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Facebook na vida real
Claro que você já leu nas redes sociais, mas vale o registro pela crítica comportamental embutida no texto bem-humorado cuja autoria desconheço: “Para as pessoas da minha geração que não compreendem realmente porque existem Facebook, WhatsApp etc.”
Atualmente, estou tentando fazer amigos fora do Facebook, enquanto utilizo os mesmos princípios.
Portanto, todo dia eu ando pela rua e digo aos pedestres o que comi, como me sinto, o que fiz na noite anterior e o que farei amanhã. Em seguida, lhes dou fotos da minha família, do meu cachorro e fotos minhas cuidando do jardim, comendo, passando o tempo na piscina etc.
Também ouço suas conversas e digo que amo todos eles.
E isso funciona!
Eu já tenho três pessoas me seguindo: dois policiais e um psiquiatra!
(OSTERMANN, Valther. Recebido por WhatsApp em 30/04/2019.)
Feudalismo digital
[...]
As redes sociais exploram nossas fraquezas mais íntimas, nossa vaidade, vontade de ser aceito, de ter amigos, de ser relevante, o desafio de envelhecer com dignidade ou até da insuportável pressão de existir. Postagens com mais curtidas aguçam nossos instintos como uma droga. Funciona assim: o indivíduo que recebe uma recompensa tende a repetir seus atos para ganhar mais recompensas. Esse mecanismo da psicologia comportamental opera no nível mais básico, como acontece até com ratos e cachorros.
As redes sociais coletam inúmeras informações sobre você – do que você gosta, desgosta, o que comenta, com o que se enerva, suas expressões faciais – e transformam tudo numa base de dados de números imensos, capazes de revelar tendências que podem ser usadas para influenciar. Por meio de iscas, castigos, recompensas e vícios, pouco a pouco as pessoas vão sendo moldadas e influenciadas. Essas informações acabam vendidas a terceiros para não só manipular o comportamento, como também medir os resultados da manipulação (seja para anunciar produtos, seja para moldar opiniões ou fraudar a democracia).
[...]
A beleza da democracia é sua capacidade de utilizar a inteligência coletiva de um país para entender a melhor maneira para seguir adiante. É preciso um conjunto de indivíduos pensantes, independentes, com experiências de vida distintas.
Quando esse processo é infectado por manipulação em massa, perdemos a inteligência coletiva, o potencial criativo e nos reduzimos a um feudalismo digital, inviabilizando o processo político.
(ANDRADE, Fernando Grostein. Revista Veja, ed. 2627.)
Feudalismo digital
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As redes sociais exploram nossas fraquezas mais íntimas, nossa vaidade, vontade de ser aceito, de ter amigos, de ser relevante, o desafio de envelhecer com dignidade ou até da insuportável pressão de existir. Postagens com mais curtidas aguçam nossos instintos como uma droga. Funciona assim: o indivíduo que recebe uma recompensa tende a repetir seus atos para ganhar mais recompensas. Esse mecanismo da psicologia comportamental opera no nível mais básico, como acontece até com ratos e cachorros.
As redes sociais coletam inúmeras informações sobre você – do que você gosta, desgosta, o que comenta, com o que se enerva, suas expressões faciais – e transformam tudo numa base de dados de números imensos, capazes de revelar tendências que podem ser usadas para influenciar. Por meio de iscas, castigos, recompensas e vícios, pouco a pouco as pessoas vão sendo moldadas e influenciadas. Essas informações acabam vendidas a terceiros para não só manipular o comportamento, como também medir os resultados da manipulação (seja para anunciar produtos, seja para moldar opiniões ou fraudar a democracia).
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A beleza da democracia é sua capacidade de utilizar a inteligência coletiva de um país para entender a melhor maneira para seguir adiante. É preciso um conjunto de indivíduos pensantes, independentes, com experiências de vida distintas.
Quando esse processo é infectado por manipulação em massa, perdemos a inteligência coletiva, o potencial criativo e nos reduzimos a um feudalismo digital, inviabilizando o processo político.
(ANDRADE, Fernando Grostein. Revista Veja, ed. 2627.)
Feudalismo digital
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As redes sociais exploram nossas fraquezas mais íntimas, nossa vaidade, vontade de ser aceito, de ter amigos, de ser relevante, o desafio de envelhecer com dignidade ou até da insuportável pressão de existir. Postagens com mais curtidas aguçam nossos instintos como uma droga. Funciona assim: o indivíduo que recebe uma recompensa tende a repetir seus atos para ganhar mais recompensas. Esse mecanismo da psicologia comportamental opera no nível mais básico, como acontece até com ratos e cachorros.
