Questões de Concurso Para fonoaudiólogo

Questões Discursivas

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Q3848862 Saúde Pública
Uma mulher de 62 anos de idade, usuária do SUS, sofre um acidente vascular cerebral (AVC) e é internada em um hospital, do qual recebe alta com uma leve sequela motora, necessitando de um programa de fisioterapia e reabilitação.

Nesse caso, é correto afirmar que 
Alternativas
Q3848861 Direito Sanitário
Assinale a alternativa que correta com relação à forma de participação da comunidade na gestão do SUS, em âmbito estadual, segundo a Lei no 8.142/90.
Alternativas
Q3848860 Segurança e Saúde no Trabalho
Durante o planejamento de um grande evento, a Prefeitura incluiu no contrato com a empresa que fará a montagem do palco e da arquibancada cláusulas de proteção à saúde dos trabalhadores, entre elas a apresentação de uma análise ergonômica do trabalho (AET), conforme a NR-17, e um plano de trabalho com cronograma adequado e organização da jornada de trabalho. A AET recomendou jornada diária de 9 horas, intervalo de 60 minutos para almoço e duas pausas de 10 minutos, além de outras orientações. O contrato também previa a comunicação imediata dos acidentes ao serviço municipal de vigilância em saúde, para acompanhamento e notificação compulsória pelo SUS, quando aplicável. Ao longo dos dez dias de montagem, participaram cinquenta trabalhadores e ocorreram cinco acidentes: Luiz, Antônio e Jaime sofreram cortes superficiais durante a execução das atividades; Leo sofreu fratura ao retornar para casa, após o expediente, em uma colisão de ônibus; e Lino apresentou entorse no polegar ao carregar peça pesada, necessitando de afastamento por cinco dias.

Considerando o exposto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3848859 Direito Sanitário
De acordo com o Decreto no 7.508/2011, é correto afirmar que os serviços especiais de acesso aberto são serviços
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Q3848858 Português
Leia o texto para responder à questão:


A Velha

     A velha era felicíssima. Pois não é verdade que tinha uma boa vida e nada lhe faltava? Só nessa manhã tinha encontrado um lugar vago num banco de jardim, nem demasiado à sombra nem demasiado ao sol, o elétrico1 não vinha excessivamente cheio e também conseguiu lugar, o padeiro disse-lhe bom dia com um ar tão simpático, quando ela deixou em cima do balcão o dinheiro de três carcaças2 , e o empregado da mercearia ficou a conversar depois de lhe dar o troco e perguntou-lhe se gostava daquela nova marca de café.

     Nos meses mais quentes tirava um passe de terceira idade e passeava. No inverno não valia a pena, estava frio e vinha logo a chuva e preferia não sair, por causa do reumatismo.

    Mas, saindo só nos meses mais bonitos, o passe ficava ainda mais barato. Se fizesse a conta do preço a dividir por doze (ah, sabia bem fazer contas, sempre tinha sido esperta na escola) pois se fizesse a conta a dividir por doze ainda era menos que pagava pelo passe.

   Gostava sobretudo do elétrico da circulação, dava a volta à cidade sem ter de sair, e ainda por cima bem instalada, conseguia ficar quase sempre ao pé da janela. Ou, se não conseguisse na primeira volta, era certo que conseguia na segunda, porque, entretanto, sairia quem fosse à janela e era só empurrar-se um pouco e ocupar o lugar do outro, e então sim, via tudo como se estivesse no cinema.

   Ao cinema propriamente ia pouco, há vários anos até que já não ia. Não era só por ser caro, é que às vezes as cadeiras estavam gastas e faziam-lhe doer as costas, e também nunca sabia se ia gostar dos filmes. E se não gostasse não podia fazer como na televisão e mudar de canal ou desligar, tinha de aguentar até ao fim, ou sair. E era um grande desconsolo sair a meio, já lhe tinha acontecido mais do que uma vez.

   Por isso não ia cinema. Televisão via bastante, claro, mas dava-lhe mais gozo andar de elétrico. Em vez de ficar fechada em casa, andava no meio das pessoas e das ruas, mas sem se cansar, bem sentada. Gozando o espetáculo dos outros — olha ali aquela montra3 iluminada, aquele homem a correr, aquela mulher ajoujada4 com o cesto das couves. E ela ali, recostada na cadeira, sem carregar pesos, nem sequer o peso do seu próprio corpo — dava-lhe vontade de rir, tamanha facilidade.


