Questões de Concurso Para arquiteto

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Q3720809 Português

Leia o texto para responder a questão. 



Ultraprocessados sob análise: estudo com 200 mil adultos nos

EUA revela perigos ocultos


Bebidas açucaradas e carnes processadas lideram a lista de

vilões cardiovasculares


Por The New York Times



    Citar uma condição comum — como doenças cardíacas — já é suficiente para mostrar que há grandes chances de que seguir uma dieta rica em alimentos ultraprocessados esteja associada a ela.


    Mas a categoria de alimentos ultraprocessados é ampla e abrangente. Estima-se que represente 73% do suprimento alimentar dos Estados Unidos e inclua produtos estereotipicamente “não saudáveis”, como refrigerantes, doces e cachorros-quentes, além de produtos aparentemente “saudáveis”, como pães integrais, cereais matinais, iogurtes saborizados e leites vegetais.


    "É uma mistura de alimentos, alguns dos quais provavelmente são mais prejudiciais do que outros", disse Josiemer Mattei, professora associada de nutrição na Escola de Saúde Pública Harvard TH Chan.


    Nesta segunda-feira (1), Mattei e seus colegas publicaram um dos maiores e mais longos estudos sobre alimentos ultraprocessados e saúde cardíaca até o momento. O estudo analisou os riscos do consumo desses alimentos e identificou quais são os piores.


    Um risco geral dos alimentos ultraprocessados


    O estudo, publicado na revista Lancet, incluiu mais de 200 mil adultos nos Estados Unidos. Os participantes preencheram questionários detalhados sobre dieta desde o final da década de 1980 e início da década de 1990, repetindo-os a cada dois ou quatro anos por cerca de 30 anos. A maioria era branca e trabalhava como profissional de saúde. Os pesquisadores investigaram como o consumo de alimentos ultraprocessados se relacionava com o desenvolvimento de doenças cardiovasculares.


    Após ajustes para fatores de risco como tabagismo, histórico familiar, sono e exercícios, os pesquisadores descobriram que quem consumia mais alimentos ultraprocessados teve 11% mais chances de desenvolver doenças cardiovasculares e 16% mais chances de desenvolver doença coronariana em comparação aos que consumiam menos. O risco de acidente vascular cerebral foi ligeiramente mais elevado, mas sem significância estatística.


    Em uma análise combinada com outros 19 estudos envolvendo cerca de 1,25 milhão de adultos, os pesquisadores encontraram que quem consumia mais ultraprocessados tinha 17% mais chances de desenvolver doenças cardiovasculares, 23% mais chances de doença coronariana e 9% mais chances de sofrer um derrame, em comparação aos que consumiam menos.


    O tamanho do estudo e a frequência das verificações dietéticas fazem dele “um dos estudos mais robustos” sobre o tema, afirmou Niyati Parekh, professora de nutrição em saúde pública na Universidade de Nova York.


    Ainda assim, o estudo tem limitações comuns a pesquisas nutricionais. Os questionários não foram projetados para classificar o grau de processamento dos alimentos, então os pesquisadores tiveram de determinar quais eram provavelmente ultraprocessados posteriormente. Além disso, os nutrientes de alguns produtos, como cereais matinais, podem ter mudado ao longo das décadas, tornando os resultados menos aplicáveis aos alimentos atuais.


    Como a maioria dos participantes era branca e bem informada sobre saúde, os resultados podem não se aplicar a toda a população. E, como ressaltou Mattei, esses estudos não provam causa e efeito; mostram apenas associação. O que chama atenção é a consistência global das evidências ligando ultraprocessados à saúde precária. [...]


Disponível em https://oglobo.globo.com/saude/ciencia/noticia/2025/09/04/ultraprocessadossob-analise-estudo-com-200-mil-adultos-nos-eua-revela-perigosocultos.ghtml

Analise a estrutura sintática do período: “Os pesquisadores investigaram como o consumo de alimentos ultraprocessados se relacionava com o desenvolvimento de doenças cardiovasculares”. Como ele se classifica?
Alternativas
Q3720808 Português

Leia o texto para responder a questão. 



Ultraprocessados sob análise: estudo com 200 mil adultos nos

EUA revela perigos ocultos


Bebidas açucaradas e carnes processadas lideram a lista de

vilões cardiovasculares


Por The New York Times



    Citar uma condição comum — como doenças cardíacas — já é suficiente para mostrar que há grandes chances de que seguir uma dieta rica em alimentos ultraprocessados esteja associada a ela.


    Mas a categoria de alimentos ultraprocessados é ampla e abrangente. Estima-se que represente 73% do suprimento alimentar dos Estados Unidos e inclua produtos estereotipicamente “não saudáveis”, como refrigerantes, doces e cachorros-quentes, além de produtos aparentemente “saudáveis”, como pães integrais, cereais matinais, iogurtes saborizados e leites vegetais.