As redes sociais coletam inúmeras informações sobre você – do que você gosta, desgosta, o que comenta, com o que se enerva, suas expressões faciais – e transformam tudo numa base de dados de números imensos, capazes de revelar tendências que podem ser usadas para influenciar. Por meio de iscas, castigos, recompensas e vícios, pouco a pouco as pessoas vão sendo moldadas e influenciadas. Essas informações acabam vendidas a terceiros para não só manipular o comportamento, como também medir os resultados da manipulação (seja para anunciar produtos, seja para moldar opiniões ou fraudar a democracia).
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A beleza da democracia é sua capacidade de utilizar a inteligência coletiva de um país para entender a melhor maneira para seguir adiante. É preciso um conjunto de indivíduos pensantes, independentes, com experiências de vida distintas.
Quando esse processo é infectado por manipulação em massa, perdemos a inteligência coletiva, o potencial criativo e nos reduzimos a um feudalismo digital, inviabilizando o processo político.
(ANDRADE, Fernando Grostein. Revista Veja, ed. 2627.)
Os principais processos de formação de palavras novas na Língua Portuguesa são a derivação e a composição. Sobre o processo de derivação em vocábulos do texto, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) As palavras capacidade e feudalismo são formadas pelo acréscimo de um sufixo nominal a um radical: na primeira, o sufixo dade imprime sentido de estado; na segunda, o sufixo ismo, o sentido de sistema político.
( ) A formação das palavras desgosta e independentes acontece da mesma forma, pelo acréscimo de um prefixo (des e in) a um radical, portanto derivação prefixal.
( ) Na derivação parassintética, são anexados a um radical um prefixo e um sufixo ao mesmo tempo, como nas palavras envelhecer e inviabilizar.
( ) A palavra registros é um substantivo deverbal, pois foi formada a partir de um verbo (registrar), substituindo-se a terminação verbal pelas desinências indicativas de gênero e número, portanto derivação regressiva.
( ) Os sufixos verbais agregam-se ao radical geralmente de substantivos e adjetivos para formar novos verbos, a exemplo de influenciar e utilizar, em que os sufixos ar e izar exprimem prática de uma ação.
Assinale a sequência correta.
Feudalismo digital
[...]
As redes sociais exploram nossas fraquezas mais íntimas, nossa vaidade, vontade de ser aceito, de ter amigos, de ser relevante, o desafio de envelhecer com dignidade ou até da insuportável pressão de existir. Postagens com mais curtidas aguçam nossos instintos como uma droga. Funciona assim: o indivíduo que recebe uma recompensa tende a repetir seus atos para ganhar mais recompensas. Esse mecanismo da psicologia comportamental opera no nível mais básico, como acontece até com ratos e cachorros.
As redes sociais coletam inúmeras informações sobre você – do que você gosta, desgosta, o que comenta, com o que se enerva, suas expressões faciais – e transformam tudo numa base de dados de números imensos, capazes de revelar tendências que podem ser usadas para influenciar. Por meio de iscas, castigos, recompensas e vícios, pouco a pouco as pessoas vão sendo moldadas e influenciadas. Essas informações acabam vendidas a terceiros para não só manipular o comportamento, como também medir os resultados da manipulação (seja para anunciar produtos, seja para moldar opiniões ou fraudar a democracia).
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A beleza da democracia é sua capacidade de utilizar a inteligência coletiva de um país para entender a melhor maneira para seguir adiante. É preciso um conjunto de indivíduos pensantes, independentes, com experiências de vida distintas.
Quando esse processo é infectado por manipulação em massa, perdemos a inteligência coletiva, o potencial criativo e nos reduzimos a um feudalismo digital, inviabilizando o processo político.
(ANDRADE, Fernando Grostein. Revista Veja, ed. 2627.)
A respeito das ideias do texto, analise as afirmativas.
I. O uso do termo Feudalismo, já no título do texto, remete à Idade Média em que os senhores detinham o poder jurídico, social, econômico e político.
II. O último período do segundo parágrafo revela que a origem do feudalismo digital está nas instituições e ou partidos políticos que colhem e vendem informações sobre as pessoas.