(Teolinda Gersão. Histórias de Ver e Andar, 2002. Adaptado)


1 bonde

2 pãezinhos

3 vitrine

4 sobrecarregada
A colocação pronominal está de acordo com a norma-padrão em:
Alternativas
Q3848857 Português
Leia o texto para responder à questão:


A Velha

     A velha era felicíssima. Pois não é verdade que tinha uma boa vida e nada lhe faltava? Só nessa manhã tinha encontrado um lugar vago num banco de jardim, nem demasiado à sombra nem demasiado ao sol, o elétrico1 não vinha excessivamente cheio e também conseguiu lugar, o padeiro disse-lhe bom dia com um ar tão simpático, quando ela deixou em cima do balcão o dinheiro de três carcaças2 , e o empregado da mercearia ficou a conversar depois de lhe dar o troco e perguntou-lhe se gostava daquela nova marca de café.

     Nos meses mais quentes tirava um passe de terceira idade e passeava. No inverno não valia a pena, estava frio e vinha logo a chuva e preferia não sair, por causa do reumatismo.

    Mas, saindo só nos meses mais bonitos, o passe ficava ainda mais barato. Se fizesse a conta do preço a dividir por doze (ah, sabia bem fazer contas, sempre tinha sido esperta na escola) pois se fizesse a conta a dividir por doze ainda era menos que pagava pelo passe.

   Gostava sobretudo do elétrico da circulação, dava a volta à cidade sem ter de sair, e ainda por cima bem instalada, conseguia ficar quase sempre ao pé da janela. Ou, se não conseguisse na primeira volta, era certo que conseguia na segunda, porque, entretanto, sairia quem fosse à janela e era só empurrar-se um pouco e ocupar o lugar do outro, e então sim, via tudo como se estivesse no cinema.

   Ao cinema propriamente ia pouco, há vários anos até que já não ia. Não era só por ser caro, é que às vezes as cadeiras estavam gastas e faziam-lhe doer as costas, e também nunca sabia se ia gostar dos filmes. E se não gostasse não podia fazer como na televisão e mudar de canal ou desligar, tinha de aguentar até ao fim, ou sair. E era um grande desconsolo sair a meio, já lhe tinha acontecido mais do que uma vez.

   Por isso não ia cinema. Televisão via bastante, claro, mas dava-lhe mais gozo andar de elétrico. Em vez de ficar fechada em casa, andava no meio das pessoas e das ruas, mas sem se cansar, bem sentada. Gozando o espetáculo dos outros — olha ali aquela montra3 iluminada, aquele homem a correr, aquela mulher ajoujada4 com o cesto das couves. E ela ali, recostada na cadeira, sem carregar pesos, nem sequer o peso do seu próprio corpo — dava-lhe vontade de rir, tamanha facilidade.


(Teolinda Gersão. Histórias de Ver e Andar, 2002. Adaptado)


1 bonde

2 pãezinhos

3 vitrine

4 sobrecarregada
Na passagem do 4o parágrafo “Ou, se não conseguisse na primeira volta, era certo que conseguia na segunda, porque, entretanto, sairia quem fosse à janela e era só empurrar-se um pouco…”, as expressões destacadas estabelecem, correta e respectivamente, relações de sentido de
Alternativas
Q3848856 Português
Leia o texto para responder à questão:


A Velha

     A velha era felicíssima. Pois não é verdade que tinha uma boa vida e nada lhe faltava? Só nessa manhã tinha encontrado um lugar vago num banco de jardim, nem demasiado à sombra nem demasiado ao sol, o elétrico1 não vinha excessivamente cheio e também conseguiu lugar, o padeiro disse-lhe bom dia com um ar tão simpático, quando ela deixou em cima do balcão o dinheiro de três carcaças2 , e o empregado da mercearia ficou a conversar depois de lhe dar o troco e perguntou-lhe se gostava daquela nova marca de café.

     Nos meses mais quentes tirava um passe de terceira idade e passeava. No inverno não valia a pena, estava frio e vinha logo a chuva e preferia não sair, por causa do reumatismo.

    Mas, saindo só nos meses mais bonitos, o passe ficava ainda mais barato. Se fizesse a conta do preço a dividir por doze (ah, sabia bem fazer contas, sempre tinha sido esperta na escola) pois se fizesse a conta a dividir por doze ainda era menos que pagava pelo passe.

   Gostava sobretudo do elétrico da circulação, dava a volta à cidade sem ter de sair, e ainda por cima bem instalada, conseguia ficar quase sempre ao pé da janela. Ou, se não conseguisse na primeira volta, era certo que conseguia na segunda, porque, entretanto, sairia quem fosse à janela e era só empurrar-se um pouco e ocupar o lugar do outro, e então sim, via tudo como se estivesse no cinema.

   Ao cinema propriamente ia pouco, há vários anos até que já não ia. Não era só por ser caro, é que às vezes as cadeiras estavam gastas e faziam-lhe doer as costas, e também nunca sabia se ia gostar dos filmes. E se não gostasse não podia fazer como na televisão e mudar de canal ou desligar, tinha de aguentar até ao fim, ou sair. E era um grande desconsolo sair a meio, já lhe tinha acontecido mais do que uma vez.

   Por isso não ia cinema. Televisão via bastante, claro, mas dava-lhe mais gozo andar de elétrico. Em vez de ficar fechada em casa, andava no meio das pessoas e das ruas, mas sem se cansar, bem sentada. Gozando o espetáculo dos outros — olha ali aquela montra3 iluminada, aquele homem a correr, aquela mulher ajoujada4 com o cesto das couves. E ela ali, recostada na cadeira, sem carregar pesos, nem sequer o peso do seu próprio corpo — dava-lhe vontade de rir, tamanha facilidade.


(Teolinda Gersão. Histórias de Ver e Andar, 2002. Adaptado)


1 bonde

2 pãezinhos

3 vitrine

4 sobrecarregada
Considere as passagens:

•  Só nessa manhã tinha encontrado um lugar vago num banco de jardim… (1o parágrafo)
•  Mas, saindo só nos meses mais bonitos, o passe ficava ainda mais barato. (3o parágrafo)
•  Gostava sobretudo do elétrico da circulação, dava a volta à cidade sem ter de sair… (4o parágrafo)
•  Não era só por ser caro, é que às vezes as cadeiras estavam gastas… (5o parágrafo)

Sem prejuízo de sentido ao texto, as expressões destacadas podem ser substituídas, correta e respectivamente, por:
Alternativas
Q3845777 Legislação Federal
Com base na Lei nº 10.436/2002, que se refere à língua brasileira de sinais (Libras), assinale a opção correta. 
Alternativas
Q3845776 Fonoaudiologia
Segundo a Resolução CFFa nº 656/2022, que regulamenta a atuação do fonoaudiólogo em unidades de terapia intensiva (UTI), assinale a opção correta.
Alternativas
Q3845775 Fonoaudiologia
Em relação ao Código de Ética da Fonoaudiologia (Resolução CFFa nº 640/2021), assinale a opção correta. 
Alternativas
Q3845774 Fonoaudiologia
De acordo com a Lei nº 6.965/1981, que regulamenta a profissão de fonoaudiólogo, assinale a opção correta. 
Alternativas
Q3845773 Fonoaudiologia
Em relação às práticas integrativas e complementares (PICs) no âmbito do SUS e a interface possível com a atuação fonoaudiológica, assinale a opção correta.
Alternativas
Q3845772 Saúde Pública
A respeito dos princípios da Política Nacional de Humanização (PNH), assinale a opção correta.
Alternativas
Q3845771 Saúde Pública
Assinale a opção correta, quanto à Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência. 
Alternativas
Q3845770 Fonoaudiologia
Assinale a opção correta, no que diz respeito à atuação do fonoaudiólogo no Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF).
Alternativas
Q3845769 Saúde Pública
Com base na Política Nacional da Atenção Básica (PNAB), assinale a opção correta. 
Alternativas
Q3845768 Fonoaudiologia
A respeito dos impactos de uma perda auditiva condutiva de grau leve em crianças com histórico de episódios recorrentes de otite média secretora/serosa, assinale a opção correta.
Alternativas
Q3845767 Fonoaudiologia
No que concerne ao processo de seleção e adaptação de aparelhos auditivos em crianças, assinale a opção correta.
Alternativas
Q3845766 Fonoaudiologia
Assinale a opção correta, em relação aos métodos eletrofisiológicos de avaliação da audição e do equilíbrio.
Alternativas
Q3845765 Fonoaudiologia
Assinale a opção correta, a respeito da anatomofisiologia da audição. 
Alternativas
Respostas
3321: A
3322: C
3323: B
3324: E
3325: C
3326: D
3327: E
3328: C
3329: B
3330: C
3331: D
3332: C
3333: E
3334: B
3335: A
3336: C
3337: E
3338: D
3339: A
3340: C