    "É uma mistura de alimentos, alguns dos quais provavelmente são mais prejudiciais do que outros", disse Josiemer Mattei, professora associada de nutrição na Escola de Saúde Pública Harvard TH Chan.


    Nesta segunda-feira (1), Mattei e seus colegas publicaram um dos maiores e mais longos estudos sobre alimentos ultraprocessados e saúde cardíaca até o momento. O estudo analisou os riscos do consumo desses alimentos e identificou quais são os piores.


    Um risco geral dos alimentos ultraprocessados


    O estudo, publicado na revista Lancet, incluiu mais de 200 mil adultos nos Estados Unidos. Os participantes preencheram questionários detalhados sobre dieta desde o final da década de 1980 e início da década de 1990, repetindo-os a cada dois ou quatro anos por cerca de 30 anos. A maioria era branca e trabalhava como profissional de saúde. Os pesquisadores investigaram como o consumo de alimentos ultraprocessados se relacionava com o desenvolvimento de doenças cardiovasculares.


    Após ajustes para fatores de risco como tabagismo, histórico familiar, sono e exercícios, os pesquisadores descobriram que quem consumia mais alimentos ultraprocessados teve 11% mais chances de desenvolver doenças cardiovasculares e 16% mais chances de desenvolver doença coronariana em comparação aos que consumiam menos. O risco de acidente vascular cerebral foi ligeiramente mais elevado, mas sem significância estatística.


    Em uma análise combinada com outros 19 estudos envolvendo cerca de 1,25 milhão de adultos, os pesquisadores encontraram que quem consumia mais ultraprocessados tinha 17% mais chances de desenvolver doenças cardiovasculares, 23% mais chances de doença coronariana e 9% mais chances de sofrer um derrame, em comparação aos que consumiam menos.


    O tamanho do estudo e a frequência das verificações dietéticas fazem dele “um dos estudos mais robustos” sobre o tema, afirmou Niyati Parekh, professora de nutrição em saúde pública na Universidade de Nova York.


    Ainda assim, o estudo tem limitações comuns a pesquisas nutricionais. Os questionários não foram projetados para classificar o grau de processamento dos alimentos, então os pesquisadores tiveram de determinar quais eram provavelmente ultraprocessados posteriormente. Além disso, os nutrientes de alguns produtos, como cereais matinais, podem ter mudado ao longo das décadas, tornando os resultados menos aplicáveis aos alimentos atuais.


    Como a maioria dos participantes era branca e bem informada sobre saúde, os resultados podem não se aplicar a toda a população. E, como ressaltou Mattei, esses estudos não provam causa e efeito; mostram apenas associação. O que chama atenção é a consistência global das evidências ligando ultraprocessados à saúde precária. [...]


Disponível em https://oglobo.globo.com/saude/ciencia/noticia/2025/09/04/ultraprocessadossob-analise-estudo-com-200-mil-adultos-nos-eua-revela-perigosocultos.ghtml

Uma das limitações apontadas pelo estudo é que “a maioria dos participantes era branca e bem informada sobre saúde”. Qual a implicação mais significativa dessa limitação para a aplicabilidade dos resultados?
Alternativas
Q3720807 Português

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Ultraprocessados sob análise: estudo com 200 mil adultos nos

EUA revela perigos ocultos


Bebidas açucaradas e carnes processadas lideram a lista de

vilões cardiovasculares


Por The New York Times



    Citar uma condição comum — como doenças cardíacas — já é suficiente para mostrar que há grandes chances de que seguir uma dieta rica em alimentos ultraprocessados esteja associada a ela.


    Mas a categoria de alimentos ultraprocessados é ampla e abrangente. Estima-se que represente 73% do suprimento alimentar dos Estados Unidos e inclua produtos estereotipicamente “não saudáveis”, como refrigerantes, doces e cachorros-quentes, além de produtos aparentemente “saudáveis”, como pães integrais, cereais matinais, iogurtes saborizados e leites vegetais.


    "É uma mistura de alimentos, alguns dos quais provavelmente são mais prejudiciais do que outros", disse Josiemer Mattei, professora associada de nutrição na Escola de Saúde Pública Harvard TH Chan.


    Nesta segunda-feira (1), Mattei e seus colegas publicaram um dos maiores e mais longos estudos sobre alimentos ultraprocessados e saúde cardíaca até o momento. O estudo analisou os riscos do consumo desses alimentos e identificou quais são os piores.


    Um risco geral dos alimentos ultraprocessados


    O estudo, publicado na revista Lancet, incluiu mais de 200 mil adultos nos Estados Unidos. Os participantes preencheram questionários detalhados sobre dieta desde o final da década de 1980 e início da década de 1990, repetindo-os a cada dois ou quatro anos por cerca de 30 anos. A maioria era branca e trabalhava como profissional de saúde. Os pesquisadores investigaram como o consumo de alimentos ultraprocessados se relacionava com o desenvolvimento de doenças cardiovasculares.


    Após ajustes para fatores de risco como tabagismo, histórico familiar, sono e exercícios, os pesquisadores descobriram que quem consumia mais alimentos ultraprocessados teve 11% mais chances de desenvolver doenças cardiovasculares e 16% mais chances de desenvolver doença coronariana em comparação aos que consumiam menos. O risco de acidente vascular cerebral foi ligeiramente mais elevado, mas sem significância estatística.


    Em uma análise combinada com outros 19 estudos envolvendo cerca de 1,25 milhão de adultos, os pesquisadores encontraram que quem consumia mais ultraprocessados tinha 17% mais chances de desenvolver doenças cardiovasculares, 23% mais chances de doença coronariana e 9% mais chances de sofrer um derrame, em comparação aos que consumiam menos.


    O tamanho do estudo e a frequência das verificações dietéticas fazem dele “um dos estudos mais robustos” sobre o tema, afirmou Niyati Parekh, professora de nutrição em saúde pública na Universidade de Nova York.


    Ainda assim, o estudo tem limitações comuns a pesquisas nutricionais. Os questionários não foram projetados para classificar o grau de processamento dos alimentos, então os pesquisadores tiveram de determinar quais eram provavelmente ultraprocessados posteriormente. Além disso, os nutrientes de alguns produtos, como cereais matinais, podem ter mudado ao longo das décadas, tornando os resultados menos aplicáveis aos alimentos atuais.


    Como a maioria dos participantes era branca e bem informada sobre saúde, os resultados podem não se aplicar a toda a população. E, como ressaltou Mattei, esses estudos não provam causa e efeito; mostram apenas associação. O que chama atenção é a consistência global das evidências ligando ultraprocessados à saúde precária. [...]


Disponível em https://oglobo.globo.com/saude/ciencia/noticia/2025/09/04/ultraprocessadossob-analise-estudo-com-200-mil-adultos-nos-eua-revela-perigosocultos.ghtml

O trecho “Ainda assim, o estudo tem limitações comuns a pesquisas nutricionais” introduz uma ressalva no texto. Assinale a alternativa que apresenta qual é a função da expressão “Ainda assim” nesse contexto. 
Alternativas
Q3720806 Português

Leia o texto para responder a questão. 



Ultraprocessados sob análise: estudo com 200 mil adultos nos

EUA revela perigos ocultos


Bebidas açucaradas e carnes processadas lideram a lista de

vilões cardiovasculares


Por The New York Times



    Citar uma condição comum — como doenças cardíacas — já é suficiente para mostrar que há grandes chances de que seguir uma dieta rica em alimentos ultraprocessados esteja associada a ela.


    Mas a categoria de alimentos ultraprocessados é ampla e abrangente. Estima-se que represente 73% do suprimento alimentar dos Estados Unidos e inclua produtos estereotipicamente “não saudáveis”, como refrigerantes, doces e cachorros-quentes, além de produtos aparentemente “saudáveis”, como pães integrais, cereais matinais, iogurtes saborizados e leites vegetais.


    "É uma mistura de alimentos, alguns dos quais provavelmente são mais prejudiciais do que outros", disse Josiemer Mattei, professora associada de nutrição na Escola de Saúde Pública Harvard TH Chan.


    Nesta segunda-feira (1), Mattei e seus colegas publicaram um dos maiores e mais longos estudos sobre alimentos ultraprocessados e saúde cardíaca até o momento. O estudo analisou os riscos do consumo desses alimentos e identificou quais são os piores.


    Um risco geral dos alimentos ultraprocessados


    O estudo, publicado na revista Lancet, incluiu mais de 200 mil adultos nos Estados Unidos. Os participantes preencheram questionários detalhados sobre dieta desde o final da década de 1980 e início da década de 1990, repetindo-os a cada dois ou quatro anos por cerca de 30 anos. A maioria era branca e trabalhava como profissional de saúde. Os pesquisadores investigaram como o consumo de alimentos ultraprocessados se relacionava com o desenvolvimento de doenças cardiovasculares.


    Após ajustes para fatores de risco como tabagismo, histórico familiar, sono e exercícios, os pesquisadores descobriram que quem consumia mais alimentos ultraprocessados teve 11% mais chances de desenvolver doenças cardiovasculares e 16% mais chances de desenvolver doença coronariana em comparação aos que consumiam menos. O risco de acidente vascular cerebral foi ligeiramente mais elevado, mas sem significância estatística.


    Em uma análise combinada com outros 19 estudos envolvendo cerca de 1,25 milhão de adultos, os pesquisadores encontraram que quem consumia mais ultraprocessados tinha 17% mais chances de desenvolver doenças cardiovasculares, 23% mais chances de doença coronariana e 9% mais chances de sofrer um derrame, em comparação aos que consumiam menos.


    O tamanho do estudo e a frequência das verificações dietéticas fazem dele “um dos estudos mais robustos” sobre o tema, afirmou Niyati Parekh, professora de nutrição em saúde pública na Universidade de Nova York.


    Ainda assim, o estudo tem limitações comuns a pesquisas nutricionais. Os questionários não foram projetados para classificar o grau de processamento dos alimentos, então os pesquisadores tiveram de determinar quais eram provavelmente ultraprocessados posteriormente. Além disso, os nutrientes de alguns produtos, como cereais matinais, podem ter mudado ao longo das décadas, tornando os resultados menos aplicáveis aos alimentos atuais.


    Como a maioria dos participantes era branca e bem informada sobre saúde, os resultados podem não se aplicar a toda a população. E, como ressaltou Mattei, esses estudos não provam causa e efeito; mostram apenas associação. O que chama atenção é a consistência global das evidências ligando ultraprocessados à saúde precária. [...]


Disponível em https://oglobo.globo.com/saude/ciencia/noticia/2025/09/04/ultraprocessadossob-analise-estudo-com-200-mil-adultos-nos-eua-revela-perigosocultos.ghtml

Considerando o que o texto informa sobre os riscos de saúde e as regras de concordância verbal da Língua Portuguesa, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3720805 Português

Leia o texto para responder a questão. 



Ultraprocessados sob análise: estudo com 200 mil adultos nos

EUA revela perigos ocultos


Bebidas açucaradas e carnes processadas lideram a lista de

vilões cardiovasculares


Por The New York Times



    Citar uma condição comum — como doenças cardíacas — já é suficiente para mostrar que há grandes chances de que seguir uma dieta rica em alimentos ultraprocessados esteja associada a ela.


    Mas a categoria de alimentos ultraprocessados é ampla e abrangente. Estima-se que represente 73% do suprimento alimentar dos Estados Unidos e inclua produtos estereotipicamente “não saudáveis”, como refrigerantes, doces e cachorros-quentes, além de produtos aparentemente “saudáveis”, como pães integrais, cereais matinais, iogurtes saborizados e leites vegetais.


    "É uma mistura de alimentos, alguns dos quais provavelmente são mais prejudiciais do que outros", disse Josiemer Mattei, professora associada de nutrição na Escola de Saúde Pública Harvard TH Chan.


    Nesta segunda-feira (1), Mattei e seus colegas publicaram um dos maiores e mais longos estudos sobre alimentos ultraprocessados e saúde cardíaca até o momento. O estudo analisou os riscos do consumo desses alimentos e identificou quais são os piores.


    Um risco geral dos alimentos ultraprocessados


    O estudo, publicado na revista Lancet, incluiu mais de 200 mil adultos nos Estados Unidos. Os participantes preencheram questionários detalhados sobre dieta desde o final da década de 1980 e início da década de 1990, repetindo-os a cada dois ou quatro anos por cerca de 30 anos. A maioria era branca e trabalhava como profissional de saúde. Os pesquisadores investigaram como o consumo de alimentos ultraprocessados se relacionava com o desenvolvimento de doenças cardiovasculares.


    Após ajustes para fatores de risco como tabagismo, histórico familiar, sono e exercícios, os pesquisadores descobriram que quem consumia mais alimentos ultraprocessados teve 11% mais chances de desenvolver doenças cardiovasculares e 16% mais chances de desenvolver doença coronariana em comparação aos que consumiam menos. O risco de acidente vascular cerebral foi ligeiramente mais elevado, mas sem significância estatística.


    Em uma análise combinada com outros 19 estudos envolvendo cerca de 1,25 milhão de adultos, os pesquisadores encontraram que quem consumia mais ultraprocessados tinha 17% mais chances de desenvolver doenças cardiovasculares, 23% mais chances de doença coronariana e 9% mais chances de sofrer um derrame, em comparação aos que consumiam menos.


    O tamanho do estudo e a frequência das verificações dietéticas fazem dele “um dos estudos mais robustos” sobre o tema, afirmou Niyati Parekh, professora de nutrição em saúde pública na Universidade de Nova York.


    Ainda assim, o estudo tem limitações comuns a pesquisas nutricionais. Os questionários não foram projetados para classificar o grau de processamento dos alimentos, então os pesquisadores tiveram de determinar quais eram provavelmente ultraprocessados posteriormente. Além disso, os nutrientes de alguns produtos, como cereais matinais, podem ter mudado ao longo das décadas, tornando os resultados menos aplicáveis aos alimentos atuais.


    Como a maioria dos participantes era branca e bem informada sobre saúde, os resultados podem não se aplicar a toda a população. E, como ressaltou Mattei, esses estudos não provam causa e efeito; mostram apenas associação. O que chama atenção é a consistência global das evidências ligando ultraprocessados à saúde precária. [...]