III. A expressão pouco a pouco, no segundo parágrafo, denota o processo lento de manipulação das pessoas e pode ser substituída por paulatinamente.
IV. Nos parágrafos primeiro e terceiro, o articulista utiliza a primeira pessoa do plural (como nossas, perdemos), inserindo-se no texto de modo a colocar-se na mesma situação das pessoas a quem se destina o texto.
Estão corretas as afirmativas
Sobre as metas do Plano Nacional de Educação (PNE Lei n° 13.005/2014):
I. universalizar, até 2016, a educação infantil na pré-escola para as crianças de 4 (quatro) a 6 (seis) anos de idade e ampliar a oferta de educação infantil em creches de forma a atender, no mínimo, 50% (cinquenta por cento) das crianças de até 3 (três) anos até o final da vigência deste PNE.
II. universalizar o ensino fundamental de 9 (nove) anos para toda a população de 6 (seis) a 14 (quatorze) anos e garantir que pelo menos 95% (noventa e cinco por cento) dos alunos concluam essa etapa na idade recomendada, até o último ano de vigência deste PNE.
III. universalizar, até 2016, o atendimento escolar para toda a população de 14 (quatorze) a 17 (dezessete) anos e elevar, até o final do período de vigência deste PNE, a taxa líquida de matrículas no ensino médio para 85% (oitenta e cinco por cento).
IV. alfabetizar todas as crianças, no máximo, até o final do 3° (terceiro) ano do ensino fundamental.
Assinale a alternativa CORRETA:
O SINAES, ao promover a avaliação de instituições, de cursos e de desempenho dos estudantes, deverá assegurar:
I. avaliação institucional, interna e externa, contemplando a análise global e integrada das dimensões, estruturas, relações, compromisso social, atividades, finalidades e responsabilidades sociais das instituições de educação superior e de seus cursos;
II. o caráter público de todos os procedimentos, dados e resultados dos processos avaliativos;
III. o respeito à identidade e à diversidade de instituições e de cursos;
IV. a participação do corpo discente e docente das instituições de educação superior, e da sociedade civil, por meio de suas representações.
Assinale a alternativa CORRETA:
Analise as assertivas abaixo e coloque V para Verdadeira e F para Falsa no que diz respeito as instituições de educação superior:
( ) obedecerão ao princípio da gestão democrática, assegurada a existência de órgãos colegiados deliberativos, de que participarão os segmentos da comunidade institucional, local e regional;
( ) quando da ocorrência de vagas, abrirão matrícula nas disciplinas de seus cursos a alunos não regulares que demonstrarem capacidade de cursá-las com proveito, mediante processo seletivo prévio;
( ) são instituições pluridisciplinares de formação dos quadros profissionais de nível superior, de pesquisa, de extensão, e de domínio e cultivo do saber humano;
( ) criar, organizar e extinguir, em sua sede, cursos e programas de educação superior previstos nesta Lei n° 9.393/96, obedecendo às normas gerais da União e, quando for o caso, do respectivo sistema de ensino.
( ) ao deliberar sobre critérios e normas de seleção e admissão de estudantes, levarão em conta os efeitos desses critérios sobre a orientação do ensino médio, articulando-se com os órgãos normativos dos sistemas de ensino.
A sequência CORRETA é:
A educação superior abrangerá os seguintes cursos e programas segundo o art. 44 da Lei n° 9.394/1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional):
I. cursos profissionais por campo de saber, de diferentes níveis de abrangência, abertos a candidatos que atendam aos requisitos estabelecidos pelas instituições de ensino, desde que tenham concluído o ensino médio ou equivalente;
II. de graduação, abertos a candidatos que tenham concluído o ensino médio ou equivalente e tenham sido classificados em processo seletivo;
III. de pós-graduação, compreendendo programas de mestrado e doutorado, cursos de especialização, aperfeiçoamento e outros, abertos a candidatos diplomados em cursos de graduação e que atendam às exigências das instituições de ensino;
IV. de extensão, abertos a candidatos que atendam aos requisitos estabelecidos em cada caso pelas instituições de ensino.
Assinale a alternativa CORRETA:
De acordo com a Lei n° 9.394/1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional) no seu Art. 16 o sistema federal de ensino compreende:
I. as instituições de ensino mantidas pela União;
II. as instituições de educação superior criadas e mantidas pela iniciativa privada;
III. os órgãos federais de educação.
Assinale a alternativa CORRETA: