de fala e comunicação.


Marque a alternativa que consta somente as proposições verdadeiras:
Alternativas
Q3257858 Fonoaudiologia
A audiologia educacional é uma área da audiologia que se ocupa da promoção da saúde auditiva e do bem-estar dos estudantes, buscando identificar e prevenir dificuldades auditivas que possam interferir no aprendizado. O diagnóstico precoce de problemas auditivos, bem como a intervenção adequada, são essenciais para garantir que os alunos tenham as condições necessárias para um desempenho escolar satisfatório.
Assinale a alternativa CORRETA sobre audiologia educacional:
Alternativas
Q3257857 Fonoaudiologia
A audiologia do trabalho é uma especialidade que visa à prevenção, diagnóstico e reabilitação dos distúrbios auditivos causados pela exposição ao ruído e a vibrações em ambientes laborais. A exposição prolongada a esses fatores pode resultar em perda auditiva induzida por ruído (PAIR) e outros problemas relacionados à saúde auditiva e ao bem-estar dos trabalhadores.
Analise as proposições sobre audiologia do trabalho, ruído e vibração:

I. A perda auditiva induzida por ruído (PAIR) é uma das doenças ocupacionais mais comuns e ocorre devido à exposição a níveis elevados de ruído por períodos prolongados, tendo como principal característica a perda de audição em altas frequências.

II. A vibração, quando aplicada ao corpo humano, pode causar danos à audição, mas não afeta outras funções do sistema nervoso, como o equilíbrio ou a circulação sanguínea, não sendo um fator de risco relevante para a saúde ocupacional.

III. O Programa de Conservação Auditiva (PCA) é uma estratégia preventiva que visa monitorar a exposição ao ruído, fornecer equipamentos de proteção auditiva e realizar exames audiológicos periódicos, minimizando os riscos de perda auditiva ocupacional.

IV. O uso de protetores auditivos é essencial para os trabalhadores expostos a níveis elevados de ruído, mas não há necessidade de monitoramento contínuo da audição, já que os protetores são suficientes para prevenir a perda auditiva ao longo dos anos.

V. A exposição a vibrações em ambientes de trabalho pode afetar a saúde auditiva e aumentar a suscetibilidade à perda auditiva, especialmente em trabalhadores que utilizam ferramentas ou equipamentos vibratórios, tornando necessária a implementação de medidas preventivas.


Marque a alternativa que consta somente as proposições verdadeiras: 
Alternativas
Q3257856 Fonoaudiologia
A audiologia clínica desempenha um papel fundamental na identificação, diagnóstico e reabilitação dos distúrbios auditivos. Através de exames específicos, como a audiometria tonal, e a utilização de tecnologias como aparelhos auditivos e implantes cocleares, a audiologia contribui para a melhoria da qualidade de vida de indivíduos com perda auditiva. Além disso, a avaliação do equilíbrio também faz parte das atividades do audiologista clínico. Analise as proposições sobre audiologia clínica:

I. O uso de aparelhos auditivos é a única opção de tratamento disponível na audiologia clínica para pessoas com perda auditiva neurossensorial, sendo a reabilitação auditiva com fonoaudiologia ou terapia de linguagem desnecessária.

II. A audiometria de alta frequência é útil para identificar perdas auditivas que não são detectadas pelos exames convencionais, especialmente em casos de lesões nas células ciliadas da cóclea.

III. A audiometria tonal é um exame utilizado para medir a sensibilidade auditiva do paciente, identificando o limiar de audição em diferentes frequências e ajudando a classificar o tipo e o grau da perda auditiva.

IV. O teste de emissão otoacústica (EOA) avalia a função auditiva central, sendo uma ferramenta útil para a detecção precoce de perdas auditivas em recém-nascidos e crianças pequenas, sem a necessidade de cooperação ativa do paciente.

V. A audiologia clínica não se envolve no diagnóstico de distúrbios vestibulares, já que o foco dessa área é exclusivamente a avaliação da audição e o tratamento de perdas auditivas com aparelhos auditivos.

Marque a alternativa que consta somente as proposições verdadeiras:
Alternativas
Q3257855 Fonoaudiologia
O sistema auditivo humano é composto por estruturas anatômicas que permitem a captação e processamento dos sons, desde a orelha externa até o córtex auditivo no cérebro. As funções do aparelho auditivo são essenciais para a comunicação, a percepção sonora e o equilíbrio. Qualquer alteração nesse sistema pode resultar em perda auditiva, que pode ser classificada em diferentes tipos e graus, dependendo da área afetada.
Assinale a alternativa CORRETA sobre o sistema do aparelho auditivo:
Alternativas
Respostas
7581: C
7582: D
7583: D
7584: A
7585: E
7586: B
7587: C
7588: B
7589: C
7590: D
7591: E
7592: B
7593: A
7594: C
7595: D
7596: E
7597: B
7598: C
7599: E
7600: C