Disponível em https://oglobo.globo.com/saude/ciencia/noticia/2025/09/04/ultraprocessadossob-analise-estudo-com-200-mil-adultos-nos-eua-revela-perigosocultos.ghtml

O texto menciona que a categoria de alimentos ultraprocessados inclui tanto produtos “estereotipicamente ‘não saudáveis’” quanto “aparentemente ‘saudáveis’”, como pães integrais e iogurtes saborizados. Qual é a principal implicação dessa observação? 
Alternativas
Q3720804 Português

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Ultraprocessados sob análise: estudo com 200 mil adultos nos

EUA revela perigos ocultos


Bebidas açucaradas e carnes processadas lideram a lista de

vilões cardiovasculares


Por The New York Times



    Citar uma condição comum — como doenças cardíacas — já é suficiente para mostrar que há grandes chances de que seguir uma dieta rica em alimentos ultraprocessados esteja associada a ela.


    Mas a categoria de alimentos ultraprocessados é ampla e abrangente. Estima-se que represente 73% do suprimento alimentar dos Estados Unidos e inclua produtos estereotipicamente “não saudáveis”, como refrigerantes, doces e cachorros-quentes, além de produtos aparentemente “saudáveis”, como pães integrais, cereais matinais, iogurtes saborizados e leites vegetais.


    "É uma mistura de alimentos, alguns dos quais provavelmente são mais prejudiciais do que outros", disse Josiemer Mattei, professora associada de nutrição na Escola de Saúde Pública Harvard TH Chan.


    Nesta segunda-feira (1), Mattei e seus colegas publicaram um dos maiores e mais longos estudos sobre alimentos ultraprocessados e saúde cardíaca até o momento. O estudo analisou os riscos do consumo desses alimentos e identificou quais são os piores.


    Um risco geral dos alimentos ultraprocessados


    O estudo, publicado na revista Lancet, incluiu mais de 200 mil adultos nos Estados Unidos. Os participantes preencheram questionários detalhados sobre dieta desde o final da década de 1980 e início da década de 1990, repetindo-os a cada dois ou quatro anos por cerca de 30 anos. A maioria era branca e trabalhava como profissional de saúde. Os pesquisadores investigaram como o consumo de alimentos ultraprocessados se relacionava com o desenvolvimento de doenças cardiovasculares.


    Após ajustes para fatores de risco como tabagismo, histórico familiar, sono e exercícios, os pesquisadores descobriram que quem consumia mais alimentos ultraprocessados teve 11% mais chances de desenvolver doenças cardiovasculares e 16% mais chances de desenvolver doença coronariana em comparação aos que consumiam menos. O risco de acidente vascular cerebral foi ligeiramente mais elevado, mas sem significância estatística.


    Em uma análise combinada com outros 19 estudos envolvendo cerca de 1,25 milhão de adultos, os pesquisadores encontraram que quem consumia mais ultraprocessados tinha 17% mais chances de desenvolver doenças cardiovasculares, 23% mais chances de doença coronariana e 9% mais chances de sofrer um derrame, em comparação aos que consumiam menos.


    O tamanho do estudo e a frequência das verificações dietéticas fazem dele “um dos estudos mais robustos” sobre o tema, afirmou Niyati Parekh, professora de nutrição em saúde pública na Universidade de Nova York.


    Ainda assim, o estudo tem limitações comuns a pesquisas nutricionais. Os questionários não foram projetados para classificar o grau de processamento dos alimentos, então os pesquisadores tiveram de determinar quais eram provavelmente ultraprocessados posteriormente. Além disso, os nutrientes de alguns produtos, como cereais matinais, podem ter mudado ao longo das décadas, tornando os resultados menos aplicáveis aos alimentos atuais.


    Como a maioria dos participantes era branca e bem informada sobre saúde, os resultados podem não se aplicar a toda a população. E, como ressaltou Mattei, esses estudos não provam causa e efeito; mostram apenas associação. O que chama atenção é a consistência global das evidências ligando ultraprocessados à saúde precária. [...]


Disponível em https://oglobo.globo.com/saude/ciencia/noticia/2025/09/04/ultraprocessadossob-analise-estudo-com-200-mil-adultos-nos-eua-revela-perigosocultos.ghtml

No trecho “A categoria de alimentos ultraprocessados é ampla e abrangente”, os vocábulos destacados classificam-se, morfologicamente, como: 
Alternativas
Q3720803 Português

Leia o texto para responder a questão. 



Ultraprocessados sob análise: estudo com 200 mil adultos nos

EUA revela perigos ocultos


Bebidas açucaradas e carnes processadas lideram a lista de

vilões cardiovasculares


Por The New York Times



    Citar uma condição comum — como doenças cardíacas — já é suficiente para mostrar que há grandes chances de que seguir uma dieta rica em alimentos ultraprocessados esteja associada a ela.


    Mas a categoria de alimentos ultraprocessados é ampla e abrangente. Estima-se que represente 73% do suprimento alimentar dos Estados Unidos e inclua produtos estereotipicamente “não saudáveis”, como refrigerantes, doces e cachorros-quentes, além de produtos aparentemente “saudáveis”, como pães integrais, cereais matinais, iogurtes saborizados e leites vegetais.


    "É uma mistura de alimentos, alguns dos quais provavelmente são mais prejudiciais do que outros", disse Josiemer Mattei, professora associada de nutrição na Escola de Saúde Pública Harvard TH Chan.


    Nesta segunda-feira (1), Mattei e seus colegas publicaram um dos maiores e mais longos estudos sobre alimentos ultraprocessados e saúde cardíaca até o momento. O estudo analisou os riscos do consumo desses alimentos e identificou quais são os piores.


    Um risco geral dos alimentos ultraprocessados


    O estudo, publicado na revista Lancet, incluiu mais de 200 mil adultos nos Estados Unidos. Os participantes preencheram questionários detalhados sobre dieta desde o final da década de 1980 e início da década de 1990, repetindo-os a cada dois ou quatro anos por cerca de 30 anos. A maioria era branca e trabalhava como profissional de saúde. Os pesquisadores investigaram como o consumo de alimentos ultraprocessados se relacionava com o desenvolvimento de doenças cardiovasculares.


    Após ajustes para fatores de risco como tabagismo, histórico familiar, sono e exercícios, os pesquisadores descobriram que quem consumia mais alimentos ultraprocessados teve 11% mais chances de desenvolver doenças cardiovasculares e 16% mais chances de desenvolver doença coronariana em comparação aos que consumiam menos. O risco de acidente vascular cerebral foi ligeiramente mais elevado, mas sem significância estatística.


    Em uma análise combinada com outros 19 estudos envolvendo cerca de 1,25 milhão de adultos, os pesquisadores encontraram que quem consumia mais ultraprocessados tinha 17% mais chances de desenvolver doenças cardiovasculares, 23% mais chances de doença coronariana e 9% mais chances de sofrer um derrame, em comparação aos que consumiam menos.


    O tamanho do estudo e a frequência das verificações dietéticas fazem dele “um dos estudos mais robustos” sobre o tema, afirmou Niyati Parekh, professora de nutrição em saúde pública na Universidade de Nova York.


    Ainda assim, o estudo tem limitações comuns a pesquisas nutricionais. Os questionários não foram projetados para classificar o grau de processamento dos alimentos, então os pesquisadores tiveram de determinar quais eram provavelmente ultraprocessados posteriormente. Além disso, os nutrientes de alguns produtos, como cereais matinais, podem ter mudado ao longo das décadas, tornando os resultados menos aplicáveis aos alimentos atuais.


    Como a maioria dos participantes era branca e bem informada sobre saúde, os resultados podem não se aplicar a toda a população. E, como ressaltou Mattei, esses estudos não provam causa e efeito; mostram apenas associação. O que chama atenção é a consistência global das evidências ligando ultraprocessados à saúde precária. [...]


Disponível em https://oglobo.globo.com/saude/ciencia/noticia/2025/09/04/ultraprocessadossob-analise-estudo-com-200-mil-adultos-nos-eua-revela-perigosocultos.ghtml

