Questões de Concurso
Para arquiteto
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I. A facilidade de se construir e a dispensa de mão de obra especializada é um possível motivo de a alvenaria ser um dos sistemas mais comuns de construção no Brasil.
II. Para maximizar a resistência estrutural de uma construção em alvenaria, deve-se usar lajotas tombadas na horizontal.
III. A madeira como sistema construtivo caiu em desuso após o êxodo rural por ser apropriada apenas para áreas afastadas.
IV. No concreto armado, o concreto resiste mais à compressão e o aço, em seu interior, à tração.
V. Treliças metálicas são indicadas para vencer grandes vãos e permitem homogeneidade maior do que as de madeira.
1. Barra de apoio horizontal.
2. Dispositivo de alarme de emergência para sanitário.
3. Balcões de informação acessíveis.
4. Módulo de referência.
( ) Devem possuir largura mínima de 0,90 m e altura entre 0,90 m e 1,05 m do piso acabado.
( ) Projeção de 0,80 m por 1,20 m no piso.
( ) Deve ser instalado na altura de 40 cm do piso.
( ) Mínimo de 80 cm de comprimento.
I. Uma correção feita na versão de 2021 é que o número das pranchas ficam sempre na parte superior do símbolo de indicação de cortes e elevações representadas em planta.
II. A mudança feita na atualização de 2021 não foi apenas a atualização de desenho à tinta para desenho digital.
III. A linha natural do terreno deve ser representada em planta com linha contínua.
IV. Por se tratar de desenho digital, a versão atualizada não exige a indicação de escala no título das vistas.
V. O símbolo quadrado para indicar acabamentos em planta refere-se aos pisos no quadro de acabamentos.
VI. A diferença de paredes a demolir, existentes e a construir é feita com cores diferentes.
I. Em superfícies de trabalho, deve-se garantir profundidade inferior livre mínima de 0,50 m, para a aproximação da pessoa em cadeira de rodas.
II. É considerado degrau isolado a sequência de até dois degraus.
III. Inclinação da superfície do piso, longitudinal ao sentido de caminhamento, com declividade igual ou superior a 5 % é a definição de uma rampa.
IV. Mesmo em degraus isolados, deve-se instalar corrimão.
V. Recomenda-se o emprego de revestimento resistente a impactos em portas de sanitários acessíveis com a altura de 40 cm medidos a partir do piso acabado.
VI. Paredes envidraçadas em áreas de circulação devem ser claramente identificadas com sinalização visual de forma contínua.
Apesar de usualmente ser desenhado com _________, de acordo com a norma de representação de projetos de arquitetura, _________ de marquises e beirais devem ser desenhados com linhas estreitas de padrão _________. Sendo _________ empregada em _________.
( ) A inclinação mínima de qualquer tipo de cobertura é 10%.
( ) Dentro de softwares de desenho e também no desenho à mão, uma forma eficiente de desenhar uma inclinação de telhado em corte é traçar uma linha horizontal de um metro, depois traçar no final desta linha outra linha vertical com a porcentagem de inclinação em centímetros, fechando o triângulo retângulo com uma linha inclinada. A hipotenusa resultante será a inclinação real da superfície do telhado.
( ) Entre outros fatores que contribuem para a inclinação de coberturas, um dos determinantes é o material utilizado nas telhas.
( ) A telha cerâmica esmaltada é largamente utilizada no Brasil em residências pelo seu peso reduzido e inclinação mínima necessária ser menor que a telha de fibrocimento ou metálica.
( ) Em casos de telhas com alta inclinação, pode-se fazer necessária a amarração das telhas.
( ) Caso o arquiteto tenha usado a metodologia BIM no desenvolvimento do projeto. A alteração seria facilitada, por não necessitar de modificação manual em todas as folhas e vistas do projeto como acontece em softwares CAD.
( ) Ao usar o software 3ds max no desenvolvimento do projeto executivo, o arquiteto tornará a atualização muito mais rápida e fácil.
( ) A decisão mais acertada seria o profissional dissuadir o cliente da mudança visto que haveria prejuízo significativo na qualidade estética da construção.
( ) Não haveria motivo para o cliente mudar de platibanda para o telhado aparente mesmo que a região contivesse alto número de árvores caducifólias e alto índice pluviométrico.
( ) A escolha entre platibanda e telhado aparente, apesar de muitas vezes tratada apenas pelo viés estético, pode evitar muitos transtornos em locais com chuvas torrenciais frequentes e abundante queda de folhas.
I. Os cargos públicos municipais serão criados por lei, que fixará as suas denominações, os níveis de vencimento, as condições de provimento, indicados os recursos pelos quais correrão as despesas.
II. Os Conselhos Municipais terão por finalidade fiscalizar a Administração Pública Municipal na análise, no planejamento e nas decisões acerca de matérias populares de competência desta.
III. A participação nos Conselhos Municipais será custeada pelo próprio interessado, seja pessoa física ou jurídica e constituirá serviço público trivial.
A publicidade dos atos, programas, obras, serviços e campanhas dos órgãos públicos municipais, qualquer que seja o veículo de comunicação somente poderá ter caráter __________, dela não podendo constar nomes, símbolos ou imagens que caracterizam a promoção pessoal de autoridade ou servidor público.
Fonte: Apresentação de Slides – o autor.
Com base nas informações apresentadas, analise as assertivas e assinale a alternativa correta.
I. A apresentação iniciará pelo slide 3.
II. O comando “Do Slide Atual” inicia sempre pelo slide 1 encerrando a apresentação no slide selecionado pelo usuário.
III. Para iniciar desde o primeiro slide, o comando correto é “Do Começo”.
IV. O atalho F5 inicia a apresentação a partir do slide atual selecionado.
Considere a seguinte planilha de dados feita no Microsoft Excel 365:

Fonte: Planilha de Notas – o autor.
A partir das informações fornecidas, analise as assertivas sobre as fórmulas a serem inseridas em F2 (Média) e G2 (Situação) e assinale a alternativa correta.
I. A média do aluno na linha 2 pode ser calculada com =MÉDIA(B2:E2)
II. A situação (Aprovado/Reprovado) na linha 2 pode ser calculada com =SE(F2>=7;"Aprovado";"Reprovado")
III. Para copiar a fórmula da coluna G para baixo, devese utilizar referência absoluta na célula da média com $F$2.
IV. O uso de =SOMA(B2:E2)*4 calcula corretamente a média dos quatro bimestres.
Fonte: Faixa de Opções - Microsoft Word 365.
A partir da análise das informações, assinale a alternativa que apresenta o nome do grupo em que está localizada a funcionalidade “Negrito”.
Considere a seguinte hierarquia de pastas disponível no Windows 10:

Fonte: Hierarquia de pastas – o autor.
Com base nessa estrutura, analise as assertivas e assinale a alternativa correta.
I. O arquivo controle_frequencia.xlsx está dentro da subpasta Planilhas, que por sua vez é subpasta de Docencia.
II. As pastas Planilhas, Apresentacoes e Textos estão no mesmo nível, todas diretamente dentro de Docencia.
III. O arquivo aula_01.pptx é um arquivo do PowerPoint localizado na pasta Apresentacoes.
IV. Se o usuário estiver na pasta Docencia, o caminho para roteiro_aula.docx é Textos\roteiro_aula.docx.
Leia o texto para responder a questão.
Ultraprocessados sob análise: estudo com 200 mil adultos nos
EUA revela perigos ocultos
Bebidas açucaradas e carnes processadas lideram a lista de
vilões cardiovasculares
Por The New York Times
Citar uma condição comum — como doenças cardíacas — já é suficiente para mostrar que há grandes chances de que seguir uma dieta rica em alimentos ultraprocessados esteja associada a ela.
Mas a categoria de alimentos ultraprocessados é ampla e abrangente. Estima-se que represente 73% do suprimento alimentar dos Estados Unidos e inclua produtos estereotipicamente “não saudáveis”, como refrigerantes, doces e cachorros-quentes, além de produtos aparentemente “saudáveis”, como pães integrais, cereais matinais, iogurtes saborizados e leites vegetais.
"É uma mistura de alimentos, alguns dos quais provavelmente são mais prejudiciais do que outros", disse Josiemer Mattei, professora associada de nutrição na Escola de Saúde Pública Harvard TH Chan.
Nesta segunda-feira (1), Mattei e seus colegas publicaram um dos maiores e mais longos estudos sobre alimentos ultraprocessados e saúde cardíaca até o momento. O estudo analisou os riscos do consumo desses alimentos e identificou quais são os piores.
Um risco geral dos alimentos ultraprocessados
O estudo, publicado na revista Lancet, incluiu mais de 200 mil adultos nos Estados Unidos. Os participantes preencheram questionários detalhados sobre dieta desde o final da década de 1980 e início da década de 1990, repetindo-os a cada dois ou quatro anos por cerca de 30 anos. A maioria era branca e trabalhava como profissional de saúde. Os pesquisadores investigaram como o consumo de alimentos ultraprocessados se relacionava com o desenvolvimento de doenças cardiovasculares.
Após ajustes para fatores de risco como tabagismo, histórico familiar, sono e exercícios, os pesquisadores descobriram que quem consumia mais alimentos ultraprocessados teve 11% mais chances de desenvolver doenças cardiovasculares e 16% mais chances de desenvolver doença coronariana em comparação aos que consumiam menos. O risco de acidente vascular cerebral foi ligeiramente mais elevado, mas sem significância estatística.
Em uma análise combinada com outros 19 estudos envolvendo cerca de 1,25 milhão de adultos, os pesquisadores encontraram que quem consumia mais ultraprocessados tinha 17% mais chances de desenvolver doenças cardiovasculares, 23% mais chances de doença coronariana e 9% mais chances de sofrer um derrame, em comparação aos que consumiam menos.
O tamanho do estudo e a frequência das verificações dietéticas fazem dele “um dos estudos mais robustos” sobre o tema, afirmou Niyati Parekh, professora de nutrição em saúde pública na Universidade de Nova York.
Ainda assim, o estudo tem limitações comuns a pesquisas nutricionais. Os questionários não foram projetados para classificar o grau de processamento dos alimentos, então os pesquisadores tiveram de determinar quais eram provavelmente ultraprocessados posteriormente. Além disso, os nutrientes de alguns produtos, como cereais matinais, podem ter mudado ao longo das décadas, tornando os resultados menos aplicáveis aos alimentos atuais.
Como a maioria dos participantes era branca e bem informada sobre saúde, os resultados podem não se aplicar a toda a população. E, como ressaltou Mattei, esses estudos não provam causa e efeito; mostram apenas associação. O que chama atenção é a consistência global das evidências ligando ultraprocessados à saúde precária. [...]
Disponível em https://oglobo.globo.com/saude/ciencia/noticia/2025/09/04/ultraprocessadossob-analise-estudo-com-200-mil-adultos-nos-eua-revela-perigosocultos.ghtml
Leia o texto para responder a questão.
Ultraprocessados sob análise: estudo com 200 mil adultos nos
EUA revela perigos ocultos
Bebidas açucaradas e carnes processadas lideram a lista de
vilões cardiovasculares
Por The New York Times
Citar uma condição comum — como doenças cardíacas — já é suficiente para mostrar que há grandes chances de que seguir uma dieta rica em alimentos ultraprocessados esteja associada a ela.
Mas a categoria de alimentos ultraprocessados é ampla e abrangente. Estima-se que represente 73% do suprimento alimentar dos Estados Unidos e inclua produtos estereotipicamente “não saudáveis”, como refrigerantes, doces e cachorros-quentes, além de produtos aparentemente “saudáveis”, como pães integrais, cereais matinais, iogurtes saborizados e leites vegetais.
"É uma mistura de alimentos, alguns dos quais provavelmente são mais prejudiciais do que outros", disse Josiemer Mattei, professora associada de nutrição na Escola de Saúde Pública Harvard TH Chan.
Nesta segunda-feira (1), Mattei e seus colegas publicaram um dos maiores e mais longos estudos sobre alimentos ultraprocessados e saúde cardíaca até o momento. O estudo analisou os riscos do consumo desses alimentos e identificou quais são os piores.
Um risco geral dos alimentos ultraprocessados
O estudo, publicado na revista Lancet, incluiu mais de 200 mil adultos nos Estados Unidos. Os participantes preencheram questionários detalhados sobre dieta desde o final da década de 1980 e início da década de 1990, repetindo-os a cada dois ou quatro anos por cerca de 30 anos. A maioria era branca e trabalhava como profissional de saúde. Os pesquisadores investigaram como o consumo de alimentos ultraprocessados se relacionava com o desenvolvimento de doenças cardiovasculares.
Após ajustes para fatores de risco como tabagismo, histórico familiar, sono e exercícios, os pesquisadores descobriram que quem consumia mais alimentos ultraprocessados teve 11% mais chances de desenvolver doenças cardiovasculares e 16% mais chances de desenvolver doença coronariana em comparação aos que consumiam menos. O risco de acidente vascular cerebral foi ligeiramente mais elevado, mas sem significância estatística.
Em uma análise combinada com outros 19 estudos envolvendo cerca de 1,25 milhão de adultos, os pesquisadores encontraram que quem consumia mais ultraprocessados tinha 17% mais chances de desenvolver doenças cardiovasculares, 23% mais chances de doença coronariana e 9% mais chances de sofrer um derrame, em comparação aos que consumiam menos.
O tamanho do estudo e a frequência das verificações dietéticas fazem dele “um dos estudos mais robustos” sobre o tema, afirmou Niyati Parekh, professora de nutrição em saúde pública na Universidade de Nova York.
Ainda assim, o estudo tem limitações comuns a pesquisas nutricionais. Os questionários não foram projetados para classificar o grau de processamento dos alimentos, então os pesquisadores tiveram de determinar quais eram provavelmente ultraprocessados posteriormente. Além disso, os nutrientes de alguns produtos, como cereais matinais, podem ter mudado ao longo das décadas, tornando os resultados menos aplicáveis aos alimentos atuais.
Como a maioria dos participantes era branca e bem informada sobre saúde, os resultados podem não se aplicar a toda a população. E, como ressaltou Mattei, esses estudos não provam causa e efeito; mostram apenas associação. O que chama atenção é a consistência global das evidências ligando ultraprocessados à saúde precária. [...]
Disponível em https://oglobo.globo.com/saude/ciencia/noticia/2025/09/04/ultraprocessadossob-analise-estudo-com-200-mil-adultos-nos-eua-revela-perigosocultos.ghtml
Leia o texto para responder a questão.
Ultraprocessados sob análise: estudo com 200 mil adultos nos
EUA revela perigos ocultos
Bebidas açucaradas e carnes processadas lideram a lista de
vilões cardiovasculares
Por The New York Times
Citar uma condição comum — como doenças cardíacas — já é suficiente para mostrar que há grandes chances de que seguir uma dieta rica em alimentos ultraprocessados esteja associada a ela.
Mas a categoria de alimentos ultraprocessados é ampla e abrangente. Estima-se que represente 73% do suprimento alimentar dos Estados Unidos e inclua produtos estereotipicamente “não saudáveis”, como refrigerantes, doces e cachorros-quentes, além de produtos aparentemente “saudáveis”, como pães integrais, cereais matinais, iogurtes saborizados e leites vegetais.
"É uma mistura de alimentos, alguns dos quais provavelmente são mais prejudiciais do que outros", disse Josiemer Mattei, professora associada de nutrição na Escola de Saúde Pública Harvard TH Chan.
Nesta segunda-feira (1), Mattei e seus colegas publicaram um dos maiores e mais longos estudos sobre alimentos ultraprocessados e saúde cardíaca até o momento. O estudo analisou os riscos do consumo desses alimentos e identificou quais são os piores.
Um risco geral dos alimentos ultraprocessados
O estudo, publicado na revista Lancet, incluiu mais de 200 mil adultos nos Estados Unidos. Os participantes preencheram questionários detalhados sobre dieta desde o final da década de 1980 e início da década de 1990, repetindo-os a cada dois ou quatro anos por cerca de 30 anos. A maioria era branca e trabalhava como profissional de saúde. Os pesquisadores investigaram como o consumo de alimentos ultraprocessados se relacionava com o desenvolvimento de doenças cardiovasculares.
Após ajustes para fatores de risco como tabagismo, histórico familiar, sono e exercícios, os pesquisadores descobriram que quem consumia mais alimentos ultraprocessados teve 11% mais chances de desenvolver doenças cardiovasculares e 16% mais chances de desenvolver doença coronariana em comparação aos que consumiam menos. O risco de acidente vascular cerebral foi ligeiramente mais elevado, mas sem significância estatística.
Em uma análise combinada com outros 19 estudos envolvendo cerca de 1,25 milhão de adultos, os pesquisadores encontraram que quem consumia mais ultraprocessados tinha 17% mais chances de desenvolver doenças cardiovasculares, 23% mais chances de doença coronariana e 9% mais chances de sofrer um derrame, em comparação aos que consumiam menos.
O tamanho do estudo e a frequência das verificações dietéticas fazem dele “um dos estudos mais robustos” sobre o tema, afirmou Niyati Parekh, professora de nutrição em saúde pública na Universidade de Nova York.
Ainda assim, o estudo tem limitações comuns a pesquisas nutricionais. Os questionários não foram projetados para classificar o grau de processamento dos alimentos, então os pesquisadores tiveram de determinar quais eram provavelmente ultraprocessados posteriormente. Além disso, os nutrientes de alguns produtos, como cereais matinais, podem ter mudado ao longo das décadas, tornando os resultados menos aplicáveis aos alimentos atuais.
Como a maioria dos participantes era branca e bem informada sobre saúde, os resultados podem não se aplicar a toda a população. E, como ressaltou Mattei, esses estudos não provam causa e efeito; mostram apenas associação. O que chama atenção é a consistência global das evidências ligando ultraprocessados à saúde precária. [...]
Disponível em https://oglobo.globo.com/saude/ciencia/noticia/2025/09/04/ultraprocessadossob-analise-estudo-com-200-mil-adultos-nos-eua-revela-perigosocultos.ghtml