De acordo com o texto, qual é a principal condição comum que o estudo associa a uma dieta rica em alimentos ultraprocessados?
Alternativas
Q3719481 Arquitetura
A ABNT NBR 14653-1 estabelece os procedimentos gerais para a avaliação de bens. Ao realizar uma avaliação para determinar o valor de mercado de um imóvel, o engenheiro de avaliações deve fundamentar seu trabalho em uma vistoria criteriosa. Sobre os requisitos da vistoria no âmbito de uma avaliação de imóveis, analise as afirmativas a seguir:
I.A vistoria é uma etapa facultativa na avaliação de um imóvel, podendo ser substituída pela análise de fotografias e da documentação do imóvel, especialmente em avaliações em massa.
II.Durante a vistoria, o avaliador deve caracterizar a região, a vizinhança e o terreno, além de detalhar as edificações existentes, incluindo tipologia, padrão construtivo e estado de conservação.
III.A norma permite que a vistoria seja realizada por terceiros, desde que supervisionados pelo engenheiro de avaliações responsável, que assume a responsabilidade pelas informações coletadas.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3719480 Engenharia Civil
A ABNT NBR 6118:2023 estabelece os requisitos para o projeto de estruturas de concreto, incluindo as exigências para garantir a durabilidade da estrutura, como o cobrimento nominal da armadura. Sobre os requisitos de cobrimento, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:
(__)O cobrimento nominal da armadura é a distância entre a face externa do estribo e a face do elemento estrutural, e sua função é proteger o aço contra a corrosão e garantir a aderência ao concreto.
(__)A espessura do cobrimento nominal varia de acordo com a Classe de Agressividade Ambiental (CAA) à qual a estrutura estará exposta, sendo maior para ambientes mais agressivos.
(__)Para um elemento estrutural de laje em um ambiente interno de um edifício residencial urbano (CAA II), o cobrimento nominal mínimo é de 30 mm.
(__)A norma permite uma tolerância de execução (Δ c) de 10 mm no cobrimento, o que significa que o cobrimento real pode ser até 10 mm menor que o nominal especificado em projeto.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q3719479 Arquitetura
A ABNT NBR 9050:2020 estabelece parâmetros técnicos para a concepção de rampas em rotas acessíveis, visando garantir a segurança e a autonomia de todas as pessoas. Sobre os requisitos dimensionais e construtivos de rampas, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:
(__)Para rampas com inclinação entre 6,25% e 8,33%, os patamares de descanso, no início e no final de cada segmento, devem ter uma dimensão longitudinal mínima de 1,20 m.
(__)A inclinação máxima admitida para uma rampa, em situações excepcionais onde o desnível a ser vencido não ultrapasse 0,80 m, é de 12,5% (1:8).
(__)Em rampas com projeção horizontal superior a 2,00 m, é obrigatória a instalação de corrimãos em ambos os lados, a duas alturas diferentes: um a 0,92 m e outro a 0,70 m do piso.
(__)Guias de balizamento, com altura mínima de 0,05 m, devem ser instaladas nos limites laterais das rampas, sempre que não houver paredes laterais.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q3719477 Arquitetura
A ABNT NBR 6492 estabelece as convenções de representação de projetos de arquitetura, incluindo a forma de indicar as informações em um desenho. Sobre a representação de cotas, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:
(__)As linhas de cota devem ser paralelas à dimensão que está sendo cotada, com os números (cotas) posicionados preferencialmente acima e paralelamente à linha de cota.
(__)Em projetos de arquitetura, as cotas devem ser expressas em centímetros, salvo indicação em contrário na legenda do desenho.
(__)As cotas de nível em planta baixa indicam a altura do piso acabado em relação a um nível de referência (N.R.), geralmente definido como 0,00.
(__)Não se deve repetir cotas, e a preferência deve ser dada às cotas totais, sendo que as cotas parciais devem ser evitadas e utilizadas apenas para detalhamentos específicos.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo: 
Alternativas
Q3719476 Engenharia Civil
A ABNT NBR 13752, que rege as perícias de engenharia na construção civil, define as atividades que podem ser objeto de uma perícia, incluindo a vistoria. Sobre as características da vistoria, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:
(__)Vistoria é a constatação de um fato, mediante exame circunstanciado e descrição minuciosa dos elementos que o constituem, sem aprofundar na investigação das causas que o geraram.
(__)A vistoria de um imóvel vizinho antes do início de uma obra (vistoria "ad perpetuam rei memoriam" ou cautelar) tem o objetivo de registrar o estado de conservação pré-existente para resguardar direitos futuros.
(__)A vistoria pode ser classificada como oficial, quando realizada por perito de confiança de uma das partes, ou judicial, quando determinada pelo juiz.
(__)O documento técnico resultante de uma vistoria é denominado laudo de vistoria, que deve conter, no mínimo, a identificação do solicitante, a descrição do bem e o registro detalhado das constatações.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q3719475 Arquitetura
A Lei nº 12.378/2010, que regulamenta o exercício da Arquitetura e Urbanismo, define o conceito de Registro de Responsabilidade Técnica (RRT) e estabelece sanções para infrações. Sobre este tema, analise as afirmativas a seguir.
I.A falta do RRT sujeitará o profissional ou a empresa à multa de 300% do valor da taxa do RRT correspondente, além de outras sanções cabíveis.
II.É nulo de pleno direito o contrato para o desenvolvimento de atividades de arquitetura e urbanismo que não possua o RRT correspondente registrado no CAU.
III.O RRT só pode ser efetuado por profissionais arquitetos e urbanistas, sendo vedado o registro por pessoas jurídicas, que devem indicar os profissionais responsáveis em seus contratos.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3719474 Arquitetura
A ABNT NBR 13532/1995 (complementada pela NBR 16636) define as etapas de elaboração de projetos de arquitetura, cada qual com seus produtos e nível de detalhamento. Sobre as características do Estudo Preliminar (EP), registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:
(__)O Estudo Preliminar tem como objetivo a análise e a concepção inicial do projeto, definindo o partido arquitetônico e verificando a viabilidade do programa de necessidades.
(__)Nesta etapa, as informações técnicas são consolidadas, incluindo plantas, cortes e fachadas com todas as dimensões, além de memoriais descritivos detalhados.
(__)O produto final do Estudo Preliminar deve ser suficiente para a solicitação de aprovação do projeto junto aos órgãos públicos competentes (projeto legal).
(__)A representação gráfica no Estudo Preliminar é, geralmente, esquemática, focada em demonstrar o zoneamento, os fluxos, a volumetria e a implantação geral da edificação.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q3719473 Arquitetura
A análise da estrutura intraurbana das cidades brasileiras revela que o sistema viário é um agente fundamental na configuração da segregação socioespacial. No contexto do planejamento de políticas públicas de mobilidade e uso do solo, é crucial compreender como os investimentos viários impactam a organização do espaço. Sobre a relação entre o sistema viário e a estrutura urbana no Brasil, analise as afirmativas a seguir:
I.Vias de fundo de vale, ao serem transformadas em avenidas de tráfego intenso, embora estruturem a circulação, tendem a desvalorizar suas margens para o uso residencial de alta renda devido a fatores como ruído e risco de inundações.
II.A priorização de investimentos estatais em grandes eixos viários que atendem majoritariamente às áreas ocupadas pelas classes de maior poder aquisitivo demonstra que o planejamento viário não é neutro e atua como um reforçador da segregação espacial.
III.A expansão da malha viária para as áreas periféricas ocorre, via de regra, com a mesma qualidade e prioridade dos investimentos realizados nas áreas centrais, refletindo uma política de integração social homogênea.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3719472 Arquitetura
A ABNT NBR 12721:2006 é a norma que estabelece o procedimento para a avaliação de custos unitários de construção para incorporação imobiliária, definindo o Custo Unitário Básico (CUB). Ao se calcular o custo global de uma edificação usando a metodologia do CUB, quais dos seguintes itens não estão incluídos no Custo Unitário Básico e devem ser orçados separadamente?
Alternativas
Q3719471 Arquitetura
A Lei nº 12.378/2010 estabelece as atribuições de arquitetos e urbanistas, que podem ser exclusivas, privativas ou compartilhadas com outras profissões regulamentadas. Sobre essa distinção, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:
(__)Atividades como o projeto arquitetônico de edificação e o projeto de loteamento são consideradas atribuições privativas de arquitetos e urbanistas.
(__)A elaboração de projeto de instalações hidrossanitárias, elétricas e de telecomunicações é uma atribuição compartilhada, podendo ser exercida por arquitetos e urbanistas e por outros profissionais, como engenheiros.
(__)A direção de obra e o serviço técnico referente a projetos de arquitetura são considerados atribuições privativas de arquitetos e urbanistas.
(__)O tombamento de bens e o inventário do patrimônio histórico e cultural são atividades privativas de arquitetos e urbanistas, não podendo ser realizadas por historiadores ou outros especialistas.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q3719470 Gerência de Projetos
Um arquiteto, atuando como gestor de projetos em uma secretaria de obras municipal, é encarregado de implementar um Sistema de Gestão da Qualidade (SGQ) baseado nos princípios da ABNT NBR ISO 9001, visando a padronização e a melhoria contínua dos projetos desenvolvidos internamente. A implementação busca reduzir erros, retrabalhos e garantir que os projetos atendam aos requisitos legais e às necessidades dos usuários. Considerando os princípios fundamentais da Gestão da Qualidade, analise as afirmativas a seguir:
I.A implementação de um SGQ exige a aplicação da "Abordagem de Processo", que consiste em mapear, entender e gerenciar as atividades inter-relacionadas (como levantamento de necessidades, concepção, detalhamento e compatibilização) como um sistema coeso para otimizar a eficiência e a eficácia.
II.O princípio do "Foco no Cliente", no contexto do serviço público, determina que os requisitos a serem atendidos são exclusivamente aqueles definidos pela chefia imediata e pelo gestor político, que representam o contratante da administração.
III.O princípio da "Melhoria" implica que o SGQ deve estabelecer um ciclo contínuo de planejamento, execução, verificação e ação (PDCA), incluindo a análise de não-conformidades (erros de projeto) para identificar suas causas e implementar ações corretivas que evitem sua reocorrência.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3719469 Arquitetura
Um arquiteto e urbanista que atua como servidor público em um órgão de licenciamento de obras utiliza sua posição para favorecer a aprovação de projetos de um escritório particular com o qual mantém relações comerciais ocultas. Esta conduta representa um grave desvio ético. Conforme o Código de Ética e Disciplina do CAU/BR, qual regra específica é diretamente violada por este profissional?
Alternativas
Q3719468 Geografia
A estrutura socioespacial das cidades brasileiras é frequentemente analisada a partir da atuação de diferentes agentes produtores do espaço, que contribuem para a segregação. Sobre a dinâmica da segregação urbana, analise as afirmativas a seguir.
I.O Estado é um agente produtor da segregação espacial quando seus investimentos em infraestrutura são distribuídos de forma desigual pelo território, valorizando as áreas ocupadas pelas classes de maior poder aquisitivo.
II.Os promotores imobiliários, ao atuarem em função da lógica de mercado, tendem a produzir o espaço construído (edifícios, loteamentos) predominantemente nas áreas já valorizadas pela ação do Estado, reforçando o padrão de segregação.
III.Os grupos sociais de baixa renda são considerados agentes passivos no processo de produção do espaço, ocupando as áreas que lhes são destinadas sem qualquer tipo de resistência ou produção autônoma de suas moradias e bairros.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Respostas
2501: C
2502: B
2503: C
2504: D
2505: A
2506: C
2507: B
2508: A
2509: B
2510: C
2511: C
2512: B
2513: D
2514: B
2515: B
2516: D
2517: A
2518: C
2519: A
2